<?xml version="1.0" encoding="utf-16"?><rss xmlns:a10="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0"><channel><title>Portugalglobal nº20</title><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/RSS.ashx</link><description>Portugalglobal nº20 Pages</description><lastBuildDate>Fri, 29 Jan 2010 15:31:50 +0100</lastBuildDate><a10:id>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/</a10:id><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=1</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=1</link><title>Portugalglobal nº20 Page 1</title><description>Portugalglobal Pense global pense Portugal Rui Semedo Presidente do Banco Popular Voca&amp;#231;&amp;#227;o para o mercado das PME 16 Calif&amp;#243;rnia O bar&amp;#243;metro da recupera&amp;#231;&amp;#227;o americana 32 Inova&amp;#231;&amp;#227;o Competitividade &amp;#224; escala global 6 Janeiro 2010 // www.portugalglobal.pt Empresas Creativesystems, Maisis e AGA 25</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=2</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=2</link><title>Portugalglobal nº20 Page 2</title><description /><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=3</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=3</link><title>Portugalglobal nº20 Page 3</title><description>Janeiro 2010 // www.portugalglobal.pt sum&amp;#225;rio Destaque // 6 Inova&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; palavra de ordem nos dias de hoje e a chave de sucesso em qualquer neg&amp;#243;cio no quadro da economia actual. Nesta edi&amp;#231;&amp;#227;o da Portugalglobal, fique a conhecer as entidades e os apoios com que as empresas podem contar neste dom&amp;#237;nio. Entrevista // 16 Rui Semedo, presidente do Banco Popular Portugal, fala-nos, em entrevista, da actua&amp;#231;&amp;#227;o desta institui&amp;#231;&amp;#227;o no nosso pa&amp;#237;s, dos apoios que concede &amp;#224;s empresas e do seu posicionamento internacional. Afirma ainda que, em termos estrat&amp;#233;gicos, a prioridade vai para o crescimento do banco em Portugal. Not&amp;#237;cias // 22 Em destaque, o F&amp;#243;rum dos Embaixadores realizado em Janeiro, numa organiza&amp;#231;&amp;#227;o conjunta da AICEP e do Minist&amp;#233;rio dos Neg&amp;#243;cios Estrangeiros. Empresas // 25 Creativesystems: sistemas de identifica&amp;#231;&amp;#227;o criativos. Maisis: OOBIAN seduz mercado europeu. AGA: Pioneira em solu&amp;#231;&amp;#245;es de sa&amp;#250;de. Mercado // 32 Retrato de um dos Estados mais ricos do mundo e que funciona como bar&amp;#243;metro da economia norte-americana. As val&amp;#234;ncias e as potencialidades do Estado da Calif&amp;#243;rnia em detalhe neste dossier. Opini&amp;#227;o // 40 Um artigo de Carlos Morais sobre a pr&amp;#243;xima edi&amp;#231;&amp;#227;o do SISAB. Para al&amp;#233;m dos neg&amp;#243;cios //42 Londres. An&amp;#225;lise de risco por pa&amp;#237;s – COSEC // 44 Estat&amp;#237;sticas // 48 Investimento directo e exporta&amp;#231;&amp;#245;es. Feiras e eventos// 50 aicep Rede Externa // 52 Bookmarks // 54</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=4</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=4</link><title>Portugalglobal nº20 Page 4</title><description>EDITORIAL Revista Portugalglobal Av. 5 de Outubro, 101 1050-051 Lisboa Tel.: +351 217 909 500 Fax: +351 217 909 578 Propriedade aicep Portugal Global O’Porto Bessa Leite Complex R. Ant&amp;#243;nio Bessa Leite, 1430 – 2&amp;#186; 4150-074 Porto Tel.: +351 226 055 300 Fax: +351 226 055 399 NIFiscal 506 320 120 Comiss&amp;#227;o Executiva Bas&amp;#237;lio Horta (Presidente), Jos&amp;#233; Abreu Aguiar, Jos&amp;#233; Vital Morgado, Luis Florindo, Rui Boavista Marques Inova&amp;#231;&amp;#227;o e Investimento A inova&amp;#231;&amp;#227;o e a criatividade est&amp;#227;o na ordem do dia e tornaram-se indispens&amp;#225;veis na agenda das organiza&amp;#231;&amp;#245;es p&amp;#250;blicas ou privadas e das suas boas pr&amp;#225;ticas. Tendo a prem&amp;#234;ncia destes dois factores de sucesso em conta, a Portugalglobal faz nesta edi&amp;#231;&amp;#227;o uma breve panor&amp;#226;mica sobre as organiza&amp;#231;&amp;#245;es, condi&amp;#231;&amp;#245;es e premissas que presidem &amp;#224; aplica&amp;#231;&amp;#227;o das pr&amp;#225;ticas inovadoras e criativas no pa&amp;#237;s. Sem a percep&amp;#231;&amp;#227;o da urg&amp;#234;ncia dessas pr&amp;#225;ticas, as empresas, as institui&amp;#231;&amp;#245;es e as sociedades ter&amp;#227;o dificuldade em responder aos crescentes desafios globais da modernidade, de responder atempadamente &amp;#224;s necessidades incontorn&amp;#225;veis do progresso social, tecnol&amp;#243;gico e econ&amp;#243;mico. Sem elas, as organiza&amp;#231;&amp;#245;es empresariais n&amp;#227;o se modernizam e perdem competitividade interna e externa, o que as afasta do sucesso nos mercados e da comunidade dos pa&amp;#237;ses mais avan&amp;#231;ados e bem sucedidos. Sem elas, o investimento e a internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o ficam naturalmente aqu&amp;#233;m das expectativas. A corroborar o balan&amp;#231;o positivo da inova&amp;#231;&amp;#227;o nacional, publicamos um esclarecedor artigo de opini&amp;#227;o de Nuno Correia, do INEGI, em que este enfatiza que a inova&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#227;o &amp;#233; uma miss&amp;#227;o imposs&amp;#237;vel e que os sinais s&amp;#227;o positivos nos centros produtores de saber e conhecimento e no tecido empresarial portugu&amp;#234;s. Tamb&amp;#233;m a inclus&amp;#227;o de casos de sucesso nesta panor&amp;#226;mica, situados na sua maioria no universo das PME, mostra que a inova&amp;#231;&amp;#227;o e a criatividade j&amp;#225; s&amp;#227;o uma realidade made in Portugal. Do lado do cr&amp;#233;dito e do investimento, a entrevista de Rui Semedo, presidente do Banco Popular Portugal, tra&amp;#231;a um perfil, assim como a estrat&amp;#233;gia de crescimento no pa&amp;#237;s, de um banco que aposta na flexibilidade e agilidade de processos e na proximidade dos clientes, e que se quer universal. Face &amp;#224; actual conjuntura econ&amp;#243;mica, onde muitos viram uma amea&amp;#231;a o Banco Popular viu uma oportunidade. De referir que o banco assume a voca&amp;#231;&amp;#227;o de servir o mercado das PME, estando a acompanhar todas as linhas de apoio ao sector empresarial criadas pelo Estado, nomeadamente as linhas PME Investe (IV), com impacto sobre a exporta&amp;#231;&amp;#227;o e a inova&amp;#231;&amp;#227;o. A Calif&amp;#243;rnia &amp;#233; o mercado em foco, numa radiografia que contorna os mitos do California Dream e introduz os leitores no Estado mais populoso dos Estados Unidos da Am&amp;#233;rica, &amp;#250;nico pelas suas caracter&amp;#237;sticas e pela riqueza que gera, e que por isso mesmo &amp;#233; conhecido como o “Golden State”, onde coexistem a pujan&amp;#231;a agr&amp;#237;cola e a tecnologia de ponta de Silicon Valley, a milion&amp;#225;ria ind&amp;#250;stria do entretenimento e uma din&amp;#226;mica impar&amp;#225;vel de neg&amp;#243;cios que n&amp;#227;o deve deixar indiferentes as nossas empresas. ANA DE CARVALHO Directora da Portugalglobal Directora Ana de Carvalho ana.carvalho@portugalglobal.pt Redac&amp;#231;&amp;#227;o Cristina Cardoso cristina.cardoso@portugalglobal.pt Jos&amp;#233; Escobar jose.escobar@portugalglobal.pt Vitor Quelhas vitor.quelhas@portugalglobal.pt Colaboram neste n&amp;#250;mero Carlos Morais, Centro de Neg&amp;#243;cios da AICEP no Reino Unido, Direc&amp;#231;&amp;#227;o de Informa&amp;#231;&amp;#227;o da AICEP, Direc&amp;#231;&amp;#227;o Internacional da COSEC, H&amp;#233;lder Antunes, Maria Jo&amp;#227;o Bonif&amp;#225;cio, Nuno Correia, Rui Semedo. Fotografia e ilustra&amp;#231;&amp;#227;o APCOR, &amp;#169;Dreamstime, &amp;#169;Fotolia, Futur&amp;#225;lia (Santos Almeida), Rodrigo Marques, wineandgourmetasia.com Publicidade revista@portugalglobal.pt Secretariado Helena Sampaio helena.sampaio@portugalglobal.pt Assinaturas REGISTE-SE AQUI Projecto gr&amp;#225;fico aicep Portugal Global Pagina&amp;#231;&amp;#227;o e programa&amp;#231;&amp;#227;o Rodrigo Marques rodrigo.marques@portugalglobal.pt ERC: Registo n&amp;#186; 125362 As opini&amp;#245;es expressas nos artigos publicados s&amp;#227;o da responsabilidade dos seus autores e n&amp;#227;o necessariamente da revista Portugalglobal ou da aicep Portuga</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=5</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=5</link><title>Portugalglobal nº20 Page 5</title><description /><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=6</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=6</link><title>Portugalglobal nº20 Page 6</title><description>INOVAR &amp;#201; PRECISO “Navegadores antigos tinham uma frase gloriosa: ‘Navegar &amp;#233; preciso…’ Quero para mim o esp&amp;#237;rito desta frase…” Fernando Pessoa Inova&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; uma das palavras actualmente mais utilizadas no l&amp;#233;xico empresarial. Os governos fazem dela uma das suas bandeiras. N&amp;#227;o h&amp;#225; solu&amp;#231;&amp;#227;o na moderna economia, em termos organizacionais, de produtividade e afirma&amp;#231;&amp;#227;o nos mercados, que n&amp;#227;o passe por ela. Hoje em dia, quando a inova&amp;#231;&amp;#227;o se associa a outra boa pr&amp;#225;tica – a criatividade – ambas s&amp;#227;o incontorn&amp;#225;veis em mat&amp;#233;ria de competitividade &amp;#224; escala local e global.</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=7</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=7</link><title>Portugalglobal nº20 Page 7</title><description>DESTAQUE Os gurus, gestores e empreendedores afirmam frequentemente que a inova&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; a chave do sucesso em qualquer neg&amp;#243;cio no quadro da economia actual. Na realidade, e tendo como exemplo as grandes organiza&amp;#231;&amp;#245;es que investem uma parte significativa do seu volume de neg&amp;#243;cios em I&amp;amp;D (investiga&amp;#231;&amp;#227;o e desenvolvimento) de novos produtos e processos de trabalho, o investimento em inova&amp;#231;&amp;#227;o, tecnol&amp;#243;gica ou outra, permite aos pioneiros – aos inovadores – manter-se &amp;#224; frente da concorr&amp;#234;ncia, criando e alcan&amp;#231;ando deste modo excelentes oportunidades de neg&amp;#243;cio, geradoras de um significativo retorno do investimento. Um bom exemplo: depois de enfrentar uma forte retrac&amp;#231;&amp;#227;o nos investimentos em 2009, em consequ&amp;#234;ncia da crise financeira mundial, os gastos mundiais com tecnologia da informa&amp;#231;&amp;#227;o (TI) – uma das mais inovadoras – dever&amp;#227;o apresentar muito em breve sinais de recupera&amp;#231;&amp;#227;o. De acordo com um estudo da consultora Forrester Research, em 2010 os investimentos globais em TI podem crescer 8,1 por cento (mais de 1,6 bili&amp;#245;es de d&amp;#243;lares), invertendo a quebra de 8,9 por cento registada no ano passado. De acordo com o vice-presidente da Forrester, Andrew Bartels, o sector de TI est&amp;#225; a entrar num novo ciclo de inova&amp;#231;&amp;#227;o aliada a crescimento. Portugal, por&amp;#233;m, ainda &amp;#233;, no quadro da Uni&amp;#227;o Europeia, um dos pa&amp;#237;ses que menos tem investido, por parte das empresas, em inova&amp;#231;&amp;#227;o, investiga&amp;#231;&amp;#227;o e desenvolvimento, contribuindo o tecido empresarial com menos de um ter&amp;#231;o deste esfor&amp;#231;o, o que obriga o Estado a pagar a maior parte da factura em I&amp;amp;D. Os dados mais recentes, contudo, apontam para um crescimento mais expressivo das despesas em I&amp;amp;D reflectidas em percentagem do PIB (m&amp;#233;dia anual de 6,6 por cento/ano), relativo &amp;#224;s empresas portuguesas que investem em inova&amp;#231;&amp;#227;o. Esta nova tend&amp;#234;ncia mostra que Portugal est&amp;#225; a tra&amp;#231;ar o seu pr&amp;#243;prio percurso em mat&amp;#233;ria de inova&amp;#231;&amp;#227;o, adoptando uma estrat&amp;#233;gia de crescimento econ&amp;#243;mico e de aproxima&amp;#231;&amp;#227;o aos pa&amp;#237;ses com padr&amp;#245;es inovadores e tecnol&amp;#243;gicos mais avan&amp;#231;ados. Nesta mat&amp;#233;ria &amp;#233; fundamental ter presente que, em termos de coes&amp;#227;o econ&amp;#243;mica da Uni&amp;#227;o Europeia, a inova&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; considerada como o meio mais eficaz para as regi&amp;#245;es menos desenvolvidas se poderem adaptar &amp;#224;s condi&amp;#231;&amp;#245;es de competitividade da economia global. senvolve a partir de redes de conhecimento e compet&amp;#234;ncias, muitas delas situadas no exterior das pr&amp;#243;prias empresas (…). O efectivo impacto econ&amp;#243;mico da inova&amp;#231;&amp;#227;o empresarial depende da capacidade de aceder e aplicar esse conhecimento, materializando-se em novos produtos e servi&amp;#231;os, em menores custos operativos, em maior cria&amp;#231;&amp;#227;o de emprego e em sectores de elevada intensidade tecnol&amp;#243;gica”. Neste &amp;#226;mbito, &amp;#233; de assinalar o papel da COTEC Portugal no esfor&amp;#231;o de inova&amp;#231;&amp;#227;o e nos resultados conseguidos entre as suas empresas associadas, cujas estrat&amp;#233;gias de crescimento e refor&amp;#231;o da base competitiva assentam precisamente nos seus processos de inova&amp;#231;&amp;#227;o. Os n&amp;#250;meros falam por si: 36 por cento das empresas que actualmente integram a Rede COTEC s&amp;#227;o PME distinguidas, em 2009, com o estatuto PME Excel&amp;#234;ncia (13 empresas) e PME L&amp;#237;der (32 empresas). “Portugal est&amp;#225; a tra&amp;#231;ar o seu pr&amp;#243;prio percurso em mat&amp;#233;ria de inova&amp;#231;&amp;#227;o, adoptando uma estrat&amp;#233;gia de crescimento econ&amp;#243;mico e de aproxima&amp;#231;&amp;#227;o aos pa&amp;#237;ses com padr&amp;#245;es inovadores e tecnol&amp;#243;gicos mais avan&amp;#231;ados.” Foi justamente a pensar nas mais valias da inova&amp;#231;&amp;#227;o, que o Presidente da Rep&amp;#250;blica, Cavaco Silva, desafiou as grandes empresas portuguesas a desenvolverem parcerias de coopera&amp;#231;&amp;#227;o, em mat&amp;#233;ria de inova&amp;#231;&amp;#227;o, com pequenas e m&amp;#233;dias empresas, no sentido de lhes ser potenciada a competitividade. Esta interven&amp;#231;&amp;#227;o deu-se no &amp;#226;mbito da 5&amp;#170; reuni&amp;#227;o da COTEC Europa (2009), dedicada ao tema da inova&amp;#231;&amp;#227;o, tendo o Presidente da Rep&amp;#250;blica enfatizado que a inova&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; “cada vez mais, um sistema aberto, constituindo um processo que se de- E foi ainda no quadro deste evento, que Daniel Bessa, actual director-geral da COTEC Portugal, e empres&amp;#225;rios, sublinharam como fundamental a atribui&amp;#231;&amp;#227;o de pr&amp;#233;mios fiscais a quem investe em</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=8</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=8</link><title>Portugalglobal nº20 Page 8</title><description>DESTAQUE na e espanhola, para procurar refor&amp;#231;ar e facilitar o acesso de PME a fundos da UE para investiga&amp;#231;&amp;#227;o e inova&amp;#231;&amp;#227;o. Em mat&amp;#233;ria de fundos, o QREN - Quadro de Refer&amp;#234;ncia Estrat&amp;#233;gico Nacional 2007-2013, assume como grande des&amp;#237;gnio estrat&amp;#233;gico a qualifica&amp;#231;&amp;#227;o dos portugueses, valorizando o conhecimento, a ci&amp;#234;ncia, a tecnologia e a inova&amp;#231;&amp;#227;o, bem como a promo&amp;#231;&amp;#227;o de n&amp;#237;veis elevados e sustentados de desenvolvimento econ&amp;#243;mico e social. Bas&amp;#237;lio Horta, presidente da AICEP, reconhecendo a import&amp;#226;ncia fundamental da aplica&amp;#231;&amp;#227;o dos fundos comunit&amp;#225;rios (QREN), tem sublinhado que a operacionalidade do programa, dever&amp;#225; ser mais desburocratizada e “mais focalizada nas empresas”, na “vida das empresas que investem, que se internacionalizam, que t&amp;#234;m projectos”. (Interven&amp;#231;&amp;#227;o no F&amp;#243;rum dos Embaixadores 2010). O Finova - Fundo de Apoio ao Financiamento &amp;#224; Inova&amp;#231;&amp;#227;o constitui um ve&amp;#237;culo para assegurar novas oportunidades de financiamento &amp;#224;s PME no &amp;#226;mbito do QREN e pretende estimular a interven&amp;#231;&amp;#227;o do capital de risco no apoio &amp;#224;s PME, privilegiando as fases iniciais do seu ciclo de vida e o investimento em projectos inovadores. Foi nomeada como Entidade Gestora do fundo a PME Investimentos – Sociedade de Investimento S.A. Dispon&amp;#237;vel est&amp;#225; tamb&amp;#233;m o Fundo de Co-Investimento com a Business Angels, recentemente aprovado pelo Governo no &amp;#226;mbito do Programa de Engenharia Financeira do Compete, que se destina a apoiar fases iniciais de projectos inovadores. O fundo resulta de uma coordena&amp;#231;&amp;#227;o de esfor&amp;#231;os entre o sector p&amp;#250;blico e privado. Os Fundos de Capital de Risco (FCR) geridos pela aicep Portugal Global, vocacionados para a exporta&amp;#231;&amp;#227;o e internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o, como sejam o FCR aicep Capital Global II, FCR aicep Capital Global III (este fundo de capital de risco est&amp;#225; vocacionado para apoiar projectos de empresas que tenham o foco na inova&amp;#231;&amp;#227;o de produtos), FCR aicep Capital Global GPI e FCR aicep Capital Global – FIEP, encontram-se igualmente ao servi&amp;#231;o das empresas. INOVA&amp;#199;&amp;#195;O: O PASSO DECISIVO O passo decisivo para as empresas, em particular para as PME, potenciarem a inova&amp;#231;&amp;#227;o de forma efectiva passa n&amp;#227;o s&amp;#243; pelo acesso a fundos de financiamento, mas pelas pessoas (o papel da cultura organizacional &amp;#233; imprescind&amp;#237;vel para que as organiza&amp;#231;&amp;#245;es atinjam a excel&amp;#234;ncia e se mantenham no caminho da competitividade) e pela din&amp;#226;mica das pr&amp;#243;prias empresas (parcerias com empresas-&amp;#226;ncora, associa&amp;#231;&amp;#245;es e centros tecnol&amp;#243;gicos empresariais, redes de coopera&amp;#231;&amp;#227;o). Tendo por objectivo a inova&amp;#231;&amp;#227;o, as pessoas (recursos humanos qualificados) e as empresas (estrat&amp;#233;gias adequadas de gest&amp;#227;o) ter&amp;#227;o de ter conhecimento, capacidade e compet&amp;#234;ncias para equacionarem e assumirem o esfor&amp;#231;o e os “riscos” do investimento em inova&amp;#231;&amp;#227;o e capitalizarem com sucesso as oportunidades criadas, de forma sistem&amp;#225;tica e permanente, ou seja, sustentada, na sociedade portuguesa. “Uma nova ideia, embora simples mas realmente criativa, aplicada por uma empresa num mercado correctamente percepcionado, pode constituir uma tremenda inova&amp;#231;&amp;#227;o.” Esta percep&amp;#231;&amp;#227;o, por parte das empresas, &amp;#233; fundamental, tanto mais que a implementa&amp;#231;&amp;#227;o da inova&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; um processo complexo e estrat&amp;#233;gico, que requer a interac&amp;#231;&amp;#227;o entre uma grande variedade de agentes econ&amp;#243;micos, devendo as empresas desenvolver a sua capacidade de cooperar com outros actores, potenciadores de inova&amp;#231;&amp;#227;o, de modo a reduzir a incerteza e obter conhecimento complementar relevante. Na realidade, se se entender a inova&amp;#231;&amp;#227;o como a aplica&amp;#231;&amp;#227;o de novos conhecimentos &amp;#224;s organiza&amp;#231;&amp;#245;es e &amp;#224; estrutura produtiva, geradores de novos processos, produtos e servi&amp;#231;os, ou melhoria 8 // Janeiro 10 // Portugalglobal</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=9</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=9</link><title>Portugalglobal nº20 Page 9</title><description>DESTAQUE A AICEP E A INOVA&amp;#199;&amp;#195;O Interven&amp;#231;&amp;#245;es de Bas&amp;#237;lio Horta, presidente da AICEP “A nosso ver, a inova&amp;#231;&amp;#227;o e internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o dos neg&amp;#243;cios s&amp;#227;o hoje elementos indissoci&amp;#225;veis da capacidade competitiva das empresas. Uma economia baseada no conhecimento, na inova&amp;#231;&amp;#227;o e no emprego qualificado e a orienta&amp;#231;&amp;#227;o dos modelos de neg&amp;#243;cio para os mercados internacionais devem ser hoje os pilares do novo paradigma de desenvolvimento da economia portuguesa”. (Interven&amp;#231;&amp;#227;o na assinatura do protocolo para o lan&amp;#231;amento da Plataforma de Internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o AICEP/COTEC, 7.10.2009) “A COTEC tem feito um trabalho muito importante para trazer inova&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224;s PME, trazer valor acrescentado, melhorar a qualifica&amp;#231;&amp;#227;o. E n&amp;#243;s trabalhamos com ela nesse sentido”. (Declara&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; Ag&amp;#234;ncia Lusa, 28.10.2009) significativa de alguns deles, a inova&amp;#231;&amp;#227;o, em todas as suas vertentes e mais-valias, representa, claramente – o que &amp;#233; consensual – a &amp;#250;nica estrat&amp;#233;gia de desenvolvimento sustent&amp;#225;vel para Portugal. Nesta medida, t&amp;#234;m-se multiplicado no pa&amp;#237;s as ac&amp;#231;&amp;#245;es de implementa&amp;#231;&amp;#227;o de estrat&amp;#233;gias empresariais e associativas que se pautam pelo imperativo da inova&amp;#231;&amp;#227;o. Contudo, &amp;#233; necess&amp;#225;rio ter em conta que actualmente a inova&amp;#231;&amp;#227;o nem sempre possui os contornos de sofistica&amp;#231;&amp;#227;o que com frequ&amp;#234;ncia lhe s&amp;#227;o atribu&amp;#237;dos, pois para al&amp;#233;m da inova&amp;#231;&amp;#227;o de produto e de processo a que normalmente est&amp;#225; associada, existem outras &amp;#225;reas em que ela se aplica e em que se torna incontorn&amp;#225;vel em termos de sucesso empresarial, como sejam a &amp;#225;rea comercial, a distribui&amp;#231;&amp;#227;o ou a gest&amp;#227;o. Assim, a inova&amp;#231;&amp;#227;o verifica-se de v&amp;#225;rias formas, em &amp;#225;reas diferentes: cria&amp;#231;&amp;#227;o de um novo produto ou uma nova embalagem, implementa&amp;#231;&amp;#227;o de um avan&amp;#231;o tecnol&amp;#243;gico ou a simplifica&amp;#231;&amp;#227;o de um processo de produ&amp;#231;&amp;#227;o, uma presta&amp;#231;&amp;#227;o de servi&amp;#231;o especial ou uma ac&amp;#231;&amp;#227;o de marketing inusitada que motiva o consumidor. Neste sentido, uma nova ideia, embora simples mas realmente criativa, aplicada por uma empresa num mercado correctamente percepcionado, pode constituir uma tremenda inova&amp;#231;&amp;#227;o. “A AICEP, no &amp;#226;mbito da miss&amp;#227;o que lhe est&amp;#225; cometida, tem vindo a assentar a sua din&amp;#226;mica de actua&amp;#231;&amp;#227;o na aposta de sectores estrat&amp;#233;gicos para o pa&amp;#237;s. De facto, estamos fortemente empenhados na promo&amp;#231;&amp;#227;o de formas inovadoras de aproveitamento sustent&amp;#225;vel dos recursos dos mares e oceanos, potenciadoras de um desenvolvimento efectivo da economia do mar e das ind&amp;#250;strias mar&amp;#237;timas, bem como de valoriza&amp;#231;&amp;#227;o e protec&amp;#231;&amp;#227;o do nosso patrim&amp;#243;nio natural e cultural subaqu&amp;#225;tico. Outro bom exemplo &amp;#233; o da nanotecnologia que se est&amp;#225; a revelar um dos dom&amp;#237;nios de I&amp;amp;D mais promissores e de expans&amp;#227;o mais r&amp;#225;pida em termos de conhecimentos, podendo vir a constituir um expressivo impulso para a prossecu&amp;#231;&amp;#227;o dos objectivos da Estrat&amp;#233;gia de Lisboa. A aposta do Governo portugu&amp;#234;s em &amp;#225;reas estrat&amp;#233;gicas como as referidas, est&amp;#225; bem reflectida nos dados mais recentes sobre investimento realizado em I&amp;amp;D e nos acordos vigentes entre o Estado portugu&amp;#234;s e o MIT (Massachusetts Institute of Technology). Em termos de relacionamento com Espanha, de salientar a cria&amp;#231;&amp;#227;o em Braga do Laborat&amp;#243;rio Ib&amp;#233;rico Internacional de Nanotecnologia que resulta de um entendimento entre o Minist&amp;#233;rio da Ci&amp;#234;ncia, Tecnologia e Ensino Superior de Portugal e o Minist&amp;#233;rio da Educa&amp;#231;&amp;#227;o e Ci&amp;#234;ncia de Espanha, durante a XXIII Cimeira Luso Espanhola. Com este Laborat&amp;#243;rio pretende-se dinamizar um p&amp;#243;lo de investiga&amp;#231;&amp;#227;o internacional de excel&amp;#234;ncia, j&amp;#225; que a Nanotecnologia &amp;#233; uma das mais importantes chaves tecnol&amp;#243;gicas para o crescimento competitivo da Europa”. (Entrevista, em Janeiro de 2010, &amp;#224; revista ACTUALIDADES, da C&amp;#226;mara de Com&amp;#233;rcio e Ind&amp;#250;stria Luso-Espanhola) Portugalglobal // Janeiro 10 // 9</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=10</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=10</link><title>Portugalglobal nº20 Page 10</title><description>DESTAQUE A inova&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; tamb&amp;#233;m um processo cont&amp;#237;nuo que pressup&amp;#245;e uma mudan&amp;#231;a na cultura da organiza&amp;#231;&amp;#227;o, o que requer m&amp;#233;todo, treino e determina&amp;#231;&amp;#227;o. Isto significa que uma empresa que pretende crescer e ter sucesso, tem na din&amp;#226;mica da inova&amp;#231;&amp;#227;o, sobretudo quando assumida pelo conjunto dos seus gestores e colaboradores, n&amp;#227;o s&amp;#243; a sua maior prioridade mas tamb&amp;#233;m o seu principal desafio. DA CRIATIVIDADE sociada. Mas na realidade, o processo inovador est&amp;#225; intimamente ligado &amp;#224; criatividade, sendo esta indissoci&amp;#225;vel da inova&amp;#231;&amp;#227;o, pois a criatividade – habilidade para combinar ideias de uma forma original e &amp;#250;nica ou de fazer associa&amp;#231;&amp;#245;es pouco usuais entre ideias – &amp;#233; essencial para gerar oportunidades de criar mais inova&amp;#231;&amp;#227;o (prospec&amp;#231;&amp;#227;o, refina&amp;#231;&amp;#227;o, concretiza&amp;#231;&amp;#227;o e adi&amp;#231;&amp;#227;o de valor aos processos, bens e servi&amp;#231;os). Inova&amp;#231;&amp;#227;o e criatividade/inven&amp;#231;&amp;#227;o s&amp;#227;o, por isso, as duas faces da mesma moeda. No mercado globalizado n&amp;#227;o &amp;#233; poss&amp;#237;vel separar uma da outra. Esta foi, ali&amp;#225;s, a grande li&amp;#231;&amp;#227;o do Ano Europeu da Inova&amp;#231;&amp;#227;o e Criatividade, celebrado em 2009, e que em Portugal teve um balan&amp;#231;o bastante positivo: a sociedade portuguesa percebeu a import&amp;#226;ncia do tema, nomeadamente no universo escolar e associativo, e a sua ades&amp;#227;o &amp;#224;s iniciativas do programa nacional mostrou que a aplica&amp;#231;&amp;#227;o da criatividade e da inova&amp;#231;&amp;#227;o chegou aos mais diversos campos de ac&amp;#231;&amp;#227;o: ensino e investiga&amp;#231;&amp;#227;o, comunidade e coopera&amp;#231;&amp;#227;o, comunica&amp;#231;&amp;#227;o e express&amp;#227;o art&amp;#237;stica, sem esquecer a cria&amp;#231;&amp;#227;o de valor econ&amp;#243;mico. No entanto, torna-se necess&amp;#225;ria uma outra distin&amp;#231;&amp;#227;o: inova&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; diferente de inven&amp;#231;&amp;#227;o (ocorr&amp;#234;ncia de uma ideia criativa a que &amp;#233; dada base experimental) que s&amp;#243; se torna inova&amp;#231;&amp;#227;o (materializa&amp;#231;&amp;#227;o num processo, produto ou servi&amp;#231;o) em fun&amp;#231;&amp;#227;o da aceita&amp;#231;&amp;#227;o ou n&amp;#227;o, do mercado consumidor. A hist&amp;#243;ria das inven&amp;#231;&amp;#245;es est&amp;#225; cheia de boas cria&amp;#231;&amp;#245;es e inven&amp;#231;&amp;#245;es que no momento em que chegaram ao mercado n&amp;#227;o tiveram aceita&amp;#231;&amp;#227;o. Ou seja, nunca foram co- &amp;#192; INVEN&amp;#199;&amp;#195;O “Inova&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; diferente de inven&amp;#231;&amp;#227;o (ocorr&amp;#234;ncia de uma ideia criativa a que &amp;#233; dada base experimental) que s&amp;#243; se torna inova&amp;#231;&amp;#227;o (materializa&amp;#231;&amp;#227;o num processo, produto ou servi&amp;#231;o) em fun&amp;#231;&amp;#227;o da aceita&amp;#231;&amp;#227;o ou n&amp;#227;o, do mercado consumidor.” DA INOVA&amp;#199;&amp;#195;O &amp;#192; COMPETITIVIDADE O termo inova&amp;#231;&amp;#227;o deriva do latim “in novare”, que significa fazer de novo, renovar, alterar, o que em termos de empresa, tem que ver com a cria&amp;#231;&amp;#227;o de novos produtos (ou novos processos) ou com o retomar/repensar de coisas/produtos antigas/os de uma nova forma. A inova&amp;#231;&amp;#227;o resulta da cria&amp;#231;&amp;#227;o de conhecimento novo ou da recombina&amp;#231;&amp;#227;o de conhecimento e solu&amp;#231;&amp;#245;es existentes, que tem como consequ&amp;#234;ncia a materializa&amp;#231;&amp;#227;o da for&amp;#231;a criativa e do conhecimento humanos. Contudo, &amp;#233; comum falar-se de inova&amp;#231;&amp;#227;o sem se enfatizar a criatividade que lhe est&amp;#225; as- mercializadas e, portanto, nunca chegaram a ser concretamente inovadoras em termo de mercado. A inova&amp;#231;&amp;#227;o, que satisfaz a melhoria de um produto ou servi&amp;#231;o j&amp;#225; existentes – inova&amp;#231;&amp;#227;o incremental, sustentada – &amp;#233; diferente da inova&amp;#231;&amp;#227;o que rompe com o passado em termos de produto ou servi&amp;#231;o, passando-se a chamar, neste caso, de inova&amp;#231;&amp;#227;o disruptiva. Diz Pekka Himanem, do Instituto para a Tecnologia da Informa&amp;#231;&amp;#227;o de Hels&amp;#237;nquia e um dos gurus da inova&amp;#231;&amp;#227;o, que “as organiza&amp;#231;&amp;#245;es t&amp;#234;m de ser criativas e capazes de adoptar novos princ&amp;#237;pios e ferramentas de gest&amp;#227;o, pois s&amp;#243; assim conseguir&amp;#227;o n&amp;#237;veis de efici&amp;#234;ncia e flexibilidade que 10 // Janeiro 10 // Portugalglobal</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=11</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=11</link><title>Portugalglobal nº20 Page 11</title><description>DESTAQUE lhes permitam ser bem sucedidas em ambientes din&amp;#226;micos e imprevis&amp;#237;veis”. (Interven&amp;#231;&amp;#227;o no Simp&amp;#243;sio ERIMA’08/ INESC Porto, que teve como objectivo criar uma “Rede de Excel&amp;#234;ncia Europeia” formada pelas universidades e centros de investiga&amp;#231;&amp;#227;o com papel activo no surgimento de novas teorias, metodologias e t&amp;#233;cnicas ligadas &amp;#224; Inova&amp;#231;&amp;#227;o e Gest&amp;#227;o). Segundo Clayton Christensen, tamb&amp;#233;m um guru da inova&amp;#231;&amp;#227;o, este &amp;#233; o caminho do sucesso mas tem consigo um segredo – a disrup&amp;#231;&amp;#227;o – o que quer dizer que um produto disruptivo tende a eliminar, porque claramente cativa e se afirma junto dos consumidores pela sua novidade e pre&amp;#231;o, os produtos similares e concorrentes que j&amp;#225; est&amp;#227;o no mercado. Mas para ser disruptivo, um produto deve ter origem na tecnologia mais recente e mais barata, tem que ser &amp;#250;nico e dif&amp;#237;cil de copiar pela concorr&amp;#234;ncia e, mesmo com menos funcionalidades, dever&amp;#225; responder &amp;#224;s necessidades b&amp;#225;sicas de um grande n&amp;#250;mero de consumidores a um pre&amp;#231;o baixo, – apetec&amp;#237;vel na base e a meio da pir&amp;#226;mide do consumo – conjunto de atributos que confere uma maior margem de lucro ao produtor. Mas &amp;#233; sobretudo o alargado alinhamento com o poder de compra dos consumidores que torna o produto disruptivo atractivo e lhe confere um grande potencial de crescimento no mercado. EMPREENDEDORISMO INTERNO E MERCADOS PERCEP&amp;#199;&amp;#195;O DOS Inova&amp;#231;&amp;#227;o sustentada ou disruptiva, eis a quest&amp;#227;o grosso modo. A disruptiva, que come&amp;#231;a pela base do mercado, enfrenta mais desafios para alcan&amp;#231;ar o &amp;#234;xito, mas h&amp;#225; gurus que afirmam que &amp;#233; o caminho “A empresa inovadora dever&amp;#225; entender a inova&amp;#231;&amp;#227;o como um processo de aprendizagem interactiva, envolvendo uma variedade de agentes econ&amp;#243;micos e actores do saber que lidam com informa&amp;#231;&amp;#227;o e conhecimento.” de uma empresa estimular a sua criatividade em termos de solu&amp;#231;&amp;#245;es, e tamb&amp;#233;m o seu empreendedorismo interno e a (re)formula&amp;#231;&amp;#227;o do produto, processo ou servi&amp;#231;o em termos de inova&amp;#231;&amp;#227;o, assim como a sua percep&amp;#231;&amp;#227;o e compreens&amp;#227;o do mercado, as necessidades dos seus clientes e as tend&amp;#234;ncias do consumo. O que quer dizer que a criatividade e a inova&amp;#231;&amp;#227;o, sem vis&amp;#227;o estrat&amp;#233;gica e ac&amp;#231;&amp;#245;es empreendedoras que as concretizem, sem capacidade de antecipa&amp;#231;&amp;#227;o das expectativas do mercado, e sem ter por base uma estrutura empresarial moderna e sustent&amp;#225;vel, n&amp;#227;o passam de ideias e projectos sem vantagens lucrativas, divorciados da realidade. Al&amp;#233;m do mais, a empresa inovadora dever&amp;#225; entender a inova&amp;#231;&amp;#227;o como um processo de aprendizagem interactiva, envolvendo uma variedade de agentes econ&amp;#243;micos e actores do saber que lidam com informa&amp;#231;&amp;#227;o e conhecimento. N&amp;#227;o se pode esquecer que sendo disruptiva ou n&amp;#227;o, ou apenas incremental, a inova&amp;#231;&amp;#227;o assenta basicamente numa estrat&amp;#233;gia de melhoria cont&amp;#237;nua de produtos e processos, sendo hoje perfeitamente consensual que esta estrat&amp;#233;gia da melhoria cont&amp;#237;nua n&amp;#227;o pode ser iludida pelas empresas que se querem diferenciar e afirmar no mercado, tanto interno como externo, com sucesso. Na l&amp;#243;gica da melhoria cont&amp;#237;nua e da inova&amp;#231;&amp;#227;o aberta &amp;#224; mudan&amp;#231;a, a Comiss&amp;#227;o Europeia recomenda que a pr&amp;#243;pria Universidade ter&amp;#225; que se tornar um actor interveniente neste processo, injectando no tecido social e empresarial e interagindo com ele, uma din&amp;#226;mica de aposta na criatividade e na cria&amp;#231;&amp;#227;o inovadora de valor. Na realidade, a Europa continua atr&amp;#225;s dos EUA quanto &amp;#224; inova&amp;#231;&amp;#227;o e mesmo pa&amp;#237;ses como a China e a &amp;#205;ndia est&amp;#227;o a tornarse rapidamente centros de inova&amp;#231;&amp;#227;o, o que vem demonstrar a necessidade dos europeus (e, portanto, dos seus empreendedores, gestores e empresas) refor&amp;#231;arem a implementa&amp;#231;&amp;#227;o dos objectivos tra&amp;#231;ados na Estrat&amp;#233;gia de Lisboa, a qual pretende tornar a economia europeia a mais competitiva do mundo atrav&amp;#233;s da aposta no conhecimento e na inova&amp;#231;&amp;#227;o. a seguir por quem quer enfrentar com sucesso o mercado global. Contudo, a chave &amp;#233; apenas uma em qualquer um dos casos: mudar ou criar aquilo que outros julgam que n&amp;#227;o pode ser mudado ou criado. Seja como for, o sucesso da inova&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225; intimamente ligado &amp;#224; capacidade Portugalglobal // Janeiro 10 </description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=12</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=12</link><title>Portugalglobal nº20 Page 12</title><description>DESTAQUE INOVA&amp;#199;&amp;#195;O EM PORTUGU&amp;#202;S O inovador, portugu&amp;#234;s, bem sucedido – e sobretudo export&amp;#225;vel e global – come&amp;#231;a a conquistar espa&amp;#231;o no tecido empresarial portugu&amp;#234;s. Al&amp;#233;m das consagradas, na &amp;#225;rea das tecnologias, como a Ydreams (que desenvolve produtos e servi&amp;#231;os que utilizam tecnologia pioneira em &amp;#225;reas como computa&amp;#231;&amp;#227;o ub&amp;#237;qua, media interactivos, realidade aumentada e sensores biom&amp;#233;tricos), a Chipideia (que desenvolve semi-condutores anal&amp;#243;gicos e digitais), ou a Via Verde, (um conceito de pagamento para melhoria da gest&amp;#227;o das auto-estradas, utilizando tecnologias j&amp;#225; existentes), j&amp;#225; n&amp;#227;o &amp;#233; dif&amp;#237;cil encontrar casos de sucesso entre as empresas portuguesas que inovaram nos seus neg&amp;#243;cios e aproveitaram as oportunidades, apesar da crise. Cinco – entre muitos – casos de sucesso: nico, fundada em 1999, que aposta na informatiza&amp;#231;&amp;#227;o de ambientes m&amp;#233;dicos. &amp;#201; a empresa m&amp;#227;e do grupo de empresas ALERT, a qual inclui filiais em Espanha, Holanda, EUA, Brasil e Singapura. Existem, actualmente, mais de duas dezenas de servi&amp;#231;os de urg&amp;#234;ncia a funcionar sem papel em Portugal, e em n&amp;#250;mero superior em Espanha, que recorrem&amp;#160;ao&amp;#160;sistema inform&amp;#225;tico “ALERT Paper Free Hospital”. www.alert-online.com e de origem biol&amp;#243;gica. A empresa resulta de um projecto cient&amp;#237;fico-tecnol&amp;#243;gico desenvolvido em Portugal, atrav&amp;#233;s de uma colabora&amp;#231;&amp;#227;o universidade - empresa, suportada em parcerias internacionais. O modelo de neg&amp;#243;cio baseia-se na elabora&amp;#231;&amp;#227;o de projectos chave-na-m&amp;#227;o (nomeadamente de produ&amp;#231;&amp;#227;o de biomassa como mat&amp;#233;ria-prima para fabrico de biodiesel.) www.algafuel.pt Multiwave Photonics &amp;#233; uma spin-off da Universidade do Porto. Foi criada em 2003, a partir de compet&amp;#234;ncias previamente desenvolvidas durante 25 anos nos EUA e na Europa. A Multiwave &amp;#233; uma refer&amp;#234;ncia obrigat&amp;#243;ria, a n&amp;#237;vel mundial, na cria&amp;#231;&amp;#227;o e comercializa&amp;#231;&amp;#227;o de sistemas de lasers. Inova em tr&amp;#234;s grandes &amp;#225;reas: a industrial (semicondutores, c&amp;#233;lulas fotovoltaicas e cart&amp;#245;es de identifica&amp;#231;&amp;#227;o), a monitora&amp;#231;&amp;#227;o ambiental (radares laser) e imagiologia m&amp;#233;dica (equipamentos para diagn&amp;#243;stico e tratamento de doen&amp;#231;as). Tem a Lockheed Martin e a NASA na sua carteira de clientes. www.multiwavephotonics.com A Cytothera foi criada em 2005, no &amp;#226;mbito do Grupo Medinfar, e em 2008 torna-se o &amp;#250;nico servi&amp;#231;o na Europa e um dos dois existentes actualmente em todo o mundo a disponibilizar o servi&amp;#231;o de criopreserva&amp;#231;&amp;#227;o de C&amp;#233;lulas Estaminais do tecido do cord&amp;#227;o umbilical, possibilitando um maior n&amp;#250;mero de aplica&amp;#231;&amp;#245;es terap&amp;#234;uticas: &amp;#224;s aplica&amp;#231;&amp;#245;es a n&amp;#237;vel do foro sangu&amp;#237;neo s&amp;#227;o acrescentadas aplica&amp;#231;&amp;#245;es a n&amp;#237;vel da regenera&amp;#231;&amp;#227;o da pele, m&amp;#250;sculo, cartilagem e osso, les&amp;#245;es por acidente vascular cerebral e acelera&amp;#231;&amp;#227;o de reconstitui&amp;#231;&amp;#227;o do sistema sangu&amp;#237;neo em doentes oncol&amp;#243;gicos, entre outras. www.cytothera.pt A Necton &amp;#233; uma empresa que desenvolve a sua actividade no sector da Biotecnologia Marinha, tendo-se especializado na produ&amp;#231;&amp;#227;o de micro-algas e de sal marinho. Tem um n&amp;#250;cleo de I&amp;amp;D aut&amp;#243;nomo, pautando o seu desenvolvimento pela press&amp;#227;o constante de gera&amp;#231;&amp;#227;o de ideias e produtos inovadores. Est&amp;#225; a investigar o potencial energ&amp;#233;tico das micro-algas. www.necton.pt A Alert - Life Sciences Computing &amp;#233; uma empresa portuguesa inovadora, fornecedora de solu&amp;#231;&amp;#245;es de software cl&amp;#237;- Algafuel &amp;#233; uma empresa de bioengenharia (spin-out da Necton S.A.), criada h&amp;#225; mais de 10 anos, cujas solu&amp;#231;&amp;#245;es est&amp;#227;o premiadas no pa&amp;#237;s e no estrangeiro, que se enquadra no esfor&amp;#231;o da procura de combust&amp;#237;veis alternativos, renov&amp;#225;veis A Biodevices, S.A., foi constitu&amp;#237;da com base num spin-off do IEETA (Instituto de Engenharia Electr&amp;#243;nica e Telem&amp;#225;tica / Universidade de Aveiro) e tem como miss&amp;#227;o o desenvolvimento, comercializa&amp;#231;&amp;#227;o e exporta&amp;#231;&amp;#227;o de solu&amp;#231;&amp;#245;es de engenharia biom&amp;#233;dica para suporte ao diagn&amp;#243;stico m&amp;#233;dico, como &amp;#233; o caso do Vital Jacket, da Biodevices, um produto que faz um ECG em tempo real. www.biodevices.pt 12 // Janeiro 10 // Portugalglobal</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=13</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=13</link><title>Portugalglobal nº20 Page 13</title><description>DESTAQUE PROMO&amp;#199;&amp;#195;O DA INOVA&amp;#199;&amp;#195;O TR&amp;#202;S PLATAFORMAS a inova&amp;#231;&amp;#227;o e o desenvolvimento tecnol&amp;#243;gico, e a sua internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o, actuando na interface entre o sistema cient&amp;#237;fico e tecnol&amp;#243;gico e as empresas, facilitando o aprofundamento das rela&amp;#231;&amp;#245;es entre o mundo da investiga&amp;#231;&amp;#227;o e o tecido empresarial portugu&amp;#234;s. Trabalhando em rede com v&amp;#225;rios departamentos da Administra&amp;#231;&amp;#227;o, centros tecnol&amp;#243;gicos, associa&amp;#231;&amp;#245;es empresariais e outros actores do sistema de C&amp;amp;T, em territ&amp;#243;rio nacional, a Adi prossegue tamb&amp;#233;m uma pol&amp;#237;tica de incentivo &amp;#224; coopera&amp;#231;&amp;#227;o internacional, actuando como ponte para a Uni&amp;#227;o Europeia, &amp;#193;sia, Am&amp;#233;rica Latina e diversas organiza&amp;#231;&amp;#245;es de I&amp;amp;D internacionais. A Adi tem o seu capital subscrito em partes iguais pelo Minist&amp;#233;rio da Ci&amp;#234;ncia, Tecnologia e Ensino Superior, atrav&amp;#233;s da FCT - Funda&amp;#231;&amp;#227;o para a Ci&amp;#234;ncia e Tecnologia (50 por cento), e pelo Minist&amp;#233;rio da Economia e da Inova&amp;#231;&amp;#227;o, atrav&amp;#233;s do IAPMEI (17 por cento) e da PME Investimentos (33 por cento). www.adi.pt A Ag&amp;#234;ncia de Inova&amp;#231;&amp;#227;o (Adi) &amp;#233; uma empresa de capitais p&amp;#250;blicos, criada em 1993, cujo accionista &amp;#250;nico &amp;#233; a Funda&amp;#231;&amp;#227;o para a Ci&amp;#234;ncia e a Tecnologia (FCT). A Adi &amp;#233; um instrumento de concretiza&amp;#231;&amp;#227;o da pol&amp;#237;tica cient&amp;#237;fica e tecnol&amp;#243;gica do estado, cujas fun&amp;#231;&amp;#245;es s&amp;#227;o promover vimento e difus&amp;#227;o de uma cultura e de uma pr&amp;#225;tica de inova&amp;#231;&amp;#227;o, bem como do conhecimento residente no pa&amp;#237;s. Os seus eixos de actua&amp;#231;&amp;#227;o visam potenciar a pr&amp;#225;tica de inova&amp;#231;&amp;#227;o, promover uma cultura de inova&amp;#231;&amp;#227;o, e influenciar as orienta&amp;#231;&amp;#245;es estrat&amp;#233;gicas do Sistema Europeu e Nacional de Inova&amp;#231;&amp;#227;o (SNE e SNI). A COTEC Portugal - Associa&amp;#231;&amp;#227;o Empresarial para a Inova&amp;#231;&amp;#227;o foi constitu&amp;#237;da por iniciativa do ent&amp;#227;o Presidente da Rep&amp;#250;blica Jorge Sampaio, com vista a contribuir para o aumento da competitividade das empresas portuguesas atrav&amp;#233;s do desenvolvimento e difus&amp;#227;o de uma cultura e pr&amp;#225;tica de inova&amp;#231;&amp;#227;o. A COTEC Portugal - Associa&amp;#231;&amp;#227;o Empresarial para a Inova&amp;#231;&amp;#227;o, &amp;#233; uma associa&amp;#231;&amp;#227;o sem fins lucrativos, tendo sido fundada em 2003 por iniciativa de cerca de 100 empresas que operam em Portugal. Tem como objectivo promover o aumento da competitividade das empresas localizadas em Portugal, atrav&amp;#233;s do desenvol- A Rede de Pequenas e M&amp;#233;dias Empresas (PME) Inovadoras &amp;#233; uma iniciativa da COTEC que visa potenciar o desenvolvimento das compet&amp;#234;ncias das PME, atrav&amp;#233;s do apoio &amp;#224;s empresas que pela sua atitude e actividade constituem factores de sucesso e de inova&amp;#231;&amp;#227;o em Portugal. Este apoio visa o estabelecimento de coopera&amp;#231;&amp;#227;o em rede entre as empresas da COTEC Portugal e a Rede de PME Inova&amp;#231;&amp;#227;o, e o apoio espec&amp;#237;fico nas fases de internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o e na atrac&amp;#231;&amp;#227;o do investimento necess&amp;#225;rio. www.cotecportugal.pt nando-se como “think tank” para a inova&amp;#231;&amp;#227;o, tendo como objectivo contribuir activamente para uma sociedade mais inovadora e criativa. Promove a reflex&amp;#227;o e o debate p&amp;#250;blico, fomentando a participa&amp;#231;&amp;#227;o da sociedade civil no processo de inova&amp;#231;&amp;#227;o e potencia a capacidade de gera&amp;#231;&amp;#227;o de conhecimento, apostando em recursos humanos especializados, fortes compet&amp;#234;ncias t&amp;#233;cnicas e na actua&amp;#231;&amp;#227;o numa rede de conhecimento, em interac&amp;#231;&amp;#227;o com outros agentes do sistema de inova&amp;#231;&amp;#227;o. A INTELI – Intelig&amp;#234;ncia em Inova&amp;#231;&amp;#227;o, Centro de Inova&amp;#231;&amp;#227;o, &amp;#233; uma associa&amp;#231;&amp;#227;o privada sem fins lucrativos, criada em 2000. Define-se como um centro de intelig&amp;#234;ncia em inova&amp;#231;&amp;#227;o, posicio- A associa&amp;#231;&amp;#227;o, composta por uma rede de investigadores pr&amp;#243;prios, visa apoiar o processo de concep&amp;#231;&amp;#227;o, desenvolvimento e implementa&amp;#231;&amp;#227;o das pol&amp;#237;ticas de inova&amp;#231;&amp;#227;o como suporte &amp;#224;s estrat&amp;#233;gias empresariais e territoriais, atrav&amp;#233;s do exerc&amp;#237;cio das suas compet&amp;#234;ncias de “policy research” e “intelligence”. Trata-se de um organismo com independ&amp;#234;ncia financeira, oriunda de projectos co-financiados e de servi&amp;#231;os prestados a empresas e autarquias. www.inteli.pt Portugalglobal // Janeiro 10 // 13</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=14</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=14</link><title>Portugalglobal nº20 Page 14</title><description>DESTAQUE - OPINI&amp;#195;O I&amp;amp;D+I EM PORTUGAL 2010 VISTO DO SISTEMA CIENT&amp;#205;FICO E TECNOL&amp;#211;GICO &amp;gt;POR NUNO CORREIA, PH.D., DIRECTOR DA UNIDADE DE MATERIAIS E ESTRUTURAS COMP&amp;#211;SITAS DO INEGI - INSTITUTO DE ENGENHARIA MEC&amp;#194;NICA E GEST&amp;#195;O INDUSTRIAL Penso ser poss&amp;#237;vel iniciar este artigo de opini&amp;#227;o num tom positivo, escrevendo o que muitos pensam ou sentem: que est&amp;#225; em curso uma mudan&amp;#231;a estrutural da economia portuguesa… De facto, o meu aparente optimismo n&amp;#227;o mais &amp;#233; do que o proverbial copo meio cheio, uma vez que esta an&amp;#225;lise de situa&amp;#231;&amp;#227;o decorre, pelo menos em parte, da crise financeira e produtiva que, desde Setembro de 2008, obriga a uma marcha for&amp;#231;ada no sentido da efici&amp;#234;ncia e cria&amp;#231;&amp;#227;o de valor nas empresas. Parece, por isso, pertinente fazer uma avalia&amp;#231;&amp;#227;o do sistema de inova&amp;#231;&amp;#227;o em Portugal, no que &amp;#233; o seu desempenho e agendas pol&amp;#237;ticas em curso. Na perspectiva de respons&amp;#225;vel por um grupo de I&amp;amp;D de uma institui&amp;#231;&amp;#227;o de interface, h&amp;#225; um conjunto de quest&amp;#245;es que sobressaem nesta quest&amp;#227;o: a estrutura do sistema cient&amp;#237;fico e tecnol&amp;#243;gico na resposta &amp;#224;s quest&amp;#245;es de inova&amp;#231;&amp;#227;o das empresas; a natureza, objecto e dimens&amp;#227;o dos projectos em curso; e, a t&amp;#237;tulo ilustrativo, uma perspectiva r&amp;#225;- 14 // Janeiro 10 // Portugalglobal</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=15</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=15</link><title>Portugalglobal nº20 Page 15</title><description>DESTAQUE - OPINI&amp;#195;O pida do tipo de actividade que existe num grupo de I&amp;amp;D numa institui&amp;#231;&amp;#227;o de interface. Recentes mudan&amp;#231;as na agenda p&amp;#250;blica t&amp;#234;m focado a mudan&amp;#231;a do modelo universit&amp;#225;rio com o objectivo de aproximar as universidades das empresas (um bom exemplo disso s&amp;#227;o os esfor&amp;#231;os de programas como o MIT Portugal). No entanto, &amp;#233; preciso nesta avalia&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#227;o esquecer que o sistema implementado, de facto, em Portugal difere deste no sentido em que d&amp;#225; a estruturas dedicadas o papel de articular o conhecimento com a economia. Estas estruturas de interface, das quais h&amp;#225; felizmente uma longa lista de bons exemplos, t&amp;#234;m funcionamentos muito variados mas s&amp;#227;o geralmente associa&amp;#231;&amp;#245;es privadas sem fins lucrativos, que integram estruturas de gest&amp;#227;o mais pr&amp;#243;ximas das empresas chegando nalguns casos a ter representantes de associados privados envolvidos na sua gest&amp;#227;o: s&amp;#227;o na verdade estruturas h&amp;#237;bridas, abertas aos problemas de ambos os mundos. O seu papel &amp;#233; o de articular os vectores de conhecimento, (como a investiga&amp;#231;&amp;#227;o em torno de fen&amp;#243;menos nos diversos dom&amp;#237;nios da ci&amp;#234;ncia, de novos materiais, de novos processos, etc.) com o dos dom&amp;#237;nios de mercado (como os transportes, a agricultura, as pescas, a energia). Sente-se que esta experi&amp;#234;ncia de um modelo de interface com mais de 20 anos tem j&amp;#225; uma forte articula&amp;#231;&amp;#227;o com as empresas e universidades e irriga bem (nuns casos melhor, noutros a melhorar) o sistema de inova&amp;#231;&amp;#227;o. Em projectos tenho tido a sorte de assistir a um crescimento sens&amp;#237;vel na capacidade e envolvimento dos v&amp;#225;rios actores, p&amp;#250;blicos e privados, em programas de inova&amp;#231;&amp;#227;o. Noto com interesse uma maior capacidade de identifica&amp;#231;&amp;#227;o de dom&amp;#237;nios estrat&amp;#233;gicos, maior disponibilidade para o investimento e compreens&amp;#227;o do significado da propriedade intelectual e da sua gest&amp;#227;o do trajecto final dos projectos. A t&amp;#237;tulo de exemplo, vejo que no meu dom&amp;#237;nio de actividade, um grupo grande de entidades que se encontram em projectos, se associam para a promo&amp;#231;&amp;#227;o de estrat&amp;#233;gias colectivas, se envolvem na prepara&amp;#231;&amp;#227;o de pol&amp;#237;ticas p&amp;#250;blicas (como os documentos dos p&amp;#243;los de competitividade ou clusters). Naturalmente que nem todos estar&amp;#227;o no mesmo patamar de competitividacomo negativa a situa&amp;#231;&amp;#227;o de segrega&amp;#231;&amp;#227;o de Lisboa e Vale do Tejo e Algarve do resto do pa&amp;#237;s. Este facto &amp;#233; invariavelmente frustrante na prepara&amp;#231;&amp;#227;o de cons&amp;#243;rcios nacionais necess&amp;#225;rios para alguns dos objectivos a que os participantes se prop&amp;#245;em. Como exemplo do ritmo e actividades de uma unidade com 50 colaboradores – entre quadros permanentes, colaboradores universit&amp;#225;rios, alunos de doutoramento e bolseiros de investiga&amp;#231;&amp;#227;o – na tem&amp;#225;tica dos materiais avan&amp;#231;ados num instituto de interface (UMEC do INEGI), &amp;#233; poss&amp;#237;vel falar de m&amp;#250;ltiplos dom&amp;#237;nios de actividade que v&amp;#227;o do desenvolvimento e industrializa&amp;#231;&amp;#227;o de novos produtos, &amp;#224; inova&amp;#231;&amp;#227;o em aplica&amp;#231;&amp;#245;es para sistemas de transporte, ao desenvolvimento de aeronaves de diversos tipos e em quatro diferentes cons&amp;#243;rcios, &amp;#224; cria&amp;#231;&amp;#227;o de novos materiais e linhas piloto para experimentar a sua produ&amp;#231;&amp;#227;o para diferentes sectores e em diferentes parcerias. Criam-se novas tecnologias para o mar, desde subsistemas de energia a plataformas de monitoriza&amp;#231;&amp;#227;o de potencial energ&amp;#233;tico, participa-se activamente em redes e associa&amp;#231;&amp;#245;es, mobilizam-se novos projectos (grandes e pequenos) tudo com um pequeno volume de neg&amp;#243;cios anual de um milh&amp;#227;o de euros. Literalmente, dezenas de projectos e servi&amp;#231;os &amp;#224; ind&amp;#250;stria e apoio na forma&amp;#231;&amp;#227;o de futuros engenheiros. Ainda assim, este momento &amp;#233; gerador de ang&amp;#250;stias para quem tem como miss&amp;#227;o a inova&amp;#231;&amp;#227;o. H&amp;#225; sempre a possibilidade de que poderemos estar a assistir a um pico de actividade contrac&amp;#237;clico: ao sair da crise toda esta actividade poder&amp;#225; confrontar-se com uma apatia do tecido econ&amp;#243;mico. Por outro lado, poderemos n&amp;#227;o ser capazes de dar o pr&amp;#243;ximo passo neste dom&amp;#237;nio: a internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o da nossa capacidade de inova&amp;#231;&amp;#227;o e competitividade produtiva, poderemos at&amp;#233; n&amp;#227;o ter a massa cr&amp;#237;tica necess&amp;#225;ria para o fazer… mas, como dizia Alan Kay, a</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=16</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=16</link><title>Portugalglobal nº20 Page 16</title><description>ENTREVISTA Rui Semedo, Presidente do Banco Popular Portugal “QUEREMOS CONTINUAR A CRESCER EM PORTUGAL” Com uma aposta clara e determinada no apoio &amp;#224;s empresas e, em particular, &amp;#224;s PME, o Banco Popular tem seguido uma estrat&amp;#233;gia de crescimento em Portugal, que passa pela sua afirma&amp;#231;&amp;#227;o como banco universal capaz de responder &amp;#224;s necessidades financeiras dos seus clientes. Em entrevista, o presidente do Banco Popular Portugal, Rui Semedo, fala-nos, em linhas gerais, da actua&amp;#231;&amp;#227;o do banco no nosso pa&amp;#237;s, dos apoios que concede &amp;#224;s empresas e do seu posicionamento internacional. Sobre o futuro, Rui Semedo diz que o banco est&amp;#225; preparado para enfrentar um ano que ainda ser&amp;#225; dif&amp;#237;cil. 16 // Janeiro 10 // Portugalglobal</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=17</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=17</link><title>Portugalglobal nº20 Page 17</title><description>ENTREVISTA Quais as principais &amp;#225;reas de actua&amp;#231;&amp;#227;o do Banco Popular em Portugal e qual o seu posicionamento no mercado portugu&amp;#234;s? O Banco Popular Portugal, em linha com a tradi&amp;#231;&amp;#227;o e cultura do Grupo onde se insere, tem voca&amp;#231;&amp;#227;o de banco universal. Em Portugal, estamos justamente no processo de nos afirmarmos como um banco preparado para responder adequadamente &amp;#224; generalidade das necessidades financeiras dos clientes. No quadro da sua voca&amp;#231;&amp;#227;o universal, a experi&amp;#234;ncia e modelo de neg&amp;#243;cio do Grupo Banco Popular, traduzem-se numa especial aptid&amp;#227;o para servir o mercado das PME, mercado esse onde queremos gradualmente assumir uma posi&amp;#231;&amp;#227;o de refer&amp;#234;ncia em Portugal. J&amp;#225; hoje, o neg&amp;#243;cio com Pequenas e M&amp;#233;dias Empresas representa 76 por cento do nosso Activo e 50 por cento do Passivo. Uma estrutura muito leve e muito &amp;#225;gil, uma abordagem de proximidade e grande flexibilidade, para al&amp;#233;m de uma ampla gama de solu&amp;#231;&amp;#245;es financeiras, s&amp;#227;o os atributos que ajudar&amp;#227;o a definir o nosso posicionamento no mercado portugu&amp;#234;s. Qual o desempenho, em termos de resultados operacionais, do Banco Popular no nosso pa&amp;#237;s, no &amp;#250;ltimo ano? O Banco Popular, com a configura&amp;#231;&amp;#227;o e dimens&amp;#227;o que hoje assume, &amp;#233; um projecto recente que resultou da compra de um pequeno banco portugu&amp;#234;s. Por isso, no passado recente e num contexto econ&amp;#243;mico particularmente complexo, a nossa ac&amp;#231;&amp;#227;o tem sido orientada para a transforma&amp;#231;&amp;#227;o do modelo de neg&amp;#243;cio e para a obten&amp;#231;&amp;#227;o de um completo alinhamento com o modelo do Grupo. Em paralelo, e tamb&amp;#233;m em linha com as caracter&amp;#237;sticas do Grupo Banco Popular, tem sido dada especial aten&amp;#231;&amp;#227;o ao refor&amp;#231;o da solidez da opera&amp;#231;&amp;#227;o portuguesa, dotando-a dos capitais ajustados ao seu neg&amp;#243;cio. Note-se que o Banco tem um r&amp;#225;cio Tier 1 superior a 8 por cento. Neste quadro, os resultados operacionais do banco t&amp;#234;m reflectido as op&amp;#231;&amp;#245;es estrat&amp;#233;gicas, correspondendo &amp;#224; transi&amp;#231;&amp;#227;o para uma opera&amp;#231;&amp;#227;o banc&amp;#225;ria que re&amp;#250;na todas as condi&amp;#231;&amp;#245;es para uma traject&amp;#243;ria de crescimento de neg&amp;#243;cio e resultados. Com a prud&amp;#234;ncia que os tempos e a tradi&amp;#231;&amp;#227;o aconselham, temos gerado os resultados adequados &amp;#224; fase em que nos encontramos e dotado o banco com os meios e a solvabilidade necess&amp;#225;rios para enfrentar o futuro com confian&amp;#231;a. A actual conjuntura econ&amp;#243;mica internacional reflectiu-se nesse desempenho? Como reagiu o Banco a essa situa&amp;#231;&amp;#227;o? Onde muitos viram uma amea&amp;#231;a o Banco Popular viu uma oportunidade. Apoiados na solidez de um dos maiores grupos financeiros Ib&amp;#233;ricos, consider&amp;#225;mos que esta seria a melhor altura para refor&amp;#231;ar a presen&amp;#231;a em Portugal e apoiar as PME numa conjuntura particularmente dif&amp;#237;cil em que o cr&amp;#233;dito dispon&amp;#237;vel &amp;#233; escasso. Os novos paradigmas na actividade financeira, nomeadamente, o ‘Back to Basics’, est&amp;#227;o perfeitamente ajustados &amp;#224; cultura comercial do Grupo Banco Popular. O desafio consistia em redesenhar a organiza&amp;#231;&amp;#227;o, tanto do ponto de vista tecnol&amp;#243;gico como das pessoas, dando ainda maior import&amp;#226;ncia a valores como solidez, transpar&amp;#234;ncia, proximidade e confian&amp;#231;a. Uma das prioridades foi refor&amp;#231;ar a solidez do banco. Aument&amp;#225;mos o capital em 200 milh&amp;#245;es de euros e mantivemos n&amp;#237;veis confort&amp;#225;veis de provis&amp;#245;es. Tendo o cliente no centro da nossa actividade, houve necessidade de adaptar as politicas comerciais &amp;#224;s regras da nova realidade econ&amp;#243;mica e financeira, com uma gest&amp;#227;o mais assertiva dos n&amp;#237;veis de risco, apoiada num maior acompanhamento e conhecimento da actividade do cliente. “Com a prud&amp;#234;ncia que os tempos e a tradi&amp;#231;&amp;#227;o aconselham, temos gerado os resultados adequados &amp;#224; fase em que nos encontramos e dotado o banco com os meios e a solvabilidade necess&amp;#225;rios para enfrentar o futuro com confian&amp;#231;a.” A aposta nas pessoas tem sido determinante para a afirma&amp;#231;&amp;#227;o do nosso modelo de servi&amp;#231;o. Investimos continuamente no refor&amp;#231;o das compet&amp;#234;ncias internas, com planos de forma&amp;#231;&amp;#227;o e de carreira estruturados. S&amp;#243; em 2009 realiz&amp;#225;mos 62.000 horas de forma&amp;#231;&amp;#227;o, envolvendo 98 por cento dos colaboradores. Ainda no mercado interno, qual a aposta e quais os desafios do Banco para o futuro, desig</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=18</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=18</link><title>Portugalglobal nº20 Page 18</title><description>ENTREVISTA uma voca&amp;#231;&amp;#227;o claramente ib&amp;#233;rica. Com uma rede de distribui&amp;#231;&amp;#227;o em Portugal e Espanha de 2.500 ag&amp;#234;ncias e activos superiores a 130 mil milh&amp;#245;es de euros, &amp;#233; actualmente o terceiro grupo financeiro Ib&amp;#233;rico. O Grupo &amp;#233; reconhecido internacionalmente pelos seus elevados n&amp;#237;veis de solvabilidade e de efici&amp;#234;ncia. H&amp;#225; j&amp;#225; muito tempo que ocupa o grupo da frente em mat&amp;#233;rias como o n&amp;#237;vel de capitaliza&amp;#231;&amp;#227;o e r&amp;#225;cio de efici&amp;#234;ncia. Com 90 anos de hist&amp;#243;ria, o Popular construiu uma inigual&amp;#225;vel reputa&amp;#231;&amp;#227;o internacional, fundada no rigor, na transpar&amp;#234;ncia e na solidez. Para al&amp;#233;m das suas opera&amp;#231;&amp;#245;es directas em Portugal e nos Estados Unidos (Florida), a presen&amp;#231;a internacional do Grupo &amp;#233; assegurada atrav&amp;#233;s de uma densa rede de escrit&amp;#243;rios, correspondentes e acordos, o que garante uma muito activa interven&amp;#231;&amp;#227;o nas transac&amp;#231;&amp;#245;es comerciais e financeiras internacionais. Que vantagens poder&amp;#227;o retirar os clientes portugueses do Banco, nomeadamente as empresas, desse posicionamento internacional? A rede internacional do Grupo apoia as empresas na procura de neg&amp;#243;cios ou parceiros assim como d&amp;#225; suporte t&amp;#233;cnico e comercial &amp;#224;s rela&amp;#231;&amp;#245;es j&amp;#225; existentes nesses mercados. Indiscut&amp;#237;veis s&amp;#227;o as vantagens da nossa extensa presen&amp;#231;a ib&amp;#233;rica, apoiada numa plataforma inform&amp;#225;tica e num modelo de servi&amp;#231;o comuns. Quais s&amp;#227;o os principais mercados de actua&amp;#231;&amp;#227;o do Grupo e de que forma est&amp;#225; presente nesses pa&amp;#237;ses? Para alem da j&amp;#225; referida presen&amp;#231;a nos mercados ib&amp;#233;rico e da Am&amp;#233;rica do Norte, &amp;#233; cada vez mais relevante a presen&amp;#231;a no Centro da Europa, na Am&amp;#233;rica Central e no Oriente. Tratase de uma presen&amp;#231;a sempre baseada num modelo de banca comercial, embora possua o know-how necess&amp;#225;rio para organizar, estruturar e montar opera&amp;#231;&amp;#245;es de investimento no &amp;#226;mbito do corporate finance e do project finance. Quais s&amp;#227;o, em linhas gerais, os planos de expans&amp;#227;o do Grupo? Em Portugal, continuaremos a dar prioridade ao crescimento org&amp;#226;nico, n&amp;#227;o deixando de estar atentos a oportunidades que o mercado possa gerar. Em Portugal, qual a oferta do Banco Popular, designadamente para as empresas, com especial enfoque nas PME? Possu&amp;#237;mos uma oferta completa e flex&amp;#237;vel, ajust&amp;#225;vel &amp;#224;s necessidades individuais de cada PME. Procuramos ter algumas solu&amp;#231;&amp;#245;es mais especializadas ou segmentadas para universos muito espec&amp;#237;ficos ou nichos de neg&amp;#243;cios onde se podem desenvolver ofertas &amp;#224; medida. Com um modelo de neg&amp;#243;cio muito dedicado ao apoio global das PME, em que cada ag&amp;#234;ncia do Banco Popular presta um servi&amp;#231;o completo, tratando a empresa como um todo, e procurando solu&amp;#231;&amp;#245;es para cada um dos stakeholders. Cada ag&amp;#234;ncia funciona como um pequeno banco, onde os clientes podem encontrar solu&amp;#231;&amp;#245;es quer para as necessidades da empresa, como para as necessidades particulares dos seus s&amp;#243;cios e colaboradores. Sempre com o apoio de uma equipa profissional que procura funcionar para cada segmento como facilitadores de decis&amp;#245;es. Recordo que, para al&amp;#233;m da actividade pura de banco comercial, desenvolvemos em Portugal uma expressiva actividade de factoring dom&amp;#233;stico e internacional, de leasing e de seguros vida (atrav&amp;#233;s da Eurovida) e n&amp;#227;o vida. Tendo em conta a presente conjuntura, que incentivos foram criados pelo Banco para refor&amp;#231;ar o combate &amp;#224; crise? Opt&amp;#225;mos por uma politica de acompanhamento pr&amp;#243;ximo dos clientes e da sua actividade, procurando manter o apoio nesta conjuntura mais dif&amp;#237;cil adaptando as nossas politicas de risco sem prejudicar a continuidade das empresas, ajustando, ou muitas vezes at&amp;#233; refor&amp;#231;ando, os nossos apoios. Acompanhamos todas as linhas de apoio ao sector empresarial criadas pelo Estado, com especial actividade nas Linhas PME Investe IV. Negoci&amp;#225;mos uma linha de apoio &amp;#224;s PME com o Banco Europeu de Investimento de 50 milh&amp;#245;es de euros, a qual inclui tamb&amp;#233;m apoios de tesouraria permanentes. Foram tamb&amp;#233;m criadas linhas espec&amp;#237;ficas com algumas associa&amp;#231;&amp;#245;es representativas de sectores de actividade como a Ordem dos M&amp;#233;dicos, a ANPME e a ANTRAM. “J&amp;#225; hoje, o neg&amp;#243;cio com Pequenas e M&amp;#233;dias Empresas representa 76 por cento</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=19</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=19</link><title>Portugalglobal nº20 Page 19</title><description>ENTREVISTA Por seu lado, a linha AICEP, recentemente lan&amp;#231;ada, de apoio &amp;#224; internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o e exporta&amp;#231;&amp;#227;o, ser&amp;#225; dinamizada junto das empresas exportadoras com ac&amp;#231;&amp;#245;es de comunica&amp;#231;&amp;#227;o e pr&amp;#233;-aprova&amp;#231;&amp;#227;o de linhas de cr&amp;#233;dito. Qual tem sido a procura por parte das empresas pelos produtos do Banco neste dom&amp;#237;nio? Poder&amp;#225; fazer-nos um pequeno balan&amp;#231;o? Muito positiva e crescente. No entanto, julgamos que ir&amp;#225; aumentar a sua relev&amp;#226;ncia durante o ano de 2010, num cen&amp;#225;rio de alguma retoma da conjuntura em que as empresas v&amp;#227;o sentir a necessidade de procurar novos mercados e alargar o &amp;#226;mbito da sua actividade. S&amp;#227;o sempre de considerar positivos os apoios que permitam o acesso a instrumentos de refor&amp;#231;o de capitais, e que estimulam a cria&amp;#231;&amp;#227;o de estruturas financeiras mais robustas, com recurso a instrumentos de capital de risco e de emiss&amp;#227;o de d&amp;#237;vida (como por exemplo o FACCE – Fundo Apoio &amp;#224; Consolida&amp;#231;&amp;#227;o e Concentra&amp;#231;&amp;#227;o de Empresas). De igual forma, ser&amp;#227;o sempre &amp;#250;teis as linhas de apoio &amp;#224; exporta&amp;#231;&amp;#227;o e &amp;#224; internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o, apostando n&amp;#227;o s&amp;#243; no curto prazo mas principalmente na cria&amp;#231;&amp;#227;o de estruturas de m&amp;#233;dio longo prazo. Para al&amp;#233;m das grandes iniciativas, s&amp;#227;o cruciais pol&amp;#237;ticas que estimulem a cria&amp;#231;&amp;#227;o de novas empresas e incentivem o empreendedorismo. Sem uma malha densa de PME e de iniciativas empresariais o futuro ser&amp;#225; seguramente mais dif&amp;#237;cil. O per&amp;#237;odo dif&amp;#237;cil que atravessamos, exige uma resposta muito articulada de todos os agentes, com os organismos oficiais a marcar o ritmo de uma forma muito objectiva. Ao sector financeiro cumpre fazer bem a sua parte. Pela nossa parte, Grupo Banco Popular, queremos afirmar a nossa presen&amp;#231;a em todas as iniciativas de apoio &amp;#224;s PME. &amp;#201; essa uma das nossas principais voca&amp;#231;&amp;#245;es. Que parcerias ou protocolos destacaria no &amp;#226;mbito da actividade do Banco em Portugal? Dentro do segmento das empresas ser&amp;#225; dada maior profundidade ao recente protocolo com a AICEP, que ser&amp;#225; promovido junto de clientes e n&amp;#227;o clientes com ac&amp;#231;&amp;#245;es de comunica&amp;#231;&amp;#227;o e ofertas pr&amp;#233;-aprovadas de limites. Embora recente, a parceria com a AICEP &amp;#233;, para o Banco Popular, de elevada import&amp;#226;ncia estrat&amp;#233;gica. Tanto pelo seu papel determinante, como pelo contributo que a AICEP d&amp;#225; para o desenvolvimento da internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o e das expor- “O Grupo &amp;#233; reconhecido internacionalmente pelos seus elevados n&amp;#237;veis de solvabilidade e de efici&amp;#234;ncia. H&amp;#225; j&amp;#225; muito tempo que ocupa o grupo da frente em mat&amp;#233;rias como o n&amp;#237;vel de capitaliza&amp;#231;&amp;#227;o e r&amp;#225;cio de efici&amp;#234;ncia.” Consideramos, assim, que um parceiro que consiga conjugar o suporte financeiro com uma politica de acompanhamento das empresas, apoiando, quer com o seu conhecimento dos mercados, quer atrav&amp;#233;s das suas parcerias internacionais, pode vir a revelar-se bastante valioso para as PME a quem nos dirigimos. Considera que as actuais linhas de apoio &amp;#224;s empresas s&amp;#227;o as adequadas &amp;#224;s suas necessidades ou haver&amp;#225; outro tipo de instrumentos ou medidas que poder&amp;#227;o ainda ser tomadas? Consideramos que no imediato as linhas de apoio t&amp;#234;m sido adequadas permitindo que o cr&amp;#233;dito chegue a um n&amp;#250;mero alargado de PME em condi&amp;#231;&amp;#245;es muito vantajosas. Portugalglobal // Janeiro 10 // 19</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=20</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=20</link><title>Portugalglobal nº20 Page 20</title><description>ENTREVISTA ta&amp;#231;&amp;#245;es em Portugal. O seu conhecimento dos mercados e a orienta&amp;#231;&amp;#227;o que presta &amp;#224;s empresas neste dom&amp;#237;nio s&amp;#227;o de ineg&amp;#225;vel valor. &amp;#201; uma parceria que queremos aprofundar e que muito nos honra. Nesta fase, e embora a comunica&amp;#231;&amp;#227;o deste protocolo tenha sido efectuada apenas junto dos actuais clientes, j&amp;#225; sentimos uma procura crescente das empresas, quer a n&amp;#237;vel de apoios quer de informa&amp;#231;&amp;#227;o sobre os mercados e as condi&amp;#231;&amp;#245;es de acesso aos mesmos. &amp;#201; assim um balan&amp;#231;o muito positivo e que certamente veremos refor&amp;#231;ado durante 2010. n&amp;#237;vel de confian&amp;#231;a dos agentes econ&amp;#243;micos que determinar&amp;#225; o que vai passar-se e para que esses n&amp;#237;veis melhorem concorrer&amp;#227;o muitos e variados factores. Sendo optimista, sem deixar de ser realista, acredito que ser&amp;#225; poss&amp;#237;vel ver sinais positivos ao longo de 2010. Quanto ao sector financeiro, os seus problemas vir&amp;#227;o essencialmente dos problemas da economia. Uma actividade econ&amp;#243;mica sem ritmo, com elevados n&amp;#237;veis de desemprego ter&amp;#225; seguramente um impacto negativo no sector financeiro. O que se espera &amp;#233; que todos conhe&amp;#231;amos bem e desempenhemos bem o nosso papel. O Estado, as empresas, os bancos e os cidad&amp;#227;os. Se isso acontecer, ver-se-&amp;#227;o as melhorias. No Banco Popular estamos preparados para um ano ainda dif&amp;#237;cil, mas j&amp;#225; um ano em que queremos crescer. Em 2009, ganh&amp;#225;mos quota de mercado em &amp;#225;reas relacionadas com a actividade das empresas, casos do leasing e do factoring e queremos, em 2010, confirmar essa tend&amp;#234;ncia, apostando fortemente no apoio a PME, para que nos pr&amp;#243;ximos anos sejamos um player de refer&amp;#234;ncia nesse segmento em Portugal, tal como j&amp;#225; o somos em Espanha. Vivemos em tempos inst&amp;#225;veis, de onde sair&amp;#227;o fortalecidos aqueles que tenham bases s&amp;#243;lidas e sejam determinados. O Grupo Banco Popular estar&amp;#225; seguramente nesse grupo. “Para o apoio &amp;#224; internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o e a empresas exportadoras foi assinada, no &amp;#250;ltimo trimestre de 2009, uma linha com a AICEP que prev&amp;#234; apoios de 150 milh&amp;#245;es de euros.” Quais as suas previs&amp;#245;es para o sector banc&amp;#225;rio portugu&amp;#234;s, para o Banco Popular e para as empresas nacionais para o ano que agora come&amp;#231;a? 2010 ser&amp;#225; ainda um ano bastante complexo. N&amp;#227;o se vislumbram tend&amp;#234;ncias de recupera&amp;#231;&amp;#227;o claras. A incerteza continuar&amp;#225; a dominar e a condicionar estrat&amp;#233;gias, o que traz consigo a sempre controversa primazia do curto prazo. &amp;#201; o Rui Semedo Natural de Elvas, Rui Semedo, 51 anos, tem um percurso profissional centrado na banca. Licenciado em Economia, o presidente do Banco Popular Portugal come&amp;#231;ou a sua carreira no minist&amp;#233;rio da Administra&amp;#231;&amp;#227;o Interna, em 1981, mas cedo passou para o Banco Pinto &amp;amp; Sotto Mayor, onde ficou at&amp;#233; 1987. Foi no grupo BCP, onde trabalhou at&amp;#233; 2003, que Rui Semedo desenvolveu a sua carreira, tendo ent&amp;#227;o ocupado diversos cargos, de que se destacam: Director Geral do International Private Banking, CEO do Banco Expresso Atl&amp;#226;ntico, Presidente da Companhia de Seguros de Macau, CEO do Banco Comercial de Macau, entre outros. Depois de uma passagem pelo Barclays Portugal e Barclays Espanha, como CEO e Country Manager, assumiu o cargo que actualmente ocupa no Banco Popular Portugal. 20 // Janeiro 10 // Portugalglobal</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=21</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=21</link><title>Portugalglobal nº20 Page 21</title><description /><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=22</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=22</link><title>Portugalglobal nº20 Page 22</title><description>NOT&amp;#205;CIAS F&amp;#211;RUM DE EMBAIXADORES A IMPORT&amp;#194;NCIA DA DIPLOMACIA ECON&amp;#211;MICA EM TEMPO DE CRISE GLOBAL A import&amp;#226;ncia da diplomacia econ&amp;#243;mica num quadro de crise financeira econ&amp;#243;mica severa e global foi posta em relevo no F&amp;#243;rum de Embaixadores, realizado no in&amp;#237;cio do ano, em Lisboa, numa iniciativa organizada pela AICEP e pelo Minist&amp;#233;rio dos Neg&amp;#243;cios Estrangeiros. O papel da diplomacia torna-se ainda mais determinante quando se enfrentam condi&amp;#231;&amp;#245;es internacionais de mercado muito dif&amp;#237;ceis, afirmou o presidente da AICEP, Bas&amp;#237;lio Horta, na sess&amp;#227;o de abertura do encontro com os embaixadores, no audit&amp;#243;rio do Instituto de Defesa Nacional. O ministro da Economia, Inova&amp;#231;&amp;#227;o e Desenvolvimento, Vieira da Silva, que presidiu &amp;#224; sess&amp;#227;o de encerramento do f&amp;#243;rum, apelou &amp;#224; persist&amp;#234;ncia, &amp;#224; compet&amp;#234;ncia e &amp;#224; uni&amp;#227;o de esfor&amp;#231;os entre o sector empresarial e os poderes p&amp;#250;blicos, para executar com sucesso a estrat&amp;#233;gia para uma “internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o ganhadora” assente em tr&amp;#234;s vectores fundamentais: alargamento da base de empresas exportadoras, refor&amp;#231;o da qualidade e inova&amp;#231;&amp;#227;o dos bens produzidos e diversifica&amp;#231;&amp;#227;o de mercados de destinos. O ministro de Estado e dos Neg&amp;#243;cios Estrangeiros, Lu&amp;#237;s Amado, apresentou o Brasil como parceiro estrat&amp;#233;gico de Portugal, salientando que as empresas nacionais devem apostar com maior determina&amp;#231;&amp;#227;o neste grande mercado emergente. O presidente da AICEP definiu como eixos fundamentais do programa estrat&amp;#233;gico da Ag&amp;#234;ncia, para 2010, o aumento do grau de internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o da economia portuguesa e o aprofundamento da diversifica&amp;#231;&amp;#227;o dos mercados de destino das exporta&amp;#231;&amp;#245;es portuguesas de bens e servi&amp;#231;os, procurando que os produtos nacionais aumentem quota em mercados menos atingidos pela crise econ&amp;#243;mica internacional. No que respeita ao IDE, o presidente da Ag&amp;#234;ncia referiu que o montante de investimento estrangeiro captado pelo nosso pa&amp;#237;s, nos primeiros 10 meses de 2009, ascendeu a 25.000 milh&amp;#245;es de euros, o que representa um decr&amp;#233;scimo de cinco por cento face ao per&amp;#237;odo hom&amp;#243;logo de 2008. Apesar das condicionantes macroecon&amp;#243;micas, segundo anunciou, “perspectivase que o montante global de IDE captado por Portugal na totalidade do ano fique em linha com os valores captados ao longo da primeira d&amp;#233;cada deste s&amp;#233;culo, ou seja, cerca de 30.000 milh&amp;#245;es de euros, o que demonstra bem que Portugal continua a ser um destino atractivo para os investidores internacionais”. Al&amp;#233;m das interven&amp;#231;&amp;#245;es de v&amp;#225;rios diplomatas, que apresentaram uma panor&amp;#226;mica dos mercados da Europa, PALOP, Am&amp;#233;rica e &amp;#193;sia, neste caso com destaque para as ac&amp;#231;&amp;#245;es de promo&amp;#231;&amp;#227;o 22 // Janeiro 10 // Portugalglobal</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=23</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=23</link><title>Portugalglobal nº20 Page 23</title><description>NOT&amp;#205;CIAS AICEP e ISQ assinam protocolo de colabora&amp;#231;&amp;#227;o Com o objectivo de promover o desenvolvimento de actividades de diplomacia econ&amp;#243;mica destinada &amp;#224; capta&amp;#231;&amp;#227;o de novos projectos de investimento nacional ou estrangeiro, a AICEP e o Instituto de Soldadura e Qualidade (ISQ) celebraram, no dia 11 de Janeiro, um Protocolo de Colabora&amp;#231;&amp;#227;o, que visa igualmente a promo&amp;#231;&amp;#227;o da internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o das empresas portuguesas, com enfoque nas &amp;#225;reas tecnol&amp;#243;gicas. Com um prazo de vig&amp;#234;ncia de dois anos, o Protocolo foi assinado por Bas&amp;#237;lio Horta, presidente da AICEP, e por Jos&amp;#233; Maria Dias Miranda e Manuel Correia Alves da Cruz, respectivamente, presidente e vice-presidente do ISQ. No Protocolo est&amp;#227;o definidas as v&amp;#225;rias &amp;#225;reas de colabora&amp;#231;&amp;#227;o entre as duas entidades, com vista &amp;#224; capta&amp;#231;&amp;#227;o de investimento estruturante e &amp;#224; internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o das empresas portuguesas, entre as quais se incluem a identifica&amp;#231;&amp;#227;o de oportunidades de neg&amp;#243;cio, a constitui&amp;#231;&amp;#227;o de parcerias ou neg&amp;#243;cios estrat&amp;#233;gicos, o di&amp;#225;logo com decisores p&amp;#250;blicos ou privados estrat&amp;#233;gicos visando a cria&amp;#231;&amp;#227;o de oportunidades de neg&amp;#243;cios, a realiza&amp;#231;&amp;#227;o de estudos de mercado nos pa&amp;#237;ses externos e a consultoria especializada nesses mercados e apoio log&amp;#237;stico. Ao abrigo do Protocolo, compete &amp;#224; AICEP identificar &amp;#225;reas estrat&amp;#233;gicas de diplomacia econ&amp;#243;mica e de colabora&amp;#231;&amp;#227;o e ac&amp;#231;&amp;#245;es concretas a desenvolver nesse sentido; coordenar as actividades a desenvolver juntamente com o ISQ, incluindo as de desenvolvimento continuado tais como identifica&amp;#231;&amp;#227;o de oportunidades de neg&amp;#243;cio, di&amp;#225;logo com stakeholders estrat&amp;#233;gicos, etc., e participar, quando for julgado oportuno, nas actividades conjuntas ou patrocinadas por outras entidades, as quais ser&amp;#227;o objecto de contrata&amp;#231;&amp;#227;o ou acordo espec&amp;#237;fico. Por seu lado, cabe ao ISQ desenvolver todas as actividades de diplomacia econ&amp;#243;mica identificadas como estrat&amp;#233;gicas, no &amp;#226;mbito das actividades j&amp;#225; referenciadas; e em actividades neste dom&amp;#237;nio solicitadas pela AICEP, sempre que necess&amp;#225;rio e desde que com disponibilidade de recursos humanos, log&amp;#237;sticos e recursos financeiros assegurados. Fundado em 1965, o ISQ &amp;#233; uma associa&amp;#231;&amp;#227;o t&amp;#233;cnico-cient&amp;#237;fica portuguesa, privada, independente, sem fins lucrativos, integrada no Sistema Cient&amp;#237;fico e Tecnol&amp;#243;gico (SCT), sendo a maior infraestrutura tecnol&amp;#243;gica do pa&amp;#237;s. Exerce actividades em mais de 20 pa&amp;#237;ses distribu&amp;#237;dos pela Uni&amp;#227;o Europeia, Europa de Leste, &amp;#193;frica, Am&amp;#233;ricas e China, oferecendo servi&amp;#231;os de inspec&amp;#231;&amp;#227;o, ensaios e calibra&amp;#231;&amp;#245;es, forma&amp;#231;&amp;#227;o, certifica&amp;#231;&amp;#227;o, estudos de engenharia, consultoria e auditorias da qualidade, e investiga&amp;#231;&amp;#227;o e desenvolvimento – globalmente, em todas as &amp;#225;reas da engenharia, incluindo os sistemas de informa&amp;#231;&amp;#227;o. de Portugal no quadro da EXPO Xangai 2010 e das Comemora&amp;#231;&amp;#245;es de Portugal na &amp;#193;sia, o presidente da Caixa Geral de Dep&amp;#243;sitos, Faria de Oliveira, e o Administrador do BES, Ant&amp;#243;nio Souto, apresentaram exposi&amp;#231;&amp;#245;es detalhadas, respectivamente, sobre a &amp;#193;sia e o Magrebe e M&amp;#233;dio Oriente, zonas do globo que apresentam grandes oportunidades para a expans&amp;#227;o internacional das empresas portuguesas. Pela sua import&amp;#226;ncia no contexto econ&amp;#243;mico nacional foi feita a apresenta&amp;#231;&amp;#227;o de tr&amp;#234;s vectores estrat&amp;#233;gicos da internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o, que se distinguem pela abund&amp;#226;ncia e qualidade dos recursos, pelo alto valor acrescentado das suas exporta&amp;#231;&amp;#245;es e por projectarem uma imagem forte da capacidade inovadora e especializa&amp;#231;&amp;#227;o de novos sectores de actividade: a &amp;#193;gua e o cluster do Mar – pelo presidente das &amp;#193;guas de Portugal, Pedro Cunha Serra, e pelo representante do gabinete do Comiss&amp;#225;rio Europeu para os Assuntos Mar&amp;#237;timos e as Pescas, Tiago Pitta e Cunha; o sector da Floresta – pelo presidente executivo da Portucel-Soporcel, Jos&amp;#233; Hon&amp;#243;rio, e pelo presidente da Associa&amp;#231;&amp;#227;o das Ind&amp;#250;strias de Madeira e Mobili&amp;#225;rio de Portugal, Fernando Rolim; e o sector da Biotecnologia – pela CEO do Centro de Gen&amp;#233;tica Cl&amp;#237;nica e Patologia, Purifica&amp;#231;&amp;#227;o Tavares. Portugalglobal // Janeiro 10 // 23</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=24</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=24</link><title>Portugalglobal nº20 Page 24</title><description>NOT&amp;#205;CIAS Novo Conselho para a Promo&amp;#231;&amp;#227;o da Internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o Com o objectivo de assegurar a participa&amp;#231;&amp;#227;o das empresas e das suas estruturas associativas de refer&amp;#234;ncia no processo de defini&amp;#231;&amp;#227;o e de acompanhamento das estrat&amp;#233;gias e medidas de apoio &amp;#224; internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o, bem como na monitoriza&amp;#231;&amp;#227;o e avalia&amp;#231;&amp;#227;o da execu&amp;#231;&amp;#227;o das ac&amp;#231;&amp;#245;es de apoio &amp;#224; internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o, foi criado o Conselho para a Promo&amp;#231;&amp;#227;o da Internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o (CPI). Criado pela Resolu&amp;#231;&amp;#227;o do Conselho de Ministros n&amp;#186; 115/2009, de 15 de Dezembro, o CPI &amp;#233; presidido por Francisco Van Zeller, integrando representantes da Associa&amp;#231;&amp;#227;o Empresarial de Portugal (AEP), da Associa&amp;#231;&amp;#227;o Industrial Portuguesa-Confedera&amp;#231;&amp;#227;o Empresarial (AIP-CE) e da Confedera&amp;#231;&amp;#227;o da Ind&amp;#250;stria Portuguesa (CIP), bem como do Minist&amp;#233;rio dos Neg&amp;#243;cios Estrangeiros, do Minist&amp;#233;rio das Finan&amp;#231;as e da Administra&amp;#231;&amp;#227;o P&amp;#250;blica, do Minist&amp;#233;rio da Economia, da Inova&amp;#231;&amp;#227;o e do Desenvolvimento, da AICEP e do IAPMEI. De acordo com um comunicado oficial, as exporta&amp;#231;&amp;#245;es assumem, hoje em dia, uma import&amp;#226;ncia estrat&amp;#233;gica fundamental na recupera&amp;#231;&amp;#227;o da economia. Por essa raz&amp;#227;o, o Governo pretende refor&amp;#231;ar a internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o atrav&amp;#233;s de um esfor&amp;#231;o conjunto entre as institui&amp;#231;&amp;#245;es p&amp;#250;blicas, as empresas e as estruturas associativas que as representam, de modo a estimular o crescimento econ&amp;#243;mico, no m&amp;#233;dio prazo, promovendo em simult&amp;#226;neo a renova&amp;#231;&amp;#227;o da base produtiva e a redu&amp;#231;&amp;#227;o do d&amp;#233;fice externo. Com o estabelecimento deste Conselho para a Promo&amp;#231;&amp;#227;o da Internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o fica assegurada uma estrutura capaz de intermediar, dinamizar e promover processos exportadores significativos junto das empresas nacionais e alicer&amp;#231;ados no conhecimento, no refor&amp;#231;o da cadeia de valor das empresas, no redimensionamento empresarial, na qualifica&amp;#231;&amp;#227;o e na inova&amp;#231;&amp;#227;o. Balc&amp;#227;s Ocidentais/S&amp;#233;rvia – Oportunidades de Neg&amp;#243;cio Uma iniciativa do Embaixador portugu&amp;#234;s em Belgrado, Lu&amp;#237;s de Almeida Sampaio, teve express&amp;#227;o no audit&amp;#243;rio da AICEP, no dia 13 de Janeiro. “Balc&amp;#227;s Ocidentais/S&amp;#233;rvia – Oportunidades de Neg&amp;#243;cio” foi o tema em an&amp;#225;lise onde participaram o Secret&amp;#225;rio de Estado da Ind&amp;#250;stria e do Desenvolvimento, Fernando Medina, o administrador da AICEP, Lu&amp;#237;s Florindo e o Vice-Chefe da Delega&amp;#231;&amp;#227;o da UE em Belgrado, Adriano Martins, para al&amp;#233;m do referido Embaixador. Na ocasi&amp;#227;o, Fernando Medina destacou mais este exemplo de concerta&amp;#231;&amp;#227;o, entre “empresas, organismos p&amp;#250;blicos e diplomacia econ&amp;#243;mica”, fundamental, no seu entender, “para difundir de forma eficaz oportunidades para as empresas portuguesas estejam onde estiverem, aumentar as exporta&amp;#231;&amp;#245;es e reduzir o d&amp;#233;fice”. As empresas de constru&amp;#231;&amp;#227;o e obras p&amp;#250;blicas estiveram presentes em n&amp;#250;mero consider&amp;#225;vel. 24 // Janeiro 10 // Portugalglobal</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=25</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=25</link><title>Portugalglobal nº20 Page 25</title><description>EMPRESAS CREATIVESYSTEMS SISTEMAS DE IDENTIFICA&amp;#199;&amp;#195;O CRIATIVOS A tecnologia RFID UHF da Creativesystems, criada em 2005 e logo considerada emergente e de grande futuro, tem sido a chave do crescimento e do reconhecimento internacional da empresa. Um sucesso que assenta na investiga&amp;#231;&amp;#227;o e na procura de solu&amp;#231;&amp;#245;es integradas de automatiza&amp;#231;&amp;#227;o e optimiza&amp;#231;&amp;#227;o de fluxos de informa&amp;#231;&amp;#227;o. Portugalglobal // Janeiro 10 // 25</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=26</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=26</link><title>Portugalglobal nº20 Page 26</title><description>EMPRESAS cia adquiridas no ‘roll-out’ de projectos onde a complexidade e o grau de interac&amp;#231;&amp;#227;o s&amp;#227;o elevados, a integra&amp;#231;&amp;#227;o de dados optimizados para a tecnologia RFID e a diferen&amp;#231;a no software, nomeadamente, ao n&amp;#237;vel da cria&amp;#231;&amp;#227;o e desenvolvimento de um ‘middleware’ pr&amp;#243;prio”. Uma fonte da empresa disse-nos ainda que “a pr&amp;#243;pria designa&amp;#231;&amp;#227;o, Creativesystems (Sistemas Criativos), diz muito sobre a cultura e os valores da empresa, onde a inova&amp;#231;&amp;#227;o tem um papel important&amp;#237;ssimo e &amp;#233;, a par da criatividade e do empreendedorismo, um dos pilares do nosso desenvolvimento”. O car&amp;#225;cter inovador da empresa j&amp;#225; foi tamb&amp;#233;m reconhecido pela AICEP, com a aprova&amp;#231;&amp;#227;o de um projecto QREN SI Qualifica&amp;#231;&amp;#227;o PME, que potenciar&amp;#225; o processo de internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o e de estrutura&amp;#231;&amp;#227;o da Creativesystems. Francisco Teixeira e Melo Dois bons exemplos de inova&amp;#231;&amp;#227;o da Creativesystems, aplicados em 2007: os projectos RFID da Vicaima e da Byblos. Este &amp;#250;ltimo foi mesmo considerado internacionalmente como “The Largest Single RFID UHF Solution Deployment”. No ano de 2008, a empresa foi novamente reconhecida atrav&amp;#233;s da atribui&amp;#231;&amp;#227;o do pr&amp;#233;mio “Best Enterprise So- “O volume de neg&amp;#243;cios, em 2009, foi de 1,1 milh&amp;#245;es de euros, tendo o mercado externo representado cerca de 32 por cento daquele valor.” permite a leitura, sem contacto ou campo de vis&amp;#227;o, de dados de uma forma autom&amp;#225;tica. Cria as condi&amp;#231;&amp;#245;es para melhorar a produtividade, fazer leituras m&amp;#250;ltiplas em simult&amp;#226;neo e eliminar erros atrav&amp;#233;s de uma &amp;#250;nica identifica&amp;#231;&amp;#227;o dos dados constantes de um chip. As solu&amp;#231;&amp;#245;es desenvolvidas privilegiam ainda a simplicidade e a escalabilidade e integram, para al&amp;#233;m da tecnologia RFID, outras tecnologias standard, como cart&amp;#245;es inteligentes, c&amp;#243;digos de barras e terminais port&amp;#225;teis. Com o que de mais avan&amp;#231;ado se faz a n&amp;#237;vel mundial em termos de sistemas de identifica&amp;#231;&amp;#227;o autom&amp;#225;tica. A empresa tamb&amp;#233;m tem neg&amp;#243;cios na Escandin&amp;#225;via – ali&amp;#225;s, a tecnologia high-tech que &amp;#233; desenvolvida e integrada tem por base diversos parceiros escandinavos (e tamb&amp;#233;m dos EUA) – e a&amp;#237; parte sempre de um conjunto de parcerias locais de forma a optimizar a performance e a adapta&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; cultura local em cada mercado de actua&amp;#231;&amp;#227;o. Em Portugal, os grandes clientes actuam nos sectores da distribui&amp;#231;&amp;#227;o farmac&amp;#234;utica, ind&amp;#250;stria autom&amp;#243;vel, retalho t&amp;#234;xtil, ind&amp;#250;stria da madeira e corti&amp;#231;a. Em termos internacionais, situam-se na ind&amp;#250;stria autom&amp;#243;vel e no retalho t&amp;#234;xtil. Segundo os seus respons&amp;#225;veis, face &amp;#224; concorr&amp;#234;ncia (elevad&amp;#237;ssima e oriunda de grandes empresas), a Creativesystems faz valer o “know-how e a experi&amp;#234;n- “A tecnologia RFID (Identifica&amp;#231;&amp;#227;o por R&amp;#225;dio Frequ&amp;#234;ncia) &amp;#233; pioneira porque permite a leitura, sem contacto ou campo de vis&amp;#227;o, de dados de uma forma autom&amp;#225;tica.” lution 2008 – Retail Technology Awards Europe”, em Dusseldorf, no &amp;#226;mbito do projecto RFID da Throttleman. Em 2009, depois de v&amp;#225;rios projectos RFID implementados, surge o registo da primeira patente da Creativesystems, em parceria com o IT de Lisboa. O volume de neg&amp;#243;cios, em 2009, foi de 1,1 milh&amp;#245;es de euros, tendo o mercado externo representado cerca de 32 por cento daquele valor. O mercado espanhol &amp;#233; o mais importante, o que motivou a cria&amp;#231;&amp;#227;o da Creativesystems Espanha em 2008. A tecnologia RFID (Identifica&amp;#231;&amp;#227;o por R&amp;#225;dio Frequ&amp;#234;ncia) &amp;#233; pioneira porque A curto prazo, a empresa estar&amp;#225; presente na CeBIT (a maior exposi&amp;#231;&amp;#227;o comercial do mundo no dom&amp;#237;nio dos servi&amp;#231;os de telecomunica&amp;#231;&amp;#245;es digitais e TI) para a apresenta&amp;#231;&amp;#227;o de um produto inovador a n&amp;#237;vel global e que resultou do esfor&amp;#231;o de I&amp;amp;D efectuado nos &amp;#250;ltimos anos. A m&amp;#233;dio prazo, a Creative Systems prev&amp;#234; o crescimento e consolida&amp;#231;&amp;#227;o dos neg&amp;#243;cios em Espanha, a cria&amp;#231;&amp;#227;o de novos neg&amp;#243;cios no mercado brasileiro e a cria&amp;#231;&amp;#227;o de novas oportunidades no norte e centro da Europa. Creativesystems Centro Empresarial e Tecnol&amp;#243;gico Rua de Fund&amp;#245;es, 151 3700-121 S&amp;#227;o Jo&amp;#227;o da Madeira Tel: +351 256 303 150 info@creativesystems.pt www.creativesystems.pt 26 // Janeiro 10 // Portugalglobal</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=27</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=27</link><title>Portugalglobal nº20 Page 27</title><description>EMPRESAS MAISIS OOBIAN SEDUZ MERCADO EUROPEU Cinco grandes &amp;#225;reas de neg&amp;#243;cio possibilitam &amp;#224; Maisis desenvolver um grande leque de solu&amp;#231;&amp;#245;es tecnol&amp;#243;gicas inovadoras e servir de forma diferenciada cada cliente. Uma empresa na vanguarda dos produtos para gest&amp;#227;o de informa&amp;#231;&amp;#227;o, onde o OOBIAN merece destaque especial. Uma plataforma horizontal de gest&amp;#227;o de conhecimento que proporciona uma melhor pesquisa e navega&amp;#231;&amp;#227;o atrav&amp;#233;s de conte&amp;#250;dos, dentro e fora da organiza&amp;#231;&amp;#227;o. Este &amp;#233; o OOBIAN, o novo produto da Maisis, lan&amp;#231;ado este m&amp;#234;s de Janeiro no mercado europeu e com procura assegurada. Permite &amp;#224;s empresas o acesso eficaz a toda a informa&amp;#231;&amp;#227;o estruturada ou n&amp;#227;o estruturada, armazenada em qualquer tipo de formato, e ainda transformar dados em conhecimento empresarial. Vital para o neg&amp;#243;cio, portanto. A Maisis come&amp;#231;ou por prestar servi&amp;#231;os para o mercado das telecomunica&amp;#231;&amp;#245;es. Por&amp;#233;m, a partir de 2004, decidiu orientar a sua actividade para a cria&amp;#231;&amp;#227;o de novas solu&amp;#231;&amp;#245;es, assumindo o papel de especialista na gest&amp;#227;o de informa&amp;#231;&amp;#227;o e trazendo para o mercado produtos como o ‘Enterprise Content Management’ (ECM) ou o ‘Enterprise Knowledge Management’ (EKM), ambos sistemas de interpreta&amp;#231;&amp;#227;o e cria&amp;#231;&amp;#227;o autom&amp;#225;tica de conhecimento para as organiza&amp;#231;&amp;#245;es. As cinco &amp;#225;reas de neg&amp;#243;cio – Build, Flow, React, Launch e Improve – permitem &amp;#224; empresa chegar a todos os tipos de clientes. Marcos Lopes, director comercial, explica que “podemos ter desde pequenas empresas preocupadas apenas em ter um arquivo documental ou gest&amp;#227;o de Portugalglobal // Janeiro 10 // 27</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=28</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=28</link><title>Portugalglobal nº20 Page 28</title><description>EMPRESAS correspond&amp;#234;ncia, m&amp;#233;dias empresas que procuram uma intranet documental com preocupa&amp;#231;&amp;#245;es de partilha e divulga&amp;#231;&amp;#227;o de informa&amp;#231;&amp;#227;o organizada, ou grandes empresas que apostam j&amp;#225; na &amp;#225;rea de gest&amp;#227;o do conhecimento de modo a poderem relacionar informa&amp;#231;&amp;#227;o dispersa em v&amp;#225;rios formatos e sistemas para assim serem mais eficientes e competitivas”. “As cinco &amp;#225;reas de neg&amp;#243;cio – Build, Flow, React, Launch e Improve – permitem &amp;#224; empresa chegar a todos os tipos de clientes.” Em 2009, o volume de neg&amp;#243;cios atingiu 1,7 milh&amp;#245;es de euros e os mercados portugu&amp;#234;s (PT Inova&amp;#231;&amp;#227;o, Primavera Software, Weber e Estradas de Portugal s&amp;#227;o alguns dos grandes clientes) e europeu (vendas disseminadas por v&amp;#225;rios pa&amp;#237;ses) s&amp;#227;o os mais importantes. Desde 2005, a Maisis participa em grandes projectos internacionais e aposta na cria&amp;#231;&amp;#227;o de v&amp;#225;rias parcerias estrat&amp;#233;gicas porque acredita que “com esta estrat&amp;#233;gia podemos transmitir o nosso knowhow &amp;#224;s empresas portuguesas, assegurando que sejam mais competitivas e tecnologicamente mais evolu&amp;#237;das”. Num terreno t&amp;#227;o competitivo como as tecnologias de informa&amp;#231;&amp;#227;o, quais os grandes atributos da oferta da Maisis? Para Marcos Lopes, “as equipas com elevada forma&amp;#231;&amp;#227;o e conhecimento em linguagens recentes, os produtos feitos &amp;#224; medida para cada cliente, as inova&amp;#231;&amp;#245;es prontas a entrar em qualquer mercado como o OOBIAN e as parcerias tecnol&amp;#243;gicas com outros ‘players’ e universidades para acrescentar valor ao produto final”, s&amp;#227;o as marcas diferenciadoras da empresa. Maisis aposta em cinco &amp;#225;reas de neg&amp;#243;cio Build – Desenvolvimento de solu&amp;#231;&amp;#245;es &amp;#224; medida (desenvolvimento interno, tecnologias propriet&amp;#225;rias e open source, parcerias estrat&amp;#233;gicas com importantes players tecnol&amp;#243;gicos, l&amp;#237;deres em sectores espec&amp;#237;ficos). Flow – Desenvolvimento de sistemas de gest&amp;#227;o documental, digitaliza&amp;#231;&amp;#227;o, gest&amp;#227;o de correspond&amp;#234;ncia e workflow, sistemas ECM (desenho de todos os processos, desde as fases de captura, autentica&amp;#231;&amp;#227;o, distribui&amp;#231;&amp;#227;o, pesquisa e publica&amp;#231;&amp;#227;o; desenvolvimento de solu&amp;#231;&amp;#245;es baseadas em tecnologia Microsoft e Open Source). React – Conhecimento como a &amp;#225;rea mais estrat&amp;#233;gica para a Maisis. Usualmente associada &amp;#224; &amp;#225;rea das ontologias. Serve para capacitar as empresas para gerar, partilhar e reter o conhecimento de neg&amp;#243;cio. Aqui entra o mais recente produto estrela da Maisis: o OOBIAN. Porque existe j&amp;#225; uma grande quantidade de empresas com sistemas ERP, CRM e ECM “pesados”, onde n&amp;#227;o parece nada f&amp;#225;cil encontrar e relacionar informa&amp;#231;&amp;#227;o e, deste modo, gerar conhecimento de neg&amp;#243;cio. Launch – Projectos de investiga&amp;#231;&amp;#227;o, de inova&amp;#231;&amp;#227;o e de desenvolvimento (desenvolvimento interno e coopera&amp;#231;&amp;#227;o em parceria). Improve – An&amp;#225;lise e Diagn&amp;#243;stico, Desenvolvimento e Implementa&amp;#231;&amp;#227;o de Solu&amp;#231;&amp;#245;es (auditoria e implementa&amp;#231;&amp;#227;o de solu&amp;#231;&amp;#245;es, desenvolvimento e integra&amp;#231;&amp;#227;o de sistemas de informa&amp;#231;&amp;#227;o complexos, presta&amp;#231;&amp;#227;o de servi&amp;#231;os de engenharia de software). Maisis Information Systems, Lda. Rua Manuel B. Vasconcelos, 64 3810-498 Aveiro Tel.:+351 234 386 811 maisis@maisis.pt www.maisis.pt 28 // Janeiro 10 // Portugalglobal</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=29</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=29</link><title>Portugalglobal nº20 Page 29</title><description>EMPRESAS AGA PIONEIRA EM SOLU&amp;#199;&amp;#213;ES DE SA&amp;#218;DE A AGA &amp;#233; a &amp;#250;nica empresa nacional reconhecida pela LINHA SA&amp;#218;DE24 na preven&amp;#231;&amp;#227;o da gripe A pela alta efic&amp;#225;cia dos seus produtos. Um portf&amp;#243;lio completo de solu&amp;#231;&amp;#245;es, apresentado num formato compacto e com toda a informa&amp;#231;&amp;#227;o p&amp;#250;blica necess&amp;#225;ria, que proporcionou um enorme ganho de clientes e o aumento exponencial das vendas em contraciclo com o clima econ&amp;#243;mico existente. Toda a actividade inovadora da AGA gira &amp;#224; volta do &amp;#225;lcool. &amp;#201; a partir dele que &amp;#233; concebida toda a gama de produtos para a higiene e desinfec&amp;#231;&amp;#227;o da pele que a empresa disponibiliza no mercado. Mesmo depois de j&amp;#225; n&amp;#227;o ter o monop&amp;#243;lio do sector nem ser o regulador do Estado, o &amp;#225;lcool mant&amp;#233;mse no centro de toda a actividade da empresa. Para al&amp;#233;m da lideran&amp;#231;a destacada na comercializa&amp;#231;&amp;#227;o do produto (mais de mesmos. O volume de vendas atingiu, em 2009, cerca de 8 milh&amp;#245;es de euros. Jorge Moctezuma, administrador da AGA, adianta que a cria&amp;#231;&amp;#227;o de um kit completo de produtos para a preven&amp;#231;&amp;#227;o da gripe A est&amp;#225; inserida “na procura constante de inova&amp;#231;&amp;#227;o que desenvolvemos na empresa” e adianta que “&amp;#233; uma solu&amp;#231;&amp;#227;o para pequenas e grandes empresas que podem, assim, obter de um fornecedor nacional, n&amp;#227;o s&amp;#243; todos os produtos de que necessiera reconhecida”, mas depois da chegada confirmada do v&amp;#237;rus a Portugal “os clientes procuraram no mercado as solu&amp;#231;&amp;#245;es mais adequadas &amp;#224; preven&amp;#231;&amp;#227;o e encontraram no nosso kit a qualidade, a garantia e a efic&amp;#225;cia que n&amp;#227;o encontraram em produtos similares”. Para Jorge Moctezuma o factor garantia foi fundamental, porque muitos dos novos produtos da concorr&amp;#234;ncia foram introduzidos no mercado sem o teste mais importante: “aquele que n&amp;#227;o se pode adquirir de qualquer maneira, ou 60 por cento do &amp;#225;lcool vendido em Portugal), a AGA apresenta uma linha cada vez mais diversificada de produtos para a sa&amp;#250;de, desinfec&amp;#231;&amp;#227;o e bem-estar relacionada com os cuidados da pele, onde tamb&amp;#233;m lidera ou ocupa uma posi&amp;#231;&amp;#227;o de refer&amp;#234;ncia. Na actualidade, com a declara&amp;#231;&amp;#227;o de pandemia da gripe A, foram mesmo os produtos do segmento SABA (Solu&amp;#231;&amp;#245;es Anti-S&amp;#233;pticas de Base Alco&amp;#243;lica) a provocar um acr&amp;#233;scimo exponencial de vendas e a satisfa&amp;#231;&amp;#227;o plena de um cada vez maior n&amp;#250;mero de clientes, comprovada com a repetida aquisi&amp;#231;&amp;#227;o dos tam para os seus planos de conting&amp;#234;ncia como toda a informa&amp;#231;&amp;#227;o necess&amp;#225;ria junto dos mesmos”. O administrador revela ainda que os produtos do segmento SABA “j&amp;#225; estavam no mercado antes do aparecimento de pandemia e a sua qualidade j&amp;#225; seja, o teste do tempo e da resposta dos clientes”. Entre os produtos desinfectantes, destaca-se do universo destinado &amp;#224; preven&amp;#231;&amp;#227;o da gripe A, o Agaderm, um dermoprotector que foi campe&amp;#227;o de vendas e que evita a desidrata&amp;#231;&amp;#227;o da pele provo- Portugalglobal // Janeiro 10 // 29</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=30</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=30</link><title>Portugalglobal nº20 Page 30</title><description>EMPRESAS cada pela utiliza&amp;#231;&amp;#227;o frequente. No segmento da cosm&amp;#233;tica, a AGA continua a ser reconhecida pela qualidade das tradicionais &amp;#225;guas de rosas, &amp;#243;leo de am&amp;#234;ndoas doces e &amp;#225;gua oxigenada. Um dos aspectos marcantes na vida empresa &amp;#233; a procura regular de parceiros de qualidade, como a Rede PME Inova&amp;#231;&amp;#227;o COTEC ou o “Health Cluster Portugal”, de modo a garantir a constante inova&amp;#231;&amp;#227;o em processos e produtos. Ou a procura de parcerias com clientes para o desenvolvimento de produtos espec&amp;#237;ficos como, por exemplo, os kits de desinfec&amp;#231;&amp;#227;o para viagens, em conformidade com as normas da avia&amp;#231;&amp;#227;o civil. Ou ainda o protocolo assinado com a Linha SA&amp;#218;DE24, ao abrigo do qual a AGA coloca em todos os produtos destinados &amp;#224; gripe A o log&amp;#243;tipo daquela linha, de modo a difundir a mensagem e o n&amp;#250;mero pela popula&amp;#231;&amp;#227;o consumidora. Entretanto, outra novidade AGA vai aparecer no mercado dentro de pouco tempo. A empresa vai complementar a sua “Na actualidade, com a declara&amp;#231;&amp;#227;o de pandemia da gripe A, foram mesmo os produtos do segmento SABA (Solu&amp;#231;&amp;#245;es Anti-S&amp;#233;pticas de Base Alco&amp;#243;lica) a provocar um acr&amp;#233;scimo exponencial de vendas e a satisfa&amp;#231;&amp;#227;o plena de um cada vez maior n&amp;#250;mero de clientes, comprovada com a repetida aquisi&amp;#231;&amp;#227;o dos mesmos.” Jorge Moctezuma presen&amp;#231;a no sector da cosm&amp;#233;tica com o lan&amp;#231;amento de linhas cosmec&amp;#234;uticas que, com uma base farmac&amp;#234;utica, entram na &amp;#225;rea cosm&amp;#233;tica, suprindo assim uma brecha existente no mercado. Outro exemplo que ilustra o pioneirismo da empresa: tamb&amp;#233;m aparecer&amp;#225; no mercado, dentro de pouco tempo, um produto inovador para cuidado e protec&amp;#231;&amp;#227;o labial. Quanto aos mercados, as apostas centram-se na manuten&amp;#231;&amp;#227;o da quota das vendas de &amp;#225;lcool e no incremento da oferta de produtos para os cuidados de pele. E, para muito breve, a aposta na internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o. AGA recebe certifica&amp;#231;&amp;#227;o PME Inova&amp;#231;&amp;#227;o A AGA foi certificada com o estatuto PME Inova&amp;#231;&amp;#227;o, no contexto do 3&amp;#186; Encontro PME Inova&amp;#231;&amp;#227;o da associa&amp;#231;&amp;#227;o empresarial COTEC, que teve lugar no Centro de Congressos do Estoril, em Dezembro passado. A distin&amp;#231;&amp;#227;o atribu&amp;#237;da tem como objectivo fundamental a promo&amp;#231;&amp;#227;o do reconhecimento p&amp;#250;blico de um grupo de PME que, pela sua atitude e actividade inovadoras, constituam exemplos de cria&amp;#231;&amp;#227;o de valor para o pa&amp;#237;s. &amp;#201; tamb&amp;#233;m objectivo dinamizar a coopera&amp;#231;&amp;#227;o entre a rede e os associados da COTEC, permitindo assim, aumentar a produtividade no sistema produtivo e a internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o das PME Inovadoras Certificadas. A Rede PME Inova&amp;#231;&amp;#227;o COTEC conta agora com 125 empresas num universo de 300.000 PME em Portugal. AGA &amp;#193;lcool e G&amp;#233;neros Alimentares, SA Rua Professor Henrique de Barros, 8 e 8 A 2685-338 Prior Velho Tel. +351 219 409 200 info@aga.pt www.aga.pt 30 // Janeiro 10 // Portugalglobal</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=31</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=31</link><title>Portugalglobal nº20 Page 31</title><description /><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=32</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=32</link><title>Portugalglobal nº20 Page 32</title><description>CALIF&amp;#211;RNIA O BAR&amp;#211;METRO DA ECONOMIA AMERICANA &amp;gt;POR MARIA JO&amp;#195;O BONIF&amp;#193;CIO, RESPONS&amp;#193;VEL PELA REPRESENTA&amp;#199;&amp;#195;O DA AICEP DE S&amp;#195;O FRANCISCO. Quando pensamos na Calif&amp;#243;rnia, uma s&amp;#233;rie de imagens preenchem o nosso imagin&amp;#225;rio: o maior e mais prestigiado centro da ind&amp;#250;stria cinematogr&amp;#225;fica no mundo, um constantemente renovado desfile de celebridades que gravitam &amp;#224; sua volta, praias famosas cheias de surfistas, locais onde passeiam durante todo o ano turistas vindos de todo o mundo, a cidade de Los Angeles, Silicon Valley e a alta tecnologia de ponta. No entanto, sem preju&amp;#237;zo dessas val&amp;#234;ncias, pode parecer surpreendente, mas tamb&amp;#233;m pode afirmar-se que a Calif&amp;#243;rnia, na verdade, &amp;#233; um Estado onde a actividade agr&amp;#237;cola tem uma enorme import&amp;#226;ncia.</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=33</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=33</link><title>Portugalglobal nº20 Page 33</title><description>MERCADO Com um PIB de 1,1 mil milh&amp;#245;es de euros em 2008, a Calif&amp;#243;rnia &amp;#233; uma das mais importantes alavancas da m&amp;#225;quina econ&amp;#243;mica norte-americana, tendo contribu&amp;#237;do, nesse ano, para cerca de 13 por cento do PIB dos EUA, o que corresponde a quase o dobro do que foi dado pelos outros grandes contribuidores, os Estados de Nova Iorque e do Texas (que contribuem com oito por cento cada). Um outro dado importante para uma boa compreens&amp;#227;o do peso que este Estado tem para a economia do pa&amp;#237;s, &amp;#233; o facto de, caso a Calif&amp;#243;rnia fosse um Estado independente e a sua economia fosse considerada como tal, estaria actualmente colocada entre as 10 maiores a n&amp;#237;vel mundial. A Calif&amp;#243;rnia regista o s&amp;#233;timo rendimento per capita mais elevado (cerca de 30.000 euros) de entre os Estados da Uni&amp;#227;o norte-americana, sendo apenas ultrapassada pelos Estados de Washington DC, Delaware, Connecticut, Nova Iorque, Massachusetts, Nova Jersey e Alasca. O Estado californiano assegura ainda 20 por cento da cria&amp;#231;&amp;#227;o de emprego nos EUA em sectores de alta tecnologia, tendo vindo a revelar uma grande din&amp;#226;mica em termos de registo de novas patentes, chamando a si a responsabilidade pelo registo de uma em cada quatro novas patentes em todo o pa&amp;#237;s. O ano de 1848 foi determinante para o futuro da Calif&amp;#243;rnia, uma vez que correspondeu n&amp;#227;o s&amp;#243; ao ano da sua ades&amp;#227;o &amp;#224; Uni&amp;#227;o (EUA), mas tamb&amp;#233;m ao da descoberta do ouro, facto que desencadeou um verdadeiro fen&amp;#243;meno de grande afluxo de popula&amp;#231;&amp;#227;o (a c&amp;#233;lese ao desenvolvimento impar&amp;#225;vel das ind&amp;#250;strias do entretenimento e do audiovisual. Posteriormente, e mais a norte, na regi&amp;#227;o da Bay Area, criou-se um cluster de empresas tecnol&amp;#243;gicas (o fen&amp;#243;meno de Silicon Valley) e da biotecnologia, em San Diego. Com o final dos anos 90 e a alvorada do novo s&amp;#233;culo, diversas crises abateram-se sobre o pr&amp;#243;spero Estado da Calif&amp;#243;rnia. A situa&amp;#231;&amp;#227;o agravou-se nos dois &amp;#250;ltimos anos com a eclos&amp;#227;o e o r&amp;#225;pido alastrar de uma profunda crise do sector financeiro &amp;#224; escala global, seguida de uma crise econ&amp;#243;mica de uma dimens&amp;#227;o sem precedentes tamb&amp;#233;m a n&amp;#237;vel mundial. Desde o Ver&amp;#227;o de 2007, assistiu-se ao arrastar dos Estados Unidos e do resto do mundo, para uma sucess&amp;#227;o de descalabros econ&amp;#243;micos e financeiros como o rebentamento da bolha tecnol&amp;#243;gica e, mais recentemente, a crise do sector imobili&amp;#225;rio. Para termos uma ideia da import&amp;#226;ncia e do peso da economia da Calif&amp;#243;rnia no contexto geral do pa&amp;#237;s e a n&amp;#237;vel mundial, importa referir que a chamada crise do subprime teve o seu in&amp;#237;cio neste Estado, tendo alastrado de seguida ao resto dos EUA e acabando, como sabemos, por ter profundos reflexos &amp;#224; escala mundial. H&amp;#225; ainda que ter em linha de conta que as consequ&amp;#234;ncias da actual crise t&amp;#234;m vindo a ser particularmente duras para a Calif&amp;#243;rnia que era at&amp;#233; aqui uma forte e robusta economia. No entanto, neste momento, tudo leva a crer que o Estado esteja a entrar numa franca recupera&amp;#231;&amp;#227;o, com as previs&amp;#245;es estaduais a apontarem para um aumento real do PIB &amp;#224; volta de 1,7 por cento, j&amp;#225; a partir de 2010, e de cerca de 2,9 por cento, em 2011. Muitos economistas de renome e grande credibilidade a n&amp;#237;vel mundial defendem que a recupera&amp;#231;&amp;#227;o dos EUA a n&amp;#237;vel nacional, mas com efeitos globais, ser&amp;#225; liderada pela Calif&amp;#243;rnia, esperando-se que o seu potencial e poder econ&amp;#243;mico possam impulsionar e ser mesmo determinantes para a t&amp;#227;o esperada estabiliza&amp;#231;&amp;#227;o dos mercados. Pela dimens&amp;#227;o da sua &amp;#225;rea territorial, a Calif&amp;#243;rnia &amp;#233; o terceiro maior Estado da “A Calif&amp;#243;rnia regista o s&amp;#233;timo rendimento per capita mais elevado (cerca de 30.000 euros) de entre os Estados da Uni&amp;#227;o norte-americana.” bre corrida ao ouro). Foi, no entanto, durante o s&amp;#233;culo XX que a Calif&amp;#243;rnia lan&amp;#231;ou as bases fundamentais do seu desenvolvimento, as quais assentaram no seu forte potencial agr&amp;#237;cola e, simultaneamente, numa aposta clara na diversifica&amp;#231;&amp;#227;o da sua economia. Na regi&amp;#227;o de Los Angeles surgiram ent&amp;#227;o as ind&amp;#250;strias da aeron&amp;#225;utica e de material militar. Em paralelo, assistiu- Maria Jo&amp;#227;o Bonif&amp;#225;cio Portugalglobal // Janeiro 10 // 33</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=34</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=34</link><title>Portugalglobal nº20 Page 34</title><description>MERCADO Uni&amp;#227;o, logo a seguir ao Texas e ao Alasca, com uma &amp;#225;rea superior &amp;#224; da Alemanha. Sob o ponto de vista demogr&amp;#225;fico, a Calif&amp;#243;rnia responde por 12 por cento da popula&amp;#231;&amp;#227;o dos EUA, sendo o Estado mais populoso do pa&amp;#237;s, com mais de 37 milh&amp;#245;es de habitantes e acolhendo uma fatia importante das maiores comunidades de emigrantes radicadas no pa&amp;#237;s, das quais se destacam a latinoamericana (36 por cento da popula&amp;#231;&amp;#227;o do estado) e a asi&amp;#225;tica (13 por cento). Com uma das mais altas taxas de emigra&amp;#231;&amp;#227;o (cerca de 27 por cento), este Estado revela ser um mercado extremamente rico e din&amp;#226;mico, dotado de grande potencial para uma grande variedade de produtos e servi&amp;#231;os. As diferentes comunidades coabitam, mantendo grande parte das suas identidades, tanto do ponto de vista cultural como da manuten&amp;#231;&amp;#227;o das tradi&amp;#231;&amp;#245;es, n&amp;#227;o obstante partilharem uma caracter&amp;#237;stica tipicamente californiana: o empreendedorismo. O Estado possui actualmente quatro das 20 maiores e mais populosas cidades dos EUA, designadamente, a grande &amp;#225;rea de Los Angeles (a 2&amp;#186; maior cidade do pa&amp;#237;s, com 13 milh&amp;#245;es de habitantes), San Diego (com 2,9 milh&amp;#245;es), San Jos&amp;#233; (com mais de 1,7 milh&amp;#245;es) e San Francisco (com 730 mil habitantes), pelo que constitui um mercado incontorn&amp;#225;vel a explorar e a ser contemplado nas estrat&amp;#233;gias de internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o das empresas. No que concerne &amp;#224; sua estrutura produtiva, a Calif&amp;#243;rnia destaca-se por ter uma produ&amp;#231;&amp;#227;o agr&amp;#237;cola muito variada, &amp;#231;&amp;#227;o de cereais, produtos hort&amp;#237;colas e frut&amp;#237;colas, uma vez que a Calif&amp;#243;rnia &amp;#233; tamb&amp;#233;m o principal produtor americano de leite, respondendo por 22 por cento do total da produ&amp;#231;&amp;#227;o americana. Relativamente ao sector secund&amp;#225;rio, s&amp;#227;o v&amp;#225;rias as ind&amp;#250;strias que impulsionam a economia californiana: t&amp;#234;xteis, biotecnologia, aeron&amp;#225;utica, electr&amp;#243;nica, audiovisual e tecnologias de informa&amp;#231;&amp;#227;o, entre outras. Cada sector marca profundamente a &amp;#225;rea onde exerce a sua influ&amp;#234;ncia, tanto na economia como no mercado de trabalho, podendo assim distinguir-se e delimitar-se claramente as zonas de influ&amp;#234;ncia de cada sector, divididos pelas tr&amp;#234;s grandes metr&amp;#243;poles estaduais - Bay Area, Greater Los Angeles e San Diego. Na zona da Baia de S&amp;#227;o Francisco (Bay Area), encontra-se localizada a regi&amp;#227;o de Sillicon Valley, uma das grandes refer&amp;#234;ncias a n&amp;#237;vel planet&amp;#225;rio, na cria&amp;#231;&amp;#227;o e no desenvolvimento das novas tecnologias, muitas institui&amp;#231;&amp;#245;es financeiras de refer&amp;#234;ncia (sedeadas na cidade de S. Francisco) e um p&amp;#243;lo industrial de relevo ao n&amp;#237;vel das industrias de biotecnologia e produtos manufacturados. A zona metropolitana conhecida por “Greater Los Angeles”, continua a ser uma localiza&amp;#231;&amp;#227;o incontorn&amp;#225;vel, n&amp;#227;o s&amp;#243; “A chamada crise do subprime teve o seu in&amp;#237;cio neste Estado, tendo alastrado de seguida ao resto dos EUA e acabando, como sabemos, por ter profundos reflexos &amp;#224; escala mundial.” assumindo a sexta posi&amp;#231;&amp;#227;o no ranking mundial de exportadores de produtos agr&amp;#237;colas. Com efeito, este Estado produz cerca de 50 por cento de toda a fruta e vegetais consumidos nos EUA, para al&amp;#233;m de ser o principal produtor de nozes, am&amp;#234;ndoas, azeitonas e pistachios, entre outros. &amp;#201; respons&amp;#225;vel ainda por 89 por cento da produ&amp;#231;&amp;#227;o vin&amp;#237;cola nos EUA e &amp;#233; o quarto maior produtor de vinho a n&amp;#237;vel mundial. Contudo, o valor e o potencial agr&amp;#237;cola e agro-pecu&amp;#225;rio deste Estado da federa&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#227;o se limita &amp;#224; sua produ- 34 // Janeiro 10 // Portugalglobal</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=35</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=35</link><title>Portugalglobal nº20 Page 35</title><description>MERCADO por albergar as principais estruturas ligadas &amp;#224; ind&amp;#250;stria do entretenimento, mas tamb&amp;#233;m pelo facto de nela estarem instaladas importantes unidades fabris ligadas &amp;#224; industria de armamento e &amp;#224; industria aeroespacial. J&amp;#225; San Diego &amp;#233; cada vez mais um &amp;#237;cone da biotecnologia. No que concerne aos servi&amp;#231;os financeiros, importa aqui deixar o registo de que eles s&amp;#227;o respons&amp;#225;veis por uma grande fatia dos empregos criados, sendo que a sua import&amp;#226;ncia &amp;#233; mais relevante na zona da Bay &amp;#193;rea e em Los Angeles. S&amp;#227;o v&amp;#225;rias as institui&amp;#231;&amp;#245;es financeiras que t&amp;#234;m a sua sede social em San Francisco, como por exemplo, os bancos Well Fargo, Union Bank of Calif&amp;#243;rnia, Charles Schwab e o Bank of the West (para s&amp;#243; citarmos algumas). De referir ainda a presen&amp;#231;a de uma sucursal da Reserva Federal (Fed) em San Francisco e da forte implanta&amp;#231;&amp;#227;o de institui&amp;#231;&amp;#245;es, como por exemplo, o Bank of America, JP Morgan Chase e CitiBank, que operam na Calif&amp;#243;rnia, atrav&amp;#233;s de grandes e bem localizadas redes de ag&amp;#234;ncias. O com&amp;#233;rcio externo da Calif&amp;#243;rnia representa aproximadamente um quarto da economia do Estado. Em 2008, as trocas comerciais totalizaram cerca de 420 mil milh&amp;#245;es de euros, um aumento de 2 por cento, face ao ano anterior. A Calif&amp;#243;rnia tem presentemente uma balan&amp;#231;a comercial altamente deficit&amp;#225;ria, importando duas vezes e meia mais do que exporta, n&amp;#227;o obstante o facto de, em 2008, as vendas ao exterior tenham evidenciado uma tend&amp;#234;ncia de crescimento mais acentuada do que as importa&amp;#231;&amp;#245;es (as exporta&amp;#231;&amp;#245;es registaram um aumento de 6,92 por cento face ao ano anterior e as compras um acr&amp;#233;scimo de 0,31 por cento). Sendo o principal receptor de investimento estrangeiro nos EUA, nomeadamente de investimentos provenientes de v&amp;#225;rios pa&amp;#237;ses asi&amp;#225;ticos, do Reino Unido e da Alemanha, a Calif&amp;#243;rnia chama ainda a si uma quota-parte de responsabilidade, no que respeita a novas iniciativas e a projectos de capital de risco, que atingem presentemente 46 por cento do mercado nacional. Uma das grandes vantagens comparativas da Calif&amp;#243;rnia &amp;#233; sem d&amp;#250;vida o facto de possuir a maior concentra&amp;#231;&amp;#227;o de Na zona da Baia de S&amp;#227;o Francisco (Bay Area), encontra-se localizada a regi&amp;#227;o de Sillicon Valley, uma das grandes refer&amp;#234;ncias a n&amp;#237;vel planet&amp;#225;rio, na cria&amp;#231;&amp;#227;o e no desenvolvimento das novas tecnologias actividades econ&amp;#243;micas e empresariais, baseadas na inova&amp;#231;&amp;#227;o, na criatividade, no conhecimento e na tecnologia, acolhendo tamb&amp;#233;m as &amp;#225;reas metropolitanas mais din&amp;#226;micas do pa&amp;#237;s e geradoras de riqueza (com particular destaque para as tecnologias de ponta e para os servi&amp;#231;os). Com efeito, algumas &amp;#225;reas conhecidas do Estado registam, presentemente, taxas muito elevadas de crescimento, o que se explica pelo constante esfor&amp;#231;o de inova&amp;#231;&amp;#227;o e de aperfei&amp;#231;oamento, assegurado pelas empresas nas suas respectivas &amp;#225;reas de especializa&amp;#231;&amp;#227;o de que s&amp;#227;o exemplo Sillicon Valley e San Diego (tecnologias de informa&amp;#231;&amp;#227;o e biotecnologia), os Grandes Vales Centrais (agricultura), Hollywood (ind&amp;#250;stria cinematogr&amp;#225;fica) e os vales de Napa e de Sonoma (ind&amp;#250;stria vitivin&amp;#237;cola). Portugalglobal // Janeiro 10 // 35</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=36</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=36</link><title>Portugalglobal nº20 Page 36</title><description>MERCADO O Estado da Calif&amp;#243;rnia &amp;#233; ainda um p&amp;#243;lo acad&amp;#233;mico de refer&amp;#234;ncia a n&amp;#237;vel mundial ao reunir cerca de 250 institui&amp;#231;&amp;#245;es de ensino superior. Entre elas, est&amp;#227;o quatro das mais prestigiadas Universidades a n&amp;#237;vel internacional (Berkeley, UCLA, Universidade de San Diego e Stanford), o que lhe permite ter um dos mais valiosos tecidos empresariais e uma for&amp;#231;a de trabalho altamente qualificada e din&amp;#226;mica. Trata-se assim de um mercado com caracter&amp;#237;sticas que podem ser consideradas &amp;#250;nicas a n&amp;#237;vel mundial, onde a diversidade &amp;#233; claramente um pontochave a favor do carisma e do sucesso deste Estado. Esta mesma diversidade cria tamb&amp;#233;m condi&amp;#231;&amp;#245;es privilegiadas para a coloca&amp;#231;&amp;#227;o dos mais variados produtos e para poss&amp;#237;veis investimentos nas mais variadas &amp;#225;reas. A Calif&amp;#243;rnia n&amp;#227;o deve, portanto, ser vista apenas como mais um Estado na imensid&amp;#227;o dos EUA, mas sim como um espa&amp;#231;o privilegiado que deve merecer a aten&amp;#231;&amp;#227;o das nossas empresas, tenham elas motiva&amp;#231;&amp;#245;es de natureza comercial ou de investimento. CALIF&amp;#211;RNIA - AN&amp;#193;LISE SWOT Pontos fortes • Grande concentra&amp;#231;&amp;#227;o de actividades econ&amp;#243;micas e empresariais baseadas na inova&amp;#231;&amp;#227;o, criatividade, conhecimento e tecnologia; • Estado com maior peso no PIB dos EUA (13 por cento); • Importante mercado interno (estado com popula&amp;#231;&amp;#227;o), com elevado poder de compra; • M&amp;#227;o-de-obra altamente qualificada; • Principal receptor de investimento estrangeiro nos EUA. Oportunidades • Importantes clusters localizados nos Estados da Costa Oeste dos EUA, em particular no sul da Calif&amp;#243;rnia, em Sillicon Valley. As &amp;#225;reas de oportunidade incluem network software, tecnologias sem fios, tecnologias para os sectores das energias alternativas, distribui&amp;#231;&amp;#227;o, sa&amp;#250;de, distribui&amp;#231;&amp;#227;o de &amp;#225;gua, armazenamento de dados, CRM e bioinform&amp;#225;tica. No hardware: m&amp;#225;quinas para processamento de dados e v&amp;#237;deos. • Na biotecnologia, as oportunidades incluem terapias anticorpos para o cancro, gen&amp;#243;mica, terapia gen&amp;#233;tica e testes de ADN. • Nas energias alternativas, a Calif&amp;#243;rnia &amp;#233; pioneira no sector. Em 2003, a Comiss&amp;#227;o de Energia estabeleceu que, em 2020, pelo menos 33 por cento da energia consumida na Calif&amp;#243;rnia ter&amp;#225; de ser proveniente de energias alternativas. Pontos fracos • Elevada taxa de desemprego; • Sistema de finan&amp;#231;as p&amp;#250;blicas d&amp;#233;bil; • Aus&amp;#234;ncia de imagem de Portugal enquanto produtor de produtos de tecnologia; • Desconhecimento dos produtos portugueses; • Presen&amp;#231;a de empresas portuguesas no mercado sem express&amp;#227;o. Amea&amp;#231;as • Forte concorr&amp;#234;ncia dos mercados asi&amp;#225;ticos, do M&amp;#233;xico e do Canad&amp;#225;; • Na actualidade, fraca confian&amp;#231;a dos consumidores; • Incapacidade do Estado em combater o d&amp;#233;fice, condicionando a capacidade de recupera&amp;#231;&amp;#227;o da economia; • Incerteza e risco relacionados com a dura&amp;#231;&amp;#227;o e grau da recess&amp;#227;o. Representa&amp;#231;&amp;#227;o da AICEP em S. Francisco Aicep Business Development Agency 185 Berry Street, Suite 5511 San Francisco, CA 94107-1739 Tel.: +1 415-391-7080 Fax: +1 415-615-0098 aicep.s.francisco@portugalglobal.pt 36 // Janeiro 10 // Portugalglobal</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=37</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=37</link><title>Portugalglobal nº20 Page 37</title><description>MERCADO H&amp;#201;LDER ANTUNES PORTUGU&amp;#202;S FAZ PONTE COM SILLICON VALLEY O exemplo de H&amp;#233;lder Antunes foge ao estere&amp;#243;tipo do emigrante bem sucedido mas encaixa na perfei&amp;#231;&amp;#227;o do portugu&amp;#234;s de sucesso da era global. H&amp;#233;lder Antunes foi para os Estados Unidos com onze anos e l&amp;#225; se fixou at&amp;#233; hoje. Em Sillicon Valley, a Meca da investiga&amp;#231;&amp;#227;o em novas tecnologias, passou por v&amp;#225;rias empresas pioneiras, todas ligadas &amp;#224; vanguarda do sector: Grid Systems (primeiros laptops), Computer Associates (primeira aplica&amp;#231;&amp;#227;o de Program Management), Netmanage (primeira rede para o desktop PC) e finalmente a Cisco, onde chegou em 1998. Na altura, era respons&amp;#225;vel por uma equipa de oito engenheiros. Neste momento, s&amp;#227;o mais de 150, espalhados por v&amp;#225;rios centros de desenvolvimento &amp;#224; escala planet&amp;#225;ria – S&amp;#227;o Jos&amp;#233;, Carolina do Norte, Oeiras ou Bangalore, na &amp;#205;ndia, s&amp;#227;o algumas destas antenas da Cisco. nes e Armando Pereira que visa estabelecer parcerias com empreendedores portugueses, apoiando pessoas e ideias na &amp;#225;rea do software, hardware, semicondutores, servi&amp;#231;os, tecnologias limpas e ci&amp;#234;ncias dos materiais. Opera no ecossistema de Sillicon Valley com acesso directo a universidades, empres&amp;#225;rios e institui&amp;#231;&amp;#245;es que organizam eventos destinados a incentivar o com&amp;#233;rcio global e a promover uma discuss&amp;#227;o constante sobre o mercado global. Na sua opini&amp;#227;o, “existem alguns portugueses em posi&amp;#231;&amp;#245;es de destaque em companhias prestigiadas de Sillicon Valley, mas n&amp;#227;o em n&amp;#250;mero suficiente; &amp;#233; preciso uma estrat&amp;#233;gia portuguesa, comandada ao mais alto n&amp;#237;vel, utilizando esses contactos, para fazer a ponte entre Portugal e Sillicon Valley, onde tem origem a maior parte do capital de risco a n&amp;#237;vel mundial e um centro que congrega algumas das melhores empresas com ambi&amp;#231;&amp;#245;es a n&amp;#237;vel global”. Por essa raz&amp;#227;o, em conjunto com outro portugu&amp;#234;s, Armando Pereira, tamb&amp;#233;m radicado nos EUA h&amp;#225; longo tempo, fundou a Pereira Ventures. A estrat&amp;#233;gia est&amp;#225; definida: fazer a ponte entre Sillicon Valley e o nosso pa&amp;#237;s, fazendo com que a inova&amp;#231;&amp;#227;o made in Portugal possa aceder ao capital de risco e ao mercado global atrav&amp;#233;s do centro californiano. No seu entender a vis&amp;#227;o do neg&amp;#243;cio &amp;#233; muito simples, “seguir o modelo israelita e facilitar o acesso das ideias inovadoras portuguesas ao centro mundial de inova&amp;#231;&amp;#227;o e investimentos”. A experi&amp;#234;ncia da Pereira Ventures na inova&amp;#231;&amp;#227;o, gest&amp;#227;o de equipas atrav&amp;#233;s do mundo e na estrat&amp;#233;gia de entrada nos merca- No seu conjunto, a equipa de H&amp;#233;lder Antunes contribui com 1,4 mil milh&amp;#245;es de euros para o bottom line da Cisco. Al&amp;#233;m das fun&amp;#231;&amp;#245;es na Cisco, H&amp;#233;lder Antunes colabora activamente com o Governo portugu&amp;#234;s atrav&amp;#233;s do programa INOV Contacto e continua a defender o refor&amp;#231;o da comunidade cient&amp;#237;fica portuguesa e de lobby em Sillicon Valley. S&amp;#243; neste m&amp;#234;s de Janeiro, mais 17 jovens iniciaram o seu est&amp;#225;gio na Cisco. dos para produtos high-tech permite-lhe, segundo H&amp;#233;lder Antunes, “oferecer os ingredientes necess&amp;#225;rios para projectar uma empresa portuguesa do mercado global e, simultaneamente, organiz&amp;#225;-la para ter acesso ao capital e &amp;#224;s oportunidades de neg&amp;#243;cio. No fundo, transformar boas ideias em grandes empresas”. Pereira Ventures Tel.: +1 408 705 9563 helder@pereira-ventures.com www.pereira-ventures.com Pereira Ventures A Pereira Ventures &amp;#233; uma consultora portuguesa fundada por H&amp;#233;lder Antu- Portugalglobal // Janeiro 10 // 37</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=38</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=38</link><title>Portugalglobal nº20 Page 38</title><description>MERCADO OUTSYSTEMS AGILE PLATFORM SEDUZ CALIFORNIANOS As empresas da Calif&amp;#243;rnia usam a Agile Platform, concebida pela Outsystems, para integrar, desenvolver, implementar, gerir e adaptar aplica&amp;#231;&amp;#245;es Web e novos processos ao neg&amp;#243;cio, acrescentando-lhe valor em semanas em vez de demorar meses ou anos. &amp;#192; semelhan&amp;#231;a de muitas empresas um pouco por todo o mundo. inovador portal de viagens www.fly.com. Neste Estado americano, o crescimento est&amp;#225; focado na cria&amp;#231;&amp;#227;o de uma forte rede de parcerias com empresas locais, onde constam a UST Global e a SF Data, que j&amp;#225; usam a Agile Platform com clientes pertencentes &amp;#224; lista Fortune 500. O mercado americano &amp;#233; encarado pela Outsystems como vital. Porque nele existe um elevado n&amp;#250;mero de empresas empenhadas em inovar que procuram novas t&amp;#233;cnicas e tecnologias para reduzir riscos e porque apostam na &amp;#225;rea das TI para suportar de uma forma eficaz as necessidades dos seus neg&amp;#243;cios. A Outsystems &amp;#233; uma empresa cem por cento portuguesa fundada em 2001. Na actualidade, a sua Agile Platform &amp;#233; utilizada por equipas da &amp;#225;rea das TI (tecnologias de informa&amp;#231;&amp;#227;o) &amp;#224; escala planet&amp;#225;ria. &amp;#201; uma plataforma integrada, que suporta a gest&amp;#227;o dos ciclos de desenvolvimento das aplica&amp;#231;&amp;#245;es e dos processos de neg&amp;#243;cio, num ambiente &amp;#250;nico, permitindo a automatiza&amp;#231;&amp;#227;o de processos e a cria&amp;#231;&amp;#227;o de solu&amp;#231;&amp;#245;es flex&amp;#237;- veis, constru&amp;#237;das para se adaptarem &amp;#224;s condi&amp;#231;&amp;#245;es do neg&amp;#243;cio. Globalmente, a Agile Platform &amp;#233; usada por mais de 128 organiza&amp;#231;&amp;#245;es em m&amp;#250;ltiplas ind&amp;#250;strias como a banca, telecomunica&amp;#231;&amp;#245;es, sa&amp;#250;de, grande consumo, governo e utilities. Na Calif&amp;#243;rnia, a Outsystems conta com clientes como a Travelzoo e a XDx que usam a plataforma para criar aplica&amp;#231;&amp;#245;es cr&amp;#237;ticas para o neg&amp;#243;cio como o Outsystems Inc. 2603 Camino Ramino, suite 200 San Ramon, CA 94583 USA Contacto: Steve Shaw Tel.: +1 925 242 2512 info@outsystems.com www.outsystems.com Factos relevantes na vida da Outsystems • 128 clientes em 16 ind&amp;#250;strias; • 51 parceiros de implementa&amp;#231;&amp;#227;o; • 6.185 Instala&amp;#231;&amp;#245;es da Agile Platform em todo o mundo; • V&amp;#225;rias solu&amp;#231;&amp;#245;es desenvolvidas como, por exemplo, Sistemas CRM e Portais de Empregados em workflows empresariais; • Vencedora do pr&amp;#233;mio CODiE Awards 2009, Melhor Solu&amp;#231;&amp;#227;o de Desenvolvimento de Software; • Vencedora do pr&amp;#233;mio Jolt Awards 2009, Ferramentas de Produtividade Empresarial; • Denominada “Companhia mais Vision&amp;#225;ria” no “Magic Quadrant for Application Infrastructure for SOA Composite Application Projectos” da Gartner; • Parceiro certificado SAP NetWeaver para integra&amp;#231;&amp;#227;o comSAP ERP Release 6.0; • 35 componentes de integra&amp;#231;&amp;#227;o pr&amp;#233;-constru&amp;#237;dos incluindo conectores para SAP, Salesforce.com e LDAP; • 1.752 membros activos da comunidade Outsystems que usam a Agile Network para treino e certifica&amp;#231;&amp;#227;o, gest&amp;#227;o de projectos e partilha de conhecimento; • 566 profissionais certificados; • 11 vers&amp;#245;es e 528 updates para a Agile Platform desde a primeira release em 2001; • Cerca de 99 por cento de conformidade dos n&amp;#237;veis de servi&amp;#231;o do suporte t&amp;#233;cnico. 38 // Janeiro 10 // Portugalglobal</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=39</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=39</link><title>Portugalglobal nº20 Page 39</title><description>MERCADO CALIF&amp;#211;RNIA ADOPTA ROLHA DE CORTI&amp;#199;A O programa de reciclagem Recork America &amp;#233; patrocinado pelo grupo Amorim, o maior produtor mundial de rolhas de corti&amp;#231;a e pelas suas participadas americanas, a Portcork America e a Amorim Cork America. A Calif&amp;#243;rnia na vanguarda da defesa da rolha de corti&amp;#231;a. Presente na Calif&amp;#243;rnia desde 1989, o grupo Amorim n&amp;#227;o p&amp;#225;ra na defesa intransigente da rolha de corti&amp;#231;a. Agora, a aposta do grupo passa pela sensibiliza&amp;#231;&amp;#227;o dos grandes produtores e cadeias de restaurantes na Calif&amp;#243;rnia para uma recolha criteriosa das rolhas j&amp;#225; usadas para posteriores utiliza&amp;#231;&amp;#245;es. Consegue imaginar o n&amp;#250;mero de garrafas de vinho abertas num s&amp;#243; dia em Napa Valley, uma das regi&amp;#245;es vin&amp;#237;colas mais importantes do mundo? A estrat&amp;#233;gia conta com isso e tamb&amp;#233;m com a crescente ades&amp;#227;o da opini&amp;#227;o p&amp;#250;blica deste Estado americano &amp;#224;s quest&amp;#245;es relacionadas com a defesa do meio ambiente. Na pr&amp;#225;tica, e ao contr&amp;#225;rio das tampas de rosca em metal ou sint&amp;#233;ticas, a corti&amp;#231;a natural &amp;#233; ideal para ser reutilizada, por ser facilmente reciclada. Para Roger Archey, respons&amp;#225;vel do projecto Recork America, “as rolhas s&amp;#227;o um produto renov&amp;#225;vel e natural e continuam a s&amp;#234;-lo depois de deixarem a garrafa de vinho”. De Portugal, a Amorim envia sacos preparados para a recolha das rolhas utilizadas – cada um pode conter at&amp;#233; 5.000 – e, segundo Archey, “esperamos atrair muitos clientes verdes, conscientes da import&amp;#226;ncia de projectos da gera&amp;#231;&amp;#227;o biomassa, das vantagens dos revestimentos em corti&amp;#231;a, da sua aplica&amp;#231;&amp;#227;o na ind&amp;#250;stria autom&amp;#243;vel ou at&amp;#233; mesmo em vestu&amp;#225;rio cient&amp;#237;fico”. A cadeia “Wine Spectator Restaurant”, a grande empresa vin&amp;#237;cola Signorello, em Napa, o “The Culinary Institute of America” ou a cadeia de supermercados “Whole Foods” s&amp;#227;o alguns dos aderentes a este programa. Ainda no &amp;#226;mbito deste programa e em parceria com as caves Cuvaison – l&amp;#237;der mundial na produ&amp;#231;&amp;#227;o sustent&amp;#225;vel de vinhos – o projecto Recork fez plantar, recentemente, cerca de 1.000 sobreiros em habitats amea&amp;#231;ados em Portugal. Durante o per&amp;#237;odo da planta&amp;#231;&amp;#227;o, a Recork apelou aos consumidores para reciclarem as rolhas em 26 feiras de “Whole Foods” no norte da Calif&amp;#243;rnia. As caves Cuvaison fazem parte da Alian&amp;#231;a para a Produ&amp;#231;&amp;#227;o Sustent&amp;#225;vel de Vinhos da Calif&amp;#243;rnia, s&amp;#227;o membro fundador do Programa Verde de Napa Valley e possuem certificado de actividade verde. Para o seu presidente, “as nossas rela&amp;#231;&amp;#245;es com a Recork inserem-se no nosso esfor&amp;#231;o de tornar a actividade da Cuvaison t&amp;#227;o sustent&amp;#225;vel quanto poss&amp;#237;vel; a planta&amp;#231;&amp;#227;o de sobreiros traz benef&amp;#237;cios ambientais palp&amp;#225;veis e ensina as pessoas – dentro e fora do nosso sector – sobre a import&amp;#226;ncia do papel que os montados e as rolhas de corti&amp;#231;a desempenham no ecossistema”. Amorim 2557 Napa Valley Corporate Drive Napa, CA 94558 Tel.: +1 707 224 6000 Info.acam@amorim.com www.amorimca.com Portcork America 560 Technology Way, Napa, CA 94558 Tel.: +1 707 695 9700 www.portcork.com Portugalglobal // Janeiro 10 // 39</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=40</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=40</link><title>Portugalglobal nº20 Page 40</title><description>OPINI&amp;#195;O SISAB FAZ 15 ANOS &amp;gt;POR CARLOS MORAIS, CEO DO SISAB O SISAB &amp;#233; j&amp;#225; a maior feira de marcas e produtos portugueses do sector de bebidas, pescado e agro-alimentar para a exporta&amp;#231;&amp;#227;o. Se a exporta&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; hoje tida como estrat&amp;#233;gica e a mais importante sa&amp;#237;da para o crescimento econ&amp;#243;mico do pa&amp;#237;s, ent&amp;#227;o este &amp;#233;, sem d&amp;#250;vida, o evento que a promove decisivamente no sector das bebidas e agro-alimentar. Foi no ano de 1995 que teve lugar a primeira edi&amp;#231;&amp;#227;o do evento que se viria a tornar a maior feira vocacionada para o estrangeiro exclusivamente para marcas e produtos portugueses de um sector estrat&amp;#233;gico para a economia nacional, com uma larga tradi&amp;#231;&amp;#227;o de exporta&amp;#231;&amp;#227;o atrav&amp;#233;s dos vinhos, e em particular do vinho do porto e que foi alargando o seu leque de sectores desde os azeites &amp;#224;s conservas, ao pescado, lactic&amp;#237;nios e do&amp;#231;aria, entre muitos outros. Mais recentemente, outros sectores, que pela sua pr&amp;#243;pria natureza gravitam &amp;#224; volta do agro-alimentar manifestaram vontade de integrar o universo SISAB e, por isso, a organiza&amp;#231;&amp;#227;o decidiu abrir novas portas para estes produtos complementares, que s&amp;#227;o tamb&amp;#233;m de grande import&amp;#226;ncia para o sector nomeadamente para a hotelaria e a restaura&amp;#231;&amp;#227;o. Surgiram assim no SISAB novos sectores como as cutelarias e utens&amp;#237;lios de cozinha, m&amp;#233;nage e limpeza que acabaram por vir igualmente enriquecer e complementar a grande fileira dos produtos alimentares que s&amp;#227;o a base do sucesso do SISAB. Uma hist&amp;#243;ria de crescimento O crescimento do evento nos primeiros sete anos foi lento, mas fez-se de forma consolidada junto de uma base est&amp;#225;vel de agentes econ&amp;#243;micos l&amp;#237;deres nos sectores tradicionais onde as exporta&amp;#231;&amp;#245;es portuguesas se alicer&amp;#231;avam. Nos cinco 40 // Janeiro 10 // Portugalglobal</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=41</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=41</link><title>Portugalglobal nº20 Page 41</title><description>OPINI&amp;#195;O anos subsequentes, o SISAB abriu as suas portas aos mercados africanos de l&amp;#237;ngua portuguesa e ao Brasil, duplicando ent&amp;#227;o o n&amp;#250;mero de empresas expositoras para uma fasquia pr&amp;#243;xima das 170. Nos dois &amp;#250;ltimos anos, 2008 e 2009, o SISAB teve um crescimento superior a 100 por cento, chegando a cerca de 400 empresas expositoras e mais de mil compradores internacionais oriundos de 80 pa&amp;#237;ses, representando 24 idiomas e l&amp;#237;nguas faladas no mesmo espa&amp;#231;o. Para 2010 est&amp;#225; garantido um crescimento de agentes econ&amp;#243;micos internacionais, particularmente atrav&amp;#233;s de uma maior qualidade de todos eles, bem como de um alargamento da base de pa&amp;#237;ses participantes, abrindo-se &amp;#225;reas fundamentais como os pa&amp;#237;ses n&amp;#243;rdicos, Europa central e a grande maioria dos pa&amp;#237;ses africanos e Am&amp;#233;rica. De registar que cerca de 54 por cento de todos os participantes internacionais n&amp;#227;o s&amp;#243; n&amp;#227;o falam portugu&amp;#234;s, como ainda n&amp;#227;o compram produtos portugueses deste sector. Tamb&amp;#233;m est&amp;#225; garantida a presen&amp;#231;a das 50 maiores cadeias de supermercados internacionais vindas da B&amp;#233;lgica, Luxemburgo, Fran&amp;#231;a, Reino Unido, Noruega, Finl&amp;#226;ndia, Dinamarca, R&amp;#250;ssia, Eslov&amp;#225;quia, Eslov&amp;#233;nia, Angola, Brasil, Estados Unidos e Canad&amp;#225;, entre muitas outras, o que representa um salto qualitativo na diversidade, dimens&amp;#227;o e capacidade de compra dos agentes econ&amp;#243;micos internacionais que est&amp;#227;o presentes no SISAB 2010. De registar ainda a presen&amp;#231;a dos monop&amp;#243;lios estatais importadores de vinhos crescente abertura do SISAB a novas economias como, por exemplo, Marrocos, L&amp;#237;bia, Arg&amp;#233;lia, Egipto, Malta, M&amp;#233;xico, Peru, Israel, Qu&amp;#233;nia, China, Singapura e Austr&amp;#225;lia, para al&amp;#233;m de muitos outros que habitualmente participam. Uma feira vocacionada para a exporta&amp;#231;&amp;#227;o Na pr&amp;#243;xima edi&amp;#231;&amp;#227;o assinalam-se 15 anos de exist&amp;#234;ncia de uma feira que desde o seu primeiro momento se orientou para a exporta&amp;#231;&amp;#227;o, &amp;#225;rea onde desde sempre nos especializamos e, por consequ&amp;#234;ncia, nos torn&amp;#225;mos l&amp;#237;deres, capazes de anualmente identificar os mais importantes agentes econ&amp;#243;micos internacionais e de os sensibilizar para que todos os anos venham a Portugal a fim de entrar em contacto com uma diversidade crescente de empresas e de produtos exclusivamente portugueses que v&amp;#227;o satisfazendo este mercado com uma qualidade acrescida dos mesmos, acompanhada de uma melhoria qualitativa em r&amp;#243;tulos, embalagens e marketing. 2010 ser&amp;#225;, assim, um ano de consolida&amp;#231;&amp;#227;o de um sucesso planeado e alicer&amp;#231;ado num trajecto lento nos seus primeiros anos, mas suficientemente s&amp;#243;lido e arrojado e que granjeou por parte das principais entidades oficiais e privadas permanentes elogios face ao trajecto definido com objectivos sempre assumidos e mantidos. Recorde-se ainda que foi a partir de 2009 que o SISAB passou a contar com o Alto Patroc&amp;#237;nio de Sua Excel&amp;#234;ncia o Presidente da Rep&amp;#250;blica, que distinguiu o trabalho da organiza&amp;#231;&amp;#227;o como pioneiro e estrat&amp;#233;gico. Este est&amp;#237;mulo foi muito importante para a organiza&amp;#231;&amp;#227;o do SISAB que, desde a primeira hora, visou sempre objectivos de real import&amp;#226;ncia para o pa&amp;#237;s, enfrentando as mais diversas dificuldades para assegurar a crescente presen&amp;#231;a de um n&amp;#250;mero cada vez maior de agentes econ&amp;#243;micos internacionais mesmo num ano de fraco dinamismo das economias estrangeiras, o que, sem d&amp;#250;vida, representa um investimento muito importante no alargamento da base de participantes no evento. cmorais@sisab.org www.sisab.org Responder aos desafios O desafio posto &amp;#224; organiza&amp;#231;&amp;#227;o para a pr&amp;#243;xima edi&amp;#231;&amp;#227;o de 2010 &amp;#233; o de superar todas as fasquias at&amp;#233; hoje alcan&amp;#231;adas num evento de permanente sucesso. Com orgulho podemos dizer que, a menos de um m&amp;#234;s da realiza&amp;#231;&amp;#227;o da feira (de 22 a 24 de Fevereiro), os objectivos est&amp;#227;o superados e consolidados. Por um lado, garante-se que 99 por cento das empresas expositoras dos anos anteriores j&amp;#225; confirmaram a sua presen&amp;#231;a no SISAB 2010; em segundo lugar, assegura-se que 100 por cento das maiores empresas do sector que estiveram presentes em anos anteriores confirmaram j&amp;#225; a sua presen&amp;#231;a. Est&amp;#225; garantido igualmente um alargamento da bas</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=42</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=42</link><title>Portugalglobal nº20 Page 42</title><description>PARA AL&amp;#201;M DOS NEG&amp;#211;CIOS “QUANDO ALGU&amp;#201;M EST&amp;#193; FARTO DE LONDRES EST&amp;#193; FARTO DA VIDA, POIS LONDRES TEM TUDO QUE A VIDA PODE QUERER” DR. SAMUEL JOHNSON Sugerir actividades de lazer em Londres &amp;#233; mais dif&amp;#237;cil do que parece pois, como disse o famoso escritor Dr. Johnson, a cidade oferece solu&amp;#231;&amp;#245;es para todos os gostos e carteiras. Assim, estas linhas limitar-se-&amp;#227;o a algumas propostas gen&amp;#233;ricas, sabendo que muito ficar&amp;#225; por dizer. Londres &amp;#233; um bom exemplo da import&amp;#226;ncia econ&amp;#243;mica da cultura, pois muitas s&amp;#227;o as pessoas que v&amp;#234;m todos os anos assistir &amp;#224;s exposi&amp;#231;&amp;#245;es tempor&amp;#225;rias de pintura da National Gallery, da Tate Modern e da Tate Britain ou da Royal Academy of Arts, para as quais &amp;#233; poss&amp;#237;vel arranjar bilhetes no pr&amp;#243;prio dia mas &amp;#233; muito aconselh&amp;#225;vel marcar (pela Internet) com anteced&amp;#234;ncia. Mas mesmo que n&amp;#227;o consiga bilhetes para as exposi&amp;#231;&amp;#245;es tempor&amp;#225;rias, poder&amp;#225; sempre visitar as exposi&amp;#231;&amp;#245;es permanentes que s&amp;#227;o gratuitas. Ainda no intermin&amp;#225;vel mundo dos museus de Londres, n&amp;#227;o deixe de ver o Victoria &amp;amp; Albert Museum, o Museu de Cera ou o Museu da Ci&amp;#234;ncia, para referir apenas os mais conhecidos. Se n&amp;#227;o quiser passar um dia nos museus, e se o tempo permitir, poder&amp;#225; passear por um dos muitos Parques Reais da cidade, nomeadamente Hyde Park, Regent Park, Green Park ou St. James Park onde ver&amp;#225; muitos londrinos a almo&amp;#231;arem ao sol, a passearem ou a jogar toda a sorte de jogos. E no domingo, n&amp;#227;o deixe de ir ouvir as mais variadas propostas ou posi&amp;#231;&amp;#245;es pol&amp;#237;ticas no Speaker’s Corner de Hyde Park, onde qualquer um pode discursar sobre qualquer tema perante uma audi&amp;#234;ncia por vezes divertida, por vezes indignada, mas nunca indiferente. Se a sua visita acontecer no Ver&amp;#227;o, poder&amp;#225; assistir a um dos muitos concertos dos BBC Proms. Estes concertos, que acontecem todos os dias entre Junho e Setembro desde h&amp;#225; 116 anos no Royal Albert Hall, s&amp;#227;o uma mistura de cl&amp;#225;ssico e menos cl&amp;#225;ssico e normalmente est&amp;#227;o esgotados. No ver&amp;#227;o de 2010, n&amp;#227;o deixe de ver o programa do City of London Festival, que este ano &amp;#233; dedicado &amp;#224; l&amp;#237;ngua portuguesa e onde poder&amp;#225; assistir a concertos de orquestras portuguesas e de m&amp;#250;sicos portugueses na City de Londres. E, tal como acontece com as exposi&amp;#231;&amp;#245;es, &amp;#233; poss&amp;#237;vel comprar bilhetes para os Proms ou para o London City Festival pela Internet com anteced&amp;#234;ncia. No resto do ano, h&amp;#225; uma enorme variedade de concertos pela cidade, alguns com grande procura e caros, enquanto outros s&amp;#227;o gratuitos. Caso prefira ir ao teatro, as escolhas s&amp;#227;o, tamb&amp;#233;m elas, quase intermin&amp;#225;veis. Desde os famosos musicais, at&amp;#233; pe&amp;#231;as mais complexas e s&amp;#233;rias, ou os intemporais cl&amp;#225;ssicos de Shakespeare. Para al&amp;#233;m da qualidade dos textos e da beleza das encena&amp;#231;&amp;#245;es, h&amp;#225; a quase certeza de se ver em palco actores e actrizes que conhecemos do cinema, como Keira Knightley, Kevin Spacey ou Richard Dreyfuss. Como todas as produ&amp;#231;&amp;#245;es de qualidade, os bilhetes esgotam-se com rapidez, pelo que devemos marc&amp;#225;-los com anteced&amp;#234;ncia. Nenhum texto sobre Londres ficaria completo se n&amp;#227;o mencionasse as compras. Desde os grandes armaz&amp;#233;ns como o Selfridges ou o Harrods onde h&amp;#225; quase tudo, at&amp;#233; &amp;#224;s lojas que se especializam nas mais particulares necessidades humanas, Londres tudo tem. REDE AICEP PORTUGAL GLOBAL Centro de Neg&amp;#243;cios do Reino Unido 42 // Janeiro 10 // Portugalglobal</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=43</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=43</link><title>Portugalglobal nº20 Page 43</title><description /><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=44</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=44</link><title>Portugalglobal nº20 Page 44</title><description>AN&amp;#193;LISE DE RISCO - PA&amp;#205;S COSEC &amp;#193;frica do Sul* C Aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. M/L Garantia banc&amp;#225;ria (decis&amp;#227;o casu&amp;#237;stica). Angola C Caso a caso numa base restritiva. M/L Garantia soberana. Limite total de responsabilidades. Antilhas Holandesas C Aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. M/L N&amp;#227;o definida. Ar&amp;#225;bia Saudita C Carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel (decis&amp;#227;o casu&amp;#237;stica). M/L Pol&amp;#237;ticas de cobertura para mercados No &amp;#226;mbito de ap&amp;#243;lices individuais Chipre C Aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. M/L N&amp;#227;o definida. Col&amp;#244;mbia C Carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel. M/L Caso a caso, numa base restritiva. Coreia do Sul C Aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. M/L N&amp;#227;o definida. Costa do Marfim C Caso a caso, com eventual exig&amp;#234;ncia de garantia banc&amp;#225;ria ou de garantia soberana. Extens&amp;#227;o de prazo constitutivo de sinistro para 12 meses. M/L Exig&amp;#234;ncia de garantia banc&amp;#225;ria ou de garantia soberana. Extens&amp;#227;o do prazo constitutivo de sinistro de 3 para 12 meses. Costa Rica C Aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. M/L N&amp;#227;o definida. Cro&amp;#225;cia C Carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel ou garantia banc&amp;#225;ria. Extens&amp;#227;o do prazo constitutivo de sinistro para 12 meses. Redu&amp;#231;&amp;#227;o da percentagem de cobertura para 90 por cento. Limite por opera&amp;#231;&amp;#227;o. M/L Garantia banc&amp;#225;ria ou garantia soberana. Extens&amp;#227;o do prazo constitutivo de sinistro para 12 meses. Redu&amp;#231;&amp;#227;o da percentagem de cobertura para 90 por cento. Limite por opera&amp;#231;&amp;#227;o. Cuba T Fora de cobertura. Egipto C Carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel M/L Caso a caso. Emirados &amp;#193;rabes Unidos C Aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. M/L Garantia banc&amp;#225;ria (decis&amp;#227;o casu&amp;#237;stica). Eslov&amp;#225;quia C Carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel (decis&amp;#227;o casu&amp;#237;stica). M/L N&amp;#227;o definida. Eslov&amp;#233;nia C Aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. M/L Garantia banc&amp;#225;ria (decis&amp;#227;o casu&amp;#237;stica). Est&amp;#243;nia C Aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. M/L Garantia banc&amp;#225;ria. Eti&amp;#243;pia C Carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel. M/L Caso a caso numa base muito restritiva. Filipinas C Aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. M/L N&amp;#227;o definida. Gana C Caso a caso numa base muito restritiva. M/L Fora de cobertura. Koweit C Aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. M/L Garantia banc&amp;#225;ria (decis&amp;#227;o casu&amp;#237;stica). Let&amp;#243;nia C Carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel. M/L Garantia banc&amp;#225;ria. L&amp;#237;bano C Clientes p&amp;#250;blicos: caso a caso numa base muito restritiva. Clientes privados: carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel ou garantia banc&amp;#225;ria. M/L Clientes p&amp;#250;blicos: fora de cobertura. Clientes privados: caso a caso numa base muito restritiva. L&amp;#237;bia C M/L Ge&amp;#243;rgia C Caso a caso numa base restritiva, privilegiando-se opera&amp;#231;&amp;#245;es de pequeno montante. M/L Caso a caso, numa base muito restritiva e com a exig&amp;#234;ncia de contra garantias. Guin&amp;#233;-Bissau T Fora de cobertura. Guin&amp;#233; Equatorial C Caso a caso, numa base restritiva. M/L Caso a caso. Arg&amp;#233;lia C Sector p&amp;#250;blico: aberta sem restri&amp;#231;&amp;#245;es. Sector privado: eventual exig&amp;#234;ncia de carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel. M/L Em princ&amp;#237;pio, exig&amp;#234;ncia de garantia banc&amp;#225;ria ou garantia soberana. Argentina T Caso a caso. Barein C Aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. M/L Garantia banc&amp;#225;ria. Benim C Caso a caso, numa base muito restritiva. M/L Clientes p&amp;#250;blicos e soberanos: caso a caso, mediante an&amp;#225;lise das garantias oferecidas, designadamente contrapartidas do petr&amp;#243;leo. Clientes privados: caso a caso, numa base muito restritiva, condicionada a eventuais contrapartidas (garantia de banco comercial aceite pela COSEC ou contrapartidas do petr&amp;#243;leo). Aberta, com eventual exig&amp;#234;ncia de carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel. Aberta, com garantia banc&amp;#225;ria, soberana ou outra considerada adequada. Litu&amp;#226;nia C Carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel. M/L Garantia banc&amp;#225;ria. Macau C Aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. M/L N&amp;#227;o definida. Mal&amp;#225;sia C Aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. M/L N&amp;#227;o definida. Malawi C Caso a caso, numa base restritiva. M/L Clientes p&amp;#250;blicos: fora de cobertura, excepto para opera&amp;#231;&amp;#245;es de interesse nacional. Clientes privados: an&amp;#225;lise casu&amp;#237;stica, numa base muito restritiva. Malta C Aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. M/L N&amp;#227;o definida. Marrocos* C Aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. M/L Garantia banc&amp;#225;ria ou garantia sobera</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=45</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=45</link><title>Portugalglobal nº20 Page 45</title><description>AN&amp;#193;LISE DE RISCO - PA&amp;#205;S de destino das exporta&amp;#231;&amp;#245;es portuguesas No &amp;#226;mbito de ap&amp;#243;lices globais caso numa base muito restritiva. Opera&amp;#231;&amp;#245;es relativas a projectos geradores de divisas e/ou que admitam a afecta&amp;#231;&amp;#227;o priorit&amp;#225;ria de receitas ao pagamento dos cr&amp;#233;ditos garantidos, ter&amp;#227;o uma pondera&amp;#231;&amp;#227;o positiva na an&amp;#225;lise do risco; sector p&amp;#250;blico: caso a caso numa base muito restritiva. Montenegro C Caso a caso, numa base restritiva, privilegiando-se opera&amp;#231;&amp;#245;es de pequeno montante. M/L Caso a caso, com exig&amp;#234;ncia de garantia soberana ou banc&amp;#225;ria, para opera&amp;#231;&amp;#245;es de pequeno montante. Nig&amp;#233;ria C Caso a caso, numa base restritiva (designadamente em termos de alargamento do prazo constitutivo de sinistro e exig&amp;#234;ncia de garantia banc&amp;#225;ria). M/L Caso a caso, numa base muito restritiva, condicionado a eventuais garantias (banc&amp;#225;rias ou contrapartidas do petr&amp;#243;leo) e ao alargamento do prazo contitutivo de sinistro. Oman C Aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. M/L Garantia banc&amp;#225;ria (decis&amp;#227;o casu&amp;#237;stica). Panam&amp;#225; C Aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. M/L N&amp;#227;o definida. Paquist&amp;#227;o C Caso a caso, numa base restritiva. M/L Caso a caso, numa base muito restritiva. Paraguai C Carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel. M/L Caso a caso, numa base restritiva. Per&amp;#250; C M/L M/L Aberta caso a caso com exig&amp;#234;ncia de garantia soberana (emitida pela Secretaria de Finanzas ou pelo Banco Central) ou garantia banc&amp;#225;ria. Rom&amp;#233;nia C Exig&amp;#234;ncia de carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel (decis&amp;#227;o casu&amp;#237;stica). M/L Na ap&amp;#243;lice individual est&amp;#225; em causa a cobertura de uma &amp;#250;nica transa&amp;#231;&amp;#227;o para um determinado mercado, enquanto a ap&amp;#243;lice global cobre todas as transa&amp;#231;&amp;#245;es em todos os pa&amp;#237;ses para onde o empres&amp;#225;rio exporta os seus produtos ou servi&amp;#231;os. As ap&amp;#243;lices globais s&amp;#227;o aplic&amp;#225;veis &amp;#224;s empresas que vendem bens de consumo e interm&amp;#233;dio, cujas transa&amp;#231;&amp;#245;es envolvem cr&amp;#233;ditos de curto prazo (m&amp;#233;dia 60-90 dias), n&amp;#227;o excedendo um ano, e que se repetem com alguma frequ&amp;#234;ncia. Tendo em conta a dispers&amp;#227;o do risco neste tipo de ap&amp;#243;lices, a pol&amp;#237;tica de cobertura &amp;#233; casu&amp;#237;stica e, em geral, mais flex&amp;#237;vel do que a indicada para as transa&amp;#231;&amp;#245;es no &amp;#226;mbito das ap&amp;#243;lices individuais. Encontram-se tamb&amp;#233;m fora de cobertura Cuba, Guin&amp;#233;-Bissau, Iraque e S. Tom&amp;#233; e Pr&amp;#237;ncipe. Tanz&amp;#226;nia T Caso a caso, numa base muito restritiva. Tun&amp;#237;sia* C Aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. M/L Garantia banc&amp;#225;ria. Turquia C Carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel. M/L Garantia banc&amp;#225;ria ou garantia soberana. Ucr&amp;#226;nia C Carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel. Extens&amp;#227;o do prazo constitutivo de sinistro para 12 meses. M/L Exig&amp;#234;ncia de garantia banc&amp;#225;ria ou garantia soberana (decis&amp;#227;o casu&amp;#237;stica). R&amp;#250;ssia C Sector p&amp;#250;blico: aberta sem restri&amp;#231;&amp;#245;es. Sector privado: caso a caso. M/L Sector p&amp;#250;blico: aberta sem restri&amp;#231;&amp;#245;es, com eventual exig&amp;#234;ncia de garantia banc&amp;#225;ria ou garantia soberana. Sector privado: caso a caso. S. Tom&amp;#233; e Pr&amp;#237;ncipe T Fora de cobertura. Senegal C Em princ&amp;#237;pio, exig&amp;#234;ncia de garantia banc&amp;#225;ria emitida por um banco aceite pela COSEC e eventual alargamento do prazo constitutivo de sinistro. M/L Advert&amp;#234;ncia: A lista e as pol&amp;#237;ticas de cobertura s&amp;#227;o indicativas e podem ser alteradas sempre que se justifique. Os pa&amp;#237;ses que constam da lista s&amp;#227;o os mais representativos em termos de consultas e responsabilidades assumidas. Todas as opera&amp;#231;&amp;#245;es s&amp;#227;o objecto de an&amp;#225;lise e decis&amp;#227;o espec&amp;#237;ficas. Eventual alargamento do prazo constitutivo de sinistro. Sector p&amp;#250;blico: caso a caso, com exig&amp;#234;ncia de garantia de pagamento e transfer&amp;#234;ncia emitida pela Autoridade Monet&amp;#225;ria (BCEAO); sector privado: exig&amp;#234;ncia de garantia banc&amp;#225;ria ou garantia emitida pela Autoridade Monet&amp;#225;ria (prefer&amp;#234;ncia a projectos que permitam a aloca&amp;#231;&amp;#227;o priorit&amp;#225;ria dos cash-flows ao reembolso do cr&amp;#233;dito). Legenda: C M/L T Curto Prazo M&amp;#233;dio / Longo Prazo Todos os Prazos Garantia banc&amp;#225;ria ou soberana. Extens&amp;#227;o do prazo constitutivo de sinistro para 12 meses. S&amp;#233;rvia C Caso a caso, numa base restritiva, privilegiando-se opera&amp;#231;&amp;#245;es de pequeno montante. M/L Uganda C Caso a caso, numa base muito restritiva. M/L * Mercado priorit&amp;#225;rio. Fora de cobertura. Carta de c</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=46</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=46</link><title>Portugalglobal nº20 Page 46</title><description>TABELA CLASSIFICATIVA DE PA&amp;#205;SES COSEC Tabela classificativa de pa&amp;#237;ses Para efeitos de Seguro de Cr&amp;#233;dito &amp;#224; exporta&amp;#231;&amp;#227;o A Portugalglobal e a COSEC apresentam-lhe uma Tabela Classificativa de Pa&amp;#237;ses com a gradua&amp;#231;&amp;#227;o dos mercados em fun&amp;#231;&amp;#227;o do seu risco de cr&amp;#233;dito, ou seja, consoante a probabilidade de cumprimento das suas obriga&amp;#231;&amp;#245;es externas, a curto, a m&amp;#233;dio e a longo prazos. Existem sete grupos de risco (de 1 a 7), corresGrupo 1* Alemanha Andorra Austr&amp;#225;lia &amp;#193;ustria B&amp;#233;lgica Canad&amp;#225; Checa, Rep. Chipre Coreia do Sul Dinamarca Eslov&amp;#225;quia Eslov&amp;#233;nia Espanha EUA Finl&amp;#226;ndia Fran&amp;#231;a Gr&amp;#233;cia Holanda Hong-Kong Irlanda Isl&amp;#226;ndia It&amp;#225;lia Jap&amp;#227;o Liechtenstein Luxemburgo Malta M&amp;#243;naco Noruega Nova Zel&amp;#226;ndia Portugal Reino Unido S&amp;#227;o Marino Singapura Su&amp;#233;cia Sui&amp;#231;a Taiwan Vaticano pondendo o grupo 1 &amp;#224; menor probabilidade de incumprimento e o grupo 7 &amp;#224; maior. As categorias de risco assim definidas s&amp;#227;o a base da avalia&amp;#231;&amp;#227;o do risco pa&amp;#237;s, da defini&amp;#231;&amp;#227;o das condi&amp;#231;&amp;#245;es de cobertura e das taxas de pr&amp;#233;mio aplic&amp;#225;veis. Grupo 5 Grupo 6 Alb&amp;#226;nia Angola Ant. e Barbuda Arm&amp;#233;nia Bangladesh Belize Benin But&amp;#227;o Camar&amp;#245;es Camboja Comores Djibouti Dominica Gab&amp;#227;o Gana Ge&amp;#243;rgia Honduras Iemen Ir&amp;#227;o Jamaica Kiribati L&amp;#237;bia Madag&amp;#225;scar Mali Mo&amp;#231;ambique Mong&amp;#243;lia Montenegro Nauru Nig&amp;#233;ria Qu&amp;#233;nia Samoa Oc. Senegal S&amp;#237;ria Sri Lanka Suazil&amp;#226;ndia Tanz&amp;#226;nia Turquemenist&amp;#227;o Tuvalu Uganda Uzbequist&amp;#227;o Vanuatu Z&amp;#226;mbia Grupo 2 Ar&amp;#225;bia Saudita Barein Brunei Chile China • EAUa Gibraltar Koweit Macau Mal&amp;#225;sia Oman Pol&amp;#243;nia • Qatar Trind. e Tobago Grupo 3 &amp;#193;frica do Sul • Arg&amp;#233;lia Bahamas Barbados Botswana Brasil • Costa Rica Dep/ter Austr.b Dep/ter Din.c Dep/ter Esp.d Dep/ter EUAe Dep/ter Fra.f Dep/ter N. Z.g Dep/ter RUh Est&amp;#243;nia Ilhas Marshall &amp;#205;ndia Israel Litu&amp;#226;nia Marrocos • Maur&amp;#237;cias M&amp;#233;xico • Micron&amp;#233;sia Nam&amp;#237;bia Palau Panam&amp;#225; Peru Tail&amp;#226;ndia Tun&amp;#237;sia • Grupo 4 Aruba • Bulg&amp;#225;ria Col&amp;#244;mbia Egipto El Salvador Fidji Filipinas Hungria • Let&amp;#243;nia Rom&amp;#233;nia R&amp;#250;ssia Turquia Uruguai Grupo 7 Afeganist&amp;#227;o Argentina Bielorussia Bol&amp;#237;via B&amp;#243;snia e Herzegovina Burkina Faso Burundi Campuchea Cent. Af, Rep. Chade Congo Congo, Rep. Dem. Coreia do Norte C. do Marfim Cuba • Equador Eritreia Eti&amp;#243;pia G&amp;#226;mbia Grenada Guiana Guin&amp;#233; Equatorial Guin&amp;#233;, Rep. da Guin&amp;#233;-Bissau • Haiti Iraque • Laos L&amp;#237;bano Lib&amp;#233;ria Malawi Maldivas Maurit&amp;#226;nia Mold&amp;#225;via Myanmar Nepal Nicar&amp;#225;gua N&amp;#237;ger Paquist&amp;#227;o Quirguist&amp;#227;o Ruanda S. Crist. e Nevis S. Tom&amp;#233; e Pr&amp;#237;ncipe • Salom&amp;#227;o Seicheles Serra Leoa S&amp;#233;rvia Som&amp;#225;lia Sud&amp;#227;o Suriname Tadzequist&amp;#227;o Togo Tonga Ucr&amp;#226;nia Venezuela Zimbabu&amp;#233; Antilhas Holand. • Azerbeij&amp;#227;o Cabo Verde Cazaquist&amp;#227;o Cro&amp;#225;cia Dominicana, Rep. Guatemala Indon&amp;#233;sia Jord&amp;#226;nia Lesoto Maced&amp;#243;nia Papua–Nova Guin&amp;#233; Paraguai S. Vic. e Gren. Santa L&amp;#250;cia Vietname Fonte: COSEC - Companhia de Seguro de Cr&amp;#233;ditos, S.A. * Pa&amp;#237;s pertencente ao grupo 0 da classifica&amp;#231;&amp;#227;o risco-pa&amp;#237;s da OCDE. N&amp;#227;o &amp;#233; aplic&amp;#225;vel o sistema de pr&amp;#233;mios m&amp;#237;nimos, &amp;#224; excep&amp;#231;&amp;#227;o do Chipre, Hong-Kong e Taiwan. • Mercado de diversifica&amp;#231;&amp;#227;o de oportunidades • Fora de cobertura NOTAS • Pa&amp;#237;s com restri&amp;#231;&amp;#245;es or&amp;#231;amentais ou falta de vontade de pagar por parte do governo • Fora de cobertura, excepto opera&amp;#231;&amp;#245;es de relevante interesse nacional a) Abu Dhabi, Dubai, Fujairah, Ras Al Khaimah, Sharjah, Um Al Quaiwain e Ajma b) Ilhas Norfolk c) Ilhas Faroe e Gronel&amp;#226;ndia d) Ceuta e Melilha e) Samoa, Guam, Marianas, Ilhas Virgens e Porto Rico f) Guiana Francesa, Guadalupe, Martinica, Reuni&amp;#227;o, S. Pedro e Miquelon, Polin&amp;#233;sia Francesa, Mayotte, Nova Caled&amp;#243;nia, Wallis e Futuna g) Ilhas Cook e Tokelau, Ilhas Nive h) Anguilla, Bermudas, Ilhas Virgens, Cayman, Falkland, Pitcairn, Monserrat, Sta. Helena, Ascens&amp;#227;o, Trist&amp;#227;o da Cunha, Turks e Caicos 46 // Janeiro 10 // Portugalglobal</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=47</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=47</link><title>Portugalglobal nº20 Page 47</title><description /><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=48</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=48</link><title>Portugalglobal nº20 Page 48</title><description>ESTAT&amp;#205;STICAS INVESTIMENTO e EXPORTA&amp;#199;&amp;#213;ES &amp;gt;PRINCIPAIS DADOS DE INVESTIMENTO (IDE E IDPE) E EXPORTA&amp;#199;&amp;#213;ES. INVESTIMENTO DIRECTO COM O EXTERIOR INVESTIMENTO DIRECTO DO EXTERIOR EM PORTUGAL IDE bruto IDE desinvestimento IDE l&amp;#237;quido IDE Intra UE IDE Extra UE Unidade: Milh&amp;#245;es de euros 2005 27.677 24.517 3.160 25.477 2.200 2006 32.820 24.125 8.695 28.333 4.488 2007 32.634 30.396 2.238 29.672 2.961 2008 31.985 29.574 2.411 27.951 4.034 2008 Jan./Nov. 28.869 26.383 2.485 25.168 3.701 2009 Jan./Nov. 27.109 25.997 1.112 23.918 3.191 Var. 09/08 -6,1% -1,5% -55,3% -5,0% -13,8% IDE Intra UE IDE Extra UE % Total IDE bruto 92,1% 7,9% % Total 19,1% 17,1% 14,8% 14,7% 4,5% 86,3% 13,7% Var. 09/08 39,0% -1,1% 6,9% -30,9% -32,9% 90,9% 9,1% 87,4% 12,6% 87,2% 12,8% 88,2% 11,8% % Total 37,0% 24,1% 22,1% 7,3% 3,6% – – Var. 09/08 14,9% -30,7% -9,9% 71,1% -8,9% Var. 09/08 -24,9% -19,7% -42,4% -31,2% -13,3% IDE bruto - Origens 2009 Jan. / Nov. Fran&amp;#231;a Reino Unido Espanha Alemanha Sui&amp;#231;a INVESTIMENTO DIRECTO DE PORTUGAL NO EXTERIOR IDPE bruto IDPE desinvestimento IDPE l&amp;#237;quido IDPE Intra UE IDPE Extra UE Unidade: Milh&amp;#245;es de euros IDE bruto - Sector 2009 Jan. / Nov. Com&amp;#233;rcio Ind. Transformadora Activ. Imobili&amp;#225;rias; Out. Servi&amp;#231;os Actividades Financeiras Transportes; Comunica&amp;#231;&amp;#245;es 2008 Jan./Nov. 9.044 6.960 2.084 5.875 3.169 2005 9.781 8.083 1.697 6.613 3.168 2006 9.828 4.137 5.691 6.312 3.516 2007 14.835 10.822 4.013 10.203 4.632 2008 10.098 8.660 1.437 6.752 3.346 2009 Jan./Nov. 6.788 5.587 1.201 4.042 2.746 IDPE Intra UE IDPE Extra UE % Total IDPE bruto 67,6% 32,4% 64,2% 35,8% 68,8% 31,2% 66,9% 33,1% 65,0% 35,0% 59,5% 40,5% – – IDPE bruto - Destinos 2009 Jan./Nov. Espanha PALOP Brasil EUA Fran&amp;#231;a % Total 19,0% 8,6% 5,9% 2,3% 1,7% 2004 Dez. Var. 09/08 -15,5% 2,0% -63,5% 4,5% -66,0% 2005 Dez. 53.691 35.573 IDPE bruto - Sector 2009 Jan./Nov. Activ. Imobili&amp;#225;rias; Out. Servi&amp;#231;os Activ. Financeiras Constru&amp;#231;&amp;#227;o Com&amp;#233;rcio Ind. Transformadora 2006 Dez. 67.169 40.990 2007 Dez. 78.333 45.944 2008 Dez. 71.726 45.730 % Total 71,0% 7,7% 7,0% 5,5% 4,1% 2009 Set. 76.004 47.002 Var. 09/08 -21,9% -49,4% -0,5% -29,1% -46,6% Var. 09/08 6,0% 2,8% Stock IDE Stock IDPE Unidade: Milh&amp;#245;es de euros 49.167 32.260 Fonte: Banco de Portugal 48 // Janeiro 10 // Portugalglobal</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=49</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=49</link><title>Portugalglobal nº20 Page 49</title><description>ESTAT&amp;#205;STICAS EXPORTA&amp;#199;&amp;#213;ES DE BENS E SERVI&amp;#199;OS COM&amp;#201;RCIO INTERNACIONAL - BENS Exporta&amp;#231;&amp;#245;es bens Exporta&amp;#231;&amp;#245;es bens UE27 Exporta&amp;#231;&amp;#245;es bens Extra UE27 Unidade: Milh&amp;#245;es de euros E - Estimativa 2006 34.511 26.722 7.789 77,4% 22,6% 2007 37.589 28.820 8.769 76,7% 23,3% 2008 37.961 28.006 9.955 73,8% 26,2% 2008 Jan./Out. 32.744 24.340 8.404 74,3% 25,7% 2009 Jan./Out. 25.738 19.272 6.466 74,9% 25,1% Var. 09/08 Jan./Out. -21,4% -20,8% -23,1% – – Var. 09/08 Jan./Nov.E -19,8% -19,0% -22,1% – – Exporta&amp;#231;&amp;#245;es bens UE27 Exporta&amp;#231;&amp;#245;es bens Extra UE27 Unidade: % do total Exp. Bens - Clientes 2009 Jan./Out. Espanha Alemanha Fran&amp;#231;a Angola Reino Unido It&amp;#225;lia Holanda Exp. Bens - Produtos 2009 Jan./Out. M&amp;#225;quinas; Aparelhos Ve&amp;#237;culos, Out. Mat. Transporte Metais Comuns Vestu&amp;#225;rio Pl&amp;#225;sticos, Borracha Exp. Bens- Extra UE 09 (Jan./Nov) Angola EUA Sui&amp;#231;a Brasil Cabo Verde Meur - Milh&amp;#245;es de euros Fonte: INE % Total 26,5% 13,3% 12,4% 7,3% 5,6% 3,8% 3,7% % Total 16,2% 11,9% 7,9% 6,8% 6,3% % Total 29,0% 12,8% 3,8% 3,7% 2,8% Var. 09/08 -24,6% -18,9% -17,9% 4,3% -20,2% -20,8% -11,4% Var. 09/08 -32,9% -24,7% -30,6% -13,7% -17,5% Var. 09/08 2,4% -27,0% -4,6% -10,5% -14,3% Exp. Bens - Var. Valor (09/08) Angola Venezuela EUA Singapura Fran&amp;#231;a Alemanha Espanha Exp. Bens - Var. Valor (09/08) M&amp;#225;quinas; Aparelhos Ve&amp;#237;culos, Out. Mat. Transporte Metais Comuns Combust&amp;#237;veis Minerais Minerais, Min&amp;#233;rios Exp. Bens - Var. Valor (09/08) Venezuela Angola Mal&amp;#225;sia EUA Singapura p.p. - Pontos percentuais Meur 78 63 -360 -643 -696 -796 -2.222 Meur -2.038 -1.001 -896 -688 -362 Meur 74 49 -320 -340 -712 Cont. p. p. 0,2 0,2 -1,1 -2,0 -2,1 -2,4 -6,8 Cont. p. p. -6,2 -3,1 -2,7 -2,1 -1,1 Cont. p. p. 0,8 0,5 -3,5 -3,7 -7,7 Cont. - Contributo para o crescimento das exporta&amp;#231;&amp;#245;es COM&amp;#201;RCIO INTERNACIONAL - SERVI&amp;#199;OS Exporta&amp;#231;&amp;#245;es totais de servi&amp;#231;os Exporta&amp;#231;&amp;#245;es servi&amp;#231;os UE27 Exporta&amp;#231;&amp;#245;es servi&amp;#231;os extra UE27 Unidade: Milh&amp;#245;es de euros 2005 12.255 9.634 2.621 2006 14.635 11.344 3.291 2007 16.980 12.970 4.010 2008 17.928 13.352 4.576 2008 Jan./Nov. 16.496 12.338 4.159 2009 Jan./Nov. 14.839 11.062 3.777 Var. 09/08 -10,0% -10,3% -9,2% Exporta&amp;#231;&amp;#245;es servi&amp;#231;os UE27 Exporta&amp;#231;&amp;#245;es servi&amp;#231;os extra UE27 Unidade: % do total Fonte: Banco de Portugal 78,6% 21,4% 77,5% 22,5% 76,4% 23,6% 74,5% 25,5% 74,8% 25,2% 74,5% 25,5% – – PREVIS&amp;#213;ES 2009 : 2010 (tvh real %) *2009 : 2010 : 2011 p/ BdP PIB Exporta&amp;#231;&amp;#245;es Bens e Servi&amp;#231;os 2008 INE 0,0 -0,4 2009 - 3&amp;#186; T INE -3,4 -14,9 FMI Jan. 10 -2,7 : 0,5 – CE Nov. 09 -2,9 : 0,3 -14,0 : 0,7 OCDE Nov. 09 -2,8 : 0,8 -14,7 : 1,7 MFAP Mai:Jan. 10 -2,6 : 0,7 -12,0 : 3,5 BdP* Jan 10 -2,7:0,7:1,4 -12,5:1,7:3,2 Portugalglobal // Janeiro 10 // 49</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=50</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=50</link><title>Portugalglobal nº20 Page 50</title><description>FEIRAS e EVENTOS FUTUR&amp;#193;LIA SAL&amp;#195;O DA OFERTA EDUCATIVA, FORMA&amp;#199;&amp;#195;O E EMPREGO A Futur&amp;#225;lia &amp;#233; o maior evento de educa&amp;#231;&amp;#227;o e forma&amp;#231;&amp;#227;o que se realiza em Portugal, herdando a tradi&amp;#231;&amp;#227;o do F&amp;#243;rum Estudante. &amp;#201; uma oportunidade &amp;#250;nica de contactar directamente com o elevado n&amp;#250;mero de visitantes que a feira atrai, envolvendo alunos de escolas de todo o pa&amp;#237;s. A Futur&amp;#225;lia &amp;#233; organizada em parceria com organismos e institui&amp;#231;&amp;#245;es ligados &amp;#224; &amp;#225;rea da educa&amp;#231;&amp;#227;o, forma&amp;#231;&amp;#227;o e juventude, proporcionando o contacto com os &amp;#250;ltimos desenvolvimentos nestas &amp;#225;reas. A Futur&amp;#225;lia &amp;#233; alvo de extensa cobertura dos media e realiza ainda uma intensiva campanha de marketing e comunica&amp;#231;&amp;#227;o, o que garante uma excelente visibilidade aos expositores. Local: Parque das Na&amp;#231;&amp;#245;es (Lisboa) Data: 10 a 13 de Mar&amp;#231;o de 2010 Organiza&amp;#231;&amp;#227;o: FIL www.fil.pt www.futuralia.fil.pt FITEC F&amp;#211;RUM DE INOVA&amp;#199;&amp;#195;O, TECNOLOGIA, FORMA&amp;#199;&amp;#195;O E EMPREGO Estar a par da inova&amp;#231;&amp;#227;o, tecnologia e ofertas de emprego &amp;#233; a grande proposta do FITEC, que convida empresas, agentes cient&amp;#237;fico-tecnol&amp;#243;gicos, entidades promotoras de emprego e autarquias a juntarem-se &amp;#224; organiza&amp;#231;&amp;#227;o deste evento na Exposal&amp;#227;o, sob a m&amp;#225;xima: mais forma&amp;#231;&amp;#227;o, melhores empresas. A par da crescente necessidade de reajustar as qualifica&amp;#231;&amp;#245;es da popula&amp;#231;&amp;#227;o activa &amp;#224;s reais necessidades das entidades empregadoras, os estabelecimentos de ensino e forma&amp;#231;&amp;#227;o profissional desempenham hoje um papel fundamental no desenvolvimento das estrat&amp;#233;gias e respostas adequadas ao mercado de trabalho, tanto ao n&amp;#237;vel cient&amp;#237;fico-tecnol&amp;#243;gico, como ao n&amp;#237;vel dos recursos humanos. &amp;#201; neste contexto que o FITEC nasce como montra da inova&amp;#231;&amp;#227;o, investiga&amp;#231;&amp;#227;o e avan&amp;#231;os tecnol&amp;#243;gicos realizados em Portugal e como ponto de encontro entre todos os agentes do mercado de trabalho: empresas e entidades p&amp;#250;blicas de apoio &amp;#224; cria&amp;#231;&amp;#227;o de empresas e emprego, estudantes e popula&amp;#231;&amp;#227;o activa, institui&amp;#231;&amp;#245;es de ensino e forma&amp;#231;&amp;#227;o. Perfil do expositor: institui&amp;#231;&amp;#245;es de ensino superior e profissional, associa&amp;#231;&amp;#245;es empresariais, associa&amp;#231;&amp;#245;es de munic&amp;#237;pios, institui&amp;#231;&amp;#245;es de emprego e forma&amp;#231;&amp;#227;o profissional, estruturas de apoio &amp;#224; cria&amp;#231;&amp;#227;o de empresas e empresas em geral. Perfil do visitante: alunos do ensino secund&amp;#225;rio e superior, licenciados e empres&amp;#225;rios. Servi&amp;#231;os em exposi&amp;#231;&amp;#227;o: produtos educativos, servi&amp;#231;os, materiais inovadores, programas de apoio a empresas, ofertas de emprego, etc. Local: Batalha Data: 25 a 28 de Mar&amp;#231;o de 2010 Organiza&amp;#231;&amp;#227;o: Exposal&amp;#227;o info@exposalao.pt www.exposalao.pt 50 // Janeiro 10 // Portugalglobal</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=51</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=51</link><title>Portugalglobal nº20 Page 51</title><description>FEIRAS e EVENTOS EXPOCONSTR&amp;#211;I FEIRA DE EQUIPAMENTOS E MATERIAIS PARA A CONSTRU&amp;#199;&amp;#195;O CIVIL Perfil do expositor: fabricantes, importadores, distribuidores e armazenistas de m&amp;#225;quinas, equipamentos e materiais para a ind&amp;#250;stria da constru&amp;#231;&amp;#227;o civil, associa&amp;#231;&amp;#245;es e imprensa especializada. Perfil do visitante: construtores civis, engenheiros, arquitectos, designers, empres&amp;#225;rios, chefes de compras, etc. Produtos e servi&amp;#231;os em exposi&amp;#231;&amp;#227;o: caixilharia de alum&amp;#237;nio, PVC, inox e madeira, pavimentos e revestimentos, portas e roupeiros, climatiza&amp;#231;&amp;#227;o, energias alternativas, mobili&amp;#225;rio, lou&amp;#231;as e acess&amp;#243;rios, saunas, spas, equipamentos topogr&amp;#225;ficos, cofragens e pedra natural. Local: Batalha Data: 21 a 25 de Abril de 2010 Organiza&amp;#231;&amp;#227;o: Exposal&amp;#227;o info@exposalao.pt www.exposalao.pt CERTAMES PROMOVEM INTERNACIONALIZA&amp;#199;&amp;#195;O Portugal Touch No seguimento de projectos anteriores, a AIP-CE/FIL, conhecendo a import&amp;#226;ncia do mercado externo para o crescimento do tecido empresarial nacional, est&amp;#225; a desenvolver um plano de ac&amp;#231;&amp;#245;es destinadas a apoiar os fabricantes nacionais na sua estrat&amp;#233;gia de internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o e diversifica&amp;#231;&amp;#227;o de mercados. Assim, a AIP-CE/FIL vai apresentar, no &amp;#226;mbito de QREN, uma nova candidatura conjunta ao sistema de incentivos &amp;#224; qualifica&amp;#231;&amp;#227;o e internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o de PME. O projecto &amp;#233; composto por um conjunto de ac&amp;#231;&amp;#245;es, a realizar em 2010, dirigidas a uma &amp;#225;rea de interven&amp;#231;&amp;#227;o que aglutina um conjunto de empresas com o mesmo perfil exportador, numa &amp;#243;ptica de complementaridade e que abrange os seguintes sectores: alimenta&amp;#231;&amp;#227;o e bebidas, contract, tecnologia e servi&amp;#231;os, equipamento para cozinhas e bares, equipamentos para a ind&amp;#250;stria e distribui&amp;#231;&amp;#227;o alimentar e materiais de constru&amp;#231;&amp;#227;o. Foram seleccionados seis mercados e est&amp;#227;o previstas as seguintes ac&amp;#231;&amp;#245;es: • Wine &amp;amp; Gourmet &amp;#193;sia Macau www.wineandgourmetasia.com • The International Hotel/Motel &amp;amp; Restaurant Show Nova Iorque www.ihmrs.com • FIC – Feira Internacional de Cabo Verde • Alimentaria M&amp;#233;xico Cidade do M&amp;#233;xico www.alimentaria-mexico.com • Alimentaria Mercosur Buenos Aires www.alimentariaexpo.com.ar Este tipo de ac&amp;#231;&amp;#245;es s&amp;#227;o consideradas instrumentos importantes para iniciar ou refor&amp;#231;ar o posicionamento em mercados n&amp;#227;o tradicionais, pelo que as empresas interessadas est&amp;#227;o convidadas a participar nestas iniciativas. Para qualquer esclarecimento ou informa&amp;#231;&amp;#227;o adicional, as empresas poder&amp;#227;o contactar: Bruno Ferreira – Alimentaria Lisboa (bruno.ferreira@aip. pt); e Silvina Baptista – FIL Internacional (silvina.baptista@aip.pt). fil@aip.pt www.fil.pt Portugalglobal // Janeiro 10 // 51</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=52</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=52</link><title>Portugalglobal nº20 Page 52</title><description>REDE EXTERNA DA AICEP &amp;#193;FRICA DO SUL / Joanesburgo ALEMANHA / Berlim ANGOLA / Luanda ARG&amp;#201;LIA / Argel ARGENTINA / Buenos Aires &amp;#193;USTRIA / Viena B&amp;#201;LGICA / Bruxelas BRASIL / S&amp;#227;o Paulo CABO VERDE / Praia CANAD&amp;#193; / Toronto CHILE / Santiago do Chile CHINA, REP&amp;#218;BLICA POPULAR DA / Xangai CHINA, REP&amp;#218;BLICA POPULAR DA / Pequim COREIA DO SUL / Seul DINAMARCA / Copenhaga EMIRADOS &amp;#193;RABES UNIDOS / Dubai Copenhaga Berlim Haia Bruxelas Dublin Londres Paris Toronto Nova Iorque S. Francisco Mil&amp;#227;o Vigo Barcelona Madrid M&amp;#233;rida Praia Rabat Argel Cidade do M&amp;#233;xico Caracas S&amp;#227;o Paulo Santiago do Chile Centro de Neg&amp;#243;cios Escrit&amp;#243;rios Buenos Aires Representa&amp;#231;&amp;#245;es 52 // Janeiro 10 // Portugalglobal</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=53</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=53</link><title>Portugalglobal nº20 Page 53</title><description>ESPANHA / Madrid ESPANHA / Barcelona ESPANHA / M&amp;#233;rida ESPANHA / Vigo ESTADOS UNIDOS DA AM&amp;#201;RICA / Nova Iorque ESTADOS UNIDOS DA AM&amp;#201;RICA / S. Francisco FINL&amp;#194;NDIA / Hels&amp;#237;nquia FRAN&amp;#199;A / Paris GR&amp;#201;CIA/ Atenas HOLANDA / Haia HUNGRIA / Budapeste &amp;#205;NDIA, REP&amp;#218;BLICA DA / Nova Deli IRLANDA / Dublin IT&amp;#193;LIA / Mil&amp;#227;o JAP&amp;#195;O / T&amp;#243;quio L&amp;#205;BIA / Tripoli MACAU / Macau MAL&amp;#193;SIA/ Kuala Lumpur MARROCOS / Rabat M&amp;#201;XICO / Cidade do M&amp;#233;xico MO&amp;#199;AMBIQUE / Maputo NORUEGA / Oslo POL&amp;#211;NIA / Vars&amp;#243;via REINO UNIDO / Londres REP&amp;#218;BLICA CHECA / Praga ROM&amp;#201;NIA / Bucareste R&amp;#218;SSIA / Moscovo SINGAPURA / Singapura SU&amp;#201;CIA / Estocolmo SU&amp;#205;&amp;#199;A / Zurique TUN&amp;#205;SIA / Tunes TURQUIA / Ancara TURQUIA / Istambul VENEZUELA / Caracas Oslo Hels&amp;#237;nquia Estocolmo Zurique Moscovo Vars&amp;#243;via Praga Budapeste Viena Bucareste Ancara Istambul Atenas Nova Deli Dubai Pequim Seul Xangai T&amp;#243;quio Tunes Tripoli Macau Kuala Lumpur Singapura Luanda Maputo Joanesburgo Portugalglobal // Janeiro 10 // 53</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=54</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=54</link><title>Portugalglobal nº20 Page 54</title><description>BOOKMARKS PENSAMENTO ‘LEAN’ A FILOSOFIA DAS ORGANIZA&amp;#199;&amp;#213;ES VENCEDORAS Este &amp;#233; uma obra que se focaliza no que verdadeiramente importa para as organiza&amp;#231;&amp;#245;es e empresas que desejam manterse competitivas e que querem contornar a crise, e que para o fazer t&amp;#234;m como objectivo libertar-se das fontes de desperd&amp;#237;cio e apostar na melhoria cont&amp;#237;nua. A obra come&amp;#231;a pela caracteriza&amp;#231;&amp;#227;o do pensamento lean (princ&amp;#237;pios e conceitos), passando pela implementa&amp;#231;&amp;#227;o da melhoria cont&amp;#237;nua nas organiza&amp;#231;&amp;#245;es, seguindose a abordagem aos respectivos m&amp;#233;todos e ferramentas, entre eles o sistema Justin-time, o Lean Supply Chain Management, o Lean People e o Hoshin Kanri. “Lean Thinking” (pensamento magro) &amp;#233; um novo paradigma de lideran&amp;#231;a e de gest&amp;#227;o que est&amp;#225; a revolucionar o mundo empresarial. Uma organiza&amp;#231;&amp;#227;o “lean” caracteriza-se pelo seu esfor&amp;#231;o em continuamente identificar e eliminar todas as fontes de desperd&amp;#237;cio, enquanto cria valor para todos os seus stakeholders. Nestas organiza&amp;#231;&amp;#245;es o trabalho em equipa &amp;#233; sempre um requisito e os seus colaboradores contribuem voluntariamente com as suas ideias e sugest&amp;#245;es no sentido da melhoria cont&amp;#237;nua. A terminar s&amp;#227;o apresentados estudos de caso e o roadmap para a implementa&amp;#231;&amp;#227;o do lean thinking nas organiza&amp;#231;&amp;#245;es. Como suporte, o autor criou um site de apoio ao livro onde o leitor poder&amp;#225; ter acesso a um vasto conjunto de materiais e anexos complementares. Jo&amp;#227;o Paulo Pinto &amp;#233; doutorado em Gest&amp;#227;o de Opera&amp;#231;&amp;#245;es, professor universit&amp;#225;rio, fundador da Comunidade Lean Thinking e autor de trabalhos de consultoria e forma&amp;#231;&amp;#227;o. Autor: Joa&amp;#245; Paulo Pinto Editor: LIDEL Ano: 2009 A CRISE DA ECONOMIA GLOBAL ALGUNS ELEMENTOS DE AN&amp;#193;LISE Os autores, docentes da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, fornecem nesta obra pistas de an&amp;#225;lise que permitem ao leitor compreender o contexto e as causas da crise actual, evitando que ela se repita pelas piores raz&amp;#245;es. Com este objectivo, questiona as rela&amp;#231;&amp;#245;es econ&amp;#243;micas internacionais no actual espa&amp;#231;o econ&amp;#243;mico global, ainda desregulado, onde os estados v&amp;#227;o refazendo as suas fun&amp;#231;&amp;#245;es. Nesta medida, o ritmo, a intensidade, a originalidade dos acontecimentos que t&amp;#234;m marcado a vida econ&amp;#243;mica e financeira mundial s&amp;#227;o os pontos de refer&amp;#234;ncia para o texto. &amp;#201; nesta medida que Joseph Stiglitz, pr&amp;#233;mio Nobel de economia (2001), &amp;#233; citado na obra, conferindo-lhe enquadramento: “Chegar&amp;#225; uma altura em que as amea&amp;#231;as mais prementes da crise do cr&amp;#233;dito come&amp;#231;am a abrandar e ent&amp;#227;o a tarefa mais importante que passamos a ter pela frente &amp;#233; determinar, &amp;#233; tra&amp;#231;ar o rumo para a sa&amp;#237;da econ&amp;#243;mica da crise. Ser&amp;#225; um momento de perigo. Por detr&amp;#225;s dos debates sobre a futura pol&amp;#237;tica econ&amp;#243;mica e social, h&amp;#225; um debate a fazer sobre a hist&amp;#243;ria, um debate sobre as causas da nossa situa&amp;#231;&amp;#227;o actual. A batalha pelo passado ir&amp;#225; determinar a batalha pelo presente. Chegou portanto o momento decisivo para o fazer honestamente. Quais foram as decis&amp;#245;es cruciais que nos levaram &amp;#224; crise?” Sem quererem que a obra seja definitiva, os autores alertam para o que est&amp;#225; em quest&amp;#227;o – trata-se de uma profunda crise da economia real ou apenas da &amp;#225;rea financeira? – uma resposta, que a ser dada, sugere que a solu&amp;#231;&amp;#227;o da crise pode n&amp;#227;o estar para breve. Autores: J&amp;#250;lio Mota, Lu&amp;#237;s Lopes e Margarida Antunes Editor: Livre Ano: 2009 54 // Janeiro 10 // Portugalglobal</description><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=55</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=55</link><title>Portugalglobal nº20 Page 55</title><description /><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=56</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista20/?Page=56</link><title>Portugalglobal nº20 Page 56</title><description /><a10:updated>2010-01-29T15:31:50+01:00</a10:updated></item></channel></rss>
