julho 2016 MERCADOS 27 da pública é relativamente moderado, situando-se em 40,3 por cento do PIB, com uma balança comercial desfavorável (menos 6,5 por cento do PIB). O crescimento económico associado ao aumento da sua classe média, colombianas, existindo um diálogo permanente bilateral e através da Delegação da União Europeia, em articulação com as entidades portuguesas junto das instituições colombianas, no sentido de ultrapassar estes constrangimentos. Os combustíveis fósseis constituem a principal estrutura produtiva do país, representando 52,8 por cento das exportações em 2015; seguindo-se o café (elemento de identidade nacional) com 7,2 por cento; os plásticos com 4,0 por cento; as pedras preciosas (ouro e esmeraldas) com 3,7 por cento; e a floricultura igualmente com 3,7 por cento. Ao nível das importações, as máquinas e equipamentos mecânicos representam 12,8 por cento do total, as máquinas e equipamentos elétricos 10,3 por cento, os combustíveis 9,5 por cento, os veículos 7,8 por cento e as aeronaves e outros aparelhos aéreos 4,8 por cento. Os EUA são claramente o principal parceiro económico da Colômbia, absorvendo como cliente 28,2 por cento das exportações, seguido do Panamá com 6,7 por cento, China com 6,3 por cento, Espanha com 4,4 por cento, Países Baixos com 4,2 por cento, ocupando Portugal o 24ª lugar, com uma evolução positiva nos últimos anos. Entre os principais fornecedores, os EUA são igualmente o principal par- característica de um país emergente, proporcionou, em 2015, um PIB per capita de 6.056 dólares e uma taxa de consumo privado de 4,2 por cento, o que tem permitido alimentar um ciclo expansionista do investimento produtivo e consumo, gerador de oportunidades para as empresas locais e internacionais, apesar do aumento da taxa de inflação que se situou nos 5,0 por cento, e de uma desvalorização monetária do peso face ao dólar de cerca de 40 por cento, o que tem criado um aumento da dificuldade de importação de bens e serviços de países estrangeiros. Apesar da assinatura do TLC com a Europa em 1 de agosto de 2013, ainda se verifica uma atitude protecionista e de barreiras ao livre comércio por parte das entidades Atualmente, ainda persistem algumas dificuldades no acesso das empresas estrangeiras e portuguesas ao mercado colombiano, nomeadamente ao nível da exportação de bens agroalimentares de origem animal e vegetal destinados ao consumo humano e não humano (alguns bens ainda em negociação), produtos farmacêuticos e cosméticos, concursos de obras públicas, segurança privada e taxas elevadas que incidem sobre as bebidas alcoólicas. Oportunidades de negócio • Agroalimentar: vinhos, azeite, pescado, marisco e conservas, fruta, carne de porco e derivados, produtos lácteos, chocolates e produtos biológicos. • Bens de consumo: moda, calçado, fileira casa e têxteis. • Engenharia, construção, materiais e infraestruturas: plano de investimento Infraestruturas 4G no valor de 19,9 mil milhões de euros. • TIC: e-gov (compras públicas, fatura eletrónica, portagens, tecnologias da saúde. • Bens de equipamento: máquinas, aparelhos e componentes, indústria de moldes e metalomecânica. Comércio externo Em 2015, a Colômbia foi a 54ª economia com maior facilidade em fazer negócios, segundo o ranking Doing Business, e a 66ª economia mais competitiva, segundo o ranking do The Global Competitiveness Report 2014-15 publicado pelo World Economic Forum.
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