<?xml version="1.0" encoding="utf-16"?><rss xmlns:a10="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0"><channel><title>Revista Portugalglobal nº 16</title><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/RSS.ashx</link><description>Revista Portugalglobal nº 16 Pages</description><lastBuildDate>Fri, 18 Sep 2009 17:07:16 +0200</lastBuildDate><a10:id>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/</a10:id><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=1</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=1</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 1</title><description>Portugalglobal Pense global pense Portugal Rolando Borges Martins Parque EXPO Marca de sucesso no mundo 12 Setembro 2009 // www.portugalglobal.pt Parque das Na&amp;#231;&amp;#245;es Uma cidade do futuro 6 Su&amp;#233;cia e Noruega Oportunidades de neg&amp;#243;cio 32 Empresas Brisa, Aquinos e Reditus 25</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=2</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=2</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 2</title><description /><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=3</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=3</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 3</title><description>Setembro 2009 // www.portugalglobal.pt sum&amp;#225;rio Destaque // 6 A EXPO 98 revolucionou urbanisticamente a zona oriental de Lisboa, dando lugar ao actual Parque das Na&amp;#231;&amp;#245;es, um empreendimento exemplar e bem sucedido que atrai moradores, lazer, cultura e neg&amp;#243;cios. Entrevista // 12 O Grupo Parque EXPO &amp;#233; hoje uma marca internacional reconhecida. Rolando Borges Martins, o seu presidente, destaca as grandes interven&amp;#231;&amp;#245;es &amp;#224; escala do territ&amp;#243;rio, assim como o n&amp;#250;mero crescente de mercados para os quais o grupo transporta o seu saber e experi&amp;#234;ncia. Not&amp;#237;cias // 19 P&amp;#233;riplo de Bas&amp;#237;lio Horta pelo Brasil, Mo&amp;#231;ambique e &amp;#193;frica do Sul. Empresas // 25 Brisa – A maior em infra-estruturas de transporte. Aquinos – Sof&amp;#225;s para a IKEA e para o mundo. Reditus – TI em r&amp;#225;pida expans&amp;#227;o internacional. Mercados // 32 A Su&amp;#233;cia e a Noruega, pa&amp;#237;ses fortemente industrializados e que primam pela protec&amp;#231;&amp;#227;o ambiental, resistem bem &amp;#224; actual crise econ&amp;#243;mica e revelam oportunidades de neg&amp;#243;cio para as empresas portuguesas. Opini&amp;#227;o // 46 R&amp;#244;mulo Alexandre Soares, presidente do Conselho das C&amp;#226;maras Portuguesas de Com&amp;#233;rcio no Brasil, enfatiza a import&amp;#226;ncia dos neg&amp;#243;cios entre pa&amp;#237;ses da CPLP. Para al&amp;#233;m dos neg&amp;#243;cios // 50 Joanesburgo. An&amp;#225;lise de risco por pa&amp;#237;s – COSEC // 54 Estat&amp;#237;sticas // 58 Investimento directo e exporta&amp;#231;&amp;#245;es. Feiras e eventos // 60 AICEP Rede Externa // 62 Bookmarks // 64</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=4</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=4</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 4</title><description>EDITORIAL Revista Portugalglobal Av. 5 de Outubro, 101 1050-051 Lisboa Tel.: +351 217 909 500 Fax: +351 217 909 578 Propriedade aicep Portugal Global O’Porto Bessa Leite Complex R. Ant&amp;#243;nio Bessa Leite, 1430 – 2&amp;#186; 4150-074 Porto Tel.: +351 226 055 300 Fax: +351 226 055 399 NIFiscal 506 320 120 Comiss&amp;#227;o Executiva Bas&amp;#237;lio Horta (Presidente), Jos&amp;#233; Abreu Aguiar, Jos&amp;#233; Vital Morgado, Luis Florindo, Rui Boavista Marques Novos mercados Novos neg&amp;#243;cios A rentr&amp;#233;e da nossa revista destaca temas marcantes que t&amp;#234;m em comum os neg&amp;#243;cios &amp;#224; escala internacional. Desde logo, o empreendimento do Parque das Na&amp;#231;&amp;#245;es, onde teve lugar a &amp;#250;ltima exposi&amp;#231;&amp;#227;o mundial do s&amp;#233;culo XX – a EXPO 98 – evento emblem&amp;#225;tico que projectou internacionalmente a imagem de um Portugal moderno e inovador, voltado para o futuro. Hoje, este espa&amp;#231;o urbanisticamente recuperado, que transformou, modernizou e valorizou uma parte significativa da frente ribeirinha de Lisboa, situada na zona Norte, &amp;#233; um caso de sucesso e de estudo, que conferiu visibilidade e notoriedade global &amp;#224; capacidade portuguesa para criar e liderar grandes projectos. A extensa entrevista de Rolando Borges Martins, presidente do Grupo Parque EXPO, d&amp;#225; conta da concretiza&amp;#231;&amp;#227;o dos projectos de renova&amp;#231;&amp;#227;o urbana e de requalifica&amp;#231;&amp;#227;o ambiental do territ&amp;#243;rio portugu&amp;#234;s e do seu diversificado processo de internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o, bem como do importante know-how acumulado pela actividade do grupo, nomeadamente no antes e no depois da EXPO 98, o que potencia o sucesso da sua estrat&amp;#233;gia nos mercados externos. O dossier de an&amp;#225;lise dos mercados da Su&amp;#233;cia (parceiro comercial tradicional de Portugal) e da Noruega (relacionamento econ&amp;#243;mico est&amp;#225;vel entre ambos os pa&amp;#237;ses embora por agora pouco expressivo) mostra no entanto o potencial para as empresas portuguesas em mat&amp;#233;ria de novas oportunidades de neg&amp;#243;cios nestes pa&amp;#237;ses, nomeadamente nas &amp;#225;reas de bens de equipamento, energias renov&amp;#225;veis, sa&amp;#250;de e TIC. No &amp;#226;mbito dos mercados extra-europeus destacamos o p&amp;#233;riplo de Bas&amp;#237;lio Horta, presidente da aicep Portugal Global, ao Brasil, Mo&amp;#231;ambique e &amp;#193;frica do Sul. No Brasil marcou presen&amp;#231;a no Encontro de Empres&amp;#225;rios para a Coopera&amp;#231;&amp;#227;o Econ&amp;#243;mica e Comercial entre a China e os Pa&amp;#237;ses de L&amp;#237;ngua Portuguesa, onde defendeu a import&amp;#226;ncia de Portugal como parceiro de neg&amp;#243;cios e do relacionamento tripartido com os pa&amp;#237;ses da CPLP, relativamente &amp;#224; China. Em 2010, o encontro realizar-se-&amp;#225; em Lisboa, o que significa um virar de p&amp;#225;gina no relacionamento entre Portugal e o F&amp;#243;rum China/CPLP. Em Mo&amp;#231;ambique, no espa&amp;#231;o da FACIM, desafiou os empres&amp;#225;rios portugueses a apostarem neste pa&amp;#237;s africano, posicionando-se ali como os primeiros em mat&amp;#233;ria de investimento estrangeiro. Na &amp;#193;frica do Sul, participou em encontros com agentes econ&amp;#243;micos p&amp;#250;blicos e privados, tendentes a abrir novas janelas para a economia e para os empres&amp;#225;rios portugueses. A import&amp;#226;ncia dos neg&amp;#243;cios em l&amp;#237;ngua portuguesa, no &amp;#226;mbito da CPLP, s&amp;#227;o igualmente enfatizados num artigo de opini&amp;#227;o de R&amp;#244;mulo Alexandre Soares, presidente do Conselho das C&amp;#226;maras Portuguesas de Com&amp;#233;rcio no Brasil, para o qual, num ambiente de coopera&amp;#231;&amp;#227;o internacional, h&amp;#225; ainda muito que fazer, nomeadamente nas rela&amp;#231;&amp;#245;es culturais e econ&amp;#243;micas entre Portugal, Brasil, Angola, Cabo Verde, Guin&amp;#233;Bissau, Mo&amp;#231;ambique, Portugal e S&amp;#227;o Tom&amp;#233; e Pr&amp;#237;ncipe, pa&amp;#237;ses relativamente pr&amp;#243;ximos e ligados pelo Atl&amp;#226;ntico. ANA DE CARvAlhO Directora da Portugalglobal Directora Ana de Carvalho ana.carvalho@portugalglobal.pt Redac&amp;#231;&amp;#227;o Cristina Cardoso cristina.cardoso@portugalglobal.pt Jos&amp;#233; Escobar jose.escobar@portugalglobal.pt Vitor Quelhas vitor.quelhas@portugalglobal.pt Colaboram neste n&amp;#250;mero Direc&amp;#231;&amp;#227;o de Informa&amp;#231;&amp;#227;o da AICEP, Direc&amp;#231;&amp;#227;o Internacional da COSEC, Jo&amp;#227;o de Lima Pimentel, Jo&amp;#227;o Noronha, Jos&amp;#233; Carlos da Cruz Almeida, Lu&amp;#237;sa Agapito, Representa&amp;#231;&amp;#227;o da AICEP na &amp;#193;frica do Sul, Rolando Borges Martins, R&amp;#244;mulo Soares. Fotografia e ilustra&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#169;Fotolia, &amp;#169;Hamburg Messe (Katrin Neuhauser/ HMC - H.G. Esch, Ingenhoven Architects), Innovation Norway, Rodrigo Marques, Sto</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=5</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=5</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 5</title><description /><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=6</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=6</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 6</title><description>Parque das na&amp;#231;&amp;#245;es aponta para o futuro A EXPO 98 – a &amp;#250;ltima exposi&amp;#231;&amp;#227;o mundial do s&amp;#233;culo XX – revolucionou urbanisticamente a zona oriental da capital portuguesa e colocou Lisboa no centro das aten&amp;#231;&amp;#245;es do planeta, enchendo de justificado orgulho os portugueses. Hoje, o Parque das Na&amp;#231;&amp;#245;es n&amp;#227;o &amp;#233; apenas um empreendimento exemplar e bem sucedido, procurado como espa&amp;#231;o de habita&amp;#231;&amp;#227;o, lazer, cultura e neg&amp;#243;cios, mas tamb&amp;#233;m por empresas nacionais e internacionais que ali se querem instalar seduzidas pelas virtudes da nova cidade &amp;#224; beira-rio.</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=7</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=7</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 7</title><description>DEStaQuE EXpo 98 11 anOs dePOIs A EXPO 98 decorreu de 22 de Maio a 30 de Setembro em 1998, no Parque das Na&amp;#231;&amp;#245;es, com pavilh&amp;#245;es tem&amp;#225;ticos, espect&amp;#225;culos, olharapos, Acqua Matrix e muito mais. Foi visitada por cerca de 10 milh&amp;#245;es de pessoas, entre as quais reis e rainhas e outros not&amp;#225;veis, e transformou por completo a zona oriental de Lisboa. a ideia de organizar em Lisboa uma exposi&amp;#231;&amp;#227;o internacional nasceu nos primeiros meses de 1989, para celebrar – com a dimens&amp;#227;o de uma grande festa universal – o quinto centen&amp;#225;rio das viagens dos navegadores portugueses dos s&amp;#233;culos XV e XVI. Contudo, o conceito evoluiu de uma &amp;#243;ptica estritamente historicista, para uma ambiciosa plataforma tem&amp;#225;tica, que colocava os oceanos, a sua biodiversidade e a sua fun&amp;#231;&amp;#227;o no equil&amp;#237;brio planet&amp;#225;rio no epicentro do evento mundial, real&amp;#231;ando uma nova &amp;#233;tica nas rela&amp;#231;&amp;#245;es da humanidade com o meio ambiente, mais adequada &amp;#224; agenda pol&amp;#237;tica do s&amp;#233;culo XXI. 1993 foi uma fase de concep&amp;#231;&amp;#227;o e desenvolvimento. os anos de 1995 e 1996 foram de consolida&amp;#231;&amp;#227;o e constru&amp;#231;&amp;#227;o. “A EXPO 98 constitui-se como uma ambiciosa plataforma tem&amp;#225;tica, que colocava os oceanos, a sua biodiversidade e a sua fun&amp;#231;&amp;#227;o no equil&amp;#237;brio planet&amp;#225;rio no epicentro do evento mundial, real&amp;#231;ando uma nova &amp;#233;tica nas rela&amp;#231;&amp;#245;es da humanidade com o meio ambiente.” e com futuro o acontecimento festivo. foi este conceito de evento &amp;#250;til para a cidade, para o pa&amp;#237;s e para a comunidade internacional que fez com que a op&amp;#231;&amp;#227;o do local tenha reca&amp;#237;do na zona oriental de Lisboa, uma vasta &amp;#225;rea degrada e polu&amp;#237;da junto ao rio tejo, com 330 hectares, antes ocupada por diversas infra-estruturas industriais e portu&amp;#225;rias: edif&amp;#237;cios em ru&amp;#237;nas, velhos tanques de combust&amp;#237;vel, cemit&amp;#233;rios de sucata, contentores mar&amp;#237;timos empilhados, extensas zonas polu&amp;#237;das. os trabalhos de regenera&amp;#231;&amp;#227;o e requalifica&amp;#231;&amp;#227;o abrangeram, entre outros trabalhos, a descontamina&amp;#231;&amp;#227;o dos solos e das &amp;#225;guas subterr&amp;#226;neas, o saneamento, despolui&amp;#231;&amp;#227;o e regulariza&amp;#231;&amp;#227;o da parte terminal do rio tranc&amp;#227;o, a instala&amp;#231;&amp;#227;o das redes de &amp;#225;gua quente e fria, a recolha de lixo por suc&amp;#231;&amp;#227;o, &amp;#225;gua pot&amp;#225;vel, redes el&amp;#233;ctricas e de telecomunica&amp;#231;&amp;#245;es em fibra &amp;#243;ptica, redes de esgotos e esta&amp;#231;&amp;#245;es elevat&amp;#243;rias, interven&amp;#231;&amp;#245;es que transformaram completamente esta &amp;#225;rea, colocando-o entre as mais nobres e modernizadas da cidade de Lisboa. tornou-se claro que era necess&amp;#225;rio evitar o desperd&amp;#237;cio que representaram as exposi&amp;#231;&amp;#245;es internacionais do s&amp;#233;culo XX, procurando-se agora transformar em coisa &amp;#250;til pavilh&amp;#245;es tem&amp;#225;ticos e outros espa&amp;#231;os o pavilh&amp;#227;o do futuro, que durante a exposi&amp;#231;&amp;#227;o teve como tema o futuro dos oceanos, &amp;#233; hoje o Casino Lisboa. Inaugurado em 2006, o casino encontra-se localizado junto ao tejo, num edif&amp;#237;cio em que predomina o minimalismo de uma arquitectura depurada. &amp;#201; tamb&amp;#233;m um espa&amp;#231;o de entretenimento que disp&amp;#245;e de galeria de arte, um teatro, diversos bares e restaurantes, que oferecem diferentes ambientes. Portugalglobal // Setembro 09 // 7</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=8</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=8</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 8</title><description>DEStaQuE J&amp;#225; o pavilh&amp;#227;o do Conhecimento dos Mares &amp;#233; hoje um espa&amp;#231;o de divulga&amp;#231;&amp;#227;o do saber cient&amp;#237;fico, tendo-se transformado no pavilh&amp;#227;o do Conhecimento/Ci&amp;#234;ncia Viva. Este pavilh&amp;#227;o, que abriu ao p&amp;#250;blico em 1999, tornou-se um avan&amp;#231;ado museu interactivo de ci&amp;#234;ncia e tecnologia. o teatro Cam&amp;#245;es, propriedade do Minist&amp;#233;rio da Cultura, permanece como sala de espect&amp;#225;culos. Da autoria do Gabinete de arquitectura risco, sob a direc&amp;#231;&amp;#227;o do arquitecto Manuel Salgado, este edif&amp;#237;cio tem uma presen&amp;#231;a forte e simb&amp;#243;lica nesta zona da cidade dedicada ao lazer e &amp;#224; frui&amp;#231;&amp;#227;o dos espa&amp;#231;os livres. o pavilh&amp;#227;o da utopia &amp;#233; hoje o pavilh&amp;#227;o atl&amp;#226;ntico, a maior sala de espect&amp;#225;culos do pa&amp;#237;s, com uma capacidade para mais de 12 mil pessoas e por isso acolhe os maiores eventos musicais, mantendo uma agenda sempre preenchida. o seu conceito arquitectural – poupan&amp;#231;a energ&amp;#233;tica, efic&amp;#225;cia de gest&amp;#227;o e qualidade ambiental – conquistam n&amp;#227;o s&amp;#243; os visitantes nacionais como tamb&amp;#233;m os t&amp;#233;cnicos e especialistas a n&amp;#237;vel internacional. o ocean&amp;#225;rio de Lisboa – um dos maiores aqu&amp;#225;rios do mundo – &amp;#233; o mais emblem&amp;#225;tico dos pavilh&amp;#245;es da EXpo 98, continuando a ser visitado anualmente por um milh&amp;#227;o de pessoas. tornou-se o primeiro aqu&amp;#225;rio p&amp;#250;blico da Europa a receber Certifica&amp;#231;&amp;#245;es de Qualidade 9001 e 14001, tendo sido distinguido com o pr&amp;#233;mio EMaS – Eco-Management and audit Scheme (2005) e com o pr&amp;#233;mio Chiara’98 per le Scienze (1998). o ocean&amp;#225;rio possui mais de oito mil animais e plantas de 500 esp&amp;#233;cies diferentes, tendo sido visitado, at&amp;#233; ao final de 2007, por 12 milh&amp;#245;es de pessoas, o que lhe valeu a Medalha de M&amp;#233;rito tur&amp;#237;stico. na antiga porta do oriente da EXpo, funciona hoje o Centro Comercial Vasco da Gama, mesmo junto &amp;#224; gare intermodal de Lisboa ou Gare do oriente, constru&amp;#237;da para apoio &amp;#224; EXpo 98 mas tamb&amp;#233;m com o objectivo de se tornar o principal interface de transportes da cidade, com esta&amp;#231;&amp;#227;o de caminhos de ferro, de metropolitano, acesso facilitado &amp;#224;s principais vias rodovi&amp;#225;rias da zona e uma grande &amp;#225;rea de parqueamento. a autoria do projecto &amp;#233; do arquitecto e engenheiro espanhol Santiago Calatrava, que a “modelou” em bet&amp;#227;o, vidro e a&amp;#231;o. Entre os espa&amp;#231;os da exposi&amp;#231;&amp;#227;o que se encontram em fase de reutiliza&amp;#231;&amp;#227;o ou reabilita&amp;#231;&amp;#227;o, est&amp;#227;o a Marina e a Zona de Exibi&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#225;utica, onde esteve atracada a fragata D. fernando II e Gl&amp;#243;ria, um belo veleiro que foi restaurado nos anos 90 e que no passado serviu de modelo a muitos pintores, como o rei D. Carlos. H&amp;#225; ainda a torre Vasco da Gama, com 145 metros de altura e um miradouro de fabulosa vista panor&amp;#226;mica. a torre encontra-se encerrada ao p&amp;#250;blico, estando a ter lugar a constru&amp;#231;&amp;#227;o de um luxuoso hotel, o Gama royal Hotel, de 21 andares na torre, edif&amp;#237;cio que se desenvolve em duas partes, semelhantes &amp;#224;s velas de um barco. um exemplo de reutiliza&amp;#231;&amp;#227;o programada s&amp;#227;o as actuais instala&amp;#231;&amp;#245;es da fIL – feira Internacional de Lisboa. antes situadas na Junqueira, encontram-se agora no parque das na&amp;#231;&amp;#245;es desde o final da EXpo 98. o seu espa&amp;#231;o amplo e inovador foi projectado n&amp;#227;o apenas para servir o evento da feira universal mas para posteriormente se tornarem as instala&amp;#231;&amp;#245;es da nova fIL, inauguradas em Mar&amp;#231;o de 1999. a fIL organiza cerca de 30 feiras anuais, aluga e vende servi&amp;#231;os t&amp;#233;cnicos, quer a n&amp;#237;vel nacional como internacional, sendo um dos p&amp;#243;los mais din&amp;#226;micos do parque das na&amp;#231;&amp;#245;es. 8 // Setembro 09 // Portugalglobal</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=9</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=9</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 9</title><description>DEStaQuE parQuE DaS na&amp;#199;&amp;#213;ES uMa CIdade dO s&amp;#201;CuLO XXI No princ&amp;#237;pio foi a EXPO 98. Hoje, no Parque das Na&amp;#231;&amp;#245;es, uma mega-urbaniza&amp;#231;&amp;#227;o planeada e constru&amp;#237;da de raiz a partir do espa&amp;#231;o da &amp;#250;ltima exposi&amp;#231;&amp;#227;o mundial do s&amp;#233;culo XX, edificam-se e instalam-se equipamentos, iniciam-se neg&amp;#243;cios, vivendo ali mais de 20 mil residentes em cerca de 6 mil apartamentos. Uma “cidade” cada vez mais procurada por empresas nacionais e internacionais. Muitos dos que vivem ou se passeiam actualmente no parque das na&amp;#231;&amp;#245;es, n&amp;#227;o imaginam que esse novo espa&amp;#231;o da cidade de Lisboa nasceu nos terrenos degradados da zona oriental, numa frente de 5 quil&amp;#243;metros junto ao tejo. a interven&amp;#231;&amp;#227;o, iniciada em 1993, transformou profundamente esta parte da cidade, revitalizando e urbanizando com enorme sucesso esses terrenos, com uma not&amp;#225;vel requalifica&amp;#231;&amp;#227;o do ambiente em toda a &amp;#225;rea e com as infra-estruturas tecnologicamente mais avan&amp;#231;adas da cidade de Lisboa. Este espa&amp;#231;o regenerado e requalificado n&amp;#227;o s&amp;#243; acolheu a exposi&amp;#231;&amp;#227;o mundial em Lisboa – a EXpo 98 – como se fez “cidade” dentro da cidade, transformando-se num territ&amp;#243;rio ordenado em que coexistem habita&amp;#231;&amp;#227;o, servi&amp;#231;os, com&amp;#233;rcio, cultura e lazer, componentes urban&amp;#237;sticas que se integram plenamente na vida quotidiana da cidade e num espa&amp;#231;o cada vez mais preferido por quem procura pr&amp;#225;ticas associadas &amp;#224; qualidade de vida, como sejam um passeio ou um desporto junto ao rio. o espa&amp;#231;o &amp;#233; moderno e inovador, n&amp;#227;o s&amp;#243; pelo respeito ambiental em que se desenvolve mas tamb&amp;#233;m por apresentar uma concep&amp;#231;&amp;#227;o pioneira de vida urbana, que corresponde actualmente ao novo conceito dos grandes eventos internacionais, de que foi paradigma a EXpo 98. S&amp;#227;o espa&amp;#231;os criados numa &amp;#243;ptica de investimento dur&amp;#225;vel e sustent&amp;#225;vel, cada vez menos associados a “cidades” e a eventos ef&amp;#233;meros e cada vez mais planeados para funcionarem como catalizadores de reconvers&amp;#227;o e renova&amp;#231;&amp;#227;o de partes significativas do tecido urbano. Portugalglobal // Setembro 09 // 9</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=10</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=10</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 10</title><description>DEStaQuE por isso, o modelo desenvolvido no parque das na&amp;#231;&amp;#245;es coloca em destaque a inova&amp;#231;&amp;#227;o tecnol&amp;#243;gica e um novo modo de planear, construir e habitar o espa&amp;#231;o citadino, impulsionadores de solu&amp;#231;&amp;#245;es urban&amp;#237;sticas originais e novos estilos de vida. o projecto inicial deu oportunidade a que fosse criada uma cidade nova, em que a arquitectura, nas suas mais variadas express&amp;#245;es, se destacasse pela criatividade, ousadia e inova&amp;#231;&amp;#227;o. Exemplos disto s&amp;#227;o edif&amp;#237;cios como o pavilh&amp;#227;o de portugal, o teatro Lu&amp;#237;s de Cam&amp;#245;es, a torre Vasco da Gama, a Esta&amp;#231;&amp;#227;o do oriente e as &amp;#226;ncoras urban&amp;#237;sticas como o ocean&amp;#225;rio de Lisboa, o Centro Vasco da Gama, o pavilh&amp;#227;o atl&amp;#226;ntico e a feira Internacional de Lisboa (fIL). o parque das na&amp;#231;&amp;#245;es, com as suas infra-estruturas, equipamentos e projecto imobili&amp;#225;rio de elevada qualidade ambiental, permitiu criar e consolidar a imagem de uma “cidade ideal” para se viver e trabalhar, que embora tenha elevados custos de exposi&amp;#231;&amp;#227;o, tende a funcionar garantindo um espa&amp;#231;o que est&amp;#225; na moda e que satisfaz as necessidades dos seus residentes-alvo. Desde o in&amp;#237;cio, o projecto de urbaniza&amp;#231;&amp;#227;o teve como objectivo a melhoria e a sustentabilidade da qualidade do ambiente urbano. para tal, elaborou um projecto de arboriza&amp;#231;&amp;#227;o sobre o qual toda a interven&amp;#231;&amp;#227;o paisag&amp;#237;stica se centrou. nesta interven&amp;#231;&amp;#227;o incluem-se, n&amp;#227;o s&amp;#243; os jardins, mas tamb&amp;#233;m os parques, logradouros, rotundas, pra&amp;#231;as e vias envolventes. Esta nova rede de acessibilidades permite a conjuga&amp;#231;&amp;#227;o dos v&amp;#225;rios modos de transporte e de grandes infra-estruturas vi&amp;#225;rias e ferrovi&amp;#225;rias (ponte Vasco da Gama, variante &amp;#224; auto-estrada do norte, Circular regional Interior de LisboaCrIL, linhas ferrovi&amp;#225;rias suburbanas, metropolitano, rede vi&amp;#225;ria da cidade), a qual foi potenciada pela constru&amp;#231;&amp;#227;o de uma esta&amp;#231;&amp;#227;o inter-modal de transportes, a Esta&amp;#231;&amp;#227;o oriente. capital tornou-se, assim, num espa&amp;#231;o de lazer competitivo, oferecendo de forma integrada jardins, relvados, esplanadas, &amp;#225;reas comerciais, restaurantes, bares e discotecas, passando a ser um destino obrigat&amp;#243;rio para muitos lisboetas e mesmo para os moradores de outras cidades pr&amp;#243;ximas da capital, como a amadora, Sintra ou alcochete. Investimento, empresas e servi&amp;#231;os o nascimento, edifica&amp;#231;&amp;#227;o e consolida&amp;#231;&amp;#227;o do parque das na&amp;#231;&amp;#245;es representaram investimentos avultados. Contudo, em 2008, a parque EXpo, empresa gestora do empreendimento, reduziu o endividamento banc&amp;#225;rio em 54 milh&amp;#245;es de euros, tendo dado continuidade &amp;#224; concep&amp;#231;&amp;#227;o e gest&amp;#227;o de projectos de interven&amp;#231;&amp;#227;o urbana e valoriza&amp;#231;&amp;#227;o ambiental diversificados, o que representou um aumento de proveitos pr&amp;#243;ximo dos 6 milh&amp;#245;es de euros. uma clara evolu&amp;#231;&amp;#227;o na amortiza&amp;#231;&amp;#227;o: dos 473 milh&amp;#245;es de euros no in&amp;#237;cio de 2005, houve uma redu&amp;#231;&amp;#227;o muito significativa para 239 milh&amp;#245;es de euros no final de 2008. o elevado investimento justificase, dada a op&amp;#231;&amp;#227;o em mat&amp;#233;ria de infraestruturas de alta qualidade, claramente inovadoras, antecipadoras do futuro e que proporcionam uma elevada efici&amp;#234;ncia na presta&amp;#231;&amp;#227;o dos servi&amp;#231;os urbanos, o que constitui a base da competitividade de actividades terci&amp;#225;rias. al&amp;#233;m da zona habitacional, cada vez mais procurada, verifica-se um assinal&amp;#225;vel cres- “O Parque das Na&amp;#231;&amp;#245;es, com as suas infra-estruturas, equipamentos e projecto imobili&amp;#225;rio de elevada qualidade ambiental, permitiu criar e consolidar a imagem de uma “cidade ideal” para se viver e trabalhar.” a urbaniza&amp;#231;&amp;#227;o expandiu-se para Sul, cresceu organicamente e hoje tem a lota&amp;#231;&amp;#227;o residencial quase esgotada. a parque EXpo 98, Sa comercializou 95 por cento de uma &amp;#225;rea bruta de constru&amp;#231;&amp;#227;o pr&amp;#243;xima de 2.500.000,00 metros quadrados, tornando-se respons&amp;#225;vel pelo mais relevante caso de sucesso na hist&amp;#243;ria da pol&amp;#237;tica urban&amp;#237;stica em portugal. na realidade, o parque das na&amp;#231;&amp;#245;es transformou-se tamb&amp;#233;m num dos espa&amp;#231;os de lazer mais procurados de Lisboa, passando por ele, mensalmente, mais de 2 milh&amp;#245;es de visitantes. Este novo p&amp;#243;lo da 10 // Setembro 09 // Portugalglobal</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=11</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=11</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 11</title><description>DEStaQuE anos dado que decorre da procura de espa&amp;#231;os energeticamente certificados, sustent&amp;#225;veis e mais eficientes, que traduzam as recentes pol&amp;#237;ticas de reconvers&amp;#227;o, reabilita&amp;#231;&amp;#227;o e revaloriza&amp;#231;&amp;#227;o urbanas. as empresas que se instalam no parque das na&amp;#231;&amp;#245;es pretendem conjugar efici&amp;#234;ncia e modernidade dos edif&amp;#237;cios com a excelente localiza&amp;#231;&amp;#227;o e as boas acessibilidades. Em 2008, o mercado de escrit&amp;#243;rios em Lisboa entrou no ciclo mais din&amp;#226;mico dos &amp;#250;ltimos cinco anos, movimento de reanima&amp;#231;&amp;#227;o que se verificou principalmente na zona do parque das na&amp;#231;&amp;#245;es, e em que apenas seis edif&amp;#237;cios representaram um ter&amp;#231;o das novas opera&amp;#231;&amp;#245;es. nesta medida, a actual zona oriental de Lisboa tornou-se, sem d&amp;#250;vida, a mais din&amp;#226;mica do momento, seguida pela 2&amp;#170; Circular/ Campo Grande e, em terceiro lugar, pela do oeste, Zona 6/oeiras. sucesso not&amp;#225;vel, outras empresas apostam forte nesta zona, como sejam a novabase, empresa de tecnologias e Sistemas de Informa&amp;#231;&amp;#227;o, cuja superf&amp;#237;cie de ocupa&amp;#231;&amp;#227;o constitui uma das maiores transac&amp;#231;&amp;#245;es de arrendamento de escrit&amp;#243;rios em Lisboa, e a Diageo, uma multinacional que resultou da fus&amp;#227;o da Guinness e da GrandMet, e que est&amp;#225; presente em mais de 180 pa&amp;#237;ses, sendo l&amp;#237;der mundial no sector de bebidas premium. Muitas destas empresas seguem a nova tend&amp;#234;ncia do mercado imobili&amp;#225;rio de escrit&amp;#243;rios em Lisboa, caracterizada pelo arrendamento de grandes &amp;#225;reas a uma s&amp;#243; entidade. Equipamentos sociais importantes, assinados por prestigiados arquitectos, est&amp;#227;o igualmente instalados no parque das na&amp;#231;&amp;#245;es, como o Hospital Cuf Descobertas (do grupo Jos&amp;#233; de Mello, com arquitectura de rui Maia), a Escola Superior de Enfermagem artur ravara (arquitectura de teresa fran&amp;#231;a), a Escola Superior de tecnologia da Sa&amp;#250;de de Lisboa (arquitectura de teresa fran&amp;#231;a) ou a Escola B&amp;#225;sica 1,2,3 e Jardim de Inf&amp;#226;ncia Vasco da Gama (arquitectura de ot&amp;#237;lia Santos e pancada Correia). ou modernas unidades hoteleiras, como o Hotel olissippo oriente, Hotel tivoli tejo (Grupo Esp&amp;#237;rito Santo, com arquitectura de Lima Soares e teixeira pinto), Hotel tryp oriente (ex-Meli&amp;#225; Confort oriente, com arquitectura de Manuel Magalh&amp;#227;es) ou o Hotel VIp Executive art’s (arquitectura de frederico Valsassina). tamb&amp;#233;m o novo campus da Justi&amp;#231;a, recentemente inaugurado no parque das na&amp;#231;&amp;#245;es, transfere para este espa&amp;#231;o tribunais, departamentos de investiga&amp;#231;&amp;#227;o e ac&amp;#231;&amp;#227;o penal, conservat&amp;#243;rias, institutos, direc&amp;#231;&amp;#245;es-gerais e a Inspec&amp;#231;&amp;#227;o-Geral da Justi&amp;#231;a, num total de 25 servi&amp;#231;os, que concentrar&amp;#227;o cerca de 2.400 magistrados e funcion&amp;#225;rios de Justi&amp;#231;a distribu&amp;#237;dos por 11 edif&amp;#237;cios, que alojam 21 tribunais e servi&amp;#231;os. Este conjunto de val&amp;#234;ncias j&amp;#225; est&amp;#227;o a funcionar no office park Expo, resultado de um fundo lan&amp;#231;ado pela norfIn, que desenvolveu de raiz um parque de escrit&amp;#243;rios integrado e moderno com uma &amp;#225;rea de constru&amp;#231;&amp;#227;o total com cerca de 200.000 metros quadrados, dos quais 65.000 acima do solo. o empreendimento encontra-se totalmente arrendado ao Minist&amp;#233;rio da Justi&amp;#231;a e ao El Corte Ingl&amp;#234;s. cimento do n&amp;#237;vel de fixa&amp;#231;&amp;#227;o de servi&amp;#231;os e de escrit&amp;#243;rios de grandes empresas e de pME, o que faz do parque das na&amp;#231;&amp;#245;es uma das zonas de Lisboa mais movimentadas e mais din&amp;#226;micas do mercado imobili&amp;#225;rio. Seguindo a tend&amp;#234;ncia para se localizarem em espa&amp;#231;os mais modernos e com maior flexibilidade de uso, numerosas empresas nacionais e internacionais, como a adidas, auto Contact, Britalar, Carlife, Distrilogie, Giad, Inland, Keller, Lufthansa, Martifer, Bombardier, refer, Creative Minds, Grupo Cenor, rockbuilding, Whirlpool, Diageo, red Bull e team View, entre outras, j&amp;#225; se encontram instaladas no parque das na&amp;#231;&amp;#245;es. Esta tend&amp;#234;ncia, segundo os analistas, ir&amp;#225; intensificar-se durante os pr&amp;#243;ximos “As empresas que se instalam no Parque das Na&amp;#231;&amp;#245;es pretendem conjugar efici&amp;#234;ncia e modernidade dos edif&amp;#237;cios com a excelente localiza&amp;#231;&amp;#227;o e as boas acessibilidades.” al&amp;#233;m da fIL, que ao mudar da Junqueira para o parque das na&amp;#231;&amp;#245;es duplicou o n&amp;#250;mero de frequentadores, empresas e stands, e o Centro Comercial da SonaE, que constitui um cas</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=12</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=12</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 12</title><description>Rolando Borges Martins Presidente da Parque EXPO “A PARque eXPO j&amp;#225; &amp;#233; uMA MARcA de sucessO A n&amp;#237;vel MundiAl” Rolando Borges Martins fala de um “olhar p&amp;#250;blico” sobre o territ&amp;#243;rio, muito peculiar da Parque EXPO, adquirido na concep&amp;#231;&amp;#227;o e realiza&amp;#231;&amp;#227;o da EXPO 98 e nas interven&amp;#231;&amp;#245;es do programa Polis e que a empresa j&amp;#225; exporta em larga escala para diversas latitudes. A renova&amp;#231;&amp;#227;o urbana e a requalifica&amp;#231;&amp;#227;o ambiental, executadas com reconhecida compet&amp;#234;ncia na parte oriental de Lisboa e replicadas agora pelo mundo fora noutros territ&amp;#243;rios com potencial de desenvolvimento, s&amp;#227;o a marca distintiva da sua estrat&amp;#233;gia de internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o, avaliada na entrevista com o seu presidente e futuro comiss&amp;#225;rio da presen&amp;#231;a de Portugal na EXPO Xangai 2010.</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=13</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=13</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 13</title><description>ENTREVISTA A internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o da Parque EXPO foi um objectivo da empresa desde o in&amp;#237;cio da sua actividade ou surgiu como uma segunda miss&amp;#227;o, depois do grande &amp;#234;xito da exposi&amp;#231;&amp;#227;o de Lisboa, como forma de viabilizar o seu futuro e de fazer face aos compromissos assumidos para assegurar a realiza&amp;#231;&amp;#227;o daquele evento? A Parque EXPO atravessou, desde o final da Exposi&amp;#231;&amp;#227;o Mundial de Lisboa de 1998, um processo complexo de reconvers&amp;#227;o empresarial, que se traduziu na redefini&amp;#231;&amp;#227;o da sua miss&amp;#227;o, na gradual evolu&amp;#231;&amp;#227;o do seu core business e consequente altera&amp;#231;&amp;#227;o do seu posicionamento institucional. A internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o surgiu como uma consequ&amp;#234;ncia natural deste novo posicionamento, centrado na requalifica&amp;#231;&amp;#227;o urbana e valoriza&amp;#231;&amp;#227;o de territ&amp;#243;rios, e claramente como uma segunda miss&amp;#227;o, n&amp;#227;o com o prop&amp;#243;sito espec&amp;#237;fico de viabiliza&amp;#231;&amp;#227;o da empresa, embora tamb&amp;#233;m tenha contribu&amp;#237;do para a sua sustentabilidade. O objectivo principal da internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233;, assim, fomentar a partilha de conhecimentos e experi&amp;#234;ncias, a partir dos projectos realizados em Portugal, nomeadamente o Parque das Na&amp;#231;&amp;#245;es, e alavancar o potencial de exporta&amp;#231;&amp;#227;o de compet&amp;#234;ncias nacionais, capitalizando o know-how adquirido. Qual o conceito estrat&amp;#233;gico seguido pela empresa nos mercados externos? A Parque EXPO &amp;#233; um instrumento das pol&amp;#237;ticas p&amp;#250;blicas de ambiente, ordenamento do territ&amp;#243;rio e desenvolvimento urbano, apoiando o Governo na concep&amp;#231;&amp;#227;o de programas de implementa&amp;#231;&amp;#227;o dessas pol&amp;#237;ticas e actuando como ve&amp;#237;culo da sua operacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o. O desenvolvimento sustent&amp;#225;vel, que actualmente &amp;#233; refer&amp;#234;ncia para o desenvolvimento econ&amp;#243;mico, a coes&amp;#227;o social e a valoriza&amp;#231;&amp;#227;o ambiental, determina a orienta&amp;#231;&amp;#227;o estrat&amp;#233;gica para as interven&amp;#231;&amp;#245;es no territ&amp;#243;rio em Portugal e, tamb&amp;#233;m, no estrangeiro. Neste campo, considerando a universalidade da pol&amp;#237;tica de desenvolvimento sustent&amp;#225;vel, a miss&amp;#227;o da Parque EXPO a n&amp;#237;vel internacional tira partido dessa oportunidade e promove a exporta&amp;#231;&amp;#227;o de compet&amp;#234;ncias nacionais. A Parque EXPO est&amp;#225; particularmente vocacionada para intervir em territ&amp;#243;rios de larga escala, preferencialmente atrav&amp;#233;s de parceiros locais e para clientes maioritariamente p&amp;#250;blicos ou com uma vis&amp;#227;o p&amp;#250;blica, que sejam detentores ou tenham jurisdi&amp;#231;&amp;#227;o sobre os territ&amp;#243;rios a merecer transforma&amp;#231;&amp;#227;o. Falamos sobretudo de territ&amp;#243;rios degradados (brownfields), de territ&amp;#243;rios com potencial de desenvolvimento e expans&amp;#227;o urbana, ou tecidos urbanos (centros hist&amp;#243;ricos ou frentes ribeirinhas, por exemplo) a carecer de requalifica&amp;#231;&amp;#227;o. “A Parque EXPO &amp;#233; um instrumento das pol&amp;#237;ticas p&amp;#250;blicas de ambiente, ordenamento do territ&amp;#243;rio e desenvolvimento urbano.” Quais os pontos fortes da empresa face &amp;#224; concorr&amp;#234;ncia? Os pontos fortes identificados da Parque EXPO (PE) relacionam-se com o seu “olhar p&amp;#250;blico” sobre o territ&amp;#243;rio, com o saber e experi&amp;#234;ncia acumulados na concep&amp;#231;&amp;#227;o e realiza&amp;#231;&amp;#227;o da EXPO 98 e do Parque das Na&amp;#231;&amp;#245;es, e de seguida, das interven&amp;#231;&amp;#245;es no Programa Polis. Foram estes os projectos a n&amp;#237;vel nacional que nos permitiram desenvolver uma abordagem estrat&amp;#233;gica e operacional integradora. A PE tem experi&amp;#234;ncia na montagem e concretiza&amp;#231;&amp;#227;o de grandes opera&amp;#231;&amp;#245;es integradas (conceito, planeamento, financiamento, execu&amp;#231;&amp;#227;o, controlo e gest&amp;#227;o urbana), traduzindo um capital de conhecimento multidisciplinar na gest&amp;#227;o de projectos de revaloriza&amp;#231;&amp;#227;o urbana e requalifica&amp;#231;&amp;#227;o ambiental. De referir a este respeito, que PE &amp;#233; a &amp;#250;nica entidade p&amp;#250;blica nacional certificada ao abrigo da norma NP EN ISO 9001:2000 nas &amp;#225;reas da Prospec&amp;#231;&amp;#227;o, Concep&amp;#231;&amp;#227;o e Gest&amp;#227;o de Projectos de Renova&amp;#231;&amp;#227;o Urbana e de Requalifica&amp;#231;&amp;#227;o Ambiental. Esta dimens&amp;#227;o e capacidade operacional constitui um dos motivos de contrata&amp;#231;&amp;#227;o da Parque EXPO, cuja presta&amp;#231;&amp;#227;o se diferencia de um “normal” gabinete de estudos por ter Cidade de Argel Portugalglobal // Setembro 09 // 13</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=14</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=14</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 14</title><description>ENTREVISTA sempre presente a dimens&amp;#227;o operacional logo desde a fase de concep&amp;#231;&amp;#227;o, que inclui as componentes relativas &amp;#224; execu&amp;#231;&amp;#227;o e implementa&amp;#231;&amp;#227;o subsequente da interven&amp;#231;&amp;#227;o. A Parque EXPO &amp;#233; hoje, podemos dizer, uma “marca” internacional, reconhecida, associada &amp;#224; concretiza&amp;#231;&amp;#227;o com sucesso de grandes opera&amp;#231;&amp;#245;es de interven&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; escala do territ&amp;#243;rio. A empresa transporta para os mercados o seu saber e a sua experi&amp;#234;ncia adquiridos na EXPO 98. O modelo seguido em Lisboa, salvaguardando as especificidades de cada interven&amp;#231;&amp;#227;o, &amp;#233; a vossa f&amp;#243;rmula para o sucesso ou a Parque EXPO muda a matriz da sua ac&amp;#231;&amp;#227;o consoante a cidade e o projecto onde interv&amp;#233;m? Cada projecto &amp;#233; diferente. O nosso “neg&amp;#243;cio” &amp;#233; o territ&amp;#243;rio, e este &amp;#233; espec&amp;#237;fico e particular, em cada caso. Por outro lado, o conjunto de projectos desenvolvido no exterior confere &amp;#224; organiza&amp;#231;&amp;#227;o um conjunto de metodologias de abordagem dos problemas, de ferramentas de interven&amp;#231;&amp;#227;o j&amp;#225; testadas. Os nossos dois vectores de actua&amp;#231;&amp;#227;o: um voltado para a concep&amp;#231;&amp;#227;o estrat&amp;#233;gica das interven&amp;#231;&amp;#245;es no territ&amp;#243;rio, e outro para a gest&amp;#227;o da sua implementa&amp;#231;&amp;#227;o e opera&amp;#231;&amp;#227;o futura, concretizando propostas de muta&amp;#231;&amp;#227;o de territ&amp;#243;rio que visem a melhoria da qualidade de vida, o equil&amp;#237;brio ambiental e a competitividade dos territ&amp;#243;rios, beneficiam assim deste “saber de experi&amp;#234;ncia feito” temperado pela considera&amp;#231;&amp;#227;o caso a caso. Qual a percentagem que os mercados externos t&amp;#234;m no vosso volume de neg&amp;#243;cios global? A actividade de consultoria e projecto a n&amp;#237;vel internacional &amp;#233; j&amp;#225; hoje superior a 20 por cento do volume de neg&amp;#243;cio. “A actividade de consultoria e projecto a n&amp;#237;vel internacional &amp;#233; j&amp;#225; hoje superior a 20 por cento do volume de neg&amp;#243;cio.“ Quais s&amp;#227;o os grandes mercados de aposta? Porqu&amp;#234;? N&amp;#243;s elegemos os mercados de express&amp;#227;o portuguesa e os mercados do Magrebe. Para al&amp;#233;m das raz&amp;#245;es de natureza hist&amp;#243;rica e cultural, no caso sobretudo dos primeiros, tratam-se de mercados com forte potencial de crescimento e com necessidades prementes de desenvolvimento do territ&amp;#243;rio, que enfrentam s&amp;#233;rios problemas de crescimento urbano geralmente caracterizado por fortes e descontrolados afluxos de popula&amp;#231;&amp;#245;es aos centros urbanos, sem que estes estejam preparados ou possam mesmo resistir a essa carga humana que os invade. 14 // Setembro 09 // Portugalglobal</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=15</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=15</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 15</title><description>ENTREVISTA S&amp;#227;o mercados com taxas de crescimento econ&amp;#243;mico na maioria dos casos muito interessantes. Aos mais elevados n&amp;#237;veis de rendimento est&amp;#227;o, geralmente, associadas novas necessidades e exig&amp;#234;ncias de qualifica&amp;#231;&amp;#227;o urbana. Nuns e noutros, porque estamos no inicio da cadeia de valor, estamos no ordenamento a uma escala macro, somos factores primeiro de promo&amp;#231;&amp;#227;o e depois do envolvimento de entidades portuguesas na &amp;#225;rea dos projectos, nas suas mais diversas especialidades, na &amp;#225;rea da constru&amp;#231;&amp;#227;o e na &amp;#225;rea da utiliza&amp;#231;&amp;#227;o futura, porque sempre que &amp;#233; poss&amp;#237;vel, obviamente, arrastamos connosco empresas portuguesas em cons&amp;#243;rcio ou em sugest&amp;#227;o de contrata&amp;#231;&amp;#227;o. Quais s&amp;#227;o, em termos de interven&amp;#231;&amp;#245;es emblem&amp;#225;ticas, os grandes mercados da empresa at&amp;#233; agora? A Parque EXPO tem vindo a desenvolver trabalho no Brasil, Arg&amp;#233;lia, Mo&amp;#231;ambique, Tun&amp;#237;sia, Angola, Cabo Verde e China. Gostaria, no entanto, de destacar um trabalho e uma aposta. Como trabalho, projecto concreto, destaco o plano director da &amp;#225;rea metropolitana da cidade de Argel. &amp;#201; um projecto muito ambicioso que a Parque EXPO ganhou em concurso internacional, uma vez mais associada a outras entidades portuguesas, e que nos faz estar envolvidos na vis&amp;#227;o e na defini&amp;#231;&amp;#227;o de uma nova estrat&amp;#233;gia para uma cidade de mais de 4 milh&amp;#245;es de habitantes. Como aposta, gostaria de referir a recente abertura da nossa delega&amp;#231;&amp;#227;o de Luanda porque &amp;#233; um mercado com enorme potencial, n&amp;#227;o s&amp;#243; nesta cidade mas tamb&amp;#233;m noutras capitais de prov&amp;#237;ncias que t&amp;#234;m s&amp;#233;rios problemas de ordenamento territorial como resultado de um crescimento populacional descontrolado durante a guerra e que n&amp;#243;s queremos ajudar a resolver. O que caracteriza essas interven&amp;#231;&amp;#245;es? Trata-se, regra geral, de territ&amp;#243;rios que, pela sua natureza, exigem interven&amp;#231;&amp;#245;es priorit&amp;#225;rias em mat&amp;#233;rias de ambiente, ordenamento do territ&amp;#243;rio e desenvolvimento urbano. Intervimos em &amp;#225;reas urbanas obsoletas que correspondem a &amp;#225;reas industriais, portu&amp;#225;rias, ferrovi&amp;#225;rias ou afectas a outras actividades econ&amp;#243;micas desactivadas, em &amp;#225;reas afectas ao patrim&amp;#243;nio do Estado relevante na perspectiva da reconvers&amp;#227;o dos seus usos e da sua integra&amp;#231;&amp;#227;o no tecido e vida urbana, em unidades territoriais das zonas costeiras, zonas ribeirinhas, e ao n&amp;#237;vel de novos territ&amp;#243;rios urbanos gerados por projectos de import&amp;#226;ncia estrat&amp;#233;gica nacional ou regional, nos dom&amp;#237;nios do desenvolvimento econ&amp;#243;mico e de grandes infra-estruturas cuja compatibiliza&amp;#231;&amp;#227;o com os aspectos sociais e ambientais determinam uma actua&amp;#231;&amp;#227;o integrada e de harmoniza&amp;#231;&amp;#227;o de interesses. A mat&amp;#233;ria-prima da Parque EXPO &amp;#233; o territ&amp;#243;rio. Quais as dificuldades que a empresa enfrenta no estrangeiro face &amp;#224;s diferentes normas que se prendem com as mais variadas pol&amp;#237;ticas de promo&amp;#231;&amp;#227;o do desenvolvimento sustent&amp;#225;vel? A presen&amp;#231;a da empresa no mercado internacional implica sempre a sujei&amp;#231;&amp;#227;o a um conjunto de riscos dos quais se salientam os riscos pol&amp;#237;ticos, legais, cambiais e fiscais, al&amp;#233;m cidade de Argel (em cima) e vista a&amp;#233;rea do Parque das Na&amp;#231;&amp;#245;es (em baixo). das situa&amp;#231;&amp;#245;es que decorrem da entrada em pa&amp;#237;ses cujas matrizes lingu&amp;#237;sticas e culturais podem ter diferen&amp;#231;as significativas. Ao n&amp;#237;vel normativo temos muitas vezes que adaptar as nossas propostas e a nossa metodologia de forma a obtermos a maior efic&amp;#225;cia entre aquilo que idealizamos, a vontade do cliente e as limita&amp;#231;&amp;#245;es legais. Mas as preocupa&amp;#231;&amp;#245;es e orienta&amp;#231;&amp;#227;o para as quest&amp;#245;es do desenvolvimento sustent&amp;#225;vel est&amp;#227;o, hoje, j&amp;#225; presentes em qualquer pa&amp;#237;s ou cultura. &amp;#201; essencial que assim seja e ainda bem. Pelo que a introdu&amp;#231;&amp;#227;o “(.)a sustentabilidade dos territ&amp;#243;rios &amp;#233; hoje, felizmente, uma preocupa&amp;#231;&amp;#227;o nossa, mas tamb&amp;#233;m dos nossos clientes.” de considera&amp;#231;&amp;#245;es de sustentabilidade dos territ&amp;#243;rios &amp;#233; hoje, felizmente, uma preocupa&amp;#231;&amp;#227;o nossa, mas tamb&amp;#233;m dos nossos clientes. Sempre. A empresa recorre a parcerias nos mercados? Que tipo de parcerias? Qual a grande finalidade das mesmas? O tipo de interven&amp;#231;&amp;#245;es determina a defini&amp;#231;&amp;#227;o do universo de clientes da Parque EXPO e os seus parceiros privilegiados,</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=16</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=16</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 16</title><description>ENTREVISTA Vista a&amp;#233;rea da interven&amp;#231;&amp;#227;o na cidade do Recife localmente pode ter e aportar –, e outros conhecimentos t&amp;#233;cnicos especializados, que podem ser levados a partir de Portugal. O projecto que estamos a desenvolver na Arg&amp;#233;lia – o plano director da &amp;#225;rea metropolitana da cidade de Argel – &amp;#233; um bom exemplo de envolvimento e interc&amp;#226;mbio entre parceiros e compet&amp;#234;ncias locais, e muitos, muitos, especialistas e empresas nacionais. sivo esfor&amp;#231;o de aposta na transpar&amp;#234;ncia e dinamiza&amp;#231;&amp;#227;o do funcionamento da economia que nos motivam. As interven&amp;#231;&amp;#245;es da Parque EXPO l&amp;#225; fora surgem na sequ&amp;#234;ncia de concursos ganhos? A empresa desenha um projecto de raiz e ganha um concurso com ele? Ou a concep&amp;#231;&amp;#227;o do mesmo &amp;#233; exterior &amp;#224; empresa e esta cinge-se &amp;#224; sua execu&amp;#231;&amp;#227;o no terreno? A actua&amp;#231;&amp;#227;o da Parque EXPO no estrangeiro &amp;#233; desenvolvida, sobretudo, atrav&amp;#233;s de contactos estabelecidos num primeiro momento a n&amp;#237;vel institucional e oficial, por se tratar de uma empresa p&amp;#250;blica, a trabalhar num sector de actividade como o do ordenamento do territ&amp;#243;rio que aborda a outra parte tamb&amp;#233;m numa perspectiva de colabora&amp;#231;&amp;#227;o “p&amp;#250;blica”. Participamos muito raramente em concursos internacionais, preferindo explorar acordos e colabora&amp;#231;&amp;#245;es directamente com entidades p&amp;#250;blicas na &amp;#225;rea do ordenamento, das cidades ou do ambiente em cada pa&amp;#237;s. O papel da AICEP tem, muitas vezes, sido determinante para o estabelecimento, primeiro, de um contacto, de uma abertura de um canal de comunica&amp;#231;&amp;#227;o; depois, para proporcionar um acompanhamento ou refor&amp;#231;o de um relacionamento comercial. O que representa para si ser o comiss&amp;#225;rio portugu&amp;#234;s na EXPO Xangai? Uma responsabilidade muito grande. Trata-se de encabe&amp;#231;ar a representa&amp;#231;&amp;#227;o oficial do pa&amp;#237;s num evento de n&amp;#237;vel mun- “O projecto que estamos a desenvolver na Arg&amp;#233;lia &amp;#233; um bom exemplo de envolvimento e interc&amp;#226;mbio entre parceiros e compet&amp;#234;ncias locais (.)” Tomando como exemplo Angola, onde a empresa est&amp;#225; presente. Num pa&amp;#237;s com estas caracter&amp;#237;sticas, que dificuldades encontram nas vertentes social, ambiental e econ&amp;#243;mica no plano pr&amp;#225;tico da execu&amp;#231;&amp;#227;o dos projectos? Tal como referi, encaramos este mercado como uma aposta. Para n&amp;#243;s n&amp;#227;o se deve falar de dificuldades, uma vez que h&amp;#225; sobretudo abertura pol&amp;#237;tica e vontade dos agentes econ&amp;#243;micos de mudar. S&amp;#227;o sobretudo os desafios e as potencialidades de um mercado com um elevado crescimento econ&amp;#243;mico nos &amp;#250;ltimos anos, com crescente estabilidade pol&amp;#237;tica, uma evidente proximidade cultural e uma progres- 16 // Setembro 09 // Portugalglobal</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=17</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=17</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 17</title><description>ENTREVISTA dial, numa Exposi&amp;#231;&amp;#227;o Universal que se prepara para ser a maior e mais visitada de sempre. Portugal apresentar-se-&amp;#225; como um pa&amp;#237;s europeu contempor&amp;#226;neo, aberto ao mundo e – porque o tema da EXPO Xangai 2010 &amp;#233;, tamb&amp;#233;m aqui, o das cidades e da qualidade de vida – com exemplos pr&amp;#225;ticos de como tem o pa&amp;#237;s, ao longo da Hist&amp;#243;ria, mas sobretudo na actualidade, contribu&amp;#237;do para o equil&amp;#237;brio, gest&amp;#227;o equilibrada de recursos e sustentabilidade da vida urbana. O lema da nossa participa&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; “Portugal, uma pra&amp;#231;a para o Mundo/ Portugal, um mundo de energias”. A AICEP vai colaborar com a representa&amp;#231;&amp;#227;o portuguesa em Xangai durante toda a exposi&amp;#231;&amp;#227;o. Pode tra&amp;#231;arnos, em linhas gerais, os grandes objectivos dessa colabora&amp;#231;&amp;#227;o e dizer-nos, na sua convic&amp;#231;&amp;#227;o pessoal, o que se pode esperar deste compromisso? Contamos muito com a AICEP para dinamizar um espa&amp;#231;o especialmente criado no Pavilh&amp;#227;o de Portugal, um verdadeiro centro de neg&amp;#243;cios, ao longo dos seis meses da Exposi&amp;#231;&amp;#227;o (de 1 de Maio a 31 de Outubro de 2010), onde esperamos ver acontecer diariamente todo o tipo de eventos: apresenta&amp;#231;&amp;#245;es, demonstra&amp;#231;&amp;#245;es, contactos e exposi&amp;#231;&amp;#245;es de empresas e sectores de actividade econ&amp;#243;mica nacionais, j&amp;#225; hoje presentes na China ou procurando a&amp;#237; entrar. S&amp;#227;o 184 dias abertos &amp;#224; iniciativa e criatividade das empresas nacionais, face a um p&amp;#250;blico alargado de um mercado gigantesco, uma oportunidade que o tecido empresarial nacional deve saber aproveitar. A conjuga&amp;#231;&amp;#227;o de esfor&amp;#231;os entre a AICEP e o Comissariado s&amp;#227;o, neste caso, mais que um compromisso conjunto, uma obriga&amp;#231;&amp;#227;o nacional para divulgar e promover a economia e o empreendedorismo portugueses. Quais os planos da empresa no curto e m&amp;#233;dio prazo? No plano internacional a Parque EXPO tem j&amp;#225; bem claro e definido o seu rumo. Nos pr&amp;#243;ximos anos devemos – queremos – assistir ao refor&amp;#231;o e consolida&amp;#231;&amp;#227;o da nossa posi&amp;#231;&amp;#227;o nos mercados priorit&amp;#225;rios que elegemos, e ver ainda mais fortemente reconhecida a marca de qualidade que a assinatura Parque EXPO confere aos trabalhos em que se envolve. Localiza&amp;#231;&amp;#227;o da representa&amp;#231;&amp;#227;o de Portugal na Expo 2010, em Xangai Rolando Borges Martins Rolando Borges Martins tem duas licenciaturas, uma em arquitectura e outra em gest&amp;#227;o de empresas, &amp;#225;rea em que tamb&amp;#233;m fez um MBA. Conta com uma vasta experi&amp;#234;ncia profissional na coordena&amp;#231;&amp;#227;o de projectos de renova&amp;#231;&amp;#227;o urbana e requalifica&amp;#231;&amp;#227;o ambiental. Nessa condi&amp;#231;&amp;#227;o, o seu curr&amp;#237;culo fala por si. &amp;#201; o actual presidente da Parque EXPO, representante do Governo nos contactos com a CML no &amp;#226;mbito do programa de revitaliza&amp;#231;&amp;#227;o da baixa de Lisboa, foi Comiss&amp;#225;rioGeral de Portugal para a EXPO Sarago&amp;#231;a 2008, cargo que voltar&amp;#225; a assumir na EXPO Xangai 2010, al&amp;#233;m de colabora&amp;#231;&amp;#227;o em projectos do Gabinete RISCO para diversos munic&amp;#237;pios portugueses e estrangeiros. &amp;#201; ainda presidente do Conselho de Administra&amp;#231;&amp;#227;o do Pavilh&amp;#227;o Multiusos e do Ocean&amp;#225;rio de Lisboa. Foi tamb&amp;#233;m respons&amp;#225;vel pelo marketing de diversas empresas como a Sogrape e a Martini &amp;amp; Rossi e pela assessoria de marketing da Jer&amp;#243;nimo Martins. Na cultura, merece destaque pelo lugar que ocupou como assessor do Presidente do Conselho de Administra&amp;#231;&amp;#227;o da Sociedade Porto 2001. Portugalglobal // Setembro 09 // 17</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=18</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=18</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 18</title><description /><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=19</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=19</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 19</title><description>not&amp;#237;ciaS P&amp;#233;riplo de Bas&amp;#237;lio Horta a Mo&amp;#231;ambique e &amp;#224; &amp;#193;frica do Sul dimento entre a aicEP e a ag&amp;#234;ncia para o Desenvolvimento Econ&amp;#243;mico de Gauteng (GEDa), que defina iniciativas promocionais, de car&amp;#225;cter sectorial, para dar a conhecer em Portugal as potencialidades do mercado sul-africano (com particular relevo do Gauteng), bem como, no &amp;#226;mbito deste, divulgar as capacidades do mercado portugu&amp;#234;s, nomeadamente nos sectores de componentes da ind&amp;#250;stria autom&amp;#243;vel, energias renov&amp;#225;veis e tic. &amp;#201; de referir ainda, pela sua import&amp;#226;ncia, o encontro com Gra&amp;#231;a Machel, presidente do Grupo Whitana, do qual resultou a disponibilidade para a assinatura de um Memorando de Entendimento que defina, com clareza, prioridades de ac&amp;#231;&amp;#227;o para promover Portugal no mercado de 200 milh&amp;#245;es de consumidores da SaDc. o maior evento comercial, com dimens&amp;#227;o internacional, que se realiza anualmente em Mo&amp;#231;ambique – a FaciM/Feira internacional de Maputo – decorreu na capital mo&amp;#231;ambicana de 31 de agosto a 6 de Setembro, com destaque para a presen&amp;#231;a de Portugal. nesta 45&amp;#170; edi&amp;#231;&amp;#227;o da feira, Bas&amp;#237;lio Horta, presidente da aicEP, desafiou os empres&amp;#225;rios portugueses a apostarem em Mo&amp;#231;ambique, de forma a serem os primeiros no conjunto dos investimentos estrangeiros neste pa&amp;#237;s africano, sendo j&amp;#225; actualmente o terceiro investidor em terras mo&amp;#231;ambicanas. sido eleito como o melhor pavilh&amp;#227;o da FaciM. a participa&amp;#231;&amp;#227;o de Portugal, organizada pela aicEP no &amp;#226;mbito do QREn, contou com o patroc&amp;#237;nio da empresa Visabeira Mo&amp;#231;ambique, da empresa cimentos de Mo&amp;#231;ambique e com o apoio institucional da aEP e da aiP. Para o presidente da aicEP, h&amp;#225; sectores onde Portugal deve apostar na sua internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o para Mo&amp;#231;ambique, entre eles as embalagens, vidros, aparelhos, energia ou agro-ind&amp;#250;stria, encerrando igualmente os sectores agr&amp;#237;cola e tur&amp;#237;stico grandes potencialidades. S&amp;#227;o cerca de 200 as empresas portuguesas instaladas em Mo&amp;#231;ambique em sectores muito diversos. com o objectivo de refor&amp;#231;ar o investimento e o com&amp;#233;rcio bilaterais, que incentivem e consolidem o investimento, o presidente da aicEP firmou um acordo de coopera&amp;#231;&amp;#227;o com o iPEX e com a cPi (centro de Promo&amp;#231;&amp;#227;o de investimentos) mo&amp;#231;ambicanos. na desloca&amp;#231;&amp;#227;o do Presidente da aicEP &amp;#224; &amp;#193;frica do Sul, destacamos o encontro com o Ministro Provincial do Desenvolvimento Econ&amp;#243;mico de Gauteng, do qual resultou a necessidade de estabelecer um Memorando de Enten- “Mo&amp;#231;ambique &amp;#233; considerado internacionalmente como um case study de boa governa&amp;#231;&amp;#227;o, o que por si s&amp;#243; justifica o conselho que damos &amp;#224;s nossas empresas para investirem neste pa&amp;#237;s”. Foram ainda estabelecidos contactos com a aBSa (corporate and Business Bank), tendo sido identificadas a realiza&amp;#231;&amp;#227;o de ac&amp;#231;&amp;#245;es conjuntas e a prepara&amp;#231;&amp;#227;o de um protocolo com a defini&amp;#231;&amp;#227;o destas ac&amp;#231;&amp;#245;es. E teve ainda lugar um encontro com a aiH (automotive investment Holdings) onde foram identificadas oportunidades de neg&amp;#243;cio no &amp;#226;mbito dos componentes da ind&amp;#250;stria autom&amp;#243;vel, das ferramentas e dos moldes inject&amp;#225;veis. Em Joanesburgo, na &amp;#193;frica do Sul, Bas&amp;#237;lio Horta presidiu &amp;#224; reuni&amp;#227;o de coordena&amp;#231;&amp;#227;o da rede aicep Portugal Global (angola, Mo&amp;#231;ambique e &amp;#193;frica do Sul) com o objectivo de preparar o plano de ac&amp;#231;&amp;#245;es para a &amp;#193;frica subsaariana em 2010. a pr&amp;#243;xima reuni&amp;#227;o de coordena&amp;#231;&amp;#227;o da rede da aicEP/&amp;#193;sia (Pequim, Xangai, Macau, Singapura e Mal&amp;#225;sia), ir&amp;#225; decorrer em Macau por ocasi&amp;#227;o da desloca&amp;#231;&amp;#227;o do presidente da ag&amp;#234;ncia &amp;#224; MiF, a decorrer entre os dias 22 e 25 de outubro. “A presen&amp;#231;a portuguesa na FACIM foi muito relevante, como demonstra a atribui&amp;#231;&amp;#227;o a Portugal do pr&amp;#233;mio do melhor stand da feira”. a aicep Portugal Global organizou um pavilh&amp;#227;o com uma &amp;#225;rea bruta de 850 m2, congregando 42 empresas dos sectores de forte implanta&amp;#231;&amp;#227;o no mercado mo&amp;#231;ambicano, espa&amp;#231;o de exposi&amp;#231;&amp;#227;o que equivale a mais 23 por cento do que no ano passado, o que refor&amp;#231;ou a imagem de Portugal como o pa&amp;#237;s estrangeiro mais representado no certame, tendo Portugalglobal // Setembro 09 // 19</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=20</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=20</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 20</title><description>not&amp;#237;ciaS Bas&amp;#237;lio Horta em encontro empresarial no Brasil o “Encontro de Empres&amp;#225;rios para a coopera&amp;#231;&amp;#227;o Econ&amp;#243;mica e comercial entre a china e os Pa&amp;#237;ses de L&amp;#237;ngua Portuguesa”, uma iniciativa da apex-Brasil em parceria com o china council for the Promotion of international trade (ccPit) e o instituto de Promo&amp;#231;&amp;#227;o do com&amp;#233;rcio e do investimento de Macau (iPiM), realizou-se de 11 a 13 de agosto, no Rio de Janeiro, Brasil. objectivo do evento: identificar formas de coopera&amp;#231;&amp;#227;o entre pa&amp;#237;ses, explorar projectos de interesse comum e estabelecer jointventures que contribuam para o desenvolvimento dos pa&amp;#237;ses envolvidos. Bas&amp;#237;lio Horta, presidente da aicEP, participou neste f&amp;#243;rum empresarial que se realizou pela primeira vez no Brasil, tendo destacado a import&amp;#226;ncia de Portugal integrar a lista dos quatro parceiros estrat&amp;#233;gicos econ&amp;#243;micos na Europa escolhidos pela china (os outros parceiros s&amp;#227;o a Espanha, Fran&amp;#231;a e alemanha) e real&amp;#231;ado a prioridade que o pa&amp;#237;s confere “a um relacionamento n&amp;#227;o s&amp;#243; bilateral mas tamb&amp;#233;m tripartido com outros pa&amp;#237;ses de l&amp;#237;ngua portuguesa, no &amp;#226;mbito da CPLP, relativamente &amp;#224; China”. Para Bas&amp;#237;lio Horta, n&amp;#227;o se pode ignorar, dentro do sector empresarial da cPLP, a import&amp;#226;ncia deste f&amp;#243;rum. “Acreditamos”, enfatizou, “que h&amp;#225; espa&amp;#231;o para opera&amp;#231;&amp;#245;es tripartidas onde a experi&amp;#234;ncia no terreno e as redes de coopera&amp;#231;&amp;#227;o existentes e consolidadas de longa data, s&amp;#227;o seguramente uma mais-valia”. Quanto ao relacionamento existente entre Portugal e os pa&amp;#237;ses envolvidos neste evento e &amp;#224;s potencialidades que os mesmo oferecem, Bas&amp;#237;lio Horta destacou que “Portugal est&amp;#225; seriamente empenhado em refor&amp;#231;ar as rela&amp;#231;&amp;#245;es econ&amp;#243;micas, contando com a colabora&amp;#231;&amp;#227;o dos empres&amp;#225;rios portugueses e esperando que contactos futuros contribuam para um significativo aumento deste relacionamento”. Defendeu ainda, perante os empres&amp;#225;rios, que seja organizado, em Lisboa, um encontro das ag&amp;#234;ncias de promo&amp;#231;&amp;#227;o e exporta&amp;#231;&amp;#227;o dos pa&amp;#237;ses lus&amp;#243;fonos, antes da 6&amp;#170; edi&amp;#231;&amp;#227;o do f&amp;#243;rum, em 2010. Oportunidades de investimento no Uzbequist&amp;#227;o “oportunidades de neg&amp;#243;cio no Uzbequist&amp;#227;o” &amp;#233; o tema do semin&amp;#225;rio que vai ter lugar em Lisboa, nas instala&amp;#231;&amp;#245;es da aicEP, no dia 23 de Setembro, numa sess&amp;#227;o presidida pelo presidente da ag&amp;#234;ncia, Bas&amp;#237;lio Horta. na ocasi&amp;#227;o, ser&amp;#225; tamb&amp;#233;m assinado um Protocolo entre a aicEP e a Uzinfoinvest - ag&amp;#234;ncia de Promo&amp;#231;&amp;#227;o e apoio ao investimento Estrangeiro daquele pa&amp;#237;s. considerado como um dos novos mercados emergentes, o Uzbequist&amp;#227;o &amp;#233; um pa&amp;#237;s economicamente est&amp;#225;vel e que est&amp;#225; empenhado em dotar-se das mais modernas infra-estruturas. Entre as oportunidades de neg&amp;#243;cio que se abrem &amp;#224;s empresas portuguesas destacam-se os projectos empresariais a desenvolver na Zona Econ&amp;#243;mica e industrial Livre da regi&amp;#227;o de naVoi; e a participa&amp;#231;&amp;#227;o em concursos para fornecimento de equipamento e materiais para a ind&amp;#250;stria energ&amp;#233;tica no &amp;#226;mbito do projecto de investimento GaK “Uzbekenergo”, ligado &amp;#224;quela empresa estatal de energia. Mais informa&amp;#231;&amp;#227;o em: http://www.investuzbekistan.uz/eng/investment_opportunities/by_industry/power_generation_industry 20 // Setembro 09 // Portugalglobal</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=21</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=21</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 21</title><description>not&amp;#237;ciaS AICEP apoia divulga&amp;#231;&amp;#227;o do 7&amp;#186; Programa Quadro Sala cheia no Hotel Villa Rica, no dia 15 de Setembro, no evento “oportunidades de i&amp;amp;D para Empresas nacionais”. cerca de 150 empres&amp;#225;rios marcaram presen&amp;#231;a nesta organiza&amp;#231;&amp;#227;o da aicEP em conjunto com o Gabinete de Promo&amp;#231;&amp;#227;o do 7&amp;#186; Programa Quadro de i&amp;amp;Dt (GPPQ). a abertura esteve a cargo de Bas&amp;#237;lio Horta, presidente da ag&amp;#234;ncia, e de Virg&amp;#237;nia corr&amp;#234;a, directora do referido Gabinete, que fez a apresenta&amp;#231;&amp;#227;o do 7&amp;#186; Programa Quadro, orientado para o apoio &amp;#224; investiga&amp;#231;&amp;#227;o, atrav&amp;#233;s do co-financiamento de projectos de investiga&amp;#231;&amp;#227;o, desenvolvimento tecnol&amp;#243;gico e de demonstra&amp;#231;&amp;#227;o, neste caso dirigido apenas &amp;#224;s empresas da regi&amp;#227;o de Lisboa (tecnologias de informa&amp;#231;&amp;#227;o, energia, espa&amp;#231;o e transportes), e ainda de alexandre Marques, tamb&amp;#233;m do GPPQ, que esclareceu as regras de participa&amp;#231;&amp;#227;o no programa. Bas&amp;#237;lio Horta, na sua interven&amp;#231;&amp;#227;o, enfatizou a import&amp;#226;ncia do sector tecnol&amp;#243;gico portugu&amp;#234;s, “cuja balan&amp;#231;a comercial continua positiva”, e do programa apresentado – “s&amp;#227;o 50,5 mil milh&amp;#245;es de euros para o per&amp;#237;odo 2007/2013” – deixando no ar um desafio &amp;#224;s empresas: “&amp;#233; importante que n&amp;#227;o se perca um euro”. Relembrou tamb&amp;#233;m a aten&amp;#231;&amp;#227;o que as pol&amp;#237;ticas publicas t&amp;#234;m prestado &amp;#224; &amp;#225;rea de i&amp;amp;t – de que &amp;#233; exemplo o Protocolo de coopera&amp;#231;&amp;#227;o com o Mit – e que, neste contexto, “o 7&amp;#186; Programa Quadro &amp;#233; um importante instrumento que as empresas t&amp;#234;m &amp;#224; disposi&amp;#231;&amp;#227;o para solidificar as suas estrat&amp;#233;gias”. Destacou ainda, de maneira especial e pelo papel que pode assumir no crescimento econ&amp;#243;mico do pa&amp;#237;s, a &amp;#225;rea do 7&amp;#186; Programa Quadro dedicada &amp;#225; coopera&amp;#231;&amp;#227;o: “a cria&amp;#231;&amp;#227;o de sinergias na &amp;#225;rea da Investiga&amp;#231;&amp;#227;o &amp;amp; Desenvolvimento que a coopera&amp;#231;&amp;#227;o possibilita, &amp;#233; um factor cr&amp;#237;tico para o sucesso nos neg&amp;#243;cios, de que &amp;#233; exemplo o trabalho desenvolvido por um significativo conjunto de empresas e entidades nacionais com o objectivo da cria&amp;#231;&amp;#227;o de um ‘cluster’ aeroespacial em Portugal, com os benef&amp;#237;cios da&amp;#237; inerentes, nesta fase conturbada da economia internacional”. Virg&amp;#237;nia corr&amp;#234;a falou da necessidade da cria&amp;#231;&amp;#227;o de cons&amp;#243;rcios para participar no programa, da inser&amp;#231;&amp;#227;o num contexto europeu de i&amp;amp;t, do conhecimento da pol&amp;#237;tica europeia para o sector e da import&amp;#226;ncia “das empresas portuguesas participarem nestes programas face &amp;#224; muito maior concorr&amp;#234;ncia dos dias de hoje”. Foram ainda apresentados tr&amp;#234;s casos de sucesso nas &amp;#225;reas de transportes, tecnologias de informa&amp;#231;&amp;#227;o e energia cujos esfor&amp;#231;os de i&amp;amp;t foram apoiados pelo 7&amp;#186; Programa Quadro. Como Vender na Catalunha Face &amp;#224;s especificidades do funcionamento do mercado da catalunha e &amp;#224; elevada atractividade desta comunidade aut&amp;#243;noma de Espanha na &amp;#243;ptica do com&amp;#233;rcio internacional, bem como as oportunidades de neg&amp;#243;cio a&amp;#237; detectadas para as empresas portuguesas, a aicEP organiza a iniciativa “como Vender na catalunha” que ter&amp;#225; lugar em Lisboa (26 e 27 de outubro) e no Porto (29 e 30 de outubro). Esta iniciativa destina-se prioritariamente a empresas j&amp;#225; a operar na catalunha e tem como objectivo responder a quest&amp;#245;es colocadas pelas empresas e prestar aconselhamento personalizado sobre o funcionamento deste mercado. as empresas que procuram aconselhamento quer para a diversifica&amp;#231;&amp;#227;o da respectiva presen&amp;#231;a no mercado, quer visando uma sua requalifica&amp;#231;&amp;#227;o no mesmo, ter&amp;#227;o reuni&amp;#245;es individuais com respons&amp;#225;veis da aicEP, nomeadamente com o Representante pelo escrit&amp;#243;rio em Barcelona, Manuel Martinez Garnica. a catalunha &amp;#233; a comunidade espanhola que mais vende a Portugal (24,2 por cento) e &amp;#233; o terceiro destino, depois da Galiza e Madrid, das exporta&amp;#231;&amp;#245;es portuguesas (16,0 por cento) para Espanha. Em termos de iDPE, a catalunha &amp;#233; o 3&amp;#186; destino do investimento portugu&amp;#234;s naquele pa&amp;#237;s, corporizado em 44 empresas com capitais portugueses nesta comunidade, repartidas por actividades t&amp;#227;o diversas como a constru&amp;#231;&amp;#227;o, t&amp;#234;xteis, tecnologias de informa&amp;#231;&amp;#227;o, finan&amp;#231;as, distribui&amp;#231;&amp;#227;o. Mais informa&amp;#231;&amp;#245;es em: www.portugalnews.pt Portugalglobal // Setembro 09 // 21</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=22</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=22</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 22</title><description>not&amp;#237;ciaS ABC Mercado Coreia do Sul/Jap&amp;#227;o, &amp;#205;ndia e Ar&amp;#225;bia Saudita a aicep Portugal Global, visando proporcionar informa&amp;#231;&amp;#227;o e conhecimentos &amp;#224;s empresas em fase inicial de internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o ou &amp;#224;s que os queiram abordar pela primeira vez, organiza duas sess&amp;#245;es aBc Mercado sobre a Coreia do Sul e o Jap&amp;#227;o, nos pr&amp;#243;ximos dias 22 Setembro, em Lisboa, e 23 Setembro, no Porto. o Jap&amp;#227;o, pot&amp;#234;ncia econ&amp;#243;mica mundial, &amp;#233; o mercado de refer&amp;#234;ncia do Extremo oriente e as suas modas e tend&amp;#234;ncias s&amp;#227;o seguidas em Xangai, Pequim, Hong Kong e Seul. apesar da crise, as importa&amp;#231;&amp;#245;es japonesas t&amp;#234;m vindo a crescer a um ritmo de dois d&amp;#237;gitos e as exporta&amp;#231;&amp;#245;es portuguesas para este mercado registaram um bom comportamento at&amp;#233; 2007. Por seu lado, a coreia do Sul tem um papel crescente no com&amp;#233;rcio mundial e as exporta&amp;#231;&amp;#245;es portuguesas para o mercado, ainda que com valores pouco relevantes, t&amp;#234;m acompanhado o ritmo de crescimento das importa&amp;#231;&amp;#245;es coreanas. Mas j&amp;#225; em 2008, e parte de 2009, como consequ&amp;#234;ncia da crise, as quebras das nossas exporta&amp;#231;&amp;#245;es s&amp;#227;o da ordem dos 50 por cento e 25 por cento para o Jap&amp;#227;o e a coreia do Sul, respectivamente. ambos os mercados t&amp;#234;m vindo a reagir estimulando a economia e procurando activamente posicionarse na primeira linha da constru&amp;#231;&amp;#227;o de uma economia com novas ambi&amp;#231;&amp;#245;es, apresentando oportunidades de neg&amp;#243;cio que interessam &amp;#224;s empresas portuguesas. Destacam-se os sectores dos materiais de constru&amp;#231;&amp;#227;o, de consumo (agro-alimentares, vinhos, moda e cal&amp;#231;ado), da sa&amp;#250;de e do ambiente e sectores de ponta como a nanotecnologia, biotecnologia, bioqu&amp;#237;mica, engenharia gen&amp;#233;tica, efici&amp;#234;ncia energ&amp;#233;tica e energias alternativas. nos dias 29 e 30 de Setembro, respectivamente em Lisboa e no Porto, ser&amp;#225; a &amp;#205;ndia o mercado em foco em mais duas sess&amp;#245;es do aBc Mercado. com 1,1 bili&amp;#245;es de habitantes, a &amp;#237;ndia &amp;#233; a maior democracia do mundo e um pa&amp;#237;s de contrastes em que o “conhecimento” (&amp;#205;ndia, Global Innovation Hub), a agricultura e o t&amp;#234;xtil tradicionais coexistem, numa das maiores economias emergentes da &amp;#193;sia e do mundo. com crescimentos m&amp;#233;dios da ordem dos 8,8 por cento nos &amp;#250;ltimos 5 anos, a economia indiana desacelerou entre 2008 e 2009, crescendo 6,7 por cento neste per&amp;#237;odo, mas as previs&amp;#245;es apontam para uma recupera&amp;#231;&amp;#227;o com valores da ordem dos 8 por cento j&amp;#225; em 2010. o relacionamento econ&amp;#243;mico entre Portugal e a &amp;#237;ndia &amp;#233; pouco expressivo, com as exporta&amp;#231;&amp;#245;es portuguesas a crescerem &amp;#224; m&amp;#233;dia anual de 27 por cento (2004-2008), contra um crescimento anual da ordem dos 30 por cento das importa&amp;#231;&amp;#245;es globais desse pa&amp;#237;s no mesmo per&amp;#237;odo. a presente situa&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225;, no entanto, longe de reflectir a capacidade da oferta portuguesa para este mercado. a &amp;#237;ndia conta uma classe m&amp;#233;dia em que cerca de 200 milh&amp;#245;es consumidores ter&amp;#227;o um poder de compra equipar&amp;#225;vel ao dos europeus e uma enorme apet&amp;#234;ncia por produtos ocidentais, apresentando, por isso, oportunidades de neg&amp;#243;cio para as empresas portuguesas, nomeadamente nos sectores das infra-estruturas (constru&amp;#231;&amp;#227;o, servi&amp;#231;os de engenharia, m&amp;#225;quinas e equipamentos), bens de consumo, ambiente, sa&amp;#250;de, energias renov&amp;#225;veis e das tic. a Ar&amp;#225;bia Saudita foi tamb&amp;#233;m, j&amp;#225; este m&amp;#234;s, mercado em an&amp;#225;lise no aBc Mercado que decorreu em Santar&amp;#233;m e no Porto, numa organiza&amp;#231;&amp;#227;o da aicEP. trata-se do maior mercado do Golfo, com mais de 25 milh&amp;#245;es de consumidores e um rendimento per capita superior a 10.000 euros, com taxas de crescimento econ&amp;#243;mico da ordem dos 3 por cento. no entanto, as exporta&amp;#231;&amp;#245;es portuguesas para este pa&amp;#237;s, com excep&amp;#231;&amp;#227;o das rochas ornamentais, s&amp;#227;o pouco relevantes, o que est&amp;#225; longe de reflectir a capacidade da oferta nacional face &amp;#224; procura saudita, nomeadamente de bens de consumo (fileira moda inclu&amp;#237;da), materiais de constru&amp;#231;&amp;#227;o, bens alimentares, solu&amp;#231;&amp;#245;es tic, constru&amp;#231;&amp;#227;o e obras p&amp;#250;blicas, equipamentos e servi&amp;#231;os de engenharia relacionados, energia (mesmo renov&amp;#225;veis) e &amp;#225;gua, entre outros. Mais informa&amp;#231;&amp;#245;es em: www.portugalnews.pt 22 // Setembro 09 // Portugalglobal</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=23</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=23</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 23</title><description>not&amp;#237;ciaS Mundial de 2014: oportunidades de neg&amp;#243;cio com o objectivo de promover a participa&amp;#231;&amp;#227;o de empresas portuguesas na realiza&amp;#231;&amp;#227;o de infra-estruturas para o campeonato Mundial de Futebol que ir&amp;#225; decorrer no Brasil em 2014, ter&amp;#225; lugar em S. Paulo, nos dias 21 e 22 de Setembro, o semin&amp;#225;rio BRaSiL coPa 2014. Encontro Empresarial de Neg&amp;#243;cios na L&amp;#237;ngua Portuguesa com o objectivo de incrementar as trocas comerciais entre ao oito pa&amp;#237;ses de l&amp;#237;ngua portuguesa, realiza-se em Fortaleza (Brasil), a 27 e 28 de Setembro, o V Encontro Empresarial de neg&amp;#243;cios na L&amp;#237;ngua Portuguesa, numa iniciativa do conselho das c&amp;#226;maras Portuguesas de com&amp;#233;rcio no Brasil, da c&amp;#226;mara Brasil Portugal no cear&amp;#225; e do Governo do Estado do cear&amp;#225;. o evento ir&amp;#225; reunir representantes dos pa&amp;#237;ses que constituem a cPLP e ter&amp;#225; como tema os “neg&amp;#243;cios na L&amp;#237;ngua Portuguesa”, abrangendo tr&amp;#234;s vertentes: palestras, exposi&amp;#231;&amp;#227;o de produtos e exposi&amp;#231;&amp;#227;o por pa&amp;#237;ses. no total, s&amp;#227;o esperados mais de mil participantes, entre entidades oficiais brasileiras, sector privado e comunica&amp;#231;&amp;#227;o social. os encontros anteriores contaram com a presen&amp;#231;a de empres&amp;#225;rios de sucesso de Portugal, do Brasil, al&amp;#233;m de l&amp;#237;deres pol&amp;#237;ticos de ambos os pa&amp;#237;ses, bem como de respons&amp;#225;veis de c&amp;#226;maras portuguesas de outros pa&amp;#237;ses da am&amp;#233;rica do Sul. as trocas comerciais entre os oito membros da comunidade dos Pa&amp;#237;ses de L&amp;#237;ngua Portuguesa (cPLP) rondam actualmente os 13 mil milh&amp;#245;es de d&amp;#243;lares (9,2 mil milh&amp;#245;es de euros) anuais, um valor que pode ser potenciado, segundo a organiza&amp;#231;&amp;#227;o deste evento. Mais informa&amp;#231;&amp;#245;es em: o projecto “coPa 2014 – Rodada de neg&amp;#243;cios” &amp;#233; uma iniciativa da c&amp;#226;mara Portuguesa de com&amp;#233;rcio no Brasil (cPcB) e conta com o apoio da aicEP e do Minist&amp;#233;rio do Esporte do Brasil. com este evento pretende-se sobretudo estimular os neg&amp;#243;cios em perspectiva, atrav&amp;#233;s de parcerias ou joint-ventures entre empresas dos dois pa&amp;#237;ses, aproveitando a experi&amp;#234;ncia e o know-how adquiridos pelas empresas portuguesas com a organiza&amp;#231;&amp;#227;o em Portugal do campeonato Europeu de Futebol em 2004. na ocasi&amp;#227;o, ser&amp;#227;o divulgados estudos sobre as principais obras a realizar, elaborados pela Pricewaterhousecoopers e pela McKinsey &amp;amp; co. a pedido do Minist&amp;#233;rio do Esporte e do comit&amp;#233; de organiza&amp;#231;&amp;#227;o da copa. Mais informa&amp;#231;&amp;#245;es em: http://www.camaraportuguesa.com.br/ copa2014 copa2014@camaraportuguesa.com.br www.negociosnalinguaportuguesa.com/index.php?menu=evento Santander Totta e AICEP apoiam exporta&amp;#231;&amp;#245;es o Banco Santander totta e a aicEP assinaram um acordo de colabora&amp;#231;&amp;#227;o para apoiar a internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o das empresas portuguesas e refor&amp;#231;ar a sua competitividade e imagem nos mercados externos. com este acordo, o Banco Santander totta e a ag&amp;#234;ncia para o investimento e com&amp;#233;rcio Externo de Portugal (aicEP) pretendem refor&amp;#231;ar o apoio &amp;#224;s empresas portuguesas, criando condi&amp;#231;&amp;#245;es para que aumentem as suas exporta&amp;#231;&amp;#245;es, atrav&amp;#233;s de um maior conhecimento dos mercados externos e da disponibiliza&amp;#231;&amp;#227;o de instrumentos e de produtos e servi&amp;#231;os necess&amp;#225;rios &amp;#224; sua exporta&amp;#231;&amp;#227;o e internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o. no &amp;#226;mbito desta parceria, o Banco Santander totta disponibiliza &amp;#224;s empresas portuguesas um conjunto de produtos e servi&amp;#231;os financeiros com condi&amp;#231;&amp;#245;es especiais, como linhas de financiamento destinadas especificamente &amp;#224; actividade internacional. Portugalglobal // Setembro 09 // 23</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=24</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=24</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 24</title><description /><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=25</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=25</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 25</title><description>EMPRESAS Brisa foRtE chEgA AoS gRANdES MERcAdoS Quem n&amp;#227;o conhece a Via Verde, uma modalidade de pagamento electr&amp;#243;nico, que debita na conta banc&amp;#225;ria a tarifa relativa &amp;#224; quilometragem percorrida e que foi uma das grandes inova&amp;#231;&amp;#245;es da Brisa? A empresa gere em Portugal seis concess&amp;#245;es rodovi&amp;#225;rias que representam 24 auto-estradas num total de 1.674 quil&amp;#243;metros. S&amp;#243; no primeiro semestre do ano, o lucro da empresa chegou aos 57 milh&amp;#245;es de euros e as receitas de portagem aos 278 milh&amp;#245;es. No panorama geral das marcas mais facilmente percepcionadas pelos portugueses, a Brisa est&amp;#225; na linha da frente da notoriedade. Somos remetidos, desde logo, para o universo da sua actua&amp;#231;&amp;#227;o e para o centro do seu neg&amp;#243;cio: constru&amp;#231;&amp;#227;o e explora&amp;#231;&amp;#227;o de auto-estradas com portagem e respectiva manuten&amp;#231;&amp;#227;o, sendo, nessa qualidade, a maior empresa nacional de infra-estruturas de transporte. Quase 37 anos depois da sua funda&amp;#231;&amp;#227;o, a Brisa tem uma capitaliza&amp;#231;&amp;#227;o bolsista na ordem dos 3.500 milh&amp;#245;es de euros e as suas ac&amp;#231;&amp;#245;es s&amp;#227;o cotadas no Euronext Lisboa, onde integra o &amp;#237;ndice PSI-20. faz ainda parte do Euronext 100 – o &amp;#237;ndice que re&amp;#250;ne as maiores empresas de fran&amp;#231;a, holanda, B&amp;#233;lgica e Portugal – e do ftSE4good, o &amp;#237;ndice de refer&amp;#234;ncia em responsabilidade social. o que a maioria dos portugueses talvez desconhe&amp;#231;a &amp;#233; o destaque que a empresa j&amp;#225; conseguiu no plano internacional. No Brasil, nos EUA e na holanda, os mercados de refer&amp;#234;ncia at&amp;#233; agora, a Brisa fez valer a vasta experi&amp;#234;ncia acumulada e a inova&amp;#231;&amp;#227;o constante na &amp;#225;rea das concess&amp;#245;es rodovi&amp;#225;rias e das solu&amp;#231;&amp;#245;es de integra&amp;#231;&amp;#227;o e sistemas de cobran&amp;#231;a electr&amp;#243;nica de portagens. Estar na linha Portugalglobal // Setembro 09 // 25</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=26</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=26</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 26</title><description>EMPRESAS brasileiras, a Brisa participa na administra&amp;#231;&amp;#227;o de 1.846 quil&amp;#243;metros de auto-estradas, est&amp;#225; presente nos estados de S&amp;#227;o Paulo, Rio de Janeiro e Paran&amp;#225; e foi decisiva, com a transfer&amp;#234;ncia da sua tecnologia para a ccR, tanto de gest&amp;#227;o como de explora&amp;#231;&amp;#227;o de infraestruturas, para a projec&amp;#231;&amp;#227;o definitiva da concession&amp;#225;ria no mercado brasileiro e no plano internacional. “Esta troca de experi&amp;#234;ncias e de sinergias”, segundo os seus respons&amp;#225;veis, “vai proporcionar novas oportunidades no futuro e ser&amp;#225; a base para a expans&amp;#227;o dos neg&amp;#243;cios em curso no Brasil e de entrada em pa&amp;#237;ses terceiros”. Nos EUA, a Brisa est&amp;#225; presente na cintura rodovi&amp;#225;ria de denver, no colorado, onde investiu 375 milh&amp;#245;es de euros para garantir a concess&amp;#227;o da totalidade da Northwest Parkway, 18 quil&amp;#243;metros de auto-estrada, durante 99 anos. Ainda segundo fonte da empresa, este &amp;#233; “um marco de cria&amp;#231;&amp;#227;o de valor e de enorme significado na internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o da empresa”. da frente da tecnologia aplicada ao neg&amp;#243;cio &amp;#233;, ali&amp;#225;s, uma das preocupa&amp;#231;&amp;#245;es da empresa. Num recente encontro com empres&amp;#225;rios, o presidente da empresa, Vasco de Mello, anunciou que “a Brisa est&amp;#225; preparada para o desenvolvimento dos dispositivos electr&amp;#243;nicos de matr&amp;#237;cula, vulgarmente designados por ‘chips’, o que representa um enorme desafio, que ir&amp;#225; colocar o pa&amp;#237;s na vanguarda em termos tecnol&amp;#243;gicos”. No Brasil, atrav&amp;#233;s dos 18 por cento que det&amp;#233;m na companhia de concess&amp;#245;es Rodovi&amp;#225;rias (ccR), o maior grupo privado de infra-estruturas rodovi&amp;#225;rias No mercado holand&amp;#234;s, a Brisa tem 30 por cento do capital da empresa que gere a cobran&amp;#231;a electr&amp;#243;nica de portagens no t&amp;#250;nel de Westerschelde, a Movenience. As rela&amp;#231;&amp;#245;es desenvolvidas no &amp;#226;mbito desta colabora&amp;#231;&amp;#227;o assentam no pressuposto de que a Movenience poder&amp;#225; constituir uma plataforma de expans&amp;#227;o para as oportunidades de neg&amp;#243;cio futuras na regi&amp;#227;o do Benelux. No horizonte da empresa, a privatiza&amp;#231;&amp;#227;o da ANA, a constru&amp;#231;&amp;#227;o do novo aeroporto de Lisboa e o projecto da Rede de Alta Velocidade s&amp;#227;o as grandes oportunidades de diversifica&amp;#231;&amp;#227;o de neg&amp;#243;cio no mercado dom&amp;#233;stico. Para tal, a Brisa criou dois cons&amp;#243;rcios, o Asterion e o Elos, em parceria com in&amp;#250;meras empresas nacionais e internacionais. Concess&amp;#245;es em territ&amp;#243;rio portugu&amp;#234;s Concess&amp;#227;o Brisa – Atribu&amp;#237;da em 1972, ano da funda&amp;#231;&amp;#227;o da empresa, liga Portugal de Norte a Sul e de Este a oeste e permite dois grandes acessos a Espanha (Badajoz/caia e pela A3 a Norte, acesso &amp;#224; galiza)), que garantem a liga&amp;#231;&amp;#227;o do pa&amp;#237;s &amp;#224; rede transeuropeia de auto-estradas. Abrange 11 auto-estradas, num total de 1.094 km. Concess&amp;#227;o atl&amp;#226;ntico – compreende a explora&amp;#231;&amp;#227;o da A8, auto-estrada Lisboa/ Leiria e da A15, auto-estrada caldas da Rainha/Santar&amp;#233;m, num total de 170 km. Concess&amp;#227;o Brisal – Integra a A17, auto-estrada Litoral centro, uma rodovia com 92 km de extens&amp;#227;o. Concess&amp;#227;o Douro Litoral – Prev&amp;#234; a constru&amp;#231;&amp;#227;o e explora&amp;#231;&amp;#227;o de tr&amp;#234;s autoestradas, que totalizam cerca de 77 km de extens&amp;#227;o: a A43 de gondomar a Aguiar de Sousa, a A41 de Picoto a N&amp;#243; de Ermida e a A32 de oliveira de Azem&amp;#233;is &amp;#224; IP1. subconcess&amp;#227;o Baixo Tejo – compreende 68 km na &amp;#193;rea Metropolitana de Lisboa. subconcess&amp;#227;o Litoral Oeste – Integra uma cobertura rodovi&amp;#225;ria de 112 km na regi&amp;#227;o Leiria/tomar, dos quais 82 s&amp;#227;o de nova constru&amp;#231;&amp;#227;o e 30 km de conserva&amp;#231;&amp;#227;o. Brisa Auto-Estradas de Portugal, SA Quinta da torre da Aguilha Edif&amp;#237;cio Brisa 2785-599 S. domingos de Rana tel.: +351 214 449 569 contacto@brisa.pt www.brisa.pt 26 // Setembro 09 // Portugalglobal</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=27</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=27</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 27</title><description>EMPRESAS IKEA RENdIdA AoS Sof&amp;#193;S aQUiNOs Houvesse muitos empres&amp;#225;rios como Carlos Aquino e as famigeradas assimetrias entre o interior e o litoral do pa&amp;#237;s seriam bem menos evidentes. Com dois irm&amp;#227;os transformou uma pequena empresa de raiz familiar no maior fornecedor europeu de sof&amp;#225;s da IKEA. Na Pen&amp;#237;nsula Ib&amp;#233;rica ningu&amp;#233;m lhe faz sombra e na Europa j&amp;#225; enfileira junto dos maiores. A muito curto prazo, o grupo empregar&amp;#225; quase 800 colaboradores. carlos Aquino levou o esp&amp;#237;rito empreendedor e o gosto pelo risco a uma das regi&amp;#245;es do pa&amp;#237;s mais carenciadas desses atributos: o interior centro de Portugal. Vinte e quatro anos depois da sua funda&amp;#231;&amp;#227;o, a Aquinos &amp;#233; a campe&amp;#227; ib&amp;#233;rica da venda de sof&amp;#225;s. Produz cerca de um milh&amp;#227;o de lugares/ano e j&amp;#225; &amp;#233; um dos maiores fabricantes europeus deste tipo de mobili&amp;#225;rio. o contrato de fornecimento para o mercado europeu da IKEA, assinaquase em exclusivo, a fornecer a multinacional sueca. As vendas &amp;#224; IKEA passar&amp;#227;o a ser respons&amp;#225;veis por cerca de 70 por cento da produ&amp;#231;&amp;#227;o mas, a ambi&amp;#231;&amp;#227;o nas doses certas, outro dos grandes atributos do cl&amp;#227; Aquino, pode levar a empresa para voos ainda mais altos. das quatro empresas do grupo, a Eurot&amp;#225;bua, dedica-se ao pequeno e m&amp;#233;dio retalho, enquanto a nova e a j&amp;#225; existente divanex, produzir&amp;#227;o para a IKEA e outros tratos de fornecimento semelhantes ao efectuado com a IKEA”, acrescentando mesmo que “a confirmarem-se novos contratos, poderemos abrir novas f&amp;#225;bricas nos pr&amp;#243;ximos tr&amp;#234;s anos”. A estrat&amp;#233;gia da Aquinos junto dos clientes, onde j&amp;#225; se destacavam a Moviflor, a conforama ou o grupo franc&amp;#234;s Alin&amp;#233;a, sempre obedeceu a uma f&amp;#243;rmula escrupulosamente cumprida: sof&amp;#225;s com design inovador e exclusivos para cada novo cliente. do o ano passado e disputado palmo a palmo com propostas espanholas, francesas e polacas, quase quadruplicou a produ&amp;#231;&amp;#227;o da empresa. Para tal, a fam&amp;#237;lia Aquino – carlos e os irm&amp;#227;os Jorge e Ant&amp;#243;nio formam o conselho de administra&amp;#231;&amp;#227;o –, investiu cerca de 15 milh&amp;#245;es de euros na constru&amp;#231;&amp;#227;o de uma nova unidade industrial destinada, grandes clientes. Esta reorganiza&amp;#231;&amp;#227;o da produ&amp;#231;&amp;#227;o tem em vista uma das grandes metas da Aquinos: ser um importante player global na &amp;#225;rea da distribui&amp;#231;&amp;#227;o. Muito recentemente, em afirma&amp;#231;&amp;#245;es &amp;#224; imprensa, carlos Aquino assumiu existirem “negocia&amp;#231;&amp;#245;es com outros grandes grupos europeus de distribui&amp;#231;&amp;#227;o a fim de obter novos con- A empresa foi fundada por carlos Aquino, em 1985, em Sinde, no concelho de t&amp;#225;bua, e come&amp;#231;ou com seis trabalhadores. hoje exporta para 24 pa&amp;#237;ses entre os quais fran&amp;#231;a, Espanha, Irlanda, Angola, cabo Verde, tun&amp;#237;sia e chipre, embora os sof&amp;#225;s produzidos pela Aquinos se vendam um pouco por toda a UE. Portugalglobal // Setembro 09 // 27</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=28</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=28</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 28</title><description>EMPRESAS Aposta estrat&amp;#233;gica na cl&amp;#237;max o projecto para a cl&amp;#237;max, proposto por carlos Aquino, visa revolucionar o m&amp;#233;todo tradicional de fabrico de colch&amp;#245;es. comprada em 2003 e transferida da regi&amp;#227;o de Lisboa para t&amp;#225;bua, vai ser a quarta empresa do grupo e viu ser-lhe atribu&amp;#237;do, pela AIcEP, em Maio do ano corrente, o estatuto PIN (Projecto de Interesse Nacional). o projecto &amp;#233; estrat&amp;#233;gico para a empresa, para o concelho, para a regi&amp;#227;o em que est&amp;#225; inserido e para o pa&amp;#237;s. Atinge o montante de 23 milh&amp;#245;es de euros. Implica novas instala&amp;#231;&amp;#245;es fabris, equipamento produtivo e n&amp;#227;o produtivo com tecnologia de ponta &amp;#250;nica em Portugal e no mundo, aumento de capacidade produtiva e reestrutura&amp;#231;&amp;#227;o organizacional. o que ganha o grupo Aquinos com este projecto? Sinergias muito importantes ao n&amp;#237;vel log&amp;#237;stico e comercial com as outras empresas do grupo, aumento da capacidade de produ&amp;#231;&amp;#227;o para 3.000 unidades/dia, auto- outro lado, a localiza&amp;#231;&amp;#227;o da nova unidade industrial numa regi&amp;#227;o do interior, desfavorecida e em risco de desertifica&amp;#231;&amp;#227;o, vai criar emprego (120 empregos directos e 90 indirectos), aumentar&amp;#225; os recursos das fam&amp;#237;lias e representar&amp;#225; uma melhoria no n&amp;#237;vel de vida da popula&amp;#231;&amp;#227;o em geral. A preven&amp;#231;&amp;#227;o da polui&amp;#231;&amp;#227;o, a reciclagem de res&amp;#237;duos e a elimina&amp;#231;&amp;#227;o dos mesmos s&amp;#227;o os n&amp;#237;veis de prioridade da pol&amp;#237;tica da cl&amp;#237;max no dom&amp;#237;nio da protec&amp;#231;&amp;#227;o ambiental e a implanta&amp;#231;&amp;#227;o da nova f&amp;#225;brica, numa &amp;#225;rea delimitada, n&amp;#227;o produzir&amp;#225; qualquer impacto em infra-estruturas de conserva&amp;#231;&amp;#227;o da Natureza. Carlos Aquino, o estratega da empresa nomia para concorrer nos mercados externos &amp;#224;s grandes s&amp;#233;ries e capacidade para ser um grande player mundial. E que benef&amp;#237;cios retira o pa&amp;#237;s – retiramos todos – desta aposta? Este projecto PIN, al&amp;#233;m de contribuir para o desenvolvimento de uma economia competitiva, integrada e aberta, refor&amp;#231;a e valoriza o papel estrat&amp;#233;gico do pol&amp;#237;gono Leiria-coimbra-Aveiro-Viseu na afirma&amp;#231;&amp;#227;o externa de Portugal. Por Aquinos, SA Sinde – Apartado 14 3424-951 t&amp;#225;bua tel.: +351 235 710 210 fax: +351 235 710 214 aquinos@aquinos.pt www.aquinos.pt 28 // Setembro 09 // Portugalglobal</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=29</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=29</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 29</title><description>EMPRESAS reDiTUs ‘oUtSoURcINg’ gLoBAL O grupo Reditus presta servi&amp;#231;os de ‘outsourcing’ em &amp;#225;reas t&amp;#227;o diversas como as infra-estruturas inform&amp;#225;ticas, o tratamento de dados ou a consultoria em Sistemas e Tecnologias de Informa&amp;#231;&amp;#227;o. &amp;#201; uma empresa cotada em bolsa, sendo um dos tr&amp;#234;s maiores grupos portugueses a operar no &amp;#226;mbito das TI, e em r&amp;#225;pida expans&amp;#227;o internacional. A Reditus tem um longo historial de sucesso. fundada em 1966, tendo como principal objectivo os estudos de mercado e a presta&amp;#231;&amp;#227;o de servi&amp;#231;os bureau nas &amp;#225;reas da banca e seguros, desde ent&amp;#227;o passou por mudan&amp;#231;as estruturais que potenciaram a sua imagem e o seu desempenho. hoje &amp;#233; uma refer&amp;#234;ncia na presta&amp;#231;&amp;#227;o de servi&amp;#231;os de outsourcing, melhorando constantemente a sua performance e os seus servi&amp;#231;os. Implementa, em 2006, o conceito de centro de Servi&amp;#231;os Multi-disciplinar (pioneiro em Portugal) e, em 2007, um novo modelo de segmenta&amp;#231;&amp;#227;o das actividades do No primeiro semestre de 2009, o volume de neg&amp;#243;cios foi de 50,4 milh&amp;#245;es de euros (mais 32 por cento do que no per&amp;#237;odo hom&amp;#243;logo), impulsionado pelo aumento de 45 por cento da &amp;#225;rea de outsourcing de Servi&amp;#231;os. J&amp;#225; a actividade internacional representou 36 por cento do volume de neg&amp;#243;cios. No seu conjunto, esta evolu&amp;#231;&amp;#227;o dos resultados do grupo Reditus reflecte o sucesso da estrat&amp;#233;gia de expans&amp;#227;o das actividades de outsourcing de Servi&amp;#231;os e a aposta na melhoria da rentabilidade operacional. Refira-se que uma parte importante da africano – metade do neg&amp;#243;cio internacional. A fran&amp;#231;a representou um ter&amp;#231;o do volume de neg&amp;#243;cios no estrangeiro, encontrando-se tamb&amp;#233;m de boa sa&amp;#250;de os contratos estabelecidos noutros pa&amp;#237;ses europeus, como sejam a &amp;#193;ustria, Su&amp;#237;&amp;#231;a, Noruega ou a Litu&amp;#226;nia. &amp;#201; objectivo do grupo que, em 2011, a factura&amp;#231;&amp;#227;o internacional atinja os 50 por cento. As empresas do grupo oferecem, de forma integrada, um leque variado de servi&amp;#231;os que contribuem consistentemente para o sucesso dos seus clientes no mercado, como sejam a redu&amp;#231;&amp;#227;o de custos, o aumento de efici&amp;#234;ncia e o apoio de tecnologias de informa&amp;#231;&amp;#227;o, um aliado essencial para optimizar o retorno que os servi&amp;#231;os prestados t&amp;#234;m para os seus clientes, na sua maioria m&amp;#233;dias e grandes empresas, nomeadamente nos sectores banc&amp;#225;rio, segurador e das telecomunica&amp;#231;&amp;#245;es, em que a Reditus trata de operativas que se revestem de um elevado grau de complexidade. Entre as suas actuais clientes est&amp;#227;o a ZoN Multim&amp;#233;dia e a Worten, empresas que tamb&amp;#233;m s&amp;#227;o parceiras da Reditus no mais recente centro de compet&amp;#234;ncias – o centro de Servi&amp;#231;os Reditus Via Roma, em Lisboa – destinado &amp;#224; presta&amp;#231;&amp;#227;o de servi&amp;#231;os para empresas e institui&amp;#231;&amp;#245;es em regime de outsourcing, actividade que tem crescente procura. Presta&amp;#231;&amp;#227;o de servi&amp;#231;os grupo por outsourcing de Servi&amp;#231;os e Sistemas de Engenharia e Mobilidade. A aquisi&amp;#231;&amp;#227;o do grupo tecnidata, em 2008, tornou a Reditus num dos tr&amp;#234;s maiores grupos portugueses nas suas &amp;#225;reas de actividade. estrat&amp;#233;gia do grupo tem como aposta o mercado internacional, sendo que mais de 30 por cento da factura&amp;#231;&amp;#227;o da empresa j&amp;#225; resulta da actividade realizada no estrangeiro, representando &amp;#193;frica – Angola e pa&amp;#237;ses do Norte do continente A Reditus &amp;#233; uma das principais empresas portuguesas de Business Process outsourcing (BPo), actividade que inclui a prepara&amp;#231;&amp;#227;o de documentos, verifica&amp;#231;&amp;#227;o de requisitos, an&amp;#225;lise e introdu&amp;#231;&amp;#227;o de dados, digitaliza&amp;#231;&amp;#227;o e gest&amp;#227;o de Portugalglobal // Setembro 09 // 29</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=30</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=30</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 30</title><description>EMPRESAS arquivo e expediente. Para a presta&amp;#231;&amp;#227;o destes servi&amp;#231;os, a Reditus conta com compet&amp;#234;ncias especializadas, metodologias pr&amp;#243;prias e processos optimizados, e tecnologias de informa&amp;#231;&amp;#227;o. A &amp;#225;rea de outsourcing de Infra-estruturas Inform&amp;#225;ticas (oII) da Reditus – uma refer&amp;#234;ncia no mercado financeiro e das telecomunica&amp;#231;&amp;#245;es – disponibiliza &amp;#224;s empresas uma gest&amp;#227;o integrada de todo o seu sistema de informa&amp;#231;&amp;#227;o, desde os servidores at&amp;#233; &amp;#224;s esta&amp;#231;&amp;#245;es de trabalho, passando pelas componentes de suporte a utilizadores. objectivo: optimizar a performance do sistema de informa&amp;#231;&amp;#227;o, nomeadamente em termos de produtividade e seguran&amp;#231;a. A &amp;#225;rea de It consulting (desenvolvimento e Integra&amp;#231;&amp;#227;o Aplicacional e a Software factory) constitui tamb&amp;#233;m uma das &amp;#225;reas de maior impacto na estrat&amp;#233;gia do neg&amp;#243;cio do grupo Reditus, sendo o maior integrador de SAP em Portugal e uma refer&amp;#234;ncia na Europa. Relativamente &amp;#224;s Solu&amp;#231;&amp;#245;es de Engenharia, a Reditus, atrav&amp;#233;s da sua participada cal&amp;#233;o, em fran&amp;#231;a, desenvolve solu&amp;#231;&amp;#245;es para montagem de semicondutores e outros componentes microelectr&amp;#243;nicos, atrav&amp;#233;s de projecto e fabrico de sistemas e da comercializa&amp;#231;&amp;#227;o “chave-na-m&amp;#227;o” de equipamentos personalizados, assim como na presta&amp;#231;&amp;#227;o de servi&amp;#231;os de instala&amp;#231;&amp;#227;o, de assist&amp;#234;ncia t&amp;#233;cnica e de manuten&amp;#231;&amp;#227;o, cobrindo uma &amp;#225;rea geogr&amp;#225;fica que inclui a Sui&amp;#231;a, B&amp;#233;lgica, fran&amp;#231;a, Espanha, Portugal e Marrocos. Estes equipamentos destinam-se a sectores t&amp;#227;o variados como a electr&amp;#243;nica autom&amp;#243;vel, telecomunica&amp;#231;&amp;#245;es, ind&amp;#250;stria aeroespacial e militar e “cart&amp;#245;es inteligentes”. Quanto a solu&amp;#231;&amp;#245;es de mobilidade, o grupo desenvolve e implementa, em Portugal, atrav&amp;#233;s da sua participada BccM, solu&amp;#231;&amp;#245;es pr&amp;#243;prias de geo-referencia&amp;#231;&amp;#227;o e telemetria, que s&amp;#227;o utilizadas em empresas de transporte de passageiros e carga, valores e servi&amp;#231;os de emerg&amp;#234;ncia, bem como por todas as entidades detentoras de frotas de ve&amp;#237;culos e cujo neg&amp;#243;cio necessite de informa&amp;#231;&amp;#227;o em tempo real. outros servi&amp;#231;os que a Reditus disponibiliza: contact centers (outsourcing de servi&amp;#231;os de apoio &amp;#224; gest&amp;#227;o de optimiza&amp;#231;&amp;#227;o de Atendimento Multicanal), personaliza&amp;#231;&amp;#227;o de documentos financeiros (com base na mais alta tecnologia de impress&amp;#227;o Lff e em aplica&amp;#231;&amp;#245;es pr&amp;#243;prias desenvolvidas para esta actividade) e um gabinete de apoio ao investidor (direccionado para os accionistas, analistas, investidores e outras partes interessadas). Perspectiva de futuro • Maximizar e potenciar a jun&amp;#231;&amp;#227;o com o grupo Tecnidata. • Aposta no BPO (Business Process Outsourcing) / BTO. • Desenvolvimento do mercado internacional. • Alargar a base de clientes nos segmentos onde a Reditus det&amp;#233;m maiores vantagens competitivas. • Aproveitar a sua dimens&amp;#227;o e as condi&amp;#231;&amp;#245;es de mercado para promover o crescimento org&amp;#226;nico no mercado nacional. • Consolidar a posi&amp;#231;&amp;#227;o de lideran&amp;#231;a no mercado portugu&amp;#234;s de outsourcing com n&amp;#237;veis superiores de cria&amp;#231;&amp;#227;o de valor. • Continuar a aposta na diversifica&amp;#231;&amp;#227;o de sectores. Grupo Reditus tel.: +351 214 124 100 fax: +351 214 124 198 marketing@reditus.pt www.reditus.pt 30 // Setembro 09 // Portugalglobal</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=31</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=31</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 31</title><description /><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=32</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=32</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 32</title><description>MERCADOS &amp;#169;Alexander Dokukin - Stockholm Visitors Board &amp;#169;Richard Ryan - Stockholm Visitors Board su&amp;#233;cia e noruega oportunidades por explorar Su&amp;#233;cia e Noruega s&amp;#227;o pa&amp;#237;ses com os quais Portugal mant&amp;#233;m uma rela&amp;#231;&amp;#227;o hist&amp;#243;rica e econ&amp;#243;mica est&amp;#225;vel, mas cujas oportunidades – quer a n&amp;#237;vel comercial, quer em termos de investimento e enquanto mercados emissores de turistas – est&amp;#227;o longe de estarem esgotadas. Por se tratar de pa&amp;#237;ses fortemente industrializados, a par de uma clara aposta na protec&amp;#231;&amp;#227;o ambiental, qualidade e tecnologia s&amp;#227;o palavras-chave para as empresas portuguesas aumentarem a sua presen&amp;#231;a nestes mercados. 32 // Setembro 09 // Portugalglobal &amp;#169;Terje Rakke/Nordic life/Innovation Norway &amp;#169;Per Eide/Innovation Norway</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=33</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=33</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 33</title><description>MERCADOS o reino da su&amp;#233;cia &amp;gt;Por Lu&amp;#237;Sa agaPito, directora-coordeNadora do ceNtro de Neg&amp;#243;cioS da aiceP em eStocoLmo ultrapassada a crise, Portugal ter&amp;#225; a oportunidade de desenvolver um maior n&amp;#250;mero de parcerias com empresas suecas em &amp;#225;reas que proporcionem um maior desenvolvimento sustent&amp;#225;vel. mil milh&amp;#245;es de euros em 2008. Para a forma&amp;#231;&amp;#227;o do PIB contribuem fortemente os servi&amp;#231;os, incluindo a &amp;#225;rea imobili&amp;#225;ria, com&amp;#233;rcio, transportes e comunica&amp;#231;&amp;#245;es, o Estado e a &amp;#225;rea financeira, que representam cerca de 70 por cento do total. Embora o sector prim&amp;#225;rio (explora&amp;#231;&amp;#227;o florestal, agricultura e pescas) tenha um grande desenvolvimento, o seu peso na forma&amp;#231;&amp;#227;o de riqueza &amp;#233; relativamente baixo comparativamente &amp;#224; ind&amp;#250;stria transformadora, sector este que, com um contributo de 28 por cento, &amp;#233; decisivo na forma&amp;#231;&amp;#227;o do PIB. Em 2008, o saldo da balan&amp;#231;a comercial foi positivo, com exporta&amp;#231;&amp;#245;es da ordem dos 124 mil milh&amp;#245;es de euros e importa&amp;#231;&amp;#245;es de 113 mil milh&amp;#245;es de euros. O facto de se tratar de uma economia aberta e com uma forte depend&amp;#234;ncia das exporta&amp;#231;&amp;#245;es, levou a que o pa&amp;#237;s fosse afectado pela actual crise econ&amp;#243;mica mundial. Segundo estimativas do Minist&amp;#233;rio das Finan&amp;#231;as, no final do corrente ano, o PIB ter&amp;#225; uma varia&amp;#231;&amp;#227;o negativa de menos 4,2 por cento para, em 2010, ter um ligeiro aumento de 0,2 por cento. Embora se preveja que o desemprego continue a subir nos pr&amp;#243;ximos dois anos at&amp;#233; 11,7 por cento, a recupera&amp;#231;&amp;#227;o econ&amp;#243;mica dever&amp;#225; tornar-se evidente em 2011 e 2012, com aumentos da ordem dos 2,4 e 4,0 por cento, respectivamente. Resultado do actual estado da economia, as finan&amp;#231;as p&amp;#250;blicas, at&amp;#233; agora consideradas est&amp;#225;veis, poder&amp;#227;o vir a ser afectadas, com repercuss&amp;#227;o nos munic&amp;#237;pios, sistema de pens&amp;#245;es e governo central. Dados publicados indicam que, no &amp;#226;mbito dos pa&amp;#237;ses n&amp;#243;rdicos, a Su&amp;#233;cia &amp;#233; o pa&amp;#237;s com maior popula&amp;#231;&amp;#227;o e riqueza gerada, embora fique a perder substancialmente para a Noruega quando se analisa o PIB per capita. Com um passado hist&amp;#243;rico longo, desde cedo se rege por um sistema democr&amp;#225;tico onde existe verdadeira participa&amp;#231;&amp;#227;o da popula&amp;#231;&amp;#227;o na constru&amp;#231;&amp;#227;o do seu pa&amp;#237;s. Os suecos t&amp;#234;m um sentido nacionalista acentuado, caracter&amp;#237;stico dos povos n&amp;#243;rdicos, que alivia constrangimentos que v&amp;#227;o surgindo no decorrer da vida social da Su&amp;#233;cia. popula&amp;#231;&amp;#227;o Milh&amp;#245;es Su&amp;#233;cia Dinamarca Noruega Finl&amp;#226;ndia Fontes: eiu * em 2008 O ambiente de trabalho &amp;#233; informal – na empresa as pessoas s&amp;#227;o conhecidas pelo nome pr&amp;#243;prio – e as decis&amp;#245;es s&amp;#227;o frequentemente tomadas por consenso. Antes de tomarem uma decis&amp;#227;o, gostam de discutir o projecto a todos os n&amp;#237;veis. As pausas para o caf&amp;#233; (fika) s&amp;#227;o como que sagradas, tal como &amp;#233; a entrada e sa&amp;#237;da a horas. A n&amp;#237;vel de neg&amp;#243;cios, os suecos s&amp;#227;o reconhecidos internacionalmente como eficientes, honestos e pragm&amp;#225;ticos. Economia s&amp;#243;lida e aberta Com o maior n&amp;#237;vel de riqueza gerado nos pa&amp;#237;ses n&amp;#243;rdicos, o PIB ascendeu a 328 piB / capita usd 49.641 57.206 83.409 46.704 piB 2007 Mil milh&amp;#245;es usd 454,9 *340,3 390,5 244,7 9,2 5,4 4,6 5,2 Ind&amp;#250;stria diversificada A produ&amp;#231;&amp;#227;o industrial inclui produtos t&amp;#227;o diversos como a pasta de papel e o mobili&amp;#225;rio, derivados da floresta (52 por cento Portugalglobal // Setembro 09 // 33</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=34</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=34</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 34</title><description>MERCADOS do pa&amp;#237;s &amp;#233; coberto por floresta produtiva); a transforma&amp;#231;&amp;#227;o de min&amp;#233;rios como ferro, prata, cobre e zinco, permitindo a produ&amp;#231;&amp;#227;o de a&amp;#231;o; os produtos qu&amp;#237;micos, farmac&amp;#234;uticos e as TIC, resultado de investimentos avultados na d&amp;#233;cada de 90; e uma vasta gama de produtos nas &amp;#225;reas de electro-metalomec&amp;#226;nica. Antes da recente crise econ&amp;#243;mica, 51 por cento das exporta&amp;#231;&amp;#245;es da Su&amp;#233;cia resultavam de produtos nas &amp;#225;reas da electrometalomec&amp;#226;nica, destacando-se os subsectores de transportes, engineering e produtos el&amp;#233;ctricos/telecomunica&amp;#231;&amp;#245;es. Segundo dados da Association of Swedish Engineering Industries, menos de um por cento das empresas empregam mais de 500 pessoas, representando 48,9 por cento dos postos de trabalho no sector, sendo que muitas destas empresas resultam de investimento estrangeiro. Em contrapartida, 68,5 por cento das empresas empregam menos de nove pessoas, representando 7,5 por cento do emprego no sector. Devido &amp;#224; actual crise mundial, segundo dados do Instituto Nacional de Estat&amp;#237;stica sueco, registou-se, em Maio de 2009, uma quebra na produ&amp;#231;&amp;#227;o industrial de 21,9 por cento, comparativamente ao per&amp;#237;odo hom&amp;#243;logo do ano anterior. Mas, segundo os pr&amp;#243;prios suecos, a experi&amp;#234;ncia demonstra que as crises econ&amp;#243;micas sempre foram ultrapassadas e o pa&amp;#237;s saiu fortalecido. Sustentabilidade &amp;#233; a palavra de ordem, conceito que rege a actual Presid&amp;#234;ncia sueca da UE. &amp;#201; neste equil&amp;#237;brio que se dever&amp;#225; percepcionar um tecido empresarial l&amp;#237;der em &amp;#225;reas como a life science, biotecnologia e farmac&amp;#234;utica, destacando-se neste dom&amp;#237;nio a multinacional anglosueca Astra Zeneca e a americanosueca Pharmacia Corporation (Pfizer), bem como alguns clusters de renome, nomeadamente, o cluster sueco-dinamarqu&amp;#234;s Medicon Valley, resultado da estreita rela&amp;#231;&amp;#227;o entre a ind&amp;#250;stria e o meio universit&amp;#225;rio (I&amp;amp;D). &amp;#169;Ulf Hinds - Stockholm Visitors 50 por cento da energia consumida seja proveniente de fontes renov&amp;#225;veis. Neste dom&amp;#237;nio est&amp;#227;o previstos grandes investimentos na energia e&amp;#243;lica (passar de seis parques actuais para 100), na energia dos mares e incentivos fiscais &amp;#224; utiliza&amp;#231;&amp;#227;o de pain&amp;#233;is solares. Oportunidades para as empresas portuguesas Portugal &amp;#233; reconhecido no mercado sueco como fornecedor de bens de consumo de qualidade, incluindo produtos das fileiras moda e casa. Trata-se de produtos, na sua maioria, comercializados por marcas suecas, de prest&amp;#237;gio internacional. O mercado sueco, onde o design tem tradi&amp;#231;&amp;#227;o, &amp;#233; sens&amp;#237;vel &amp;#224; rela&amp;#231;&amp;#227;o qualidade/ pre&amp;#231;o e, frequentemente, encontram-se produtos concebidos por empresas suecas que s&amp;#227;o produzidos no exterior. Os vinhos portugueses t&amp;#234;m registado uma evolu&amp;#231;&amp;#227;o positiva na Su&amp;#233;cia, nos &amp;#250;ltimos anos, tendo sido real&amp;#231;ada a sua excelente rela&amp;#231;&amp;#227;o pre&amp;#231;o/qualidade. Portugal possui algumas marcas j&amp;#225; bem estabelecidas neste mercado e nota-se que o consumidor tem vindo a mostrar curiosidade na prova de novos vinhos. Na &amp;#225;rea de bens tecnol&amp;#243;gicos, a Su&amp;#233;cia &amp;#233; conhecida pela I&amp;amp;D, com alto grau de desenvolvimento t&amp;#233;cnico nos seus produtos. A ind&amp;#250;stria sueca de engineering, efeito da crise mundial que estamos a atravessar, tem vindo a ser afectada, procurando agora reorganizar-se de forma a sair fortalecida deste processo. Acreditamos que, uma vez passados os efeitos da crise, Portugal ter&amp;#225; oportunidade de desenvolver um maior n&amp;#250;mero de parcerias com empresas suecas nos campos de bens de equipamento, energias renov&amp;#225;veis, &amp;#225;reas da sa&amp;#250;de e TIC. Desenvolvimento sustentado e tecnologia A Su&amp;#233;cia &amp;#233;, indubitavelmente, uma refer&amp;#234;ncia nos pa&amp;#237;ses n&amp;#243;rdicos, pela excel&amp;#234;ncia dos seus grupos industriais e comerciais em sectores como as telecomunica&amp;#231;&amp;#245;es, ind&amp;#250;stria autom&amp;#243;vel, aeroespacial, life science, metalomec&amp;#226;nica e mobili&amp;#225;rio, e empresas como a Ericsson, Electrolux, Tetra Pak, Volvo, Saab, Scania, Astra ZenecA, SKF, Ikea ou H&amp;amp;M. Sem negligenciar a sua import&amp;#226;ncia industrial no contexto das na&amp;#231;&amp;#245;es, a Su&amp;#233;cia apresenta, ainda, uma particularidade que, dir&amp;#237;amos, lhe &amp;#233; intr&amp;#237;nseca: o respeito pelas quest&amp;#245;es ambientais e sociais no seio da sociedade, in</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=35</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=35</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 35</title><description>MERCADOS a crise e as oportunidades &amp;gt; Por JoS&amp;#233; carLoS da cruz aLmeida, embaixador de PortugaL Na Su&amp;#233;cia e PreSideNte HoNor&amp;#225;rio da c&amp;#226;mara de com&amp;#233;rcio LuSo-Sueca De facto, este caso concreto da Nissan vem ao encontro dos objectivos de um programa lan&amp;#231;ado pelo Governo portugu&amp;#234;s, em 2001, designado por E4 (Energia, Efici&amp;#234;ncia e Energias End&amp;#243;genas), consistindo num conjunto de medidas m&amp;#250;ltiplas e diversificadas destinadas a promover uma abordagem consistente e integrada para o fornecimento e procura de energia. Assim, promovendo a efici&amp;#234;ncia energ&amp;#233;tica e o uso de energias renov&amp;#225;veis, o programa visa o upgrade da competitividade da economia portuguesa e a moderniza&amp;#231;&amp;#227;o do tecido social do pa&amp;#237;s, ao mesmo tempo que preserva o ambiente atrav&amp;#233;s da redu&amp;#231;&amp;#227;o das emiss&amp;#245;es de gases com efeito de estufa, especialmente di&amp;#243;xido de carbono, respons&amp;#225;veis pelas altera&amp;#231;&amp;#245;es clim&amp;#225;ticas. Hoje, &amp;#233; facto assente que a economia portuguesa, para se sustentar e desenvolver no mercado global, precisa de acelerar a mudan&amp;#231;a de paradigma e intensificar e diversificar a produ&amp;#231;&amp;#227;o de bens de alto valor acrescentado, criando assim condi&amp;#231;&amp;#245;es para se firmar em outros mercados, mesmo dentro da pr&amp;#243;pria Uni&amp;#227;o Europeia. Para mim, enquanto Embaixador na Su&amp;#233;cia, &amp;#233; evidente que Portugal &amp;#233; insuficientemente conhecido neste pa&amp;#237;s-chave do Norte da Europa, sobretudo porque os seus produtos, a sua oferta tur&amp;#237;stica, acabam por n&amp;#227;o chegar aos consumidores suecos. Porqu&amp;#234;? Se atentarmos que o relacionamento pol&amp;#237;tico-diplom&amp;#225;tico nos planos bilateral e multilateral se pode considerar estreito, permitindo sustentar um di&amp;#225;logo constante e fluido a v&amp;#225;rios n&amp;#237;veis, porque os dois pa&amp;#237;ses se regem pelos princ&amp;#237;pios e valores fundamentais da Liberdade, Democracia e respeito pelos Direitos Humanos, prosseguindo id&amp;#234;nticos objectivos de Paz, Prosperidade e Seguran&amp;#231;a em benef&amp;#237;cio da Europa e do Mundo; que ambos pertencem &amp;#224;s mesmas organiza&amp;#231;&amp;#245;es internacionais e, sobretudo, &amp;#224; Uni&amp;#227;o Europeia, onde as respectivas agendas s&amp;#227;o, sen&amp;#227;o id&amp;#234;nti- O Financial Times de 21 de Julho, em t&amp;#237;tulo de primeira p&amp;#225;gina, informava os seus leitores: “A Nissan vai construir f&amp;#225;bricas no Reino Unido e em Portugal”. O respectivo desenvolvimento esclarecia que aquele conhecido construtor japon&amp;#234;s de autom&amp;#243;veis tinha optado por localizar, no nosso pa&amp;#237;s, uma f&amp;#225;brica de baterias de i&amp;#245;es de l&amp;#237;tio para equipar um novo modelo de carro el&amp;#233;ctrico a apresentar em Outubro, para venda nos mercados dos Estados Unidos e Jap&amp;#227;o, ascendendo o investimento a realizar em Portugal a 250 milh&amp;#245;es de euros e significando a cria&amp;#231;&amp;#227;o de 200 postos de trabalho. A motiva&amp;#231;&amp;#227;o daquela decis&amp;#227;o, segundo a mesma fonte, residiria no apoio concedido pelo Estado portugu&amp;#234;s ao desenvolvimento de tecnologias ver- “Hoje, &amp;#233; facto assente que a economia portuguesa, para se sustentar e desenvolver no mercado global, precisa de acelerar a mudan&amp;#231;a de paradigma e intensificar e diversificar a produ&amp;#231;&amp;#227;o de bens de alto valor acrescentado, criando assim condi&amp;#231;&amp;#245;es para se firmar em outros mercados, mesmo dentro da pr&amp;#243;pria uni&amp;#227;o europeia.” des no contexto de uma estrat&amp;#233;gia de redu&amp;#231;&amp;#227;o da depend&amp;#234;ncia dos combust&amp;#237;veis f&amp;#243;sseis. Portugalglobal // Setembro 09 // 35</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=36</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=36</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 36</title><description>MERCADOS cas, pelo menos largamente convergentes, ent&amp;#227;o o que &amp;#233; que impede ambos os pa&amp;#237;ses, e respectivas sociedades civis, de constru&amp;#237;rem plataformas mutuamente ben&amp;#233;ficas de desenvolvimento econ&amp;#243;mico, designadamente em rela&amp;#231;&amp;#227;o a pa&amp;#237;ses terceiros? Permitam-me referir apenas alguns dados estat&amp;#237;sticos que tornem mais evidente as oportunidades que se oferecem aos agentes econ&amp;#243;micos que para aqui queiram orientar a oferta dos seus produtos. A Su&amp;#233;cia tem 9,2 milh&amp;#245;es de habitantes; um PIB per capita de 49.641 d&amp;#243;lares; o PIB em 2007 foi de 454,9 mil milh&amp;#245;es de d&amp;#243;lares, representando os servi&amp;#231;os cerca de 70 por cento, a ind&amp;#250;stria transformadora 28 por cento e o sector prim&amp;#225;rio, apesar de desenvolvido, tem um peso relativamente baixo na forma&amp;#231;&amp;#227;o da riqueza. Dispondo de uma economia aberta e de grande depend&amp;#234;ncia em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao com&amp;#233;rcio internacional, com um quadro legal e regulamentar extremamente s&amp;#243;lido, sobretudo favor&amp;#225;vel &amp;#224;s PME, parece que o que falta &amp;#224; consolida&amp;#231;&amp;#227;o do relacionamento bilateral &amp;#233; uma forte presen&amp;#231;a do sector privado portugu&amp;#234;s neste pa&amp;#237;s. Reunido que est&amp;#225; o apoio institucional, quer p&amp;#250;blico quer privado, e a C&amp;#226;mara de Com&amp;#233;rcio Luso-Sueca manifesta determina&amp;#231;&amp;#227;o em intensificar o seu papel de interc&amp;#226;mbio entre as comunidades empresariais de ambos os pa&amp;#237;ses, haver&amp;#225; agora que passar &amp;#224; ac&amp;#231;&amp;#227;o. Este &amp;#233; o prop&amp;#243;sito que nos anima, esperando realizar um evento mobilizador dos sectores empresariais que operam no dom&amp;#237;nio do Desenvolvimento Sustent&amp;#225;vel, em conson&amp;#226;ncia com uma das prioridades da Presid&amp;#234;ncia Sueca da Uni&amp;#227;o Europeia: o sucesso da Confer&amp;#234;ncia das Na&amp;#231;&amp;#245;es Unidas sobre Altera&amp;#231;&amp;#245;es Clim&amp;#225;ticas a realizar em Copenhaga, em Dezembro deste ano. &amp;#169;Richard Ryan - Stockholm Visitors Board pa&amp;#237;s eM Ficha su&amp;#233;cia estocolmo &amp;#193;rea: 450.295 km2 popula&amp;#231;&amp;#227;o: 9,276 milh&amp;#245;es de habitantes (30 de Abril de 2009) densidade populacional: 20,6 habitantes por km2 (30 de Abril de 2009) designa&amp;#231;&amp;#227;o oficial: Reino da Su&amp;#233;cia chefe do estado: Rei Carl XVI Gustaf (ascendeu ao trono em Setembro de 1973) primeiro-Ministro: Frederik Reinfeldt data da actual constitui&amp;#231;&amp;#227;o: 1974 principais partidos pol&amp;#237;ticos: Partido SocialDemocrata (SAP); Partido Moderado (M); Partido do Centro (C); Partido Popular Liberal (L); Partido Democrata Crist&amp;#227;o (CD); Partido da Esquerda; Verdes. As pr&amp;#243;ximas elei&amp;#231;&amp;#245;es est&amp;#227;o agendadas para Setembro de 2010. capital: Estocolmo (795.163 habitantes) (31 de Dezembro de 2007) outras cidades importantes: Gotemburgo (493.502); Malmo (208.801); Uppsala (187.541); Linkoping (140.367) religi&amp;#227;o: A maioria da popula&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; crist&amp;#227;, pertencendo cerca de 90% &amp;#224; Igreja Luterana Evang&amp;#233;lica. l&amp;#237;ngua: Sueco unidade monet&amp;#225;ria: Coroa Sueca (SEK) 1 EUR = 10,5820 DKK (Maio de 2009) risco do pa&amp;#237;s: A (AAA=Risco m&amp;#237;nimo; D=Risco m&amp;#225;ximo) ranking em neg&amp;#243;cios: &amp;#205;ndice 8,00 (10 = m&amp;#225;ximo) ranking geral: 8 (entre 82 pa&amp;#237;ses) (EIU) risco de cr&amp;#233;dito: 1 (1 = risco menor; 7 = risco maior) (COSEC – http://cgf.cosec.pt) (Junho de 2009) grau da abertura e dimens&amp;#227;o relativa do mercado: Exp. + Imp. (bens e servi&amp;#231;os) / PIB = 100,9% (2008) Imp. / PIB (bens e servi&amp;#231;os) = 46,8% (2008) Imp. / Imp. Mundial (bens) = 1,6% (2007) Fontes: The Economist Intelligence Unit; (EIU); Banco de Portugal: WTO; COSEC 36 // Setembro 09 // Portugalglobal</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=37</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=37</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 37</title><description>MERCADOS su&amp;#233;cia RELA&amp;#231;&amp;#245;ES ECON&amp;#243;MICAS COM PORTUGAL a Su&amp;#233;cia &amp;#233; um parceiro comercial tradicional de Portugal, registando-se, por&amp;#233;m, nos &amp;#250;ltimos anos uma altera&amp;#231;&amp;#227;o na estrutura das vendas portuguesas neste mercado, com a diminui&amp;#231;&amp;#227;o das expedi&amp;#231;&amp;#245;es de produtos como o vestu&amp;#225;rio e o cal&amp;#231;ado. enquanto investidor, a Su&amp;#233;cia ocupa uma posi&amp;#231;&amp;#227;o de algum relevo no ‘ranking’ dos pa&amp;#237;ses de origem do ide em Portugal. A Su&amp;#233;cia ocupa, desde 2005, a 11&amp;#170; posi&amp;#231;&amp;#227;o como cliente de Portugal (descendo um lugar face a 2004). Enquanto fornecedor e no per&amp;#237;odo considerado, a posi&amp;#231;&amp;#227;o da Su&amp;#233;cia tem-se mantido entre o 14.&amp;#186; e o 13.&amp;#186; lugares no respectivo ranking global de pa&amp;#237;ses, com excep&amp;#231;&amp;#227;o do ano de 2006, em que foi 17&amp;#186;. No contexto da UE27, a posi&amp;#231;&amp;#227;o da Su&amp;#233;cia no ranking deste grupo de pa&amp;#237;ses melhora, tendo ocupado, em 2008, o 8.&amp;#186; lugar, tanto como cliente quer como fornecedor. As expedi&amp;#231;&amp;#245;es de produtos portugueses para a Su&amp;#233;cia evolu&amp;#237;ram favoravelmente no per&amp;#237;odo entre 2004-2008, mas os dados dispon&amp;#237;veis para este ano – Janeiro a Abril – apontam para uma invers&amp;#227;o dessa tend&amp;#234;ncia quando comparados com &amp;#169;Richard Ryan - Stockholm Visitors Board EVOLU&amp;#231;&amp;#227;O DA BALAN&amp;#231;A COMERCIAL BILATERAL 2004 Expedi&amp;#231;&amp;#245;es Chegadas Saldo Coef. Cobertura (%) 336,977 586,390 -249,414 57.5% 2005 363,031 557,795 -194,765 65.1% 2006 410,401 504,633 -94,232 81.3% 2007 457,430 625,572 -168,142 73.1% 2008 454,313 760,996 -306,683 59.7% Var.a 7.9% 7.8% – – 2008 Jan/abr 155,941 281,052 -125,111 55.5% Valores estimados 2009 Jan/abr 133,714 206,983 -73,270 64.6% Var.b -14.3% -26.4% – – Fonte: ine - instituto nacional de estat&amp;#237;stica unidade: Milhares de euros notas: (a) M&amp;#233;dia aritm&amp;#233;tica das taxas de varia&amp;#231;&amp;#227;o anuais no per&amp;#237;odo 2004-2008 (b) taxa de varia&amp;#231;&amp;#227;o hom&amp;#243;loga Portugalglobal // Setembro 09 // 37</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=38</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=38</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 38</title><description>MERCADOS grupos de produtos representaram, em conjunto, 66 por cento do valor global das vendas ao mercado. No que diz respeito &amp;#224;s compras portuguesas &amp;#224; Su&amp;#233;cia, os principais grupos de produtos, em 2008, foram as m&amp;#225;quinas e aparelhos (35 por cento do total), seguindo-se os ve&amp;#237;culos e outro material de transporte (17,1 por cento), os produtos agr&amp;#237;colas (15,1 por cento), os produtos qu&amp;#237;micos (8,4 por cento), as pastas celul&amp;#243;sicas e papel (7 por cento) e os metais comuns (5,9 por cento). Estes grupos de produtos representaram, em conjunto, 88,5 por cento do valor global das compras a esse mercado. No que respeita ao investimento, os dados do Banco de Portugal permitem concluir que a Su&amp;#233;cia &amp;#233; muito mais importante enquanto investidor em Portugal, do que em termos de destino do Investimento Directo Portugu&amp;#234;s no Exterior (IDPE). No ranking de pa&amp;#237;ses do Investimento Directo Estrangeiro em Portugal (IDE), a Su&amp;#233;cia ocupou o 9&amp;#186; lugar em 2008, enquanto como destino de IDPE se situou na 41&amp;#170; posi&amp;#231;&amp;#227;o. As aplica&amp;#231;&amp;#245;es de capital sueco em Portugal apresentam caracter&amp;#237;sticas vol&amp;#225;teis no per&amp;#237;odo em causa, com o indicador do investimento l&amp;#237;quido sempre negativo e registando valores substanciais nos tr&amp;#234;s &amp;#250;ltimos anos. Mas se &amp;#233; verdade que os fluxos de investimento aumentaram, consideravelmente, nesse per&amp;#237;odo, estes foram acompanhados por desinvestimentos em montantes superiores, &amp;#224; excep&amp;#231;&amp;#227;o de 2008, quando o montante desinvestido foi inferior ao investido (618 milh&amp;#245;es de euros). Em termos de IDPE, verificou-se um aumento de 182,6 por cento em rela&amp;#231;&amp;#227;o ao ano anterior, ascendendo a 3,26 milh&amp;#245;es de euros. No turismo, &amp;#233; reduzida a express&amp;#227;o do turismo sueco em Portugal, qualquer que seja o indicador que se considere, tendo vindo a decrescer consistentemente desde 2004. A pior situa&amp;#231;&amp;#227;o regista-se na diminui&amp;#231;&amp;#227;o da estadia m&amp;#233;dia (de 4,9 noites em 2004, para 4,4 noites em 2008). As receitas no per&amp;#237;odo em an&amp;#225;lise (2004-2008) tamb&amp;#233;m acompanharam esta tend&amp;#234;ncia negativa, embora ligeira (menos 0,8 por cento). SU&amp;#201;CIA - AN&amp;#225;LISE SWOT DO MERCADO Pontos fortes • Proximidade. Relacionamento com tradi&amp;#231;&amp;#245;es, nomeadamente, nos sectores de bens de consumo e bens de equipamento; • Rela&amp;#231;&amp;#227;o pre&amp;#231;o/qualidade; • Capacidade tecnol&amp;#243;gica. Pontos fracos • Fraca notoriedade dos produtos nacionais, desconhecidos do grande consumidor; • Inexist&amp;#234;ncia de marcas nacionais, de acompanhamento do mercado numa perspectiva do mercado local, mas tamb&amp;#233;m de hub para o Norte da Europa e B&amp;#225;ltico; • Falta de imagem e de visibilidade do pa&amp;#237;s enquanto produtor de produtos de tecnologia, com mais valia; • Comunica&amp;#231;&amp;#227;o a v&amp;#225;rios n&amp;#237;veis da empresa. Amea&amp;#231;as • Concorrentes: Pa&amp;#237;ses do Norte da Europa no segmento alto, com marcas de renome estabelecidas no mercado. Pa&amp;#237;ses asi&amp;#225;ticos e do leste europeu no segmento baixo e m&amp;#233;dio; • Deslocaliza&amp;#231;&amp;#227;o da produ&amp;#231;&amp;#227;o sueca para pa&amp;#237;ses terceiros, do Extremo Oriente e do Leste Europeu, em sectores importantes para Portugal, como &amp;#233; o caso da ind&amp;#250;stria autom&amp;#243;vel; • Promo&amp;#231;&amp;#227;o desenvolvida por pa&amp;#237;ses concorrentes em v&amp;#225;rios sectores. do a representarem, em conjunto, 25,9 por cento do total em 2008. Oportunidades • Apostar na qualidade e design, apreciados pelo consumidor local; • Mercado sueco como plataforma de reexporta&amp;#231;&amp;#227;o para os pa&amp;#237;ses do B&amp;#225;ltico sendo, ainda, o maior mercado n&amp;#243;rdico; • Parcerias com os parques cient&amp;#237;ficos e institui&amp;#231;&amp;#245;es de investiga&amp;#231;&amp;#227;o e desenvolvimento; • Ind&amp;#250;stria local desenvolvida e sofisticada, possibilitando o desenvolvimento de parcerias/subcontrata&amp;#231;&amp;#227;o em &amp;#225;reas de especializa&amp;#231;&amp;#227;o em sectores como a metalomec&amp;#226;nica, ind&amp;#250;strias da sa&amp;#250;de (life science), auto e aeroespacial. o per&amp;#237;odo hom&amp;#243;logo do ano anterior, diminuindo 14,3 por cento, reflectindo os efeitos da actual econ&amp;#243;mica nas exporta&amp;#231;&amp;#245;es globais nacionais. Por seu lado, as chegadas de produtos provenientes da Su&amp;#233;cia t&amp;#234;m aumentado a um ritmo superior ao das expedi&amp;#231;&amp;#245;es, contribuindo para o agravamento do saldo da balan&amp;#231;a comercial, que desde 1997 &amp;#233; desfavor&amp;#225;vel a Portugal. Este desequil&amp;#237;brio resulta d</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=39</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=39</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 39</title><description>MERCADOS noruega O CAMINHO &amp;#201; O NORTE &amp;gt;Por Jo&amp;#227;o NoroNHa, rePreSeNtaNte da aiceP em oSLo H&amp;#225; quem lhe chame – pelas melhores raz&amp;#245;es – a ar&amp;#225;bia Saudita da europa, mas, entre n&amp;#243;s, &amp;#233; talvez mais conhecida, a par da gronel&amp;#226;ndia, como a p&amp;#225;tria da iguaria que se deixa confeccionar de 1001 maneiras: o bacalhau, nosso “fiel amigo”. contudo, Portugal e a Noruega tocam-se em pontos comuns, nem sempre percept&amp;#237;veis. dois pa&amp;#237;ses virados ao mar, dois pa&amp;#237;ses voltados para a defesa do ambiente, dois pa&amp;#237;ses a apostarem forte nas energias renov&amp;#225;veis. Apesar da riqueza da economia offshore, esta jovem na&amp;#231;&amp;#227;o sabe que ela n&amp;#227;o durar&amp;#225; para sempre. Antecipando este facto, a aposta nas energias verdes tornou-se uma prioridade. Na Noruega o autom&amp;#243;vel el&amp;#233;ctrico j&amp;#225; &amp;#233; uma realidade e em Portugal s&amp;#234;-lo-&amp;#225; brevemente. Curiosa na&amp;#231;&amp;#227;o esta onde a informalidade parece ser uma imagem de marca: um pa&amp;#237;s anti-gravata, onde a mulher tem um papel de indel&amp;#233;vel import&amp;#226;ncia na sociedade; um pa&amp;#237;s de chefias dilu&amp;#237;das na organiza&amp;#231;&amp;#227;o, onde impera o primado da responsabiliza&amp;#231;&amp;#227;o do indiv&amp;#237;duo; um pa&amp;#237;s onde a &amp;#250;nica boa desculpa para se faltar ao trabalho &amp;#233; a terapia oferecida por um dia de esqui; um pa&amp;#237;s em que os vizinhos competem, amistosamente, pelo embelezamento dos respectivos jardins; um pa&amp;#237;s de ciclistas ocasionais, sempre que as condi&amp;#231;&amp;#245;es atmosf&amp;#233;ricas o permitem (correm, ali&amp;#225;s, noticias, n&amp;#227;o confirmadas, que altas figuras da na&amp;#231;&amp;#227;o circulam nas ciclovias, a par do cidad&amp;#227;o comum). A Noruega caminha, convicta e voluptuosa, praticamente imune &amp;#224; recente crise econ&amp;#243;mico-financeira internacional, a fazer corar os vizinhos escandinavos, que outrora, alternadamente, a disputavam, perfilando-se, a breve trecho, como um dos pa&amp;#237;ses mais ricos do mundo. Pa&amp;#237;s cimeiro no &amp;#237;ndice de desenvolvimento humano, no produ- to interno bruto per capita e na paridade do poder de compra. Segundo a publica&amp;#231;&amp;#227;o Foreign Policy Magazine a Noruega &amp;#233;, em 2009, o pa&amp;#237;s mais est&amp;#225;vel do mundo, onde o sector Estado &amp;#233; dos que melhor funciona, sendo, a par disso, o maior contribuinte para causas sociais no mundo. Segundo estat&amp;#237;sticas oficiais, a Noruega acolheu, durante o ano de 2007, 61.200 imigrantes, incluindo refugiados, o que faz com que, actualmente, cerca de 10 por cento da popula&amp;#231;&amp;#227;o da Noruega seja composta por indiv&amp;#237;duos de outras origens que n&amp;#227;o a norueguesa. Com politicas de integra&amp;#231;&amp;#227;o Portugalglobal // Setembro 09 // 39</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=40</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=40</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 40</title><description>MERCADOS exemplares para os novos imigrantes, o governo noruegu&amp;#234;s investe na sua forma&amp;#231;&amp;#227;o profissional para que estes possam dar o seu contributo ao desenvolvimento econ&amp;#243;mico do pa&amp;#237;s. Sendo assumidamente uma economia de mercado, o Estado det&amp;#233;m posi&amp;#231;&amp;#245;eschave em sectores fulcrais da economia: no sector petrol&amp;#237;fero, a Statoil; no hidroel&amp;#233;ctrico, a Statkraft; no banc&amp;#225;rio, o DnBNor; nas telecomunica&amp;#231;&amp;#245;es, a Telenor; na avia&amp;#231;&amp;#227;o, a SAS, todas empresas estrat&amp;#233;gicas no alicerce econ&amp;#243;mico do pa&amp;#237;s. Para al&amp;#233;m do mais, a Noruega possui a sexta maior frota mercante do mundo e &amp;#233; o segundo maior exportador, em valor, de pescado a seguir &amp;#224; China. &amp;#169;Nancy Bundt/Innovation Norway para uma elevada taxa de emprego, um desenvolvimento sustentado, uma distribui&amp;#231;&amp;#227;o mais justa do rendimento – sendo exemplar na redistribui&amp;#231;&amp;#227;o da riqueza – e um sistema social fortalecido. “a Noruega caminha, convicta e voluptuosa, praticamente imune &amp;#224; recente crise econ&amp;#243;micofinanceira internacional, a fazer corar os vizinhos escandinavos, que outrora, alternadamente, a disputavam, perfilando-se, a breve trecho, como um dos pa&amp;#237;ses mais ricos do mundo.” ruega ao mundo lus&amp;#243;fono, com &amp;#234;nfase no Brasil e em Angola, falta ainda uma aposta estrat&amp;#233;gica no enorme potencial que o turista noruegu&amp;#234;s oferece, n&amp;#227;o s&amp;#243; pelo seu elevado poder de compra, mas pela regularidade e sazonalidade com que viaja, principalmente durante o Inverno. City-breaks e turismo residencial devem ser produtos de aposta. Bom ser&amp;#225; que – como todos esperamos – tenham pleno &amp;#234;xito os esfor&amp;#231;os que v&amp;#234;m sendo desenvolvidos pelo Senhor Embaixador Lima Pimentel no sentido de, por um lado, projectar o Portugal moderno e inovador, e por outro, promover Portugal como destino privilegiado para o investimento noruegu&amp;#234;s. A este respeito, congratulamo-nos com o interesse, recentemente demonstrado, pelas condi&amp;#231;&amp;#245;es &amp;#250;nicas que a nossa costa atl&amp;#226;ntica proporciona na produ&amp;#231;&amp;#227;o de energia atrav&amp;#233;s das ondas, estando as empresas norueguesas, igualmente atentas &amp;#224;s condi&amp;#231;&amp;#245;es oferecidas pela nossa Wave Pilot Zone. &amp;#169;Frithjof Fure/Innovation Norway Com in&amp;#250;meros sectores ainda por explorar pelas empresas portuguesas, ao n&amp;#237;vel de nichos – desde os t&amp;#234;xteis t&amp;#233;cnicos aos produtos gourmet, por exemplo – o mercado noruegu&amp;#234;s n&amp;#227;o pode nem deve ser descurado; quando muito, deve complementar os mercados sueco e dinamarqu&amp;#234;s que, tradicionalmente, t&amp;#234;m despertado mais interesse &amp;#224;s nossas empresas. Com as exporta&amp;#231;&amp;#245;es nacionais para o mercado ainda muito assentes nos sectores tradicionais, como o cal&amp;#231;ado, a confec&amp;#231;&amp;#227;o, os t&amp;#234;xteis-lar e os vinhos, teremos de reflectir sobre a necessidade de mudan&amp;#231;a de paradigma da nossa produ&amp;#231;&amp;#227;o industrial e iniciar uma nova fase na promo&amp;#231;&amp;#227;o de bens de alta tecnologia e equipamento, bens diferenciados e de valor acrescentado, criando condi&amp;#231;&amp;#245;es para parcerias na subcontrata&amp;#231;&amp;#227;o industrial no sector metalomec&amp;#226;nico. No sector da constru&amp;#231;&amp;#227;o e repara&amp;#231;&amp;#227;o naval, com tradi&amp;#231;&amp;#227;o secular em ambos os pa&amp;#237;ses, registamos a assiduidade de empresas nacionais, como os Estaleiros Navais de Viana do Castelo e a Lisnave, numa das maiores feiras do sector, a Norshipping. S&amp;#243; desenvolvendo rela&amp;#231;&amp;#245;es comerciais prof&amp;#237;cuas e duradouras, delineadas em estrat&amp;#233;gias integradas de m&amp;#233;dio/longo prazo, podemos expor a nossa oferta e tudo o que de inovador temos para oferecer. Com a TAP Portugal a ligar, diariamente, as duas capitais e, por conseguinte, a No- A Noruega recusou fazer parte da Uni&amp;#227;o Europeia nos referendos de 1972 e de 1994, n&amp;#227;o obstante, &amp;#233; membro fundador da NATO, da ONU e do Conselho da Europa, integrando tamb&amp;#233;m o espa&amp;#231;o Schengen. A Noruega prima pelas boas pr&amp;#225;ticas na extrac&amp;#231;&amp;#227;o dos recursos naturais, fazendo parte da “Extractive Industry Transparency Iniciative”, sendo um dos maiores contribuintes, junto do Banco Mundial, no encorajamento &amp;#224; implementa&amp;#231;&amp;#227;o das mesmas pr&amp;#225;ticas por outros pa&amp;#237;ses. Com a descoberta do petr&amp;#243;leo no Mar do Norte no final dos anos 60 e o in&amp;#237;cio da explora&amp;#231;&amp;#227;o em 1971, a Noruega passa, no espa&amp;#231;o de uma gera&amp;#231;&amp;#227;o, de um pa&amp;#237;s</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=41</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=41</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 41</title><description>MERCADOS uM Mercado de noVas oportunidades &amp;gt;Por Jo&amp;#227;o de Lima PimeNteL, embaixador de PortugaL Na Noruega Portugal e Noruega mant&amp;#234;m tradicionalmente uma conhecida e celebrada rela&amp;#231;&amp;#227;o comercial no sector das pescas – as importa&amp;#231;&amp;#245;es portuguesas de bacalhau noruegu&amp;#234;s. O “bacalhau” &amp;#233; refer&amp;#234;ncia obrigat&amp;#243;ria bem-humorada, quando em discurso oficial ou conversa privada se aludem as rela&amp;#231;&amp;#245;es luso-norueguesas. Para al&amp;#233;m desta persistente e “nutritiva” rela&amp;#231;&amp;#227;o, o quadro do relacionamento econ&amp;#243;mico bilateral desenvolveu-se em fun&amp;#231;&amp;#227;o das transforma&amp;#231;&amp;#245;es que caracterizaram a evolu&amp;#231;&amp;#227;o das economias dos dois pa&amp;#237;ses, a partir da d&amp;#233;cada de setenta. Focando o caso noruegu&amp;#234;s, a descoberta e explora&amp;#231;&amp;#227;o de importantes jazidas de petr&amp;#243;leo, primeiro, e de g&amp;#225;s, na sequ&amp;#234;ncia, projectaram a economia norueguesa de pa&amp;#237;s desenvolvido de n&amp;#237;vel m&amp;#233;dio, para o n&amp;#237;vel topo dos pa&amp;#237;ses mais ricos do mundo, em PIB per capita. Uma not&amp;#225;vel sabedoria pol&amp;#237;tica conhecido “modelo noruegu&amp;#234;s”, que promoveu a dinamiza&amp;#231;&amp;#227;o da economia num equilibrado sistema de pr&amp;#233;mio &amp;#224; iniciativa, distribui&amp;#231;&amp;#227;o social do produto e controlo da infla&amp;#231;&amp;#227;o. As novas oportunidades criadas pela expans&amp;#227;o da economia norueguesa e a transforma&amp;#231;&amp;#227;o da economia portuguesa num mercado crescentemente integrado no “modelo UE” revelaram-se bem vis&amp;#237;veis, aquando da visita de Estado do Rei e da Rainha da Noruega a Portugal, no final de Maio do ano transacto. A delega&amp;#231;&amp;#227;o empresarial norueguesa, integrada na comitiva real, englobou cerca de quatro dezenas de empres&amp;#225;rios e representantes do sector empresarial p&amp;#250;blico, que participaram nas v&amp;#225;rias reuni&amp;#245;es organizadas em fun&amp;#231;&amp;#227;o dos tr&amp;#234;s sectores escolhidos para promo&amp;#231;&amp;#227;o preferencial: as pescas, as energias renov&amp;#225;veis e o e-government. &amp;#201; dif&amp;#237;cil imaginar melhor retrato de casamento de tradi&amp;#231;&amp;#227;o e inova&amp;#231;&amp;#227;o! O pleno aproveitamento das possibilidades abertas pela visita est&amp;#225; em curso. Importa revelar adicionalmente alguns aspectos prometedores do incremento das rela&amp;#231;&amp;#245;es econ&amp;#243;micas luso-norueguesas. Est&amp;#225; longe de esgotado o potencial de exporta&amp;#231;&amp;#227;o para a Noruega de produtos tradicionais portugueses, sobretudo se enriquecidos por novas qualidades de produ&amp;#231;&amp;#227;o e design. A Noruega transformou-se num importante mercado consumidor de vinhos, as oportunidades para introdu&amp;#231;&amp;#227;o de manufacturas de qualidade (e s&amp;#243; estas nos interessam) nos sectores do vestu&amp;#225;rio, cal&amp;#231;ado e decora&amp;#231;&amp;#227;o de interior v&amp;#227;o crescer ap&amp;#243;s o – alias muito moderado – abrandamento de expans&amp;#227;o decorrente da actual crise. Merece refer&amp;#234;ncia especial o investimento. Apresenta-se como o grande “est&amp;#225; longe de esgotado o potencial de exporta&amp;#231;&amp;#227;o para a Noruega de produtos tradicionais portugueses, sobretudo se enriquecidos por novas qualidades de produ&amp;#231;&amp;#227;o e design.” e exemplo de capacidade de previs&amp;#227;o do futuro, em termos de determinar uma projec&amp;#231;&amp;#227;o de dividendos no tempo, dos lucros provenientes da explora&amp;#231;&amp;#227;o da riqueza natural, produziram o Portugalglobal // Setembro 09 // 41</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=42</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=42</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 42</title><description>MERCADOS (o maior?) desafio e cred&amp;#237;vel promessa de redimensionamento da rela&amp;#231;&amp;#227;o econ&amp;#243;mica luso-norueguesa. O n&amp;#237;vel de investimento noruegu&amp;#234;s em Portugal inclui uma componente pouco conhecida, mas que vi com gosto recentemente divulgada em &amp;#243;rg&amp;#227;o de comunica&amp;#231;&amp;#227;o social portugu&amp;#234;s: o investimento do fundo soberano noruegu&amp;#234;s no mercado de ac&amp;#231;&amp;#245;es em Portugal. N&amp;#227;o apresenta qualquer posi&amp;#231;&amp;#227;o dominante em empresa ou sector espec&amp;#237;fico (ali&amp;#225;s, dentro da estrat&amp;#233;gia que prossegue) mas est&amp;#225; presente em todas as empresas cujo nome representa algo na economia portuguesa. Esta express&amp;#227;o de confian&amp;#231;a pode e deve servir de eleposs&amp;#237;veis reflexos tamb&amp;#233;m no contexto econ&amp;#243;mico. A investiga&amp;#231;&amp;#227;o conjunta no combate ao cancro ficou demonstrada em momento – de certa emo&amp;#231;&amp;#227;o – da visita real, quando no IPO, no Porto, foi aquela visivelmente divulgada com a apresenta&amp;#231;&amp;#227;o dos peritos que a v&amp;#234;m sustentando. A crescente presen&amp;#231;a na Noruega de acad&amp;#233;micos e engenheiros e t&amp;#233;cnicos portugueses, com contratos de trabalho de dura&amp;#231;&amp;#227;o m&amp;#233;dia e longa, &amp;#233; um dado adquirido que a nossa rede consular est&amp;#225; registando. A t&amp;#237;tulo de exemplo: em Setembro pr&amp;#243;ximo ter&amp;#225; lugar o doutoramento, numa universidade norueguesa, de um portugu&amp;#234;s em medicina veterin&amp;#225;ria mar&amp;#237;tima. &amp;#169;Frithjof Fure/Innovation Norway pa&amp;#237;s eM Ficha noruega oslo mento impulsionador ao investimento directo de outro tipo, que no sector do turismo, em projectos de qualidade, j&amp;#225; apresenta exemplos encorajadores. Mas o investimento – tal como o com&amp;#233;rcio – tem dois sentidos. O plano governamental noruegu&amp;#234;s de promo&amp;#231;&amp;#227;o econ&amp;#243;mica, de caracter&amp;#237;sticas keynesianas, que prev&amp;#234; a constru&amp;#231;&amp;#227;o de grandes estruturas de transporte e de recupera&amp;#231;&amp;#227;o do patrim&amp;#243;nio im&amp;#243;vel p&amp;#250;blico, oferece oportunidades de relevante interesse para as empresas portuguesas se associarem &amp;#224;s parcerias que concorrer&amp;#227;o aos concursos. Importa ainda salientar o que vem ocorrendo – fora da percep&amp;#231;&amp;#227;o p&amp;#250;blica – ao n&amp;#237;vel de forma&amp;#231;&amp;#227;o e coopera&amp;#231;&amp;#227;o cient&amp;#237;fica e tecnol&amp;#243;gica, naturalmente com Portugal e a Noruega entregaram em Maio passado, em sede das Na&amp;#231;&amp;#245;es Unidas, a documenta&amp;#231;&amp;#227;o respeitante &amp;#224;s respectivas plataformas continentais. Trata-se de mat&amp;#233;ria relevant&amp;#237;ssima para os dois pa&amp;#237;ses, que nasceram ligados ao mar. As perspectivas econ&amp;#243;micas que resultar&amp;#227;o da explora&amp;#231;&amp;#227;o daqueles recursos escapam ainda a uma avalia&amp;#231;&amp;#227;o reduz&amp;#237;vel a dados concretos. Mas n&amp;#227;o &amp;#233; necess&amp;#225;rio esp&amp;#237;rito de profeta para se antever o que de grande se perfila, em termos de avan&amp;#231;o cient&amp;#237;fico e cria&amp;#231;&amp;#227;o de novas actividades econ&amp;#243;micas. Uma coopera&amp;#231;&amp;#227;o cient&amp;#237;fica e tecnol&amp;#243;gica, visando igualmente possibilidades de aproveitamento econ&amp;#243;mico das plataformas em parcerias, entre pa&amp;#237;ses especialmente envolvidos e sem colis&amp;#227;o de interesses por directa vizinhan&amp;#231;a, &amp;#233; caminho a explorar. E j&amp;#225; est&amp;#225; iniciado! &amp;#193;rea: 385.155 km2 popula&amp;#231;&amp;#227;o: 4,8 milh&amp;#245;es de habitantes (Janeiro 2009) densidade populacional: 13,4 habitantes por km2 designa&amp;#231;&amp;#227;o oficial: Reino da Noruega chefe do estado: Rei Harald V (ascendeu ao trono em 1991) primeiro-Ministro: Jens Stoltenberg data da actual constitui&amp;#231;&amp;#227;o: 17 de Maio de 1814 principais partidos pol&amp;#237;ticos: Partido Trabalhista (A); Partido do Progresso (Frp); Partido Conservador (H); Partido da Esquerda Socialista (SV); Partido Democrata Crist&amp;#227;o (KrF); Partido do Centro (Sp). As pr&amp;#243;ximas elei&amp;#231;&amp;#245;es est&amp;#227;o previstas para Setembro de 2009. capital: Oslo – 500 mil habitantes (estimativa Janeiro 2009) outras cidades importantes: Bergen (370 mil); Stavanger (295 mil); Trondheim (248 mil). religi&amp;#227;o: A maioria da popula&amp;#231;&amp;#227;o professa o Cristianismo e cerca de 86% pertence &amp;#224; Igreja Luterana Evang&amp;#233;lica. l&amp;#237;ngua: Noruegu&amp;#234;s (duas vers&amp;#245;es escritas - Bokm&amp;#229;l e Nyorsk) unidade monet&amp;#225;ria: Coroa Norueguesa (NOK) 1 EUR = 8,7515 NOK (7 de Agosto de 2009) ranking em neg&amp;#243;cios: &amp;#205;ndice 7,93 (10 = m&amp;#225;ximo) ranking geral: 11 (entre 82 pa&amp;#237;ses) (EIU – Agosto 2009) risco de cr&amp;#233;dito: 1 (1 = risco menor; 7 = risco maior) (COSEC – Julho 2009) grau da abertura e dimens&amp;#227;o relativa do mercado: Exp. + Imp. (bens e servi&amp;#231;os) / PIB = 76,9%</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=43</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=43</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 43</title><description>MERCADOS noruega RELA&amp;#231;&amp;#245;ES ECON&amp;#243;MICAS COM PORTUGAL o relacionamento econ&amp;#243;mico entre Portugal e a Noruega &amp;#233; est&amp;#225;vel, embora tenha um peso relativo no global do com&amp;#233;rcio externo portugu&amp;#234;s. em 2008 foi o 33&amp;#186; cliente de Portugal e o 15&amp;#186; fornecedor. em termos de investimento, os fluxos s&amp;#227;o pouco expressivos. No turismo, a Noruega apresenta um comportamento est&amp;#225;vel enquanto mercado emissor, ainda que pouco significativo. A import&amp;#226;ncia da Noruega como parceiro comercial de Portugal alterou-se substancialmente a partir do momento em que foram exclu&amp;#237;das da balan&amp;#231;a comercial as transac&amp;#231;&amp;#245;es relativas a repara&amp;#231;&amp;#245;es (que passaram a ser consideradas servi&amp;#231;os), uma vez que este &amp;#233; um dos pa&amp;#237;ses que celebra contratos de repara&amp;#231;&amp;#227;o/manuten&amp;#231;&amp;#227;o de aeronaves com as OGMA. Esta altera&amp;#231;&amp;#227;o provocou oscila&amp;#231;&amp;#245;es significativas nos fluxos comerciais a partir de 2004 e, consequentemente, quebras no posicionamento e quota da Noruega enquanto cliente de Portugal. Em 2008, a Noruega foi o 33&amp;#186; cliente de Portugal (27&amp;#186; em 2004) e o 15&amp;#186; fornecedor (14&amp;#186; em 2004). A evolu&amp;#231;&amp;#227;o da balan&amp;#231;a comercial foi igualmente afectada pela situa&amp;#231;&amp;#227;o j&amp;#225; refe- EVOLU&amp;#231;&amp;#227;O DA BALAN&amp;#231;A COMERCIAL BILATERAL 2004 Exporta&amp;#231;&amp;#245;es Importa&amp;#231;&amp;#245;es Saldo Coef. Cobertura (%) 95,841 530,890 -435,049 18.1% 2005 94,761 528,003 -433,242 17.9% 2006 110,358 690,390 -580,032 16.0% 2007 102,076 691,848 -589,772 14.8% 2008 109,773 696,623 -586,850 15.8% Var.a 3.8% 7.8% – – 2008 Jan/Mai 47,909 279,697 -231,788 17.1% 2009 Jan/Mai 38,278 241,831 -203,553 15.8% Var.b -20.1% -13.5% – – Fonte: ine - instituto nacional de estat&amp;#237;stica unidade: Milhares de euros notas: (a) M&amp;#233;dia aritm&amp;#233;tica das taxas de crescimento anuais no per&amp;#237;odo 2004-2008 (b) taxa de crescimento hom&amp;#243;loga Portugalglobal // Setembro 09 // 43 &amp;#169;Terje Rakke/Nordic life/Innovation Norway</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=44</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=44</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 44</title><description>MERCADOS rida, resultando da&amp;#237; um agravamento do d&amp;#233;fice. Ainda assim, no per&amp;#237;odo de 20042008, as exporta&amp;#231;&amp;#245;es portuguesas registaram um crescimento de 3,8 por cento, enquanto nas importa&amp;#231;&amp;#245;es a subida foi de 7,8 por cento. Os combust&amp;#237;veis foram o principal respons&amp;#225;vel pelo crescimento das importa&amp;#231;&amp;#245;es portuguesas &amp;#224; Noruega. Em 2008, as exporta&amp;#231;&amp;#245;es portuguesas para o mercado atingiram 109,7 milh&amp;#245;es de euros, aumentando ligeiramente face ao ano anterior, tendo as importa&amp;#231;&amp;#245;es ascendido a 696,6 milh&amp;#245;es de euros. J&amp;#225; este ano, no per&amp;#237;odo de Janeiro a Maio, registaram-se redu&amp;#231;&amp;#245;es quer a n&amp;#237;vel das exporta&amp;#231;&amp;#245;es quer no que respeita &amp;#224;s importa&amp;#231;&amp;#245;es, face ao per&amp;#237;odo hom&amp;#243;logo de 2008, de, respectivamente, menos 20,1 por cento e menos 13,5 por cento. Quanto aos produtos transaccionados, importa assinalar o peso significativo de alguns grupos de produtos nas vendas portuguesas a este mercado, como o vestu&amp;#225;rio e as mat&amp;#233;rias t&amp;#234;xteis, os minerais e min&amp;#233;rios, e os ve&amp;#237;culos e outro material de transporte que, em conjunto, representaram mais de 54 por cento do valor total em 2008. Alguma relev&amp;#226;ncia tamb&amp;#233;m para as exporta&amp;#231;&amp;#245;es de pl&amp;#225;sticos e borracha, cal&amp;#231;ado e produtos alimentares para este mercado. As compras portuguesas &amp;#224; Noruega est&amp;#227;o fortemente concentradas em dois grupos de produtos – metais comuns (50,8 por cento por cento do total) e combust&amp;#237;veis minerais (39,4 por cento), seguindo-se distanciado o pescado, com 5,6 por cento. No conjunto, estes grupos de produtos representaram 95,8 &amp;#169;Marte Kopperud/Innovation Norway por cento das importa&amp;#231;&amp;#245;es portuguesas daquele mercado em 2008. No que diz respeito ao n&amp;#250;mero de empresas portuguesas exportadoras para a Noruega, se em 2004 era de 913, em 2007 (&amp;#250;ltimo ano dispon&amp;#237;vel) diminuiu para 822. Tamb&amp;#233;m as empresas importadoras passaram de 507, em 2004, para 496, em 2007. No investimento, os dados disponibilizados pelo Banco de Portugal revelam fluxos de investimento pouco expressivos, tanto no que diz respeito ao investimento directo da Noruega em Portugal (IDE), como ao investimento directo de Portugal na Noruega (IDPE). Al&amp;#233;m de ser pouco significativo, o ID noruegu&amp;#234;s n&amp;#227;o se tem fixado em Portugal, apresentando o per&amp;#237;odo em an&amp;#225;lise (20042008) um investimento l&amp;#237;quido acumulado da ordem dos menos 23 milh&amp;#245;es de euros, apesar das excep&amp;#231;&amp;#245;es de 2006 e 2008 em que os saldos foram positivos. Os anos de 2004 e 2007 foram os mais relevantes em termos de fluxos de investimento, mas as aplica&amp;#231;&amp;#245;es de capital mais elevadas corresponderam tamb&amp;#233;m maiores montantes de desinvestimento. O investimento portugu&amp;#234;s na Noruega &amp;#233; inexpressivo e irregular, sendo principalmente direccionado para participa&amp;#231;&amp;#245;es na explora&amp;#231;&amp;#227;o do g&amp;#225;s natural. Em 2008, o IDPE na Noruega foi de 2,89 milh&amp;#245;es de euros. NORUEGA - AN&amp;#225;LISE SWOT DO MERCADO Pontos fortes • Economia robusta; • Boas plataformas log&amp;#237;sticas; • Consumidor sofisticado e com elevado poder de compra; • Canais de distribui&amp;#231;&amp;#227;o; • Boas pr&amp;#225;ticas no neg&amp;#243;cio internacional. Oportunidades • Nichos de mercado por explorar; • Parcerias e joint-ventures; • Oportunidades subcontrata&amp;#231;&amp;#227;o industrial; • Constru&amp;#231;&amp;#227;o e repara&amp;#231;&amp;#227;o naval; • Investiga&amp;#231;&amp;#227;o e Desenvolvimento. Pontos fracos • Elevada carga fiscal; • Sistema banc&amp;#225;rio complexo; • Sectores da economia subsidiados; • Pouca flexibiliza&amp;#231;&amp;#227;o laboral e elevados custos salariais; • Dispers&amp;#227;o geogr&amp;#225;fica da popula&amp;#231;&amp;#227;o. Amea&amp;#231;as • Pa&amp;#237;s n&amp;#227;o pertencente &amp;#224; UE; • Algum proteccionismo estatal; • Regula&amp;#231;&amp;#227;o e restri&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224;s importa&amp;#231;&amp;#245;es; • Apenas 4,8 milh&amp;#245;es de potenciais consumidores; • Divisa forte. No turismo, a Noruega n&amp;#227;o &amp;#233; um mercado emissor significativo para Portugal, mas tem registado uma relativa estabilidade neste dom&amp;#237;nio. Segundo os dados do INE e do Banco de Portugal, em 2008, registou-se, por&amp;#233;m, uma diminui&amp;#231;&amp;#227;o nos tr&amp;#234;s principais indicadores do sector, face ao ano anterior. Assim, no que respeita &amp;#224;s dormidas, a Noruega passou de 89.335 h&amp;#243;spedes em 2007 para 79.833 em 2008; nas dormidas caiu da 13&amp;#170; posi&amp;#231;&amp;#227;o para a 16&amp;#170;; e em termos de receitas desceu para a 15&amp;#170; po</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=45</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=45</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 45</title><description /><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=46</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=46</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 46</title><description>opini&amp;#227;o AS C&amp;#194;MARAS DE COM&amp;#201;RCIO E OS NEG&amp;#211;CIOS EM L&amp;#205;NGUA PORTUGUESA &amp;gt;Por r&amp;#244;mulo AlexAndre SoAreS, PreSidente do ConSelho dAS C&amp;#226;mArAS PortugueSAS de Com&amp;#233;rCio no BrASil Em novembro de 2007, no Rio de Janeiro, as C&amp;#226;maras portuguesas de Com&amp;#233;rcio no Brasil manifestaram-se publicamente pelo fortalecimento do G20 e pela busca de um di&amp;#225;logo econ&amp;#243;mico mais efectivo entre os pa&amp;#237;ses de l&amp;#237;ngua oficial portuguesa ou, nas palavras do saudoso e ent&amp;#227;o presidente da C&amp;#226;mara Brasil portugal no Cear&amp;#225;, Armando Ferreira, tamb&amp;#233;m pelo estabelecimento de um novo G8, formado pela Comunidade de pa&amp;#237;ses de L&amp;#237;ngua portuguesa – CpLp. Se &amp;#233; vital afirmar uma nova ordem econ&amp;#243;mica concertada pelas 20 principais economias industriais do mundo – a&amp;#237; inclu&amp;#237;do o Brasil –, &amp;#233; preciso tamb&amp;#233;m explorar a for&amp;#231;a da l&amp;#237;ngua portuguesa falada por cerca de 240 milh&amp;#245;es de pessoas e tirar proveito efectivo dessa vantagem, na medida em que todos os pa&amp;#237;ses da CpLp t&amp;#234;m uma situa&amp;#231;&amp;#227;o privilegiada na geografia global e alguns, como Angola, Mo&amp;#231;ambique e Cabo Verde, passam por um relevante processo de vitaliza&amp;#231;&amp;#227;o das suas economias. nesse ambiente de coopera&amp;#231;&amp;#227;o internacional onde ainda h&amp;#225; muito por fazer, as C&amp;#226;maras portuguesas de Co- 46 // Setembro 09 // Portugalglobal</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=47</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=47</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 47</title><description>opini&amp;#227;o m&amp;#233;rcio no Brasil juntam-se &amp;#224;s demais cong&amp;#233;neres nos oito pa&amp;#237;ses da CpLp e refor&amp;#231;am o debate sobre o que deve ser feito para impulsionar os neg&amp;#243;cios em l&amp;#237;ngua portuguesa. n&amp;#227;o se justifica que as trocas comerciais entre os pa&amp;#237;ses da CpLp ainda sejam pouco expressivas se comparadas ao com&amp;#233;rcio que esses pa&amp;#237;ses fazem com o resto do mundo. para se ter uma ideia, o com&amp;#233;rcio anual intra CpLp &amp;#233; de aproximadamente 13 mil milh&amp;#245;es de d&amp;#243;lares, enquanto o total das trocas comerciais destes mesmos pa&amp;#237;ses com o mundo &amp;#233; superior a 550 mil milh&amp;#245;es de d&amp;#243;lares. S&amp;#243; a China, transacciona com a CpLp algo em torno de 77 mil milh&amp;#245;es de d&amp;#243;lares ao ano. &amp;#201; preciso entender, por um lado, que o com&amp;#233;rcio dentro da CpLp pode ser muito mais intenso e, por outro, que os oito pa&amp;#237;ses n&amp;#227;o est&amp;#227;o a aproveitar os seus potenciais de exporta&amp;#231;&amp;#227;o para os parceiros de l&amp;#237;ngua portuguesa. o com&amp;#233;rcio bilateral entre o Brasil e portugal &amp;#233; um exemplo dessa atrofia. Conforme estudo realizado h&amp;#225; alguns anos pela C&amp;#226;mara portuguesa em S&amp;#227;o paulo com o apoio do Conselho que ora presido, foi constatado que portugal tem um potencial de exporta&amp;#231;&amp;#245;es anuais para o Brasil de aproximadamente oito mil milh&amp;#245;es de d&amp;#243;lares de produtos que este &amp;#250;ltimo compra no estrangeiro, mas as empresas portuguesas s&amp;#243; exportam para o Brasil menos de 400 milh&amp;#245;es. Embora esse estudo possa estar desfasado, os dados actualizados que ser&amp;#227;o divulgados em Setembro, em Fortaleza, durante o V Encontro Empresarial de neg&amp;#243;cios na L&amp;#237;ngua portuguesa, n&amp;#227;o ser&amp;#227;o muito diferentes e demonstram que o mercado brasileiro ainda &amp;#233; uma janela de oportunidades que as empresas exportadoras portuguesas ignoram ou desperdi&amp;#231;am. n&amp;#227;o parece razo&amp;#225;vel que pa&amp;#237;ses que falam a mesma l&amp;#237;ngua e que est&amp;#227;o relativamente pr&amp;#243;ximos e ligados pelo oceano Atl&amp;#226;ntico ainda registem trocas comerciais incipientes. nesse contexto, certamente as defici&amp;#234;ncias no transporte mar&amp;#237;timo e log&amp;#237;stica portu&amp;#225;ria s&amp;#227;o pontos relevantes, como apontou um recente estudo encomendado pelo Minist&amp;#233;rio das Rela&amp;#231;&amp;#245;es Exteriores do Brasil &amp;#224; Funcex. n&amp;#227;o se justifica, por exemplo, que o nordeste do Brasil n&amp;#227;o disponha de nenhuma linha mar&amp;#237;tima regular directa com os pa&amp;#237;ses africanos e que, por isso, as cargas que saem do Cear&amp;#225; para Cabo Verde possam demorar at&amp;#233; 50 dias para chegarem ao importador devido a sucessivos transbordos. mover o investimento directo no Brasil, o qual, nos &amp;#250;ltimos dez anos, e com a participa&amp;#231;&amp;#227;o activa das C&amp;#226;maras portuguesas de Com&amp;#233;rcio neste pa&amp;#237;s, j&amp;#225; somou stocks de mais de 11 mil milh&amp;#245;es de d&amp;#243;lares em sectores como a energia, estradas, telecomunica&amp;#231;&amp;#245;es, turismo e outros. neste contexto, as C&amp;#226;maras portuguesas de Com&amp;#233;rcio no Brasil est&amp;#227;o cientes do seu papel como agentes da diplomacia econ&amp;#243;mica, que transcende a ac&amp;#231;&amp;#227;o de governos, porque mant&amp;#234;m v&amp;#237;nculos estrat&amp;#233;gicos e transversais de norte a sul do Brasil, conseguindo resultados onde a diplomacia de Estado, por ser uma inst&amp;#226;ncia formal, pode ter dificuldades em alcan&amp;#231;ar. Cientes do papel que o Brasil e portugal t&amp;#234;m como vectores de desenvolvimento nesse universo lingu&amp;#237;stico de forte repercuss&amp;#227;o econ&amp;#243;mica, face &amp;#224; redu&amp;#231;&amp;#227;o dos custos de transac&amp;#231;&amp;#227;o comuns no mercado internacional normalmente “n&amp;#227;o parece razo&amp;#225;vel que pa&amp;#237;ses que falam a mesma l&amp;#237;ngua e que est&amp;#227;o relativamente pr&amp;#243;ximos e ligados pelo oceano Atl&amp;#226;ntico ainda registem trocas comerciais incipientes.” &amp;#201; preciso fazer no com&amp;#233;rcio internacional na CpLp o que portugal fez quando, numa ac&amp;#231;&amp;#227;o concertada, decidiu pro- Portugalglobal // Setembro 09 // 47</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=48</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=48</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 48</title><description>opini&amp;#227;o marcado pela diversidade da l&amp;#237;ngua e da cultura, as C&amp;#226;maras portuguesas de Com&amp;#233;rcio no Brasil assumiram o desafio de promover o V Encontro Empresarial de neg&amp;#243;cios na L&amp;#237;ngua portuguesa (www.negociosnalinguaportuguesa. com) conjuntamente com o Conselho Empresarial da CpLp, a Confedera&amp;#231;&amp;#227;o nacional da ind&amp;#250;stria e o Governo do Estado do Cear&amp;#225;. nossa expectativa &amp;#233; reunir em Fortaleza, entre os dias 28 e 29 de Setembro, cerca de mil empres&amp;#225;rios, dos quais estimamos que pelo menos 300 sejam provenientes do estrangeiro. A decis&amp;#227;o de se fazer o evento no formato actual, envolvendo empres&amp;#225;rios de todos os pa&amp;#237;ses da CpLp, &amp;#233; um imperativo hist&amp;#243;rico e econ&amp;#243;mico, na medida em que &amp;#233; vital reproduzir no com&amp;#233;rcio o que j&amp;#225; ocorre no investimento directo estrangeiro, como destacamos acima. o V Encontro Empresarial de neg&amp;#243;cios na L&amp;#237;ngua portuguesa ir&amp;#225; desenvolver uma abordagem sistematizada (f&amp;#243;rum, ronda de neg&amp;#243;cios e feira) sobre cinco temas econ&amp;#243;micos relevantes para os pa&amp;#237;ses envolvidos e para as comunidades de l&amp;#237;ngua portuguesa no estrangeiro, nomeadamente, o turismo, infraestruturas, recursos naturais, agro-neg&amp;#243;cio e inova&amp;#231;&amp;#227;o tecnol&amp;#243;gica. praia, em Cabo Verde, a cria&amp;#231;&amp;#227;o de uma Confedera&amp;#231;&amp;#227;o Empresarial da CpLp, o que certamente contribuir&amp;#225; decisivamente para o aumento dos neg&amp;#243;cios entre os pa&amp;#237;ses de l&amp;#237;ngua portuguesa. V&amp;#225;rias empresas de express&amp;#227;o lus&amp;#243;fona j&amp;#225; apoiam o evento, al&amp;#233;m das principais entidades empresariais dos pa&amp;#237;ses da CpLp, a exemplo da Confedera&amp;#231;&amp;#227;o nacional da ind&amp;#250;stria – Cni (Brasil), que integra o evento na qualidade de co-organizadores, e da Associa&amp;#231;&amp;#227;o industrial de portugal – Aip. Tamb&amp;#233;m participam no evento diversas c&amp;#226;maras de com&amp;#233;rcio bilaterais lus&amp;#243;fonas, convidadas a discutir mecanismos de coopera&amp;#231;&amp;#227;o entre elas. Cabe salientar a escolha do estado do Cear&amp;#225; para sede do V Encontro Empresarial de neg&amp;#243;cios na L&amp;#237;ngua portuguesa, face &amp;#224; posi&amp;#231;&amp;#227;o desse Estado como um importante centro de discuss&amp;#227;o lus&amp;#243;fona e &amp;#224;s sinergias que o mesmo vem desenvolvendo no &amp;#226;mbito da CpLp, quer no passado pr&amp;#243;ximo, tendo reunido em Junho de 2003 o ii F&amp;#243;rum Empresarial da CpLp e o F&amp;#243;rum Brasil-&amp;#193;frica, quer no presente, com a amplia&amp;#231;&amp;#227;o dos neg&amp;#243;cios com portugal e Cabo Verde e, mais recentemente, com a defini&amp;#231;&amp;#227;o do estabelecimento no Cear&amp;#225; da Universidade Luso-Afro-Brasileira – UniLAB. Al&amp;#233;m disso, o Cear&amp;#225; &amp;#233; um dos Estados que mais se desenvolveu na &amp;#250;ltima d&amp;#233;cada no Brasil. A sua popula&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; de quase oito milh&amp;#245;es de habitantes e a sua capital, Fortaleza, &amp;#233; a quarta maior cidade brasileira. A certeza de que este evento ser&amp;#225; uma excelente oportunidade para a celebra&amp;#231;&amp;#227;o de bons neg&amp;#243;cios firma-se na convic&amp;#231;&amp;#227;o de que uma nova ordem econ&amp;#243;mica se avizinha, na qual os actores de l&amp;#237;ngua portuguesa podem assumir um papel de destaque na economia mundial por conta do expressivo universo de falantes, pelo status que o Brasil representa enquanto lideran&amp;#231;a econ&amp;#243;mica global, somado ainda ao papel portugu&amp;#234;s no di&amp;#225;logo europeu e, por fim, pelo que hoje s&amp;#227;o os pa&amp;#237;ses Africanos de L&amp;#237;ngua oficial portuguesa na &amp;#193;frica (pALop), quanto &amp;#224; vitalidade de suas economias, recentes experi&amp;#234;ncias democr&amp;#225;ticas e esfera de influ&amp;#234;ncia no continente. “&amp;#233; preciso fazer no com&amp;#233;rcio internacional na CPlP o que Portugal fez quando, numa ac&amp;#231;&amp;#227;o concertada, decidiu promover o investimento directo no Brasil (…).” Destaque tamb&amp;#233;m para a realiza&amp;#231;&amp;#227;o, durante o Encontro Empresarial, da reuni&amp;#227;o da Direc&amp;#231;&amp;#227;o do Conselho Empresarial da CpLp, a primeira ap&amp;#243;s a entidade ter apresentado ao Conselho de Ministros dos neg&amp;#243;cios Estrangeiros da CpLp, no &amp;#250;ltimo dia 20 de Julho na Cidade da 48 // Setembro 09 // Portugalglobal</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=49</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=49</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 49</title><description /><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=50</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=50</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 50</title><description>para al&amp;#233;m doS neg&amp;#243;cioS Joanesburgo, cidade do oUro Joanesburgo &amp;#233; a maior metr&amp;#243;pole da &amp;#193;frica do Sul, com 3,5 milh&amp;#245;es de habitantes, considerada uma das mais cosmopolitas do mundo, sendo predominantemente um centro comercial e o motor econ&amp;#243;mico do pa&amp;#237;s. Um quinto do produto interno Bruto da raS &amp;#233; gerado em Joanesburgo. H&amp;#225; pouco mais de 100 anos, o centro industrial e econ&amp;#243;mico da raS era uma enorme savana sem vest&amp;#237;gios de civiliza&amp;#231;&amp;#227;o mas, em 1886, com a primeira descoberta de ouro nesta &amp;#225;rea, depressa atraiu n&amp;#250;cleos populacionais, tendo o governo fundado um pequeno agregado habitacional a que chamaram Joanesburgo. Tr&amp;#234;s anos mais tarde esta localidade tornou-se a maior cidade do pa&amp;#237;s, contando, em 1887, j&amp;#225; com quase 100.000 habitantes, dos quais 75.000 eram mineiros. Joanesburgo n&amp;#227;o &amp;#233; tradicionalmente conhecido como um destino tur&amp;#237;stico por excel&amp;#234;ncia, dado ser o principal centro comercial e industrial do pa&amp;#237;s, mas a cidade &amp;#233; um ponto de escala de voos para as cidades costeiras (cidade do cabo e durban). o parque nacional Kruger, a cerca de 400 km de Joanesburgo, &amp;#233; a maior &amp;#225;rea de conserva&amp;#231;&amp;#227;o de fauna bravia da &amp;#193;frica do Sul, cobrindo cerca de 20.000 quil&amp;#243;metros quadrados, com uma extens&amp;#227;o de cerca de 350 quil&amp;#243;metros de norte a sul e 60 quil&amp;#243;metros de leste a oeste, onde predominam os animais mais procurados em estado selvagem (elefantes, le&amp;#245;es, b&amp;#250;falos, leopardos e rinocerontes), sendo um dos pontos tur&amp;#237;sticos de maior atrac&amp;#231;&amp;#227;o universal. Um turista extra-continental que pretenda visitar o referido parque ter&amp;#225; de passar obrigatoriamente por Joanesburgo. consequentemente, a maioria dos visitantes estrangeiros da &amp;#193;frica do Sul passam por Joanesburgo, pelo menos uma vez, impulsionando o desenvolvimento de mais atrac&amp;#231;&amp;#245;es tur&amp;#237;sticas. Trabalhos recentes concentraram-se em torno dos museus de hist&amp;#243;ria do pa&amp;#237;s, tais como o museu do apartheid e o museu Hector pieterson. o parque de divers&amp;#245;es gold reef city, no sul do distrito comercial, tamb&amp;#233;m &amp;#233; um importante destino para os turistas da cidade, onde uma das atrac&amp;#231;&amp;#245;es principais &amp;#233; a descida a uma mina de ouro desactivada. o Jardim Zool&amp;#243;gico de Joanesburgo &amp;#233; um dos maiores do pa&amp;#237;s. a cidade tem v&amp;#225;rios museus de arte, como a galeria de arte de Joanesburgo, que se destaca com paisagens da &amp;#193;frica do Sul e da europa e com pinturas figurativas. o museu da &amp;#193;frica abrange a hist&amp;#243;ria de Joanesburgo, assim como uma grande colec&amp;#231;&amp;#227;o de arte rupestre. o complexo do market Theatre alcan&amp;#231;ou notoriedade, nas d&amp;#233;cadas de 1970 e 1980 e &amp;#233; hoje um centro da dramaturgia moderna sul-africana. Joanesburgo &amp;#233; uma cidade rica na sua diversidade &amp;#233;tnica e de patrim&amp;#243;nio cultural. a maioria dos visitantes ao Soweto desloca-se ali para ver o museu de mandela, que est&amp;#225; situado na antiga casa habitada por nelson mandela. paralelamente, constituem pontos de interesse tur&amp;#237;stico o Ber&amp;#231;o da Humanidade – “cradle of Humankind” (patrim&amp;#243;nio mundial), a 25 quil&amp;#243;metros a noroeste da cidade e a esta&amp;#231;&amp;#227;o arqueol&amp;#243;gica de Sterkfontein, o mais rico s&amp;#237;tio de homin&amp;#237;deos, tendo ali sido descoberto o primeiro adulto Australopithecus africanus e o primeiro esqueleto quase completo de um Australopithecine anterior. Rede aiceP PoRtugal global representa&amp;#231;&amp;#227;o em Joanesburgo, &amp;#193;frica do Sul 50 // Setembro 09 // Portugalglobal</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=51</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=51</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 51</title><description /><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=52</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=52</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 52</title><description /><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=53</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=53</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 53</title><description /><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=54</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=54</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 54</title><description>an&amp;#193;liSe de riSco - pa&amp;#237;S CoseC &amp;#193;frica do sul* C M/L Pol&amp;#237;ticas de cobertura para mercados no &amp;#226;mbito de ap&amp;#243;lices individuais Col&amp;#244;mbia C M/L gana C M/L Koweit C M/L aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. garantia banc&amp;#225;ria (decis&amp;#227;o casu&amp;#237;stica). caso a caso numa base restritiva. garantia soberana. limite total de responsabilidades. aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. n&amp;#227;o definida. carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel (decis&amp;#227;o casu&amp;#237;stica). caso a caso. Sector p&amp;#250;blico: aberta sem restri&amp;#231;&amp;#245;es. Sector privado: eventual exig&amp;#234;ncia de carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel. em princ&amp;#237;pio, exig&amp;#234;ncia de garantia banc&amp;#225;ria ou garantia soberana. caso a caso. aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. garantia banc&amp;#225;ria. caso a caso, numa base muito restritiva. caso a caso, numa base muito restritiva, e com exig&amp;#234;ncia de garantia soberana ou banc&amp;#225;ria. aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. garantia banc&amp;#225;ria ou garantia de transfer&amp;#234;ncia. carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel. garantia banc&amp;#225;ria ou garantia soberana. aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. eventual exig&amp;#234;ncia de garantia banc&amp;#225;ria ou de garantia soberana (decis&amp;#227;o casu&amp;#237;stica). caso a caso, numa base muito restritiva. aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. garantia banc&amp;#225;ria (decis&amp;#227;o casu&amp;#237;stica). aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. garantia banc&amp;#225;ria. aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. n&amp;#227;o definida. carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel. caso a caso, numa base restritiva. aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. n&amp;#227;o definida. caso a caso, com eventual exig&amp;#234;ncia de garantia banc&amp;#225;ria ou de garantia soberana. extens&amp;#227;o de prazo constitutivo de sinistro para 12 meses. exig&amp;#234;ncia de garantia banc&amp;#225;ria ou de garantia soberana. extens&amp;#227;o do prazo constitutivo de sinistro de 3 para 12 meses. aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. n&amp;#227;o definida. carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel ou garantia banc&amp;#225;ria. extens&amp;#227;o do prazo constitutivo de sinistro para 12 meses. redu&amp;#231;&amp;#227;o da percentagem de cobertura para 90 por cento. limite por opera&amp;#231;&amp;#227;o. garantia banc&amp;#225;ria ou garantia soberana. extens&amp;#227;o do prazo constitutivo de sinistro para 12 meses. redu&amp;#231;&amp;#227;o da percentagem de cobertura para 90 por cento. limite por opera&amp;#231;&amp;#227;o. Fora de cobertura. carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel caso a caso. aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. garantia banc&amp;#225;ria (decis&amp;#227;o casu&amp;#237;stica). carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel (decis&amp;#227;o casu&amp;#237;stica). n&amp;#227;o definida. aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. garantia banc&amp;#225;ria (decis&amp;#227;o casu&amp;#237;stica). aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. garantia banc&amp;#225;ria. carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel. caso a caso numa base muito restritiva. aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. n&amp;#227;o definida. angola C M/L Coreia do sul C M/L caso a caso numa base muito restritiva. Fora de cobertura. caso a caso numa base restritiva, privilegiando-se opera&amp;#231;&amp;#245;es de pequeno montante. caso a caso, numa base muito restritiva e com a exig&amp;#234;ncia de contra garantias. Fora de cobertura. caso a caso, numa base restritiva. clientes p&amp;#250;blicos e soberanos: caso a caso, mediante an&amp;#225;lise das garantias oferecidas, designadamente contrapartidas do petr&amp;#243;leo. clientes privados: caso a caso, numa base muito restritiva, condicionada a eventuais contrapartidas (garantia de banco comercial aceite pela coSec ou contrapartidas do petr&amp;#243;leo). aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. n&amp;#227;o definida. aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. garantia banc&amp;#225;ria (decis&amp;#227;o casu&amp;#237;stica). caso a caso, numa base restritiva. caso a caso, numa base muito restritiva. aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. garantia banc&amp;#225;ria. caso a caso, com eventual exig&amp;#234;ncia de carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel ou garantia banc&amp;#225;ria. caso a caso, com eventual exig&amp;#234;ncia de garantia banc&amp;#225;ria ou garantia soberana. carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel ou garantia banc&amp;#225;ria. garantia soberana. Fora de cobertura. carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel (decis&amp;#227;o casu&amp;#237;stica). caso a caso, numa base restritiva. caso a caso. caso a caso, numa base restritiva. aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. garantia banc&amp;#225;ria (decis&amp;#227;o casu&amp;#237;stica). carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel. garantia banc&amp;#225;ria. clientes p&amp;#250;blicos: caso a caso numa base muito restritiva. clientes privados: carta de cr&amp;#233;dito irre</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=55</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=55</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 55</title><description>an&amp;#193;liSe de riSco - pa&amp;#237;S de destino das exporta&amp;#231;&amp;#245;es portuguesas no &amp;#226;mbito de ap&amp;#243;lices globais M/L aumento do prazo constitutivo de sinistro. Sector privado: caso a caso numa base muito restritiva. opera&amp;#231;&amp;#245;es relativas a projectos geradores de divisas e/ou que admitam a afecta&amp;#231;&amp;#227;o priorit&amp;#225;ria de receitas ao pagamento dos cr&amp;#233;ditos garantidos, ter&amp;#227;o uma pondera&amp;#231;&amp;#227;o positiva na an&amp;#225;lise do risco; sector p&amp;#250;blico: caso a caso numa base muito restritiva. caso a caso, numa base restritiva, privilegiando-se opera&amp;#231;&amp;#245;es de pequeno montante. caso a caso, com exig&amp;#234;ncia de garantia soberana ou banc&amp;#225;ria, para opera&amp;#231;&amp;#245;es de pequeno montante. caso a caso, numa base restritiva (designadamente em termos de alargamento do prazo constitutivo de sinistro e exig&amp;#234;ncia de garantia banc&amp;#225;ria). caso a caso, numa base muito restritiva, condicionado a eventuais garantias (banc&amp;#225;rias ou contrapartidas do petr&amp;#243;leo) e ao alargamento do prazo contitutivo de sinistro. aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. garantia banc&amp;#225;ria (decis&amp;#227;o casu&amp;#237;stica). aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. n&amp;#227;o definida. caso a caso, numa base restritiva. caso a caso, numa base muito restritiva. carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel. caso a caso, numa base restritiva. carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel. caso a caso, numa base restritiva. aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. garantia banc&amp;#225;ria (decis&amp;#227;o casu&amp;#237;stica). aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. garantia banc&amp;#225;ria (decis&amp;#227;o casu&amp;#237;stica). carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel. caso a caso, numa base restritiva. aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. garantia banc&amp;#225;ria (decis&amp;#227;o casu&amp;#237;stica). rep&amp;#250;blica Dominicana C M/L aberta caso a caso, com eventual exig&amp;#234;ncia de carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel ou garantia banc&amp;#225;ria emitida por um banco aceite pela coSec. aberta caso a caso com exig&amp;#234;ncia de garantia soberana (emitida pela Secretaria de Finanzas ou pelo Banco central) ou garantia banc&amp;#225;ria. na ap&amp;#243;lice individual est&amp;#225; em causa a cobertura de uma &amp;#250;nica transa&amp;#231;&amp;#227;o para um determinado mercado, enquanto a ap&amp;#243;lice global cobre todas as transa&amp;#231;&amp;#245;es em todos os pa&amp;#237;ses para onde o empres&amp;#225;rio exporta os seus produtos ou servi&amp;#231;os. as ap&amp;#243;lices globais s&amp;#227;o aplic&amp;#225;veis &amp;#224;s empresas que vendem bens de consumo e interm&amp;#233;dio, cujas transa&amp;#231;&amp;#245;es envolvem cr&amp;#233;ditos de curto prazo (m&amp;#233;dia 60-90 dias), n&amp;#227;o excedendo um ano, e que se repetem com alguma frequ&amp;#234;ncia. Tendo em conta a dispers&amp;#227;o do risco neste tipo de ap&amp;#243;lices, a pol&amp;#237;tica de cobertura &amp;#233; casu&amp;#237;stica e, em geral, mais flex&amp;#237;vel do que a indicada para as transa&amp;#231;&amp;#245;es no &amp;#226;mbito das ap&amp;#243;lices individuais. encontram-se tamb&amp;#233;m fora de cobertura cuba, guin&amp;#233;-Bissau, iraque e S. Tom&amp;#233; e pr&amp;#237;ncipe. Tail&amp;#226;ndia C M/L rom&amp;#233;nia C M/L Montenegro C M/L exig&amp;#234;ncia de carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel (decis&amp;#227;o casu&amp;#237;stica). exig&amp;#234;ncia de garantia banc&amp;#225;ria ou garantia soberana (decis&amp;#227;o casu&amp;#237;stica). r&amp;#250;ssia C M/L nig&amp;#233;ria C Sector p&amp;#250;blico: aberta sem restri&amp;#231;&amp;#245;es. Sector privado: caso a caso. Sector p&amp;#250;blico: aberta sem restri&amp;#231;&amp;#245;es, com eventual exig&amp;#234;ncia de garantia banc&amp;#225;ria ou garantia soberana. Sector privado: caso a caso. M/L carta de cr&amp;#233;dito irrevog&amp;#225;vel (decis&amp;#227;o casu&amp;#237;stica). n&amp;#227;o definida. aberta caso a caso com exig&amp;#234;ncia de garantia soberana. Z&amp;#226;mbia C M/L M/L s. Tom&amp;#233; e Pr&amp;#237;ncipe T Fora de cobertura. Taiwan C M/L senegal C aberta sem condi&amp;#231;&amp;#245;es restritivas. n&amp;#227;o definida. caso a caso, numa base muito restritiva. Fora de cobertura. oman C M/L M/L Panam&amp;#225; C M/L Paquist&amp;#227;o C M/L Paraguai C M/L em princ&amp;#237;pio, exig&amp;#234;ncia de garantia banc&amp;#225;ria emitida por um banco aceite pela coSec e eventual alargamento do prazo constitutivo de sinistro. eventual alargamento do prazo constitutivo de sinistro. Sector p&amp;#250;blico: caso a caso, com exig&amp;#234;ncia de garantia de pagamento e transfer&amp;#234;ncia emitida pela autoridade monet&amp;#225;ria (Bceao); sector privado: exig&amp;#234;ncia de garantia banc&amp;#225;ria ou garantia emitida pela autoridade monet&amp;#225;ria (prefer&amp;#234;ncia a projectos que permitam a aloca&amp;#231;&amp;#227;o priorit&amp;#225;ria dos cash-flows ao reembolso do cr&amp;#233;dito). Tanz&amp;#226;nia T Zimbabwe C M/L caso a caso, numa base muito restritiva. caso a caso, numa base muito restritiva. F</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=56</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=56</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 56</title><description>TaBela claSSiFicaTiVa de pa&amp;#237;SeS CoseC tabela classificativa de pa&amp;#237;ses Para efeitos de seguro de Cr&amp;#233;dito &amp;#224; exporta&amp;#231;&amp;#227;o a portugalglobal e a coSec apresentam-lhe uma Tabela classificativa de pa&amp;#237;ses com a gradua&amp;#231;&amp;#227;o dos mercados em fun&amp;#231;&amp;#227;o do seu risco de cr&amp;#233;dito, ou seja, consoante a probabilidade de cumprimento das suas obriga&amp;#231;&amp;#245;es externas, a curto, a m&amp;#233;dio e a longo prazos. existem sete grupos de risco (de 1 a 7), corresgrupo 1* alemanha andorra austr&amp;#225;lia &amp;#193;ustria B&amp;#233;lgica canad&amp;#225; checa, rep. chipre coreia do Sul dinamarca eslov&amp;#225;quia eslov&amp;#233;nia espanha eUa Finl&amp;#226;ndia Fran&amp;#231;a gr&amp;#233;cia Holanda Hong-Kong irlanda isl&amp;#226;ndia it&amp;#225;lia Jap&amp;#227;o liechtenstein luxemburgo malta m&amp;#243;naco noruega nova Zel&amp;#226;ndia portugal reino Unido S&amp;#227;o marino Singapura Su&amp;#233;cia Sui&amp;#231;a Taiwan Vaticano pondendo o grupo 1 &amp;#224; menor probabilidade de incumprimento e o grupo 7 &amp;#224; maior. as categorias de risco assim definidas s&amp;#227;o a base da avalia&amp;#231;&amp;#227;o do risco pa&amp;#237;s, da defini&amp;#231;&amp;#227;o das condi&amp;#231;&amp;#245;es de cobertura e das taxas de pr&amp;#233;mio aplic&amp;#225;veis. grupo 5 grupo 6 alb&amp;#226;nia angola ant. e Barbuda arm&amp;#233;nia Bangladesh Belize Benin But&amp;#227;o camar&amp;#245;es camboja comores djibouti dominica gab&amp;#227;o gana ge&amp;#243;rgia Honduras iemen ir&amp;#227;o Jamaica Kiribati l&amp;#237;bia madag&amp;#225;scar mali mo&amp;#231;ambique mong&amp;#243;lia montenegro nauru nig&amp;#233;ria Qu&amp;#233;nia Samoa oc. Senegal S&amp;#237;ria Sri lanka Suazil&amp;#226;ndia Tanz&amp;#226;nia Turquemenist&amp;#227;o Tuvalu Uganda Uzbequist&amp;#227;o Vanuatu Z&amp;#226;mbia grupo 2 ar&amp;#225;bia Saudita Barein Botswana Brunei chile china • eaUa gibraltar Koweit macau mal&amp;#225;sia oman pol&amp;#243;nia • Qatar Trind. e Tobago grupo 3 &amp;#193;frica do Sul • arg&amp;#233;lia Bahamas Barbados Brasil • costa rica dep/ter austr.b dep/ter din.c dep/ter esp.d dep/ter eUae dep/ter Fra.f dep/ter n. Z.g dep/ter rUh est&amp;#243;nia ilhas marshall &amp;#237;ndia israel litu&amp;#226;nia marrocos • maur&amp;#237;cias m&amp;#233;xico • micron&amp;#233;sia nam&amp;#237;bia palau panam&amp;#225; peru r&amp;#250;ssia Tail&amp;#226;ndia Tun&amp;#237;sia • grupo 4 aruba • Bulg&amp;#225;ria cazaquist&amp;#227;o col&amp;#244;mbia egipto el Salvador Fidji Filipinas Hungria • let&amp;#243;nia rom&amp;#233;nia Turquia Uruguai grupo 7 afeganist&amp;#227;o argentina Bielorussia Bol&amp;#237;via B&amp;#243;snia e Herzegovina Burkina Faso Burundi campuchea cent. af, rep. chade congo congo, rep. dem. coreia do norte c. do marfim cuba • equador eritreia eti&amp;#243;pia g&amp;#226;mbia grenada guiana guin&amp;#233; equatorial guin&amp;#233;, rep. da guin&amp;#233;-Bissau • Haiti iraque • laos l&amp;#237;bano lib&amp;#233;ria malawi maldivas maurit&amp;#226;nia mold&amp;#225;via myanmar nepal nicar&amp;#225;gua n&amp;#237;ger paquist&amp;#227;o Quirguist&amp;#227;o ruanda S. crist. e nevis S. Tom&amp;#233; e pr&amp;#237;ncipe • Salom&amp;#227;o Seicheles Serra leoa S&amp;#233;rvia Som&amp;#225;lia Sud&amp;#227;o Suriname Tadzequist&amp;#227;o Togo Tonga Ucr&amp;#226;nia Venezuela Zimbabu&amp;#233; antilhas Holand. • azerbeij&amp;#227;o cabo Verde cro&amp;#225;cia dominicana, rep. guatemala indon&amp;#233;sia Jord&amp;#226;nia lesoto maced&amp;#243;nia papua–nova guin&amp;#233; paraguai S. Vic. e gren. Santa l&amp;#250;cia Vietname Fonte: coSec - companhia de Seguro de cr&amp;#233;ditos, S.a. * Pa&amp;#237;s pertencente ao grupo 0 da classifica&amp;#231;&amp;#227;o risco-pa&amp;#237;s da ocde. N&amp;#227;o &amp;#233; aplic&amp;#225;vel o sistema de pr&amp;#233;mios m&amp;#237;nimos, &amp;#224; excep&amp;#231;&amp;#227;o do chipre, Hong-Kong e taiwan. • Mercado de diversifica&amp;#231;&amp;#227;o de oportunidades • Fora de cobertura NotaS • Pa&amp;#237;s com restri&amp;#231;&amp;#245;es or&amp;#231;amentais ou falta de vontade de pagar por parte do governo • Fora de cobertura, excepto opera&amp;#231;&amp;#245;es de relevante interesse nacional a) abu dhabi, dubai, Fujairah, Ras al Khaimah, Sharjah, um al Quaiwain e ajma b) ilhas Norfolk c) ilhas Faroe e gronel&amp;#226;ndia d) ceuta e Melilha e) Samoa, guam, Marianas, ilhas Virgens e Porto Rico f) guiana Francesa, guadalupe, Martinica, Reuni&amp;#227;o, S. Pedro e Miquelon, Polin&amp;#233;sia Francesa, Mayotte, Nova caled&amp;#243;nia, Wallis e Futuna g) ilhas cook e tokelau, ilhas Nive h) anguilla, bermudas, ilhas Virgens, cayman, Falkland, Pitcairn, Monserrat, Sta. Helena, ascens&amp;#227;o, trist&amp;#227;o da cunha, turks e caicos 56 // Setembro 09 // Portugalglobal</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=57</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=57</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 57</title><description /><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=58</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=58</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 58</title><description>eSTaT&amp;#237;STicaS InVesTIMenTo e eXPorTa&amp;#231;&amp;#245;es &amp;gt;principaiS dadoS de inVeSTimenTo (ide e idpe) e eXporTa&amp;#231;&amp;#245;eS. inVeSTimenTo direcTo com o eXTerior InVesTIMenTo DIreCTo Do eXTerIor eM PorTugaL IDe bruto IDe desinvestimento IDe l&amp;#237;quido IDe Intra ue IDe extra ue unidade: Milh&amp;#245;es de euros 2005 27.677 24.517 3.160 25.477 2.200 2006 32.820 24.125 8.695 28.333 4.488 2007 32.634 30.396 2.238 29.672 2.961 2008 31.985 29.574 2.411 27.951 4.034 2008 Jan./Jun. 16.061 14.750 1.311 13.756 2.305 2009 Jan./Jun. 14.790 13.607 1.183 12.874 1.916 Var. 09/08 -7,9% -7,8% -9,7% -6,4% -16,9% IDe Intra ue IDe extra ue % Total IDe bruto 92,1% 7,9% 86,3% 13,7% 90,9% 9,1% 87,4% 12,6% 85,6% 14,4% 87,0% 13.0% – – IDe bruto - origens 2009 Jan. / Jun. Fran&amp;#231;a reino unido espanha alemanha sui&amp;#231;a InVesTIMenTo DIreCTo De PorTugaL no eXTerIor IDPe bruto IDPe desinvestimento IDPe l&amp;#237;quido IDPe Intra ue IDPe extra ue unidade: Milh&amp;#245;es de euros % Total 19,4% 16,8% 14,2% 13,6% 4,5% 2005 9.781 8.083 1.697 6.613 3.168 Var. 09/08 43,5% 0,8% 8,2% -38,3% -48,1% 2006 9.828 4.137 5.691 6.312 3.516 IDe bruto - sector 2009 Jan. / Jun. Com&amp;#233;rcio activ. Imobili&amp;#225;rias; out. servi&amp;#231;os Ind. Transformadora actividades Financeiras Transportes; Comunica&amp;#231;&amp;#245;es 2007 14.835 10.822 4.013 10.203 4.632 2008 10.098 8.660 1.437 6.752 3.346 2008 Jan./Jun. 4.690 3.745 945 2.789 1.902 % Total 36,0% 23,6% 22,4% 7,7% 3,7% 2009 Jan./Jun. 3.686 2.661 1.025 2.520 1.166 Var. 09/08 11,0% -4,1% -39,2% 66,3% 48,3% Var. 09/08 -21,4% -28,9% 8,4% -9,6% -38,7% IDPe Intra ue IDPe extra ue % Total IDPe bruto 67,6% 32,4% 64,2% 35,8% 68,8% 31,2% 66,9% 33,1% 59,5% 40,5% 68,4% 31,6% – – IDPe bruto - Destinos 2009 Jan./Mai. espanha PaLoP brasil eua Fran&amp;#231;a % Total 26,7% 7,2% 5,4% 2,6% 2,4% 2004 Dez. Var. 09/08 26,5% -5,4% -76,1% 30,1% -64,5% 2005 Dez. 53.691 35.573 IDPe bruto - sector 2009 Jan./Mai. activ. Imobili&amp;#225;rias; out. servi&amp;#231;os Constru&amp;#231;&amp;#227;o activ. Financeiras Com&amp;#233;rcio Ind. Transformadora 2006 Dez. 67.169 40.990 2007 Dez. 78.333 45.944 2008 Dez. 71.726 45.730 % Total 71,1% 7,8% 7,0% 4,9% 4,8% 2009 Mar. 73.052 46.947 Var. 09/08 -14,3% 48,8% -66,7% -23,5% -35,1% Var. 09/08 1,8% 2,7% stock IDe stock IDPe unidade: Milh&amp;#245;es de euros Fonte: banco de Portugal 49.167 32.260 58 // Setembro 09 // Portugalglobal</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=59</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=59</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 59</title><description>eSTaT&amp;#237;STicaS eXporTa&amp;#231;&amp;#245;eS de BenS e SerVi&amp;#231;oS CoM&amp;#201;rCIo InTernaCIonaL - bens exporta&amp;#231;&amp;#245;es bens exporta&amp;#231;&amp;#245;es bens ue27 exporta&amp;#231;&amp;#245;es bens extra ue27 unidade: Milh&amp;#245;es de euros e - estimativa 2006 34.511 26.722 7.789 77,4% 22,6% 2007 37.589 28.820 8.769 76,7% 23,3% 2008 37.961 28.006 9.955 73,8% 26,2% 2008 Jan./Mai. 16.718 12.755 3.963 76,3% 23,7% 2009 Jan./Mai. 12.267 9.257 3.010 75,5% 24,5% Var. 09/08 Jan./Mai. -26,6% -27,4% -24,0% – – Var. 09/08 Jan./Jun.e -26,0% -26,4% -24,5% – – exporta&amp;#231;&amp;#245;es bens ue27 exporta&amp;#231;&amp;#245;es bens extra ue27 unidade: % do total exp. bens - Clientes 2009 Jan./Mai. espanha alemanha Fran&amp;#231;a angola reino unido It&amp;#225;lia Holanda exp. bens - Produtos 2009 Jan./Mai. M&amp;#225;quinas; aparelhos Ve&amp;#237;culos, out. Mat. Transporte Metais Comuns Vestu&amp;#225;rio Pl&amp;#225;sticos, borracha exp. bens- extra ue 09 (Jan./Jun) angola eua sui&amp;#231;a arg&amp;#233;lia Cabo Verde Meur - Milh&amp;#245;es de euros Fonte: Ine % Total 26,7% 13,7% 12,7% 7,8% 5,4% 4,0% 3,2% % Total 16,7% 12,3% 8,0% 7,1% 6,0% % Total 30,5% 12,6% 4,0% 3,5% 3,0% Var. 09/08 -31,3% -23,3% -24,4% 20,1% -25,8% -23,7% -28,6% Var. 09/08 -35,9% -30,7% -35,3% -17,0% -26,1% Var. 09/08 16,8% -37,5% -5,2% 59,7% -14,7% exp. bens - Var. Valor (09/08) angola arg&amp;#233;lia eua singapura Fran&amp;#231;a alemanha espanha exp. bens - Var. Valor (09/08) M&amp;#225;quinas; aparelhos Ve&amp;#237;culos, out. Mat. Transporte Metais Comuns Combust&amp;#237;veis Minerais Pl&amp;#225;sticos, borracha exp. bens - Var. Valor (09/08) angola arg&amp;#233;lia Mal&amp;#225;sia eua singapura p.p. - Pontos percentuais Meur 159 34 -245 -295 -502 -512 -1.493 Meur -1.147 -670 -533 -511 -260 Meur 160 48 -171 -276 -354 Cont. p. p. 1,0 0,2 -1,5 -1,8 -3,0 -3,1 -8,9 Cont. p. p. -6,9 -4,0 -3,2 -3,1 -1,6 Cont. p. p. 3,3 1,0 -3,6 -5,7 -7,3 Cont. - Contributo para o crescimento das exporta&amp;#231;&amp;#245;es CoM&amp;#201;rCIo InTernaCIonaL - serVI&amp;#231;os exporta&amp;#231;&amp;#245;es totais de servi&amp;#231;os exporta&amp;#231;&amp;#245;es servi&amp;#231;os ue27 exporta&amp;#231;&amp;#245;es servi&amp;#231;os extra ue27 unidade: Milh&amp;#245;es de euros 2005 12.255 9.634 2.621 2006 14.635 11.344 3.291 2007 16.980 12.970 4.010 2008 17.928 13.352 4.576 2008 Jan./Jun. 8.266 6.128 2.138 2009 Jan./Jun. 7.367 5.339 2.029 Var. 09/08 -10,9% -12,9% -5,1% exporta&amp;#231;&amp;#245;es servi&amp;#231;os ue27 exporta&amp;#231;&amp;#245;es servi&amp;#231;os extra ue27 unidade: % do total Fonte: banco de Portugal 78,6% 21,4% 77,5% 22,5% 76,4% 23,6% 74,5% 25,5% 74,1% 25,9% 72,5% 27,5% – – PreVIs&amp;#245;es 2009 : 2010 (tvh real %) 2008 ine 2009 - 1&amp;#186; T ine -3,7 -20,8 FMI abr. 09 -4,1 : -0,5 – Ce mai. 09 -3,7 : -0,8 -11,7 : -0,1 oCDe Jun. 09 -4,5 : -0,5 -21,5 : -1,2 MFaP mai.09 -3,4 : 0,5 -11,8 : 1,9 bdP Jul. 09 -3,5 : -0,6 -17,7 : -0,9 PIb exporta&amp;#231;&amp;#245;es bens e servi&amp;#231;os 0,0 -0,4 Portugalglobal // Setembro 09 // 59</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=60</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=60</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 60</title><description>FeiraS e eVenToS ExposaL&amp;#227;o aLCan&amp;#231;a vis&amp;#227;o inTEgrada dE nEg&amp;#243;Cio a exposal&amp;#227;o, o maior centro ib&amp;#233;rico de neg&amp;#243;cio privado de exposi&amp;#231;&amp;#245;es localizado na Batalha, implementou o erp (software de gest&amp;#227;o de neg&amp;#243;cios) da primavera BSS, multinacional portuguesa de desenvolvimento de solu&amp;#231;&amp;#245;es de gest&amp;#227;o de neg&amp;#243;cio e integra&amp;#231;&amp;#227;o de processos empresariais, para optimizar a gest&amp;#227;o do neg&amp;#243;cio, com destaque para o contacto com os clientes e a gest&amp;#227;o e controlo de feiras e eventos. “A solu&amp;#231;&amp;#227;o Primavera ajudou-nos a melhorar significativamente a gest&amp;#227;o dos clientes e dos eventos, dando-nos um maior controlo das feiras para al&amp;#233;m de tratar toda a gest&amp;#227;o do grupo. Com o ERP Primavera, a Exposal&amp;#227;o ganhou efici&amp;#234;ncia e capacidade de resposta alcan&amp;#231;ando uma forte vantagem competitiva no mercado”, afirma Jos&amp;#233; Fraz&amp;#227;o, director-geral da exposal&amp;#227;o. “Em linha com os nossos objectivos de internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o, opt&amp;#225;mos pela Primavera pela permanente actualiza&amp;#231;&amp;#227;o dos seus produtos, integra&amp;#231;&amp;#227;o com as normas internacionais e presen&amp;#231;a em mercados estrat&amp;#233;gicos”, explica. a exposal&amp;#227;o organiza anualmente cerca de 20 certames, recebendo centenas de participantes e milhares de visitantes. com o novo software de gest&amp;#227;o de neg&amp;#243;cio, o centro de exposi&amp;#231;&amp;#245;es passou a controlar mais eficazmente todo o processo de gest&amp;#227;o das feiras e dos clientes, desde a fase de selec&amp;#231;&amp;#227;o dos contactos at&amp;#233; &amp;#224; valida&amp;#231;&amp;#227;o de registos e tratamento da informa&amp;#231;&amp;#227;o p&amp;#243;s-evento. esta optimiza&amp;#231;&amp;#227;o permitiu &amp;#224; exposal&amp;#227;o acelerar os tempos de resposta e aumentar a qualidade de servi&amp;#231;o aos clientes. para Jos&amp;#233; de azevedo, country manager da primavera portugal, “a conjuntura actual exige das empresas a melhor gest&amp;#227;o de recursos e de clientes poss&amp;#237;vel. Sendo uma refer&amp;#234;ncia no seu sector e apresentando ambi&amp;#231;&amp;#245;es de crescimento, a Expo- sal&amp;#227;o investiu na sofistica&amp;#231;&amp;#227;o dos seus sistemas e tem agora capacidades acrescidas para responder &amp;#224;s exig&amp;#234;ncias do mercado nacional e internacional. Da parte da Primavera, &amp;#233; gratificante fazer parte deste projecto, que j&amp;#225; se revelou uma aposta vencedora”. o erp primavera, implementado pela Trig&amp;#233;nius, premium partner da primavera, trouxe igualmente &amp;#224; exposal&amp;#227;o uma vis&amp;#227;o global do neg&amp;#243;cio, ao integrar a gest&amp;#227;o ConCrETa aposTa na rEabiLiTa&amp;#231;&amp;#227;o apontada nos &amp;#250;ltimos anos como um dos segmentos com maior potencial de crescimento e oportunidades de neg&amp;#243;cio, a reabilita&amp;#231;&amp;#227;o de edif&amp;#237;cios tem actualmente merecido uma redobrada aten&amp;#231;&amp;#227;o por causa do clima de crise econ&amp;#243;mica e, porque vista pelo mercado como um dos caminhos para dela sa&amp;#237;rem as empresas, conhecer&amp;#225; um novo f&amp;#244;lego durante a concreta – 24&amp;#170; Feira internacional de constru&amp;#231;&amp;#227;o e obras p&amp;#250;blicas. a tem&amp;#225;tica teve ainda o cond&amp;#227;o de unir as principais associa&amp;#231;&amp;#245;es sectoriais e organismos profissionais em torno da dinamiza&amp;#231;&amp;#227;o de um congresso paralelo ao certame da exponor, de 20 a 24 de outubro pr&amp;#243;ximo. o evento pretende aprofundar todas as particularidades deste subsector da constru&amp;#231;&amp;#227;o que &amp;#233; a renova&amp;#231;&amp;#227;o urbana. Sector com uma cadeia de valor muito alargada e com m&amp;#250;ltiplas interdepend&amp;#234;ncias com outras &amp;#225;reas de actividade econ&amp;#243;mica (o que acaba por gerar efeitos multiplicadores a montante e a jusante), a constru&amp;#231;&amp;#227;o compreendia em portugal, segundo dados completos de 2006, 122.070 empresas, as quais representavam 11,2 por cento da realidade empresarial do pa&amp;#237;s, respons&amp;#225;veis por um volume de neg&amp;#243;cios de 32,5 mil milh&amp;#245;es de euros. data: 20 a 24 de outubro de 2009 Hor&amp;#225;rio: das 10:00 &amp;#224;s 20:00 organiza&amp;#231;&amp;#227;o e local: exponor – Feira internacional do porto 60 // Setembro 09 // Portugalglobal</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=61</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=61</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 61</title><description>FeiraS e eVenToS FEiras inTErnaCionais PoLLuTeC Sal&amp;#227;o internacional de tecnologias e Servi&amp;#231;os na &amp;#193;rea do ambiente local: Paris (Fran&amp;#231;a) data: 1 a 4 de dezembro de 2009 organiza&amp;#231;&amp;#227;o: Reed expositions info@unmf.fr www.reedexpo.fr JuVenaLIa Feira das crian&amp;#231;as e da Juventude local: Madrid (espanha) data: 20 a 30 de dezembro de 2009 organiza&amp;#231;&amp;#227;o: ifema – Feria de Madrid dgjuventud@madrid.org www.ifema.es agrIbeX de todas as &amp;#225;reas operacionais do grupo atrav&amp;#233;s dos m&amp;#243;dulos de recursos humanos, tesouraria, log&amp;#237;stica, contabilidade, contactos e oportunidades, projectos e crm. para al&amp;#233;m dos ganhos de efici&amp;#234;ncia e produtividade, a institui&amp;#231;&amp;#227;o ganhou tamb&amp;#233;m novas capacidades que v&amp;#227;o facilitar a internacionaliza&amp;#231;&amp;#227;o do neg&amp;#243;cio. info@exposalao.pt www.exposalao.pt Semana internacional da agricultura local: bruxelas (b&amp;#233;lgica) data: 2 a 6 de dezembro de 2009 organiza&amp;#231;&amp;#227;o: Fedagrim info@fedagrim.be www.fedagrim.be MoTor sHow exposi&amp;#231;&amp;#227;o internacional do autom&amp;#243;vel, bicicletas e Motorizadas local: bolonha (it&amp;#225;lia) data: 4 a 13 de dezembro de 2009 organiza&amp;#231;&amp;#227;o: Promotor internacional SPa saloneotorshow.it www.motorshow.it MIneraLIen HaMburg Feira internacional de Minerais, F&amp;#243;sseis, Pedras Preciosas e equipamento geol&amp;#243;gico local: Hamburgo (alemanha) data: 4 a 6 de dezembro organiza&amp;#231;&amp;#227;o: Hamburg Messe &amp;amp; congress info@hamburg-messe.de www.hamburg-messe.de periodicidade: bienal perfil do visitante: profissional e p&amp;#250;blico (ao s&amp;#225;bado) n&amp;#186; m&amp;#233;dio de expositores por edi&amp;#231;&amp;#227;o: (nos &amp;#250;ltimos cinco anos): 768 m&amp;#233;dia de visitas por edi&amp;#231;&amp;#227;o (nos &amp;#250;ltimos cinco anos): 75.799 Visitas internacionais na &amp;#250;ltima edi&amp;#231;&amp;#227;o: 1.219 profissionais, oriundas de 16 pa&amp;#237;ses em exposi&amp;#231;&amp;#227;o: arquitectura de interiores. cer&amp;#226;mica de pavimentos, revestimentos, sanit&amp;#225;rios e torneiras, rochas ornamentais, pedra e vidro, cozinha e banho, ilumina&amp;#231;&amp;#227;o, electricidade, dom&amp;#243;tica, rob&amp;#243;tica, cimentos, argamassas, carpintaria em madeira e met&amp;#225;lica, isolamento, impermeabiliza&amp;#231;&amp;#227;o, tintas, restauro, requalifica&amp;#231;&amp;#227;o e reabilita&amp;#231;&amp;#227;o. www.concreta.exponor.pt www.exponor.pt saLon InTernaTIonaL Du TourIsMe eT Des serVICes Sal&amp;#227;o internacional de turismo e de Servi&amp;#231;os local: tunis (tun&amp;#237;sia) data: 4 a 6 de dezembro de 2009 organiza&amp;#231;&amp;#227;o: geco – global exhibitions corporation geco@geco-expo.com www.geco-expo.com auToMeCHanIKa sHangaI Feira internacional de autom&amp;#243;veis e acess&amp;#243;rios local: Xangai (china) data: 9 a 11 de dezembro de 2009 organiza&amp;#231;&amp;#227;o: Messe Frankfurt (Xangai) info@china.messefrankfurt.com www.messefrankfurt.com.hk Portugalglobal // Setembro 09 // 61</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=62</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=62</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 62</title><description>reDe eXTerna Da aICeP &amp;#193;FriCa do sUL / Joanesburgo aLEManHa / berlim angoLa / luanda arg&amp;#201;Lia / argel argEnTina / buenos aires &amp;#193;UsTria / Viena b&amp;#201;LgiCa / bruxelas brasiL / S&amp;#227;o Paulo Cabo vErdE / Praia Canad&amp;#193; / toronto CHiLE / Santiago do chile CHina, rEp&amp;#218;bLiCa popULar da / Xangai CHina, rEp&amp;#218;bLiCa popULar da / Pequim CorEia do sUL / Seul dinaMarCa / copenhaga EMirados &amp;#193;rabEs Unidos / dubai Copenhaga berlim Haia bruxelas Dublin Londres Paris Toronto nova Iorque s. Francisco Mil&amp;#227;o Vigo barcelona Madrid M&amp;#233;rida Praia rabat argel Cidade do M&amp;#233;xico Caracas s&amp;#227;o Paulo santiago do Chile Centro de neg&amp;#243;cios Escrit&amp;#243;rios representa&amp;#231;&amp;#245;es buenos aires 62 // Setembro 09 // Portugalglobal</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=63</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=63</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 63</title><description>EspanHa / Madrid EspanHa / barcelona EspanHa / M&amp;#233;rida EspanHa / Vigo EsTados Unidos da aM&amp;#201;riCa / Nova iorque EsTados Unidos da aM&amp;#201;riCa / S. Francisco FinL&amp;#194;ndia / Hels&amp;#237;nquia Fran&amp;#231;a / Paris gr&amp;#201;Cia/ atenas HoLanda / Haia HUngria / budapeste &amp;#205;ndia, rEp&amp;#218;bLiCa da / Nova deli irLanda / dublin israEL / telavive iT&amp;#193;Lia / Mil&amp;#227;o Jap&amp;#227;o / t&amp;#243;quio L&amp;#205;bia / tripoli MaCaU / Macau MarroCos / Rabat M&amp;#201;xiCo / cidade do M&amp;#233;xico Mo&amp;#231;aMbiQUE / Maputo norUEga / oslo poL&amp;#243;nia / Vars&amp;#243;via rEino Unido / londres rEp&amp;#218;bLiCa CHECa / Praga roM&amp;#201;nia / bucareste r&amp;#218;ssia / Moscovo singapUra / Singapura sU&amp;#201;Cia / estocolmo sU&amp;#205;&amp;#231;a / Zurique TUn&amp;#205;sia / tunes TUrQUia / ancara TUrQUia / istambul vEnEZUELa / caracas oslo Hels&amp;#237;nquia estocolmo Zurique Moscovo Vars&amp;#243;via Praga budapeste Viena bucareste ancara Istambul atenas Telavive nova Deli Dubai Pequim seul Xangai T&amp;#243;quio Tunes Tripoli Macau singapura Luanda Maputo Joanesburgo Portugalglobal // Setembro 09 // 63</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=64</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=64</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 64</title><description>BooKmarKS MarkETing para EMprEEndEdorEs E pEQUEnas EMprEsas o empreendedorismo est&amp;#225; na ordem do dia, a cria&amp;#231;&amp;#227;o de novas empresas &amp;#233; uma op&amp;#231;&amp;#227;o cada vez mais frequente e o marketing &amp;#233; sempre a aposta certa, embora ainda n&amp;#227;o seja considerado, pelos empreendedores, empres&amp;#225;rios e executivos, como um factor decisivo de neg&amp;#243;cio. os autores desta obra, por&amp;#233;m, assumem que a import&amp;#226;ncia do marketing deve ser colocada n&amp;#227;o apenas quando a empresa j&amp;#225; existe, mas mesmo antes da sua constitui&amp;#231;&amp;#227;o, ou seja, na fase de projecto, o que se torna vital para a diferencia&amp;#231;&amp;#227;o, afirma&amp;#231;&amp;#227;o, estrat&amp;#233;gia e sucesso das novas pequenas e m&amp;#233;dias empresas nos mercados. nesta medida, esta obra constitui um conjunto alargado e incontorn&amp;#225;vel de conceitos e ferramentas directamente aplic&amp;#225;veis a cada projecto e empresa, e respectiva gest&amp;#227;o, potenciando a probabilidade de sucesso atrav&amp;#233;s da mais valia do conhecimento e do valor acrescentado do marketing. “Se h&amp;#225; um caminho certo para as empresas bem sucedidas, esse caminho come&amp;#231;a com a cria&amp;#231;&amp;#227;o de compet&amp;#234;ncias e capacidades para melhor pensar, planear, gerir e actuar no mercado”, enfatizam os autores. o empreendedorismo, as oportunidades de neg&amp;#243;cio no ambiente externo, os estudos de mercado, a selec&amp;#231;&amp;#227;o do mercadoalvo, o comportamento do consumidor e decis&amp;#245;es de compra, o pre&amp;#231;o, a distribui&amp;#231;&amp;#227;o e a comunica&amp;#231;&amp;#227;o com o mercado, o web marketing e a organiza&amp;#231;&amp;#227;o de um plano de marketing, s&amp;#227;o alguns dos temas contemplados neste manual pr&amp;#225;tico. manuel portugal Ferreira &amp;#233; doutorado em Business administration pela david eccles School, da Universidade de Utah (eUa), e licenciado em economia pela Universidade de coimbra, leccionando actualmente disciplinas de estrat&amp;#233;gia e gest&amp;#227;o internacional. nuno rosa reis &amp;#233; licenciado em gest&amp;#227;o pelo instituto polit&amp;#233;cnico de leiria, onde &amp;#233; docente nas &amp;#225;reas de estrat&amp;#233;gia e empreendedorismo. Fernando ribeiro Serra &amp;#233; doutorado em engenharia pela pontif&amp;#237;cia Universidade cat&amp;#243;lica (rio de Janeiro) e &amp;#233; professor do mestrado em administra&amp;#231;&amp;#227;o, com experi&amp;#234;ncia em cargos de direc&amp;#231;&amp;#227;o e consultoria. autores: Manuel Portugal Ferreira e nuno rosas reis editor: LIDeL ano: 2009 CoM&amp;#201;rCio JUsTo para Todos como podem os pa&amp;#237;ses menos desenvolvidos ser ajudados a se desenvolverem a si mesmos num contexto de com&amp;#233;rcio livre e mais justo? &amp;#233; a esta pergunta, aparentemente simples, mas que implica complexos desafios a montante e jusante, que Joseph Stiglitz (autor de v&amp;#225;rios livros na &amp;#225;rea da economia, pr&amp;#233;mio nobel da economia, em 2001, e actualmente professor na Universidade de columbia) e andrew charleton (co-autor e investigador na london School of economics e consultor para o desenvolvimento da ocde) tentam responder, pois est&amp;#225; &amp;#233; uma das principais quest&amp;#245;es que os actuais l&amp;#237;deres mundiais enfrentam, nem sempre com sucesso. a obra, provocadora e controversa, n&amp;#227;o escamoteia temas incontorn&amp;#225;veis no desenvolvimento econ&amp;#243;mico global, como sejam a gest&amp;#227;o de um novo modelo para as rela&amp;#231;&amp;#245;es comerciais entre pa&amp;#237;ses ricos e pobres ou a minimiza&amp;#231;&amp;#227;o do impacto da adapta&amp;#231;&amp;#227;o ao mercado global. e, por fim, enuncia as reformas e os princ&amp;#237;pios que devem nortear um acordo bem-sucedido nesta delicada mat&amp;#233;ria. indispens&amp;#225;vel a quem est&amp;#225; interessado no com&amp;#233;rcio mundial e no tema do desenvolvimento sustent&amp;#225;vel. autor: Joseph stiglitz &amp;amp; andrew Charlton editor: Texto ano: 2009 64 // Setembro 09 // Portugalglobal</description><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=65</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=65</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 65</title><description /><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item><item><guid isPermaLink="true">http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=66</guid><link>http://www.revista.portugalglobal.pt/AICEP/PortugalGlobal/Revista16/?Page=66</link><title>Revista Portugalglobal nº 16 Page 66</title><description /><a10:updated>2009-09-18T17:07:16+02:00</a10:updated></item></channel></rss>
